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9 dicas de SEO para seu e-commerce

9 dicas de SEO para seu e-commerce
#Marketing
19 de setembro - min de leitura


Quando você vai vender pela internet, os anúncios não devem ser a única estratégia utilizada. Isso porque, de acordo com uma pesquisa do site Search Engine Land, 70 a 80% dos usuários ignoram os anúncios na hora que fazem uma busca no Google. Nesse cenário, é fundamental investir em SEO para e-commerce.

Seja para quem está pensando em criar uma loja virtual ou para quem já tem um e-commerce, preparamos algumas dicas para otimizar seu site para buscas orgânicas. 

Pronto para começar?

1 - Planeje as palavras-chave que vai usar

Você deve usar palavras-chave que estejam relacionadas aos produtos que vai vender, é claro. Mas, muitas vezes, apenas sua intuição não basta. Então, é preciso se planejar para saber quais usar.

Se você está pensando em usar palavras-chave genéricas, lembre-se que há gigantes do varejo que vão ranquear melhor nas buscas para essas head tails. Infelizmente, as chances de você ficar melhor colocado do que sites como Amazon, Americanas e afins é pequena para essas palavras, mas você pode fazer um estudo para ver que outras palavras relacionadas às principais podem servir para seu negócio.

Existem algumas ferramentas que podem te ajudar nessa tarefa. O próprio Google tem um Planejador de Palavras-Chave dentro da plataforma do Google Ads que você pode utilizar gratuitamente.

Nele, você insere as palavras-chave mais genéricas e ele vai te dar insights sobre que outros termos também são pesquisados pelos usuários.

Por exemplo, você pode estar querendo usar a palavra-chave “camiseta”. Imagine só quantos sites devem ranquear melhor para essa keyword? Você pode experimentar long tails, ou seja, termos mais longos e específicos. Ao invés de “camiseta”, pode tentar “comprar camisetas femininas personalizadas”.

Além do Google, existem outras ferramentas gratuitas que podem te ajudar nessa tarefa de entender quais palavras-chave podem ser interessantes para seu negócio. Elas também mostram o volume de buscas de cada uma delas e qual a dificuldade para ficar bem classificado em uma pesquisa daquele termo específico.

O site Ubersuggest tem essas funcionalidades grátis. O SEMRush é pago, mas tem uma versão gratuita limitada — uma freemium. Já o Ahrefs é uma ferramenta paga que também te ajuda a planejar suas palavras-chave.

Além das próprias palavras, você pode pesquisar pelo domínio do seu próprio site ou dos seus concorrentes. Essa busca vai te mostrar para quais palavras-chave cada um dos endereços aparece nos resultados do Google e também pode te dar boas ideias.

Organizando as palavras-chave no seu e-commerce

Uma vez escolhidas quais palavras-chave você vai usar, é hora de inclui-las nas suas páginas. Em todas as páginas? Sim, em todas elas. Realmente, isso pode dar um trabalhão se seu site tiver muitas categorias e produtos. Então, você pode começar pelas mais importantes, ou seja, as que recebem mais visitas ou que te rendem mais conversões.

As palavras-chave devem ser usadas com contexto nas páginas e precisam constar nos títulos, descrições e na URL de cada uma delas. Outro ponto importante para levar em consideração é o de não usar o mesmo termo em páginas diferentes. Isso evita a canibalização das keywords, ou seja, que elas compitam entre si para ranquear melhor nas buscas do Google.

2 - Crie conteúdo original e relevante nas descrições

As descrições das suas categorias e produtos devem ser o mais completas possível. Nelas, devem constar as palavras-chaves que você definiu para seu negócio. Isso vai ajudar tanto seus clientes a identificarem quais as características dos artigos que você vende quanto os robôs do Google a entenderem sobre o que aquela página está falando.

Evite copiar as descrições dos fabricantes dos produtos que você vende ou de concorrentes. Se o Google identifica a cópia, seu site pode ser penalizado e isso prejudica a classificação nas pesquisas. Escreva com suas palavras, de forma completa, mas sem encher linguiça!

