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7 dicas de SEO fáceis de aplicar

7 dicas de SEO fáceis de aplicar
#Marketing
27 de agosto - min de leitura

Conheça algumas dicas de SEO para você poder alcançar a tão sonhada primeira página do Google.


Estima-se que em um só dia o Google registre mais de 5,6 bilhões de pesquisas, feitas por mais de 1,8 bilhão de usuários ativos. Essa imensidão de dúvidas e problemas busca respostas nas mais de 130 trilhões de páginas indexadas pelo buscador. Diante desse cenário, o que você pode fazer para aparecer para o seu público?

Mesmo que você não seja da área, já deve ter ouvido falar de SEO. Trata-se de uma série de técnicas e boas práticas que visam a otimizar um site para os mecanismos de busca, como Google e, em menor medida, Bing.

Mais do que uma recomendação, SEO é, hoje, algo imprescindível dentro das estratégias de uma empresa. Afinal, quanto mais alto for o posicionamento do seu site na página de resultados de uma pesquisa, maior é a probabilidade de você atrair tráfego para ele. Para se ter uma ideia, estatísticas mostram que 75% dos usuários do Google não vão além da primeira página.

Para conquistar essas posições tão valiosas, o SEO é fundamental. Embora os resultados apareçam em médio e longo prazo, essas estratégias são baratas e costumam gerar resultados muito mais sustentáveis a longo prazo quando comparadas a outras ferramentas de marketing digital, como redes sociais e anúncios.

Se você não sabe por onde começar, neste post vamos detalhar algumas das dicas de SEO mais fáceis de aplicar no seu site:

1. Produza conteúdo relevante e de qualidade

O conteúdo é o elemento mais importante de SEO On-page e, por isso, merece toda sua atenção. É preciso criar conteúdos que sejam relevantes para o leitor, engajando-o na leitura e ajudando-o a resolver suas dores, problemas e dúvidas.

Os mecanismos de busca estão atentos aos conteúdos que circulam pela internet e priorizam aqueles que consideram ter algo para acrescentar à busca do usuário. Portanto, conteúdos com erros gramaticais, incoerentes, desorganizados ou que não tenham a palavra-chave explorada são um prato cheio para que os usuários abandonem a página, aumentando o bounce rate. E se o leitor não gosta, os buscadores também não gostam.

Outro fator que tem grande impacto é a originalidade. Além da qualidade, é imprescindível que o conteúdo seja original. E não nos referimos apenas a evitar plágios de outros sites, mas também evitar duplicar conteúdos do seu próprio site.

Os algoritmos dos sites de busca, especialmente o Google, são projetados para encontrar conteúdos exclusivos e identificar cópias, punindo os plagiadores e melhorando o posicionamento de quem publica conteúdos originais.

Assim, para que seja bem-sucedida, sua estratégia de conteúdo deve considerar o que seus clientes querem e/ou precisam saber. Lembre-se de que o objetivo principal dos seus conteúdos é ajudar o usuário, educando-o e informando-o sobre um determinado tema ou solução.

Produzir conteúdos relevantes, originais e de qualidade vai garantir que o usuário encontre o que está procurando. E isso leva a um maior engajamento e tempo de permanência no site, fatores essenciais para que as ferramentas de busca entendam que os leitores apreciam o que você produziu.

Nesse sentido, a produção dos seus conteúdos não deve se limitar apenas a textos. O uso de imagens, vídeos, infográficos e outras mídias ajudam a aumentar o engajamento dos visitantes e melhorar a percepção de qualidade sobre o seu conteúdo.

2. Use palavras-chave de cauda longa

Dentre as principais dicas de SEO, não poderia faltar o cuidado com as palavras-chave. Antes de produzir um conteúdo, é fundamental que você realize uma pesquisa aprofundada sobre os termos que podem interessar e atrair visitantes para o seu site.

Durante essa busca, é natural que você se depare com expressões mais aprofundadas e específicas: são as palavras-chave de cauda longa. Geralmente compostas por três ou mais termos, elas costumam apresentar um volume de busca menor do que expressões mais amplas e genéricas, o que, em muitos casos, as levam a serem ignoradas nas estratégias de conteúdo.

