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7 dicas de SEO fáceis de aplicar

7 dicas de SEO fáceis de aplicar
#Marketing
27 de agosto - min de leitura

Conheça algumas dicas de SEO para você poder alcançar a tão sonhada primeira página do Google.


Estima-se que em um só dia o Google registre mais de 5,6 bilhões de pesquisas, feitas por mais de 1,8 bilhão de usuários ativos. Essa imensidão de dúvidas e problemas busca respostas nas mais de 130 trilhões de páginas indexadas pelo buscador. Diante desse cenário, o que você pode fazer para aparecer para o seu público?

Mesmo que você não seja da área, já deve ter ouvido falar de SEO. Trata-se de uma série de técnicas e boas práticas que visam a otimizar um site para os mecanismos de busca, como Google e, em menor medida, Bing.

Mais do que uma recomendação, SEO é, hoje, algo imprescindível dentro das estratégias de uma empresa. Afinal, quanto mais alto for o posicionamento do seu site na página de resultados de uma pesquisa, maior é a probabilidade de você atrair tráfego para ele. Para se ter uma ideia, estatísticas mostram que 75% dos usuários do Google não vão além da primeira página.

Para conquistar essas posições tão valiosas, o SEO é fundamental. Embora os resultados apareçam em médio e longo prazo, essas estratégias são baratas e costumam gerar resultados muito mais sustentáveis a longo prazo quando comparadas a outras ferramentas de marketing digital, como redes sociais e anúncios.

Se você não sabe por onde começar, neste post vamos detalhar algumas das dicas de SEO mais fáceis de aplicar no seu site:

1. Produza conteúdo relevante e de qualidade

O conteúdo é o elemento mais importante de SEO On-page e, por isso, merece toda sua atenção. É preciso criar conteúdos que sejam relevantes para o leitor, engajando-o na leitura e ajudando-o a resolver suas dores, problemas e dúvidas.

Os mecanismos de busca estão atentos aos conteúdos que circulam pela internet e priorizam aqueles que consideram ter algo para acrescentar à busca do usuário. Portanto, conteúdos com erros gramaticais, incoerentes, desorganizados ou que não tenham a palavra-chave explorada são um prato cheio para que os usuários abandonem a página, aumentando o bounce rate. E se o leitor não gosta, os buscadores também não gostam.

Outro fator que tem grande impacto é a originalidade. Além da qualidade, é imprescindível que o conteúdo seja original. E não nos referimos apenas a evitar plágios de outros sites, mas também evitar duplicar conteúdos do seu próprio site.

Os algoritmos dos sites de busca, especialmente o Google, são projetados para encontrar conteúdos exclusivos e identificar cópias, punindo os plagiadores e melhorando o posicionamento de quem publica conteúdos originais.

Assim, para que seja bem-sucedida, sua estratégia de conteúdo deve considerar o que seus clientes querem e/ou precisam saber. Lembre-se de que o objetivo principal dos seus conteúdos é ajudar o usuário, educando-o e informando-o sobre um determinado tema ou solução.

Produzir conteúdos relevantes, originais e de qualidade vai garantir que o usuário encontre o que está procurando. E isso leva a um maior engajamento e tempo de permanência no site, fatores essenciais para que as ferramentas de busca entendam que os leitores apreciam o que você produziu.

Nesse sentido, a produção dos seus conteúdos não deve se limitar apenas a textos. O uso de imagens, vídeos, infográficos e outras mídias ajudam a aumentar o engajamento dos visitantes e melhorar a percepção de qualidade sobre o seu conteúdo.

2. Use palavras-chave de cauda longa

Dentre as principais dicas de SEO, não poderia faltar o cuidado com as palavras-chave. Antes de produzir um conteúdo, é fundamental que você realize uma pesquisa aprofundada sobre os termos que podem interessar e atrair visitantes para o seu site.

Durante essa busca, é natural que você se depare com expressões mais aprofundadas e específicas: são as palavras-chave de cauda longa. Geralmente compostas por três ou mais termos, elas costumam apresentar um volume de busca menor do que expressões mais amplas e genéricas, o que, em muitos casos, as levam a serem ignoradas nas estratégias de conteúdo.

No entanto, justamente por serem mais específicas e menos concorridas, as palavras-chave de cauda longa representam melhores oportunidades para garantir um bom posicionamento do site, uma vez que têm maior probabilidade de ser utilizadas no momento da pesquisa ou compra.