Escreva para pessoas

Em 2015, o Google lançou uma atualização em suas formas de analisar as páginas da web chamada RankBrain. Esse nome se refere a um algoritmo de inteligência artificial que identifica quais conteúdos são mais interessantes para determinadas buscas dos usuários. Ele faz isso, entre outras coisas, a partir do comportamento das pessoas nos sites. Então, se as pessoas estão passando mais tempo no seu site, isso vai contar pontos para você!

Para que as pessoas se interessem pelo seu site, ele precisa ser amigável. Entre outras coisas, isso significa que não adianta escrever descrições supercompletas e com as palavras-chave, mas que não sejam compreensíveis para seus clientes!

Uma boa forma de testar se as descrições estão boas é pedir para amigos e parentes navegarem pelo seu e-commerce e darem a opinião deles. Assim, você consegue ter um feedback de outras pessoas para saber o que melhorar.

3 - Faça link building

Outro fator que auxilia no SEO é ter outros sites gerando links para o seu. Se você fizer essa troca de links em um volume muito grande, o Google pode identificar como spam. E, atenção, se você topar com alguma venda de links, caia fora! O que você vai fazer é entrar em contato com blogueiros para fazer essa troca de links quando fizer sentido. 

Normalmente, outros sites não gostam de linkar diretamente para páginas de marcas ou produtos. Mas não desanime, existem outras formas de fazer isso!

Crie um blog do seu e-commerce

Os veículos não gostam de linkar para páginas de produtos, mas, se você tiver conteúdos de qualidade, a chance de conseguir backlinks é maior. Quando você entrar em contato com os redatores e editores de outros sites, sugira a troca de links do seu blog com o deles para os conteúdos que forem complementares.

Escreva conteúdo para outros blogs

Independentemente se você tiver um blog da sua marca ou não, pode entrar em contato com outros veículos para propor uma parceria de conteúdo. Você pode se oferecer para escrever um guest post para o outro blog sobre um assunto que domine por causa do seu negócio e, nesse conteúdo, inserir links para o seu site.

Se você tiver um blog, pode oferecer que o parceiro escreva um artigo para seu site também. Assim, além de oferecer uma contrapartida, você terá mais conteúdo para seus clientes no seu blog.

Sites de fornecedores

Outros espaços onde você pode conseguir links para sua loja virtual é no site de fornecedores. Sabe a seção “onde encontrar” em que são listadas lojas que vendem aquele produto? Se você vender algo daquela marca, pode entrar em contato para ter seu link incluído ali.

4 - Utilize URLs amigáveis

Outro fator fundamental do SEO para e-commerce é ter URLs amigáveis. Isso significa que você deve evitar endereços de páginas muito longos e cheios de letras e números desconexos.

Ao invés disso, utilize as URLs mais curtas possíveis, que sejam facilmente identificáveis pelos usuários e pelos robôs do Google e que contenham a palavra-chave da página. Use hífens para separar as palavras e evite parametrizar os links quando possível.

Muito difícil? Trazemos aqui alguns exemplos de como organizar suas URLs:

Página de categoria: seudomínio.com.br/nome-da-categoria

Página de subcategoria: seudomínio.com.br/nome-da-categoria/nome-da-subcategoria

Página de produto: seudomínio.com.br/nome-da-categoria/nome-da-subcategoria/nome-do-produto

5 - Tenha um sitemap otimizado para navegação

Sitemap é a estrutura do seu site, com as páginas que estarão elencadas no menu:


A ideia aqui é tornar a navegação fácil tanto para o usuário quanto para os robôs que analisam seu site. Lembra do RankBrain, utilizado pelo Google para entender se os sites apresentam aquilo que as pessoas estão buscando? Se os clientes acharem difícil navegar pelo seu e-commerce, a chance de desistirem é grande. O tempo de permanência deles vai ser baixo e o Google vai entender que seu site não entrega aquilo que as pessoas estão buscando. Assim, sua classificação nos resultados de pesquisa piora.

Uma forma de tentar simplificar a navegação é deixar todas as páginas do seu site acessíveis em até três cliques a partir da home. Para e-commerces menores, essa é uma tarefa mais fácil.