No entanto, justamente por serem mais específicas e menos concorridas, as palavras-chave de cauda longa representam melhores oportunidades para garantir um bom posicionamento do site, uma vez que têm maior probabilidade de ser utilizadas no momento da pesquisa ou compra.

Além disso, as palavras-chave de cauda longa apresentam uma taxa de conversão mais alta, pois, por se tratar de termos mais aprofundados e relevantes para o seu negócio, conseguem atrair um tráfego mais qualificado do que pesquisas mais amplas.

Assim, em vez de "tênis de corrida", uma pessoa pode realizar uma pesquisa com "como escolher um tênis de corrida feminino". Veja que são termos de busca muito mais específicos, ou seja, usuários que utilizam palavras-chave de cauda longa muito provavelmente estão mais avançados na sua decisão de compra.



E é por isso que as palavras-chave de cauda longa são um importante recurso para realizar a segmentação de visitas já no topo do funil, ajudando a trabalhar melhor a atração de leads.

3. Revise e edite as header tags

Como vimos, parte da criação de conteúdos de qualidade passa por uma estrutura bem organizada. Nesse sentido, os buscadores incentivam a hierarquização da página por meio do uso das chamadas header tags, que nada mais são do que o título (H1) e os diferentes subtítulos (H2, H3...) que serão utilizados ao longo do texto. Esses elementos vão ajudar a tornar o conteúdo mais escaneável, organizado e de fácil leitura.

De fato, as tags são um dos primeiros elementos verificados pelos algoritmos dos sites de busca. E isso se dá por dois motivos: em primeiro lugar, elas servem para apresentar aos mecanismos de pesquisa a estrutura das informações em cada página. Isso vai ajudar o algoritmo a ter uma melhor compreensão sobre o seu conteúdo, o que pode, aliás, levar o seu site a aparecer como Featured Snippet do Google.

As tags também facilitam a leitura por parte dos usuários, pois hierarquizam e organizam o conteúdo, melhorando a experiência do usuário junto ao site e, como consequência, aumentando seu engajamento. E isso é essencial para evitar que os leitores abandonem a página rapidamente, o que pode comprometer o ranqueamento.

Isso posto, o uso das header tags deve ser estratégico, ou seja, não basta utilizá-las a esmo, é preciso saber o que fazer com elas. Na header tag H1, por exemplo, é indispensável fazer uso da palavra-chave principal que está sendo utilizada no texto. Além disso, certifique-se de que cada página tenha apenas uma; caso contrário, isso pode prejudicar o seu site.

Nos demais subtítulos, você pode utilizar palavras-chave secundárias, além de variações do termo principal. É importante, porém, que elas sejam incluídas naturalmente, evitando o uso em excesso ou forçar a barra para encaixá-las nas tags.

E essas boas práticas não devem ser levadas apenas aos novos conteúdos. Revise seus textos antigos e, se necessário, edite suas header tags para utilizá-las. Lembre-se: a otimização da página deve ser feita pensando nos usuários, e não nos mecanismos de pesquisa.

4. Responda às perguntas dos usuários

Os mecanismos de pesquisa são grandes aliados para responder às dúvidas. E esses questionamentos são uma fonte de inspiração incrível para definir suas palavras-chave. Criar conteúdos que respondam às principais dúvidas dos usuários é uma excelente alternativa para melhorar a visibilidade da página e atrair mais visitantes.

Para isso, no entanto, é preciso que você conheça as principais dúvidas da sua audiência. E para descobri-las existem diferentes ferramentas. Sites como Quora e outros fóruns de perguntas podem ser úteis para entender o que os usuários querem saber, ajudando a desvendar suas intenções de busca, isto é, como eles fazem uma pergunta e o que desejam descobrir.

Outra forma de encontrar perguntas a serem respondidas são os próprios buscadores. Por meio da funcionalidade de autocompletar de sites como Google e YouTube, você consegue descobrir dúvidas recorrentes, sobretudo em temas como "o que é", "como fazer" ou "para que serve".

Porém, embora sejam válidas, essas alternativas podem não oferecer resultados com a precisão que você precisa para realmente entender as dúvidas do seu público. Para isso, é preciso contar com ferramentas especializadas.

Uma delas é o Google Trends, que traz os termos mais populares em um determinado período e região. Com isso, você pode identificar os assuntos em alta e extrair palavras-chave que respondam exatamente àquelas perguntas.

