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O dia a dia de um analista de dados: responsabilidades, ferramentas e dúvidas

O dia a dia de um analista de dados: responsabilidades, ferramentas e dúvidas
#Dados
25 de fevereiro - min de leitura

A profissão de analista de dados está super em alta e a cada dia surgem mais vagas e aumenta ainda mais o interesse nessa área, mas afinal, como é a rotina de um analista de dados?


O dia a dia do analista de dados é repleto de bases, levantamento e validação de hipóteses e elaboração de relatórios e dashboards. Mas quais realmente são suas responsabilidades? Hoje te explicaremos todas essas dúvidas dessa rotina cheia de atividades.

Quais são as responsabilidades do analista de dados?

O analista de dados realmente está o tempo todo analisando. Analisa o negócio, hipóteses que devem ser validadas e perguntas que devem ser respondidas. Entende quais serão as fontes de dados necessárias para levantar as informações, analisa e trata essas bases de dados que serão importantes para responder as perguntas definidas, cria relatórios e dashboards para expor o que foi analisado e informações descobertas para enfim gerar insights para a tomada de decisão. 

Também faz parte das responsabilidades apresentar esses insights e descobertas para a equipe e clientes, portanto a comunicação clara é uma soft skill importante para esse profissional.

Em algumas empresas também é responsabilidade do analista de dados ser um ponto focal entre as outras áreas da empresa para que a cultura Data Driven seja implementada, de forma que as necessidades relacionadas a dados fiquem alinhadas e todos os indicadores sejam acompanhados e mensurados corretamente.

Quais ferramentas são utilizadas?

As ferramentas e melhorias variam de acordo com o segmento, mas as mais comuns são o Excel, SQL para consulta de bancos de dados, Google Analytics, ferramentas de visualização de dados como: Power BI, Tableau, Google Data Studio:

Excel: O Excel é um editor de planilhas do pacote Office, da Microsoft. A ferramenta é utilizada para controlar e organizar as informações, contribuindo no cumprimento das rotinas e no aproveitamento do tempo.

SQL: Define uma linguagem de consulta criada para a pesquisa de banco de dados relacional, na qual a estrutura básica são as tabelas (também conhecidas como "relações"). 

Google Analytics: Google Analytics é um serviço do Google que permite o monitoramento e análise de sites. A partir desta ferramenta, é possível monitorar o perfil de quem acessa seu site, como também as páginas mais acessadas, conversões, entre outros.

Power BI: O Power BI é um serviço de análise de negócios da Microsoft. A ferramenta fornece visualizações interativas, por meio de Inteligência Artificial, em uma interface simples. Esse serviço visa descomplicar as demandas de dados.

Tableau: O Tableau é uma plataforma que permite entender as funcionalidades de forma intuitiva na visualização de dados, a partir de métricas e obtenção de respostas.

Google Data Studio: O Google Data Studio permite a visualização de dados de forma mais atrativa. A ferramenta organiza dados, podendo ser compartilhados em tempo real e salvo na nuvem para os demais colaboradores.

Como se preparar para ser um analista de dados?

Para se tornar um bom analista de dados, a primeira coisa que você precisa ter é a vontade de aprender e estar sempre estudando, pois a cada momento surgem novas ferramentas e linguagens, ser muito crítico e desenvolver sua capacidade analítica

É bem importante entender as metodologias e processos de análise de dados e se estiver nos seus planos ser um especialista minha dica é focar em alguma ferramenta que você se identifique e dominá-la, Power BI ou Tableau por exemplo.

Seja também um analista de dados

É muito provável que depois desse texto sua vontade de se tornar um analista de dados só aumentou, ou então, descobriu aqui uma ótima oportunidade de alavancar a sua carreira.

Na Digital House você se torna um analista de dados em até seis meses no nosso curso de Data Analytics, que ensina o aluno a dominar diversos modelos de análise. 

