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5 dicas valiosas para quem está começando a programar

5 dicas valiosas para quem está começando a programar
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18 de março - min de leitura

Confira as dicas do professor Guilherme Sartori


Fala pessoal, tudo bom? Sou Guilherme, professor de Programação na DH. Mas garanto, nem sempre eu soube programar. Na verdade, já fui um dos piores alunos da sala quando tive meus primeiros contatos com código. Durante esse meu processo de evolução, eu fui descobrindo diversos padrões que fazem um programador ser um bom profissional nessa área. Por isso, queria compartilhar com vocês 5 dicas para quem está começando ou está querendo entrar nessa área maravilhosa:

1. Seja autodidata

Não, você não precisa aprender a ser autodidata. A gente já nasceu autodidata. A gente nasce sem nunca ter ouvido uma palavra antes e só através da observação, da tentativa e erro, a gente vai formando nossas primeiras frases. A gente aprende a andar sozinho. Entende? A gente já nasce autodidata. Porém, no meio do caminho, a gente é jogado na escola e lá, acabamos sendo ensinados que para aprender é ficar sentado esperando alguém passar o conhecimento para nós. O que não é verdade na vida de um programador. Para evoluir nessa área, você precisa saber procurar o conhecimento sem esperar que ninguém te passe.

2. A diferença entre você e um sênior é apenas o nível de informação

Pronto, já sabemos que, para ser um bom programador precisamos saber buscar as informações que não temos. Que não podemos depender do conhecimento chegar gratuitamente nas nossas mãos. Isso não vai acontecer. Partindo desse princípio e entendendo que o processo de aprendizado leva algum tempo para ser construído e concretizado, podemos entender que a única diferença entre quem está começando e quem já manja muito de programação é o tanto de informação e contato com conhecimento que essas pessoas tiveram. Um sênior, naturalmente, por estar a mais tempo na área, teve mais contato com problemas, mais contato com soluções e muito mais horas codando. Ele não nasceu com o "dom" da programação. Até porque dom não existe. O que existe é prática com o objetivo de evolução. A evolução e o aprendizado são sempre consequências.

3. Errar faz parte

Complementando o que foi falado na primeira dica, onde exemplifiquei que um bebê que tenta andar, erra, cai e levanta até aprender e conseguir sair andando. Na programação não é diferente. Mais uma vez, acredito que, por conta do sistema tradicional de ensino básico que julga o erro como um fracasso, no universo da programação, o erro é uma oportunidade. Toda vez que você se depara com algum erro você está passando por nada mais nada menos do que pelos percalços do caminho natural do aprendizado. O erro te prova que você está evoluindo. Se você não erra, concorda comigo que é porque você já sabe tudo? Aprender a programar é como ter uma ampla possibilidade de coisas a escrever para chegar em um resultado desejado. Errar é entender o que não se deve fazer. E, por consequência, afunilar a gama de possibilidades. Ou seja, quanto mais se erra, mais chances de acertar no futuro você tem. Errar é evoluir. Errar é natural e faz parte do processo. Viva o erro <3.

4. Você AINDA não sabe programar

Tem um livro que eu particularmente gosto bastante, chamado Mindset. É um livro que divide as pessoas em dois tipos específicos de mentalidades. As pessoas que têm uma mentalidade fixa, ou seja, que acreditam que não nasceram para algo e desistem logo nas primeiras barreiras de frustração. E tem as pessoas de Mindset de crescimento. São pessoas que sabem que ainda não sabem programar, por exemplo. Aproveite para conhecer os 5 programadores que entraram para a história. Esse livro mostra que, quando você tem clareza de que você pode aprender qualquer coisa, pois a formação estrutural do seu cérebro não difere em absolutamente nada da estrutura do cérebro de alguém que já sabe, você passa a se desafiar mais e a evoluir com mais consciência diante de novos problemas. Além disso, tem uma pesquisa recente que mostra que qualquer pessoa pode aprender qualquer coisa em 20 horas de prática consciente. Clique aqui para conferir o TED dessa pesquisa.

5. Curta o processo

Por fim, de nada adianta você estar entrando nessa nova empreitada se você não se apaixonar pelo processo. Ou seja, sentir prazer no que está fazendo. Falando por cima, o processo de concretização do aprendizado é muito rápido quando se está programando. Se trata de aprender algo, escrever os códigos, rodar o sistema e ver que funcionou. Esse processo é bem rápido e toda vez que você vê que o código rodou como o esperado e comemora, seu sistema de recompensa do cérebro joga uma dose bem bacana de dopamina no seu corpo e naturalmente você acaba viciando nessa brincadeira. Ou seja, não se force a curtir o processo. Se coloque para aprender e receba por consequência o prazer de estar nesse processo. Eu garanto, não é fácil, mas vale MUITO a pena. Cada segundo gasto no intuito de evoluir é um segundo investido que vai te trazer prazeres momentâneos e frutos futuros. A área da programação é muito preciosa e precisa de gente boa. Quer se aprofundar no assunto? Confira o Guia de desenvolvimento web: tudo o que você precisa saber antes de começar a programar.


Guilherme Sartori, Professor de Web Full Stack e Mobile Android na Digital House Brasil

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Tenha uma página sobre a empresa no site e capricheUm ótimo espaço para aplicar o storytelling em seu negócio é na página sobre a empresa. Ali, normalmente, há um texto explicando o que você faz, que tipo de serviço presta, desde quando e outras informações do tipo. Por que não utilizar esse espaço para contar uma história?Você pode contar como surgiu a ideia de começar a empresa, os motivos que o levaram a escolher aquele ramo e todo tipo de informação interessante sobre seu negócio. Assim, você desperta a curiosidade do leitor e pode deixá-lo mais envolvido com sua marca!O restaurante Madero é um que explora muito esse tipo de comunicação para apresentar sua história. Este vídeo, por exemplo, mostra como surgiu o cheeseburguer do chef Júnior Durski.Você pode adaptar conteúdos como o vídeo acima para a página sobre a empresa em seu site.Mas atenção! Você não deve, em hipótese nenhuma, inventar uma história que pareça bonita apenas para chamar a atenção. 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