Outro recurso é a ferramenta Visão Geral de Palavras-Chave. Com ela, você consegue visualizar perguntas relacionadas a quaisquer palavras-chave, além de consultar o volume de pesquisa mensal de cada uma delas.

E se falamos sobre otimizar as header tags para aumentar suas chances de figurar nos Featured Snippets do Google, um estudo da Semrush em parceria com a Brado mostram que é mais provável que conteúdos com perguntas conquistem a tão desejada posição 0 no buscador.

Com base nas perguntas feitas pelo seu público-alvo, você pode criar conteúdos que girem em torno das palavras-chave - inclusive de cauda longa - que respondam a esses questionamentos.

5. Otimize suas imagens

Outra das nossas dicas de SEO diz respeito às imagens do seu site. Utilizá-las é um importante fator para a otimização de sites para os mecanismos de busca. Não à toa, o Google tem uma seção inteiramente dedicada a elas na página de resultados de pesquisas: o Google Imagens.

O uso de elementos visuais ao longo do conteúdo ajuda na retenção e no engajamento do leitor, tornando o texto mais leve e amigável, o que impacta diretamente na percepção dos algoritmos sobre o conteúdo.

Além disso, as imagens representam uma oportunidade a mais para utilizar a palavra-chave, afinal devemos lembrar que os mecanismos de busca não conseguem ler imagens, apenas textos. E, por isso, é essencial utilizá-las.

A otimização de imagens passa por alguns elementos, entre eles:

• Nome do arquivo: ao fazer o upload da imagem no site, renomeie-a com a palavra-chave a que ela se refere. Assim, o algoritmo vai entender que não se trata de uma mídia qualquer, mas de parte importante do seu conteúdo.

• Alt text: o texto alternativo é o principal recurso de SEO para imagens. Trata-se de uma descrição detalhada da imagem que, junto à palavra-chave, também vai indicar às ferramentas de pesquisa o que ela representa. Esse elemento, aliás, ajuda a classificar as imagens em pesquisas feitas no Google Imagens, além de ser utilizado pelos leitores de tela, recurso muito usado por deficientes visuais.

• Tamanho do arquivo: imagens muito pesadas impactam diretamente na velocidade de carregamento do site, que é um dos elementos analisados para o ranqueamento de um site. Por isso, redimensione suas imagens e salve-as em um qualidade que permita que o arquivo final seja leve e, ao mesmo tempo, não comprometa sua visualização.

6. Atente-se às URLs

As URLs são o endereço da página na internet e, como tal, merecem todo o cuidado. É muito importante que elas sejam descritivas, claras e de fácil leitura, ou seja, sempre personalize suas URLs e evite endereços formados por códigos ou que não transmitam claramente o que aquela página traz.

A clareza nas URLs não serve apenas para os usuários, mas porque, novamente, este é um dos elementos analisados pelos algoritmos dos sites de busca em sua varredura pelas palavras-chave de um site.

Por isso, além de serem claras e descritivas, é importante que sejam também concisas: muitas ferramentas de busca não processam endereços muito longos, o que pode comprometer o posicionamento do site. Para evitar problemas, busque mantê-los com até 60 caracteres, sempre separando os termos por hífen (não utilize sublinhados!).

Veja um exemplo real de um blog post com URL otimizada:

• Título: 12 tendências de SEO para 2021

• Palavra-chave: tendências de SEO

Duas coisas para reparar: veja que a URL traz claramente a palavra-chave explorada no conteúdo. Outro ponto é sua atemporalidade. O fato de não constar o ano de 2021 no endereço da página permite que esse post seja atualizado nos próximos anos, aproveitando a relevância conquistada por essa URL.

Vale lembrar que as URLs não podem - nem devem! - ser alteradas. Caso contrário, toda a autoridade conquistada por aquela página se perderia. Claro, existem casos, como a migração do site para uma nova plataforma, que podem exigir a mudança do endereço. Nessas situações, você deve fazer o redirecionamento, o que evita que você perca o posicionamento conquistado.

7. Consiga backlinks

A última das nossas dicas de SEO não poderia ser outra: backlinks, que é a estratégia que busca conseguir que outros sites façam referência ao seu conteúdo como fonte de informação. Esses links mostram aos sites de busca que você é uma autoridade no assunto e que o seu conteúdo tem qualidade, o que impacta diretamente no seu ranqueamento.