Além disso, as palavras-chave de cauda longa apresentam uma taxa de conversão mais alta, pois, por se tratar de termos mais aprofundados e relevantes para o seu negócio, conseguem atrair um tráfego mais qualificado do que pesquisas mais amplas.

Assim, em vez de "tênis de corrida", uma pessoa pode realizar uma pesquisa com "como escolher um tênis de corrida feminino". Veja que são termos de busca muito mais específicos, ou seja, usuários que utilizam palavras-chave de cauda longa muito provavelmente estão mais avançados na sua decisão de compra.



E é por isso que as palavras-chave de cauda longa são um importante recurso para realizar a segmentação de visitas já no topo do funil, ajudando a trabalhar melhor a atração de leads.

3. Revise e edite as header tags

Como vimos, parte da criação de conteúdos de qualidade passa por uma estrutura bem organizada. Nesse sentido, os buscadores incentivam a hierarquização da página por meio do uso das chamadas header tags, que nada mais são do que o título (H1) e os diferentes subtítulos (H2, H3...) que serão utilizados ao longo do texto. Esses elementos vão ajudar a tornar o conteúdo mais escaneável, organizado e de fácil leitura.

De fato, as tags são um dos primeiros elementos verificados pelos algoritmos dos sites de busca. E isso se dá por dois motivos: em primeiro lugar, elas servem para apresentar aos mecanismos de pesquisa a estrutura das informações em cada página. Isso vai ajudar o algoritmo a ter uma melhor compreensão sobre o seu conteúdo, o que pode, aliás, levar o seu site a aparecer como Featured Snippet do Google.

As tags também facilitam a leitura por parte dos usuários, pois hierarquizam e organizam o conteúdo, melhorando a experiência do usuário junto ao site e, como consequência, aumentando seu engajamento. E isso é essencial para evitar que os leitores abandonem a página rapidamente, o que pode comprometer o ranqueamento.

Isso posto, o uso das header tags deve ser estratégico, ou seja, não basta utilizá-las a esmo, é preciso saber o que fazer com elas. Na header tag H1, por exemplo, é indispensável fazer uso da palavra-chave principal que está sendo utilizada no texto. Além disso, certifique-se de que cada página tenha apenas uma; caso contrário, isso pode prejudicar o seu site.

Nos demais subtítulos, você pode utilizar palavras-chave secundárias, além de variações do termo principal. É importante, porém, que elas sejam incluídas naturalmente, evitando o uso em excesso ou forçar a barra para encaixá-las nas tags.

E essas boas práticas não devem ser levadas apenas aos novos conteúdos. Revise seus textos antigos e, se necessário, edite suas header tags para utilizá-las. Lembre-se: a otimização da página deve ser feita pensando nos usuários, e não nos mecanismos de pesquisa.

4. Responda às perguntas dos usuários

Os mecanismos de pesquisa são grandes aliados para responder às dúvidas. E esses questionamentos são uma fonte de inspiração incrível para definir suas palavras-chave. Criar conteúdos que respondam às principais dúvidas dos usuários é uma excelente alternativa para melhorar a visibilidade da página e atrair mais visitantes.

Para isso, no entanto, é preciso que você conheça as principais dúvidas da sua audiência. E para descobri-las existem diferentes ferramentas. Sites como Quora e outros fóruns de perguntas podem ser úteis para entender o que os usuários querem saber, ajudando a desvendar suas intenções de busca, isto é, como eles fazem uma pergunta e o que desejam descobrir.

Outra forma de encontrar perguntas a serem respondidas são os próprios buscadores. Por meio da funcionalidade de autocompletar de sites como Google e YouTube, você consegue descobrir dúvidas recorrentes, sobretudo em temas como "o que é", "como fazer" ou "para que serve".

Porém, embora sejam válidas, essas alternativas podem não oferecer resultados com a precisão que você precisa para realmente entender as dúvidas do seu público. Para isso, é preciso contar com ferramentas especializadas.

Uma delas é o Google Trends, que traz os termos mais populares em um determinado período e região. Com isso, você pode identificar os assuntos em alta e extrair palavras-chave que respondam exatamente àquelas perguntas.