Leia mais no blog DH:

Dados abertos: como usar dados públicos para gerar estratégias de negócios

Power BI para leigos: aprenda os primeiros passos

Resumo LGPD: tudo o que uma empresa precisa saber sobre a nova lei

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Entenda o que é uma rede neural convolucional no deep learning img
#Dados

Entenda o que é uma rede neural convolucional no deep learning

As capacidades dos seres humanos têm sido reproduzidas de maneira cada vez mais perfeita, graças à inteligência artificial e às máquinas. É neste contexto que entra a rede neural convolucional, que envolve a visão computacional, onde diversos pesquisadores e entusiastas trabalham incansavelmente para fazer coisas incríveis acontecerem.Neste campo, a previsão e o objetivo é fazer com que as máquinas possam ver o mundo como os seres humanos, tendo percepções de maneira semelhante e usando a inteligência para realizar diferentes tarefas, como o reconhecimento de imagem e vídeo, que é uma funcionalidade que já conhecemos, análises e classificações de mídias, processamento de linguagem, entre outras.Quer entender mais sobre o conceito de rede neural convolucional? Continue acompanhando.O que é uma rede neural convolucional?Uma Rede Neural Convolucional ou RNC, como também é conhecida, é um algoritmo de deep learning que é capaz de captar uma imagem de entrada e atribuir importâncias e diferenciar aspectos e objetos presentes nela.É importante destacar que o pré-processamento de uma RNC é muito menor do que outros algoritmos de classificação. Normalmente, nos métodos mais primitivos, os filtros são desenvolvidos à mão, enquanto que, na rede neural convolucional, eles podem captar esses filtros ou características por conta própria.De acordo com o livro "Neural Networks and Learning Machines", de Simon Haykin, a estrutura de uma rede neural convolucional é dividida em três objetivos principais. Conheça cada uma delas:Extração de característicasAo receber os sinais de entrada de um campo receptível, é possível extrair as características locais. Isso faz com que a posição exata de cada pixel, no caso de uma imagem, seja irrelevante, ou seja, não é importante saber onde um determinado objeto se encontra, desde que os aspectos que o compõem estejam organizados e conectados da mesma forma.Mapeamento de característicasCada camada computacional da rede neural convolucional é composta por diferentes mapas de características, que dão robustez ao modelo, fazendo com que seja possível lidar com variações, como distorção, rotação ou translação na imagem.SubamostragemA camada de subamostragem é aplicada para coletar amostras de cada mapa de característica, produzindo uma sumarização.Por que as redes neurais convolucionais são usadas?Uma rede neural convolucional é utilizada para se trabalhar com imagens. Dependendo da maneira que for aplicada, pode facilitar o entendimento mais complexo da visão computacional, em prol de tarefas, como análise de sentimentos, detecção de objetos, reconhecimento e categorização, entre outros.Para um computador, uma simples imagem não significa muito mais do que uma matriz de valores de pixels. Neste contexto, a RNC pode ser treinada para entender a sofisticação dela, através da convolução.Seu processo ajusta o conjunto de dados da imagem, devido à redução no número de parâmetros envolvidos, além da capacidade de reutilização dos pesos.Ficou interessado em aprender e entender mais sobre o assunto? Saiba que a Digital House é a maior escola para aprendizado de habilidades digitais da América Latina e referência, também, na área da inteligência artificial e suas vertentes, como o próprio deep learning e as redes neurais convolucionais.Recomendamos que você conheça o curso de Inteligência Artificial da DH, que forma especialistas capazes de enfrentar qualquer tipo de desafio nos processos organizacionais, contribuindo para o sucesso de grandes empresas do mercado. As aulas online são dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por especialistas. Inscreva-se!O que é a convolução usada nas redes neurais?A convolução é a aplicação de um filtro na entrada da rede. O processo de entrar, que acontece repetidas vezes, resulta em um mapa de ativações, indicando os locais e os seus recursos, como em uma imagem, por exemplo.Na rede neural convolucional, uma das características mais importantes e inovadoras é a capacidade de aprender automaticamente um grande número de filtros, em paralelo a um conjunto de dados de treinamento para uma funcionalidade específica, como a classificação de imagens, por exemplo.E aí, gostou desse conteúdo? Se sim, recomendamos que também leia nosso artigo onde explicamos a relação entre ciência de dados e inteligência artificial e esteja por dentro dessas carreiras que, sem dúvida, são promessas para o futuro do mercado de trabalho.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Design emocional: entenda o conceito e sua relação com a experiência do usuário img
#UX