Nesse ponto, é importante frisar que, embora seja possível conseguir backlinks organicamente, para conseguir melhores resultados que ajudem a aprimorar o posicionamento do seu site, é importante ser proativo, ou seja, entrar em contato com outros sites para fechar parcerias para a inclusão de links nos seus conteúdos. Isso inclui medidas como propor guest posts e entrar em contato com a imprensa.

No entanto, vale frisar que essa parceria precisa ser com sites que façam sentido com o tipo de conteúdo que você produz e que tenham boa autoridade. Links de sites ruins, com conteúdos duplicados ou autoridade muito baixa podem gerar o efeito contrário ao desejado e prejudicar o desempenho das suas páginas.

Um portfólio diversificado de backli'nks mostra aos mecanismos de pesquisa que o seu site é uma fonte confiável. Para isso, no entanto, é vital que a geração de links seja feita dentro das regras, evitando táticas de spam ou de black hat.


Felizmente, por meio de ferramentas como a análise de backlinks da Semrush você pode analisar o perfil de links do seu site e compreender melhor a autoridade e também a qualidade dos links que fazem referência a você. Essa análise também pode ser feita com a concorrência, facilitando a identificação de possíveis boas fontes para geração de backlinks.

Dica Bônus

Sabemos que no dia-a-dia do trabalho fica difícil de lembrar todas as dicas, por isso preparamos um infográfico em conjunto com a Semrush para te ajudar. São 10 dicas de boas práticas, simples de aplicar na sua estratégia de marketing digital, basta clicar no link e baixar: 10 Dicas para alcançar a primeira página do Google!

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A era do óculos inteligente

Com o avanço da tecnologia, diversos objetos do nosso dia a dia estão se tornando cada vez mais inteligentes e digitais.Há alguns dias a Ray-Ban em conjunto com o Facebook anunciaram um óculos inteligente com o objetivo de tirar fotos e gravar vídeos curtos, ouvir música e até mesmo para fazer chamadas telefônicas sem precisar ter seu celular próximo. Depois do anúncio a Xiaomi também divulgou que está desenvolvendo o seu próprio óculos inteligente que diz ser diferente dos seus concorrentes. A empresa não quer que o dispositivo seja um complemento para smartphones, mas que ele funcione de forma independente para algumas tarefas.Mas o que podemos esperar para os próximos anos com esses novos produtos?Uma época mais digitalHoje em dia, quando ligamos a televisão no noticiário ou acessamos a internet, recebemos uma chuva de novidades tecnológicas. É carro que dirige sozinho, robô que aspira a casa, inteligência artificial que acende a sua luz ou simplesmente conta uma piada para você.Percebemos que o objetivo das grandes empresas é que essas tarefas do cotidiano virem mais automatizadas e artificiais. Será que o filme Wall-E acertou em representar o mundo daquele jeito? Pode ser que sim, mas também pode ser que não!Segurança do UsuárioVoltando ao assunto dos óculos, o que mais preocupa é a segurança do usuário.Com certeza, quem já viu a famosa série Black Mirror usa algo para tampar a webcam, isso porque, através da série, descobrimos que podemos ser monitorados através das nossas câmeras, celulares e outros objetos.Agora imagine estar usando um óculos com câmera e sistema inteligente todos os dias sem se sentir observado e sem privacidade. Mesmo sendo um tema para se aprofundar e meio assustador, é algo que precisa ser pensado e colocado na mesa para uma reflexão.É incrível que o mundo esteja cada vez mais evoluindo tecnologicamente, mas devemos saber olhar o lado bom e também o lado ruim.Inteligência artificial na DH Conheça o Certified Tech Developer, um curso completo de Programação, pensado e desenhado pelo Mercado Livre e Globant em conjunto com a Digital House. Nele, você aprenderá fundamentos digitais, front-end, back-end, infraestrutura, banco de dados, além de learning agility, entre outras coisas.Para mais assuntos como esse, conheça a nossa biblioteca de conteúdo.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

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Ciência de dados e inteligência artificial: qual é a relação entre elas?

