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Dicas para criar aplicativos móveis para mercados emergentes

Dicas para criar aplicativos móveis para mercados emergentes
#Tecnologia
7 de março - min de leitura

Se você pretende criar apps para Android ou iOS destinados a usuários que vivem na América do Sul, Ásia ou África, leve em consideração os seguintes conselhos.


O uso da internet cresce a cada dia nas economias emergentes como América do Sul, África e Ásia. O que acontece nos países localizados nessas regiões é que o acesso a smartphones não para de aumentar em ritmo acelerado, ao mesmo tempo que os pacotes de internet estão ficando mais baratos, o que resulta na chegada de milhões usuários ao mercado digital. Apesar desse crescimento expressivo, seria imprudente partir do princípio que a população desses locais se beneficia da revolução tecnológica tanto como a de países desenvolvidos. É por isso que quando criamos aplicativos para Android ou iOS pensando nesses países, é importante considerar os seguintes fatores:

Sistema operacional

87,7% dos smartphones utilizados no mundo inteiro operam com o sistema Android. Além disso, a maioria dos modelos que têm esse sistema operacional são mais econômicos do que os iPhones, que usam o iOS. Portanto, se seu objetivo é chegar aos usuários de mercados emergentes, o ideal é optar por criar aplicativos móveis para Android.

Visar smartphones de gama baixa

Na hora de testar seu app, leve em consideração que ele deve funcionar bem em celulares que custam entre 150 e 200 dólares. São modelos que não têm telas tão grandes quanto os de gama alta e oferecem baixa resolução. Lembre-se que não é porque um produto digital funciona perfeitamente em um smartphone de última geração que ele irá funcionar da mesma maneira nos celulares que proliferam nos países emergentes.

Modo de baixa potência

Em muitas partes do mundo não se pode confiar em um fornecimento constante de eletricidade. Isso faz com que as pessoas se comportem de forma diferente em relação ao carregamento de seus telefones. Por isso é crucial que seu aplicativo não consuma muita bateria, assim você evita que os usuários o deletem logo após testá-lo.

Tipo de conexão

Ainda que as grandes cidades geralmente contem com redes 4G, é provável que nas regiões do interior dos países emergentes as redes sejam antigas e pouco potentes. De fato há dados que apontam que mais de 10% dos usuários irão continuar limitados às redes 2G até 2020. Portanto, os aplicativos devem proporcionar o máximo possível de funcionalidade offline. Uma das formas de oferecer uma experiência melhor aos usuários dando-lhes acesso a algumas funções e conteúdo offline é através do uso inteligente do armazenamento em cache.

Minimizar o uso de dados

Quando conectado, o aplicativo deve usar a menor quantidade possível de dados já que os planos com muitos GB continuam sendo inacessíveis para muitos usuários de mercados emergentes. Por essa razão, nessas regiões os apps que consomem poucos dados tendem a ser muito mais populares.

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Nossa pretensão aqui não é ser nenhuma mãe Dinah (que Deus a tenha) ou guru, mas já podemos considerar que um dos marcos da era da Transformação Digital é a adesão do home office por parte da população, mesmo que “forçada”, por medidas de contenção ao alastramento da pandemia do coronavírus.E, nesta fase de adaptação para muita gente, ter uma gestão de projetos mais eficiente, com visão panorâmica das demandas e prazos, mesmo que esta prática seja no meio da sua cozinha, pode render ótimos resultados para suas entregas, agenda e saúde mental.Inovar muito além do techOutro recado desta era é que a supertecnologia XYZ de nada adianta se as pessoas que a utilizam ainda pensam analogicamente, com processos lentos de desenvolvimento de produtos e serviços, burocracia e morosidade nas aprovações. Ainda bem, as ferramentas de gestão de projetos vêm justamente para descomplicar estes modelos engessados.E é agora ou nunca que isso precisa ser feito. Por isso, trace um plano para esta fase dar tudo certo, no seu microcosmo, com o objetivo de trazer excelentes resultados para o macro, incluindo clientes e sociedade. Pois, ser competitivo e evoluir em época de crise é inovar e bem inovado, diga-se de passagem.A caixinha de pandora da gestão de projetosEntre as melhores ferramentas para gerenciar seus projetos,  podemos citar três principais:     > Metodologias ágeis (Scrum x Kanban x Agile x Lean): essa metodologia descomplica o que parece um bicho de sete cabeças, com técnicas e metas que integram equipes, promovendo mais engajamento de todos.     > Experiência do Usuário (UX, User Interface (UI) e Design Thinking): estas técnicas  vão aproximar seu trabalho, tendo uma visão 360 graus do que seu cliente mais deseja, humanizando esta relação e trazendo o encantamento tão necessário nestes tempos que vivenciamos.     > Marketing Digital: facilitar e automatizar seu dia a dia, por meio de ferramentas como Google Ads, Facebook Ads, Analytics e muito mais, trazem resultados quantificados aos seus clientes ou a sua própria empresa, já que impulsionam a marca e geram mais vendas e negócios, tão essenciais desde sempre, não é mesmo?Estas são apenas algumas destas ferramentas. Mas, esta caixinha de soluções pode ser muito mais completa. A Digital House, umas das mais importantes escolas de habilidades digitais do planeta, com um time fera de especialistas, não só ajuda você a desenvolver estas ferramentas como ensina a utilizá-las em época de pandemia e fora dela.Com cursos agora totalmente onlines, a Digital House fará com que você seja protagonista, neste talvez primeiro grande desafio da era da Transformação Digital, para pessoas e organizações - líderes conectados, na prática, com as mudanças, na velocidade em que elas ocorrem.

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