Design emocional: entenda o conceito e sua relação com a experiência do usuário

Este é um conceito criado e difundido por Donald Norman, cientista cognitivo e pioneiro do UX na Apple. Ele explica que o design emocional é capaz de despertar sensações e sentimentos nas pessoas, fazendo com que elas criem e estabeleçam uma forte ligação com uma marca.É isso que faz, por exemplo, uma pessoa escolher uma determinada garrafa de água em uma prateleira de mercado, no meio de tantas outras opções.E aí, ficou curioso para entender melhor esse conceito? Continue acompanhando.O que é design emocional?O termo design emocional é relativamente novo no mercado. Apesar do design, em si, estar presente há muito tempo, não se fala muito sobre como as emoções podem afetar uma tomada de decisão, durante uma compra.O design emocional pressupõe que, ao olharmos para um produto, as primeiras impressões que temos não ocorrem de forma consciente. Isso mostra que a forma, a aparência, o modo de apresentação e suas características podem ditar a opinião que formamos sobre ele.Isso porque, no dia a dia, construímos imagens mentais sobre os produtos, a partir dos sentimentos que eles trazem. Esses processos ocorrem no inconsciente, de forma interna, sem que haja uma noção clara do que acontece.Sendo assim, muitas coisas que acabamos comprando nem sempre são necessárias ou as melhores, quando falamos em aspectos comuns, como durabilidade, eficiência, segurança, entre outros. No dia a dia, a verdade é que acabamos comprando boa parte dos produtos por conta das emoções que transmitem.Talvez você esteja se questionando: será que eu realmente faço isso? Usando o mesmo exemplo que abordamos no início do texto, pense em quantas vezes você já escolheu uma garrafa de água por conta de seu rótulo. Isso porque é muito difícil uma pessoa escolher a garrafa com base em uma leitura apurada do rótulo em si, entendendo a origem do produto e os níveis dos minerais presentes em seu conteúdo.Nós precisamos fazer diversas escolhas o tempo todo. Todos os dias e constantemente. Por isso, não percebemos que boa parte delas acaba acontecendo de maneira interna e automática. É aí que entra o design emocional, orientando essas decisões, sem que percebamos..Quais são os níveis de design emocional?Como explicamos, o design emocional é um conceito desenvolvido por Donald Norman e difundido através de seu livro “Design Emocional: Por que adoramos (ou detestamos) os objetos do dia a dia”. Nele, Donald explica que, no mercado, um produto bem-sucedido deve atingir e satisfazer os três níveis do design emocional. Vamos te explicar cada um deles agora mesmo. Confira:VisceralEste é o primeiro nível e o mais básico do design emocional. O visceral se relaciona com o instinto, ou seja, é a primeira impressão que a pessoa sente sobre qualquer produto novo que tenha contato.Neste momento, a forma, cores, contornos e contrastes são elementos fundamentais e que fazem toda a diferença. Por ser a primeira reação, nem sempre é perceptível pelas pessoas e muito menos controlada.Uma palheta bem selecionada, seguindo um estudo baseado na psicologia das cores, por exemplo, pode despertar mais interesse por parte dos consumidores. Assim como um objeto sem uma forma padrão ou uma tipografia mal escolhida pode causar estranhamento imediato às pessoas.De acordo com o livro de Donald Norman, quanto mais visceral for um determinado produto, as chances de os usuários considerarem que ele funcione melhor são maiores, mesmo que isso possa não ser verdade.ComportamentalEste é o segundo nível do design emocional. Trata-se de sensações que acontecem de maneira completamente inconsciente e um dos principais responsáveis pelas decisões que tomamos, de fato