Possuir a habilidade de extrair informações de valor dos dados que uma empresa coleta e saber o potencial e os possíveis usos da ciência de dados e inteligência artificial pode diferenciar uma empresa no mercado e o profissional em sua carreira.Neste artigo, você entenderá esses conceitos e a relação existente entre eles. Continue acompanhando.Qual a relação entre ciência de dados e inteligência artificial?A ciência de dados e a inteligência artificial são áreas aplicadas de forma intercambiável nas empresas. É importante saber que, embora os dados possam necessitar de alguns aspectos da IA, eles não refletem tudo. A inteligência artificial está em um processo constante de evolução e ainda há muito o que mudar e explorar.A ciência de dados é uma tecnologia que vem conquistando indústrias em todo o mundo e contribuiu para a quarta revolução industrial que ouvimos tanto falar.Isso é uma consequência da explosão maciça de informações disponíveis na internet e a crescente necessidade das organizações de se basear nos dados, para criar produtos melhores ao mercado. Isso porque é a partir deles que os negócios tomam decisões cuidadosas em suas estratégias de atuação.As várias fases e procedimentos na ciência de dados envolvem coleta, manipulação, visualização e gerenciamento de dados para prever tendências e a ocorrência de eventos futuros. Sendo assim, o profissional precisa ter um conhecimento sobre os algoritmos de aprendizado de máquina. E é aí que entra a inteligência artificial. As empresas precisam que os cientistas de dados ajudem a tomar as decisões necessárias, baseadas em dados. Eles auxiliam a entender e analisar os seus próprios desempenhos de operação e também sugerem as melhorias necessárias para impulsionar seus resultados. E também ajudam a equipe de desenvolvimento de produtos a aplicar melhorias para os clientes finais, analisando seu comportamento a partir das informações.Quanto ganha um cientista de dados e inteligência artificial?O salário de um cientista de dados inicia em R$ 4.585,00 e pode chegar até R$ 8.170,00. Sendo assim, a média salarial no Brasil é de R$ 6.144,00, dependendo das habilidades técnicas e experiências, lembrando que essas habilidades também incluem a manipulação de algoritmos de IA.Já o salário médio do profissional que decide trabalhar focado 100% na inteligência artificial, como um engenheiro de machine learning, por exemplo, segundo o site Glassdoor, é de R$ 6.772 por mês, podendo chegar a R$ 16.000,00, para nível sênior, aqui no Brasil. Os valores costumam variar conforme o porte da empresa e a experiência do trabalhador.Como é o curso de ciência de dados e inteligência artificial?Atualmente, o grande desafio dos profissionais é acompanhar as mudanças da tecnologia. Não são só os cientistas de dados e especialistas em inteligência artificial, pois essas transformações afetam todo o mercado de trabalho de uma forma geral.Os profissionais que dominam as habilidades de interpretar dados ou usá-los para promover mudanças e basear suas decisões serão sempre essenciais e ainda mais valorizados se houver o pleno domínio da inteligência artificial, para poupar tempo e o gasto de recursos.O Brasil carece de profissionais qualificados em tecnologia, formando anualmente 46 mil novas pessoas para trabalhar nas diferentes carreiras. É um número baixo de acordo com estudos que preveem a necessidade de 420 mil novos trabalhadores até 2024.Sendo assim, a recomendação é para que você não se preocupe com as mudanças do mercado de trabalho, mas invista no seu conhecimento e entendimento das novas tecnologias.O curso de Inteligência Artificial da Digital House (DH) é voltado para profissionais que já possuem experiência na área, além da familiarização com cálculos, probabilidade e estatísticas e conhecimentos básicos de machine learning.A maioria dos profissionais que optam por escolher a jornada são cientistas de dados que querem aprender novos conceitos e processos. Confira os principais:• Fundamentos da aprendizagem profunda.• Como construir redes neurais e liderar com sucesso projetos de machine learning.• Redes convolucionais, RNNs, LSTM, Adam, Dropout, BatchNorm etc.A DH é a maior referência de instituição para aprendizado de habilidades digitais da América Latina e entende a importância da inteligência artificial para o crescimento da tecnologia e o sucesso das empresas no mercado.Inscreva-se no curso e seja um especialista capaz de lidar com os desafios atuais e, consequentemente, do futuro, desenvolvendo diversas soluções inovadoras para processos organizacionais, entre outros campos.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)