Se sua loja virtual já tem mais páginas, tente usar a lógica para aquelas páginas mais importantes. Você pode considerar as mais relevantes de acordo com o número de visitantes ou de conversões.

6 - Tenha uma boa landing page

Seguindo a mesma lógica de manter os clientes em seu site, sua página inicial e as landing pages de campanhas devem ser atrativas e ter fácil navegação. Leve isso em consideração na hora de executar sua estratégia de SEO para e-commerce.

Um primeiro problema a ser evitado é a demora para carregar as páginas. Tente se lembrar de quando entrou em um site que demorou muito tempo para exibir todas as funcionalidades. Você esperou que ele carregasse ou foi buscar o que queria em outro lugar?

Para evitar que a página fique pesada, não coloque todos os seus produtos na home. Ter muitas imagens vai torná-la mais complexa e aumentar o tempo de carregamento. Limite-se a 15 produtos, no máximo, na página inicial.

Além de carregar rápido, suas landing pages precisam sinalizar bem as categorias dos seus produtos. Lembre-se da dica anterior, sobre o sitemap, para facilitar a navegação dos seus clientes.

7 - Tenha um e-commerce otimizado para celular

Também em 2015, o Google lançou uma atualização no algoritmo que analisa os sites e leva em consideração se eles estão otimizados para smartphones. O Mobilegeddon, como ficou conhecida essa atualização, ranqueia primeiro os sites que, além de todos os outros requisitos do SEO, têm uma boa navegação em dispositivos móveis.

Tendo isso em vista, é bom testar sua loja virtual em celulares. De acordo com uma pesquisa da empresa Compre&Confie, em 2018, 43% das compras online foram feitas por dispositivos móveis.

Portanto, é bom que o carregamento das páginas seja rápido, a exibição dos produtos tenha qualidade e o processo de checkout seja simples para ser feito pelo celular.

Tenha sempre em mente que o Google observa como os usuários se comportam no seu site. Quanto mais tempo eles passam ali, maior a percepção dos robôs de que aquelas são boas páginas.

8 - Cadastre sua loja virtual no Google Search Console

Apesar de julgar o tempo todo a qualidade dos sites, o Google disponibiliza algumas ferramentas gratuitas para te ajudar a melhorar seus resultados em buscas orgânicas. Uma delas é o Search Console.

Ao cadastrar seu domínio no Google Search Console, você obtém diagnósticos e pontos de melhoria no seu site. Para muitos desses aspectos, é possível que você precise da ajuda de um programador ou webdesigner, mas, para outros, você consegue resolver sozinho.

O primeiro passo para conseguir melhorar é identificar os erros. E, nesse aspecto, o Search Console é um ótimo aliado.

9 - Se você também tem loja física, cadastre-a no Google Meu Negócio

Essa é uma dica bônus para quem, além da loja virtual, tem um ponto físico. Sabe quando você pesquisa um estabelecimento no Google e aparece uma coluna do lado direito com o endereço, horários de funcionamento e várias outras informações?

Isso acontece porque aquele estabelecimento está cadastrado no Google Meu Negócio.

O cadastro na plataforma é gratuito e essa é mais uma forma de você estar presente de forma orgânica nas buscas do Google. Além disso, você facilita o acesso dos clientes a informações sobre sua loja física.

Muitas das dicas de SEO para e-commerce são as mesmas que para sites de outras naturezas. No entanto, se você levar em conta as especificidades da loja virtual, vai melhorar seu ranqueamento nas buscas orgânicas e aumentar o tráfego no seu site. Pronto para começar o trabalho de otimização?

Texto desenvolvido por Victoria Salemi, editora responsável pelas parcerias de conteúdo da Nuvemshop, a maior plataforma de e-commerce da América Latina em lojas ativas. Formada em Jornalismo, ama escrever e tornar assuntos complicados acessíveis a todos!