Outro recurso é a ferramenta Visão Geral de Palavras-Chave. Com ela, você consegue visualizar perguntas relacionadas a quaisquer palavras-chave, além de consultar o volume de pesquisa mensal de cada uma delas.

E se falamos sobre otimizar as header tags para aumentar suas chances de figurar nos Featured Snippets do Google, um estudo da Semrush em parceria com a Brado mostram que é mais provável que conteúdos com perguntas conquistem a tão desejada posição 0 no buscador.

Com base nas perguntas feitas pelo seu público-alvo, você pode criar conteúdos que girem em torno das palavras-chave - inclusive de cauda longa - que respondam a esses questionamentos.

5. Otimize suas imagens

Outra das nossas dicas de SEO diz respeito às imagens do seu site. Utilizá-las é um importante fator para a otimização de sites para os mecanismos de busca. Não à toa, o Google tem uma seção inteiramente dedicada a elas na página de resultados de pesquisas: o Google Imagens.

O uso de elementos visuais ao longo do conteúdo ajuda na retenção e no engajamento do leitor, tornando o texto mais leve e amigável, o que impacta diretamente na percepção dos algoritmos sobre o conteúdo.

Além disso, as imagens representam uma oportunidade a mais para utilizar a palavra-chave, afinal devemos lembrar que os mecanismos de busca não conseguem ler imagens, apenas textos. E, por isso, é essencial utilizá-las.

A otimização de imagens passa por alguns elementos, entre eles:

• Nome do arquivo: ao fazer o upload da imagem no site, renomeie-a com a palavra-chave a que ela se refere. Assim, o algoritmo vai entender que não se trata de uma mídia qualquer, mas de parte importante do seu conteúdo.

• Alt text: o texto alternativo é o principal recurso de SEO para imagens. Trata-se de uma descrição detalhada da imagem que, junto à palavra-chave, também vai indicar às ferramentas de pesquisa o que ela representa. Esse elemento, aliás, ajuda a classificar as imagens em pesquisas feitas no Google Imagens, além de ser utilizado pelos leitores de tela, recurso muito usado por deficientes visuais.

• Tamanho do arquivo: imagens muito pesadas impactam diretamente na velocidade de carregamento do site, que é um dos elementos analisados para o ranqueamento de um site. Por isso, redimensione suas imagens e salve-as em um qualidade que permita que o arquivo final seja leve e, ao mesmo tempo, não comprometa sua visualização.

6. Atente-se às URLs

As URLs são o endereço da página na internet e, como tal, merecem todo o cuidado. É muito importante que elas sejam descritivas, claras e de fácil leitura, ou seja, sempre personalize suas URLs e evite endereços formados por códigos ou que não transmitam claramente o que aquela página traz.

A clareza nas URLs não serve apenas para os usuários, mas porque, novamente, este é um dos elementos analisados pelos algoritmos dos sites de busca em sua varredura pelas palavras-chave de um site.

Por isso, além de serem claras e descritivas, é importante que sejam também concisas: muitas ferramentas de busca não processam endereços muito longos, o que pode comprometer o posicionamento do site. Para evitar problemas, busque mantê-los com até 60 caracteres, sempre separando os termos por hífen (não utilize sublinhados!).

Veja um exemplo real de um blog post com URL otimizada:

• Título: 12 tendências de SEO para 2021

• Palavra-chave: tendências de SEO

Duas coisas para reparar: veja que a URL traz claramente a palavra-chave explorada no conteúdo. Outro ponto é sua atemporalidade. O fato de não constar o ano de 2021 no endereço da página permite que esse post seja atualizado nos próximos anos, aproveitando a relevância conquistada por essa URL.

Vale lembrar que as URLs não podem - nem devem! - ser alteradas. Caso contrário, toda a autoridade conquistada por aquela página se perderia. Claro, existem casos, como a migração do site para uma nova plataforma, que podem exigir a mudança do endereço. Nessas situações, você deve fazer o redirecionamento, o que evita que você perca o posicionamento conquistado.

7. Consiga backlinks

A última das nossas dicas de SEO não poderia ser outra: backlinks, que é a estratégia que busca conseguir que outros sites façam referência ao seu conteúdo como fonte de informação. Esses links mostram aos sites de busca que você é uma autoridade no assunto e que o seu conteúdo tem qualidade, o que impacta diretamente no seu ranqueamento.

Nesse ponto, é importante frisar que, embora seja possível conseguir backlinks organicamente, para conseguir melhores resultados que ajudem a aprimorar o posicionamento do seu site, é importante ser proativo, ou seja, entrar em contato com outros sites para fechar parcerias para a inclusão de links nos seus conteúdos. Isso inclui medidas como propor guest posts e entrar em contato com a imprensa.

No entanto, vale frisar que essa parceria precisa ser com sites que façam sentido com o tipo de conteúdo que você produz e que tenham boa autoridade. Links de sites ruins, com conteúdos duplicados ou autoridade muito baixa podem gerar o efeito contrário ao desejado e prejudicar o desempenho das suas páginas.

Um portfólio diversificado de backli'nks mostra aos mecanismos de pesquisa que o seu site é uma fonte confiável. Para isso, no entanto, é vital que a geração de links seja feita dentro das regras, evitando táticas de spam ou de black hat.


Felizmente, por meio de ferramentas como a análise de backlinks da Semrush você pode analisar o perfil de links do seu site e compreender melhor a autoridade e também a qualidade dos links que fazem referência a você. Essa análise também pode ser feita com a concorrência, facilitando a identificação de possíveis boas fontes para geração de backlinks.

Dica Bônus

Sabemos que no dia-a-dia do trabalho fica difícil de lembrar todas as dicas, por isso preparamos um infográfico em conjunto com a Semrush para te ajudar. São 10 dicas de boas práticas, simples de aplicar na sua estratégia de marketing digital, basta clicar no link e baixar: 10 Dicas para alcançar a primeira página do Google!

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#Tecnologia

Qual a diferença entre Java e JavaScript? Saiba de uma vez por todas!

Ter a consciência de que a diferença entre Java e JavaScript existe é muito importante para, assim, poder fazer a escolha entre a linguagem mais adequada e que atenda às demandas necessárias.Como você verá neste artigo, o que existe de parecido é somente a escrita mesmo. Conheça mais sobre cada uma delas e entenda as suas particularidades.O que é JavaScript e para que serve?Também conhecido como JS, o JavaScript é uma linguagem de programação de alto nível. Sua utilização permite a construção de páginas dinâmicas, animações, mapas interativos, aplicativos e jogos eletrônicos.O profissional que domina o JavaScript é visto como versátil no mercado, considerando sua relação com uma grande variedade de frameworks e aplicações para diferentes tipos de dispositivos.A linguagem foi criada pelo programador Brendan Eich, um dos fundadores da Mozilla Corporation, em 1996. Seu propósito era tornar os processos web mais simples, dinâmicos e agradáveis aos profissionais.O que é Java e para que serve?O Java é uma linguagem de programação criada na década de 1990, por James Gosling. Atualmente, pertence à marca Oracle, a qual realiza todos os seus processos de manutenção.A linguagem é bastante flexível, sendo usado para o desenvolvimento de softwares, que podem ser executados e distribuídos em diferentes plataformas, sem a necessidade de modificá-lo.Qual a diferença entre Java e JavaScript?As duas linguagens, por terem a grafia similar, costumam despertar muitas dúvidas sobre alguma possível relação entre elas.É preciso ter muito claro que Java e JavaScript são escritos, construídos e executados de maneira diferente. Além disso, existe uma grande diferença no que diz respeito ao que cada linguagem é capaz de fazer.Como comentamos, o Java é usado em diferentes lugares e situações, incluindo softwares e aplicativos. Em comparação, o JavaScript é utilizado principalmente para tornar as páginas da web (HTML) mais interativas e dinâmicas.Como escolher entre Java e JavaScript?Em um processo de desenvolvimento, a escolha de qual linguagem de programação utilizar dependerá dos requisitos de cada projeto. E aqui entra mais um ponto importante quando falamos sobre diferença entre Java e JavaScript. Veja só:O Java, por exemplo, pode ser usado e adaptado em diferentes tipos de plataformas. No entanto, muitas vezes há a necessidade do usuário instalar um plugin em um dispositivo, uma ação que nem sempre é possível.Por outro lado, o JavaScript é utilizado, principalmente, em sistemas web. Neste caso, não há a necessidade de instalar soluções separadas, sendo preciso somente ter um navegador atualizado instalado na máquina. O ponto negativo, neste caso, é a limitação pela interação ser somente online. Ou seja, determinados recursos, ao se adotar a programação com código nativo, por exemplo, não poderão ser habilitados.Diante desses cenários, é imprescindível ter uma boa comunicação com todos os colaboradores e profissionais envolvidos em um determinado projeto, antes de eleger a linguagem escolhida. Entenda quais são as suas demandas, identifique todas as possibilidades de estratégias para atuação e, com isso, avalie o melhor caminho a tomar.Quando falamos sobre a construção de sistemas, todo desenvolvedor tem plena consciência de que a escolha da linguagem a ser utilizada é um ponto crucial. A criação de uma interface com códigos inadequados reduz as chances de atender todos os requisitos, afetando a usabilidade final da solução para os usuários.Neste contexto, é importante dominar o processo, a fim de garantir a melhor experiência do cliente com as aplicações desenvolvidas. Fazer um bom curso é uma ótima alternativa para que o profissional estruture corretamente os processos, consiga utilizar a tecnologia a seu favor e garanta uma solução com uma boa performance e confiabilidade.Confira as grades dos cursos de Desenvolvimento Web Full Stack, focado na criação de páginas ou sistemas web ou Desenvolvimento Mobile Android e Desenvolvimento Mobile iOS, para a criação de apps e plataformas no mobile, da Digital House.As aulas são online, 100% ao vivo e ministradas por professores especialistas que atuam no mercado. Além disso, a DH conta com o departamento de carreiras, onde todos os alunos podem acessar diversos conteúdos exclusivos sobre suas jornadas. Inscreva-se agora mesmo e garanta o seu futuro profissional!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

 Área de Dados: conheça as principais ferramentas de Big Data e o seu panorama de mercado atual img
#Dados

Área de Dados: conheça as principais ferramentas de Big Data e o seu panorama de mercado atual

Não importa o tamanho da empresa, seja uma gigante como a NASA ou um pequeno negócio local, as organizações podem potencializar suas estratégias e tomar as melhores decisões ao utilizar as ferramentas de Big Data para transformar as informações em inteligência.Quer entender mais sobre isso? Acompanhe este artigo e saiba tudo sobre o tema.Recapitulando: o que é Big Data?Com origem na língua inglesa, Big Data quer dizer grandes dados. Na prática, consiste na organização e interpretação de um alto volume de informações, entendendo o que é relevante ou não para as empresas.Como comentamos, todos os dias, milhares de informações são geradas e disponibilizadas na internet. Com isso, as empresas precisam ter profissionais capacitados para lidar com tudo e fazer com que possam tomar as melhores decisões em diferentes contextos, por possuírem informações de valor, com insights importantes em seu nicho de atuação.Quais são os 5 Vs do Big Data?No dia a dia, alguns fatores são levados em conta para que as organizações possam fazer uma boa gestão de dados. Eles são conhecidos como os 5 Vs do Big Data. Confira:VolumeO volume refere-se à enorme quantidade de dados produzidos na Era Digital. Entender essa explosão de informações a partir do surgimento da internet é essencial para que as empresas possam definir as formas de gerenciamento de maneira efetiva.VelocidadeRelacionando com o V anterior, milhares de dados surgem a cada segundo. Ou seja, é tudo muito rápido. No entanto, em paralelo, à medida que a tecnologia avança e novos dispositivos vão surgindo no mercado, a gestão dos dados também pode acompanhar esse ritmo acelerado, sendo capaz de lidar com o Big Data em tempo real.VariedadeExistem diferentes fontes e formatos de dados, que geram complexidade aos processos de coleta, compilação, organização e análise. Para uma boa gestão de dados, é preciso ter ciência disso, a fim de contribuir na geração de informações mais completas com insights relevantes às empresas.VeracidadeO V de veracidade é essencial para a validade dos dados. Todas as informações precisam ser verídicas e atualizadas, com o objetivo de gerar oportunidades e insights confiáveis e embasar as decisões das empresas com precisão e segurança.ValorPor fim, mas não menos importante, temos o V de valor. Nem todas as informações possuem relevância para as empresas. Portanto, cada organização precisa ter os seus objetivos e público-alvo bem definidos para conseguir dados relevantes às suas decisões.Os benefícios do Big Data aos negóciosPor que investir em ferramentas de Big Data em sua empresa? Separamos os principais benefícios de investir no processamento e organização dos dados para as organizações. Confira:Fortalecimento do relacionamento com o clienteQuando uma empresa coleta dados, como um histórico de compras ou conversas sobre seus clientes, é possível obter feedbacks e insights para traçar estratégias e tomar novas decisões, a fim de se aproximar ainda mais deles.Conhecer quem é o seu público e quais são as suas necessidades é imprescindível para que uma marca possa criar campanhas personalizadas e certeiras, contribuindo para um aumento de ticket médio e promovendo uma maior fidelização dos clientes ao negócio.Vantagens de mercadoAo compreender a importância do Big Data, uma empresa, além de se tornar mais consciente sobre diferentes pontos do seu negócio, pode entender melhor o seu nicho de mercado. Ou seja, compreender o que funciona ou não e o que está faltando para tornar tudo ainda melhor.São pontos que fazem toda a diferença, principalmente considerando a alta competitividade entre organizações.Tomadas de decisãoComentamos bastante sobre esse ponto, mas é preciso destacar que, ao ter insights valiosos em mãos, é possível otimizar e aplicar melhorias em qualquer parte dos processos de uma empresa, tomando decisões sábias e estratégicas.Identificação de padrõesOrganizar e analisar um grande número de dados com as ferramentas de Big Data, permite identificar e traçar padrões de consumo, o que talvez a olho nu seria impossível.Essa amplitude e profundidade de visão faz toda a diferença na hora de reavaliar os planejamentos, assim como segmentar clientes e/ou leads, desenvolvendo campanhas que realmente atinjam a sua dor, tornando-as mais assertivas.As principais ferramentas de Big DataUm bom profissional de Big Data deve dominar e trabalhar com a ajuda de ferramentas para lidar com tantos dados. Sendo assim, separamos algumas plataformas para ajudar você nas demandas. Veja:TableauEsta é uma ótima opção de ferramenta para visualização de dados. O software permite a criação de mapas, gráficos, tabelas, entre outros diversos recursos para facilitar a compreensão das inúmeras informações do Big Data.Power BIUma das principais características dessa ferramenta é a possibilidade de integração de diferentes fontes de dados, como planilhas de Excel, redes sociais, aplicativos na nuvem etc. O software também permite a criação de dashboards e relatórios dinâmicos de maneira rápida e simples.HadoopEsta é uma das ferramentas mais importantes no setor de Big Data. Sua estrutura é 100% em código aberto e possui uma enorme capacidade de processamento de dados em larga escala.RapidMinerO RapidMiner é a plataforma ideal para atividades de ciência de dados e aprendizagem de máquina. O software oferece suporte a diferentes pontos, como a preparação de dados, visualização, análise, modelagem, entre outras etapas e funcionalidades.Como está o panorama de mercado do Big Data?O mercado de Big Data está aquecido e não é à toa. Os dados não param de surgir e as empresas precisam de profissionais capacitados para executar todos os processos de Data Science.A indústria 4.0 revoluciona o mercado de trabalho, com suas transformações digitais cada vez mais presentes, destacando determinadas carreiras, como a área de Dados que já garantiu o seu espaço e é uma tendência certa para o futuro.De acordo com um levantamento realizado pelo LinkedIn, as carreiras na área de dados estão entre as 15 profissões mais em alta no mercado.A equipe que trabalha na área precisa ser multidisciplinar, que domine tecnologia, desenvolvimento, administração, marketing, engenharia, estatística e matemática.Se você se interessou em ingressar neste mercado e dominar as diversas ferramentas de Big Data, saiba que obter uma certificação de um curso é um ótimo diferencial para a jornada do profissional e às empresas. Isso porque ela mede e comprova os conhecimentos, requisitos e habilidades técnicas aos empregadores.Recomendamos que você confira a grade completa dos cursos de Data Science e Data Analytics da Digital House. Eles são as melhores escolhas para garantir o seu sucesso profissional. As aulas são dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por professores especialistas, que também atuam nas grandes empresas do mercado. Inscreva-se agora mesmo!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Linguagem inclusiva: qual a relação com UX e como promovê-la nas empresas? img
#UX

Linguagem inclusiva: qual a relação com UX e como promovê-la nas empresas?

Este é um ponto muito importante quando pensamos no aumento de organizações que valorizem as pessoas no mercado, independentemente de qualquer condição. No entanto, ao falamos sobre desenvolvimento de produtos digitais e as experiências proporcionadas aos seus usuários finais, como a linguagem inclusiva pode ser aplicada?Neste artigo, vamos explicar o que é a linguagem inclusiva, sua importância e falar também da sua relação com a área de UX. Acompanhe os próximos tópicos!O que é linguagem inclusiva?A linguagem inclusiva possui o objetivo de proporcionar uma comunicação que não exclua ou diminua nenhuma pessoa, independentemente de condição, gênero ou grupo, e sem precisar modificar o idioma. Ao invés de separar, repelir ou agredir, ela agrega, respeita e acolhe a todos.Um exemplo de linguagem inclusiva, usado bastante pelas empresas, é o uso de coletivos. Ao invés de separar e focar em um gênero, o propósito é englobar todos, seja em uma situação escrita ou falada. Na prática, seria como se disséssemos "Bom dia a todas as pessoas".Qual a diferença entre linguagem inclusiva e linguagem neutra?Atualmente, no meio digital, são milhares de informações e conteúdos disponibilizados e consumidos a todo o momento. Com isso, muito se fala sobre linguagem inclusiva, neutra e as diversas formas de abraçar as minorias em textos ou peças publicitárias.É importante saber que as duas linguagens estão sempre juntas. No entanto, existe uma diferença entre essas formas de comunicação. A linguagem inclusiva busca acolher e abraçar todas as pessoas com palavras e variações já existentes no idioma aplicado.Já a linguagem neutra, apesar de ter o mesmo objetivo, altera pronomes e outras terminologias, implementando novas palavras nos vocabulários, a fim de abranger qualquer pessoa, independentemente do gênero que se identifique. Um exemplo é o uso do "e" em palavras com variações de "o" e "a": todos, todas e/ou todes.Em um mundo digital, que possibilita uma melhor comunicação entre as pessoas, além da disseminação de informações, esses tipos de linguagens vêm se difundindo de maneira efetiva. Ao acessarmos as redes sociais, blogs, artigos, sempre nos deparamos com elementos de ambas as redações.A língua portuguesa, por conta de um histórico patriarcal, aponta o gênero masculino como o correto ao representar a pluralidade. No entanto, a linguagem inclusiva e neutra representa alternativas que se distanciam dessa tradição linguística.Como adaptar ela em UX e qual a sua importância?Quando falamos sobre a Experiência do Usuário (UX), temos a área da escrita, mais conhecida como UX Writing. Nos últimos tempos, ela tem sido muito comentada e não é à toa. No desenvolvimento de sites e aplicativos, também é um grande diferencial ao acrescentar mais propriedades na usabilidade de um produto ou serviço.Além disso, no processo de desenvolvimento, a linguagem inclusiva pode ser aplicada não somente na própria interface, mas também no conteúdo de e-mails, artigos, redes sociais, notificações, entre outros canais de comunicação ligados ao produto digital.O foco da aplicação da linguagem é a garantia de uma boa percepção e usabilidade por parte dos usuários finais, sempre considerando as demandas, necessidades, bem-estar, conforto e solução de problemas da melhor forma. Infelizmente, vivemos em uma sociedade que ainda reproduz estigmas em relação ao gênero e/ou orientação sexual.E esse é um dos principais objetivos da linguagem inclusiva: repelir a propagação desses preconceitos, estabelecendo uma comunicação acolhedora e garantindo uma experiência ideal, que reflita os melhores valores de uma marca.Sendo assim, a comunicação escrita e a linguagem inclusiva podem – e devem – ser ferramentas a favor da diversidade, seja em UX Writing, copywritings, redes sociais, entre outras situações, a fim de quebrar estigmas e mostrar novas formas de comunicação.Que tal ser um especialista em UX?Agora que você já sabe a importância da linguagem inclusiva nos processos de desenvolvimento de produtos, deve saber também que realizar um curso na área de UX é uma ótima alternativa para ingressar na área, adquirindo uma base sólida de conhecimentos a serem utilizados e aplicados nas empresas.Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário (UX). Além de ensinar o processo como um todo, ele aborda a área de UX Writing, tornando possível a especialidade ao aluno.Além disso, todos os alunos podem participar do programa de apoio à recolocação (gratuito) e em feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day). Inscreva-se e impulsione sua carreira profissional agora mesmo!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)