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#Tecnologia

Smart home: entenda o que é a inteligência artificial funcionando dentro de casa

No contexto acima, não podemos negar que a transformação digital é um processo presente e constante em todos os lugares, revolucionando o dia a dia de lares e empresas. O smart home é um elemento que faz parte desse universo e ensina as pessoas a terem novos comportamentos nas tarefas de rotina em suas casas.Hoje em dia, essas questões são muito importantes, haja vista a necessidade de otimizar o tempo diante de tantas obrigações e responsabilidades que as pessoas possuem. Acompanhe este artigo e entenda tudo sobre o tema.O que é smart home?A smart home é uma tendência nos últimos anos. Esse conceito de moradia envolve o uso da tecnologia, para proporcionar mais conforto, segurança e praticidade às pessoas.Para se entender de uma forma mais clara do que seria uma smart home, imagine as seguintes situações: controlar a intensidade de luz em um determinado ambiente, programar o desligamento da iluminação em certo horário, trancar e destrancar portas sem precisar usar as chaves, acionar o enchimento da banheira e controlar a temperatura da água pelo celular, entre muitos outros exemplos.Tudo isso já é uma realidade em muitas casas e são opções de soluções disponibilizadas por empresas especializadas em automação de ambientes e algumas construtoras, que já estão entregando os seus imóveis com toda a infraestrutura e preparação necessárias para a instalação de todos os equipamentos.Vivemos um processo constante de crescimento e desenvolvimento. Pense que, no passado, por exemplo, muitos afazeres foram facilitados por criações, como geladeiras, máquinas de lavar, entre outros. A agilidade e a praticidade de uma smart home é algo que vem ganhando cada vez mais força e pretende tomar conta de cada vez mais residências.De acordo com um levantamento do IDC Brasil, a previsão é que, nos próximos anos, o mercado brasileiro de casa inteligente tenha um aumento de 30% e que o volume de negócios neste ano supere a marca de US$ 291 milhões.Se antes a presença de computadores e aparelhos sem fio já agradava e encantava muita gente, as coisas que estão surgindo são incomparáveis. Os benefícios da smart home e os equipamentos de última geração ligados à internet e integrados a sistemas sofisticados oferecem uma nova definição do que é um bom lifestyle.Exemplos aplicados do smart homeA combinação de móveis e eletrodomésticos a tecnologias faz com que o smart home consiga oferecer ainda mais conforto, acessibilidade e segurança no dia a dia das pessoas. Separamos os principais exemplos desse modelo residencial. Confira:Soluções wirelessJá parou para pensar na quantidade de equipamentos sem fio que temos disponíveis para uso? Nos projetos de smart home, as soluções wireless permitem o uso de muitos equipamentos e dispositivos ao mesmo tempo, sem precisar quebrar paredes ou ter aqueles fios aparentes pela casa.Lâmpadas inteligentesAgora é possível criar um cenário totalmente diferente nos ambientes com essas lâmpadas, que mudam de cor e intensidade somente por meio de um toque no smartphone.Sistemas de segurançaA segurança é uma questão considerada essencial e imprescindível para muitas pessoas. Nesse quesito, uma smart home pode promover a interligação entre as câmeras de monitoramento com sistemas de alarme, além do uso de sensores de presença, controle de acesso por biometria e abertura ou travamento de portas e janelas a partir do próprio celular.Assistentes virtuaisSão dispositivos ativados por comando de voz ou a partir de um simples toque no celular para auxiliar em diversas tarefas, como ligar e desligar outros aparelhos. Muitos possuem recursos de machine learning, sugerindo ações com base no comportamento da rotina dos seus usuários, como os horários que costumam chegar e sair de casa. Eletrodomésticos tecnológicosMuitos dispositivos já possuem opções de programação que podem ser feitas até remotamente pelo celular, para que realizem suas funções automaticamente. Que tal acordar e já ter o café pronto? Ou o bolo assado em um forno que desliga automaticamente por um timer de cozimento já pré-programado?Aplicações IOT (Internet of Things) em smart homeToda essa novidade oferecida pelo smart home possui um ponto muito importante: a presença do computador. Antigamente, era algo limitado ao escritório. Porém, nesse novo cenário, ele faz parte de todos os ambientes, mesmo que virtualmente.Tudo isso é uma das consequências da Internet das Coisas relacionada ao dia a dia doméstico. Com ela, é possível contar com a integração entre dispositivos e sistemas, trocando também os manuais de uso e os botões nos aparelhos por interfaces simples que instalamos em nossos dispositivos pessoais, como celular, smartwatch ou tablet.E isso é só o começo. Cada vez mais aparelhos funcionais, práticos, autossuficientes e inovadores vão surgindo no mercado, sendo capazes de aprender funções por conta própria e facilitando a vida das pessoas.A Digital House entende a importância da área de tecnologia e tem total consciência desse panorama. Cada vez mais os algoritmos de programação se tornam presentes no mercado, moldando determinadas carreiras para o mercado de trabalho do futuro.Confira as grades dos cursos de programação da DH e se torne um especialista pronto para lidar com os principais desafios do dia a dia, garantindo sua estabilidade profissional e a independência financeira almejada por tantas pessoas.Não deixe de conferir também nossa biblioteca de conteúdo e o Blog DH, com diversos outros materiais e artigos sobre as diferentes áreas do futuro, como marketing, dados, negócios digitais, programação e UX.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

A era do óculos inteligente img
#Tecnologia

A era do óculos inteligente

Com o avanço da tecnologia, diversos objetos do nosso dia a dia estão se tornando cada vez mais inteligentes e digitais.Há alguns dias a Ray-Ban em conjunto com o Facebook anunciaram um óculos inteligente com o objetivo de tirar fotos e gravar vídeos curtos, ouvir música e até mesmo para fazer chamadas telefônicas sem precisar ter seu celular próximo. Depois do anúncio a Xiaomi também divulgou que está desenvolvendo o seu próprio óculos inteligente que diz ser diferente dos seus concorrentes. A empresa não quer que o dispositivo seja um complemento para smartphones, mas que ele funcione de forma independente para algumas tarefas.Mas o que podemos esperar para os próximos anos com esses novos produtos?Uma época mais digitalHoje em dia, quando ligamos a televisão no noticiário ou acessamos a internet, recebemos uma chuva de novidades tecnológicas. É carro que dirige sozinho, robô que aspira a casa, inteligência artificial que acende a sua luz ou simplesmente conta uma piada para você.Percebemos que o objetivo das grandes empresas é que essas tarefas do cotidiano virem mais automatizadas e artificiais. Será que o filme Wall-E acertou em representar o mundo daquele jeito? Pode ser que sim, mas também pode ser que não!Segurança do UsuárioVoltando ao assunto dos óculos, o que mais preocupa é a segurança do usuário.Com certeza, quem já viu a famosa série Black Mirror usa algo para tampar a webcam, isso porque, através da série, descobrimos que podemos ser monitorados através das nossas câmeras, celulares e outros objetos.Agora imagine estar usando um óculos com câmera e sistema inteligente todos os dias sem se sentir observado e sem privacidade. Mesmo sendo um tema para se aprofundar e meio assustador, é algo que precisa ser pensado e colocado na mesa para uma reflexão.É incrível que o mundo esteja cada vez mais evoluindo tecnologicamente, mas devemos saber olhar o lado bom e também o lado ruim.Inteligência artificial na DH Conheça o Certified Tech Developer, um curso completo de Programação, pensado e desenhado pelo Mercado Livre e Globant em conjunto com a Digital House. Nele, você aprenderá fundamentos digitais, front-end, back-end, infraestrutura, banco de dados, além de learning agility, entre outras coisas.Para mais assuntos como esse, conheça a nossa biblioteca de conteúdo.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Ciência de dados e inteligência artificial: qual é a relação entre elas? img
#Dados

Ciência de dados e inteligência artificial: qual é a relação entre elas?

Possuir a habilidade de extrair informações de valor dos dados que uma empresa coleta e saber o potencial e os possíveis usos da ciência de dados e inteligência artificial pode diferenciar uma empresa no mercado e o profissional em sua carreira.Neste artigo, você entenderá esses conceitos e a relação existente entre eles. Continue acompanhando.Qual a relação entre ciência de dados e inteligência artificial?A ciência de dados e a inteligência artificial são áreas aplicadas de forma intercambiável nas empresas. É importante saber que, embora os dados possam necessitar de alguns aspectos da IA, eles não refletem tudo. A inteligência artificial está em um processo constante de evolução e ainda há muito o que mudar e explorar.A ciência de dados é uma tecnologia que vem conquistando indústrias em todo o mundo e contribuiu para a quarta revolução industrial que ouvimos tanto falar.Isso é uma consequência da explosão maciça de informações disponíveis na internet e a crescente necessidade das organizações de se basear nos dados, para criar produtos melhores ao mercado. Isso porque é a partir deles que os negócios tomam decisões cuidadosas em suas estratégias de atuação.As várias fases e procedimentos na ciência de dados envolvem coleta, manipulação, visualização e gerenciamento de dados para prever tendências e a ocorrência de eventos futuros. Sendo assim, o profissional precisa ter um conhecimento sobre os algoritmos de aprendizado de máquina. E é aí que entra a inteligência artificial. As empresas precisam que os cientistas de dados ajudem a tomar as decisões necessárias, baseadas em dados. Eles auxiliam a entender e analisar os seus próprios desempenhos de operação e também sugerem as melhorias necessárias para impulsionar seus resultados. E também ajudam a equipe de desenvolvimento de produtos a aplicar melhorias para os clientes finais, analisando seu comportamento a partir das informações.Quanto ganha um cientista de dados e inteligência artificial?O salário de um cientista de dados inicia em R$ 4.585,00 e pode chegar até R$ 8.170,00. Sendo assim, a média salarial no Brasil é de R$ 6.144,00, dependendo das habilidades técnicas e experiências, lembrando que essas habilidades também incluem a manipulação de algoritmos de IA.Já o salário médio do profissional que decide trabalhar focado 100% na inteligência artificial, como um engenheiro de machine learning, por exemplo, segundo o site Glassdoor, é de R$ 6.772 por mês, podendo chegar a R$ 16.000,00, para nível sênior, aqui no Brasil. Os valores costumam variar conforme o porte da empresa e a experiência do trabalhador.Como é o curso de ciência de dados e inteligência artificial?Atualmente, o grande desafio dos profissionais é acompanhar as mudanças da tecnologia. Não são só os cientistas de dados e especialistas em inteligência artificial, pois essas transformações afetam todo o mercado de trabalho de uma forma geral.Os profissionais que dominam as habilidades de interpretar dados ou usá-los para promover mudanças e basear suas decisões serão sempre essenciais e ainda mais valorizados se houver o pleno domínio da inteligência artificial, para poupar tempo e o gasto de recursos.O Brasil carece de profissionais qualificados em tecnologia, formando anualmente 46 mil novas pessoas para trabalhar nas diferentes carreiras. É um número baixo de acordo com estudos que preveem a necessidade de 420 mil novos trabalhadores até 2024.Sendo assim, a recomendação é para que você não se preocupe com as mudanças do mercado de trabalho, mas invista no seu conhecimento e entendimento das novas tecnologias.O curso de Inteligência Artificial da Digital House (DH) é voltado para profissionais que já possuem experiência na área, além da familiarização com cálculos, probabilidade e estatísticas e conhecimentos básicos de machine learning.A maioria dos profissionais que optam por escolher a jornada são cientistas de dados que querem aprender novos conceitos e processos. Confira os principais:• Fundamentos da aprendizagem profunda.• Como construir redes neurais e liderar com sucesso projetos de machine learning.• Redes convolucionais, RNNs, LSTM, Adam, Dropout, BatchNorm etc.A DH é a maior referência de instituição para aprendizado de habilidades digitais da América Latina e entende a importância da inteligência artificial para o crescimento da tecnologia e o sucesso das empresas no mercado.Inscreva-se no curso e seja um especialista capaz de lidar com os desafios atuais e, consequentemente, do futuro, desenvolvendo diversas soluções inovadoras para processos organizacionais, entre outros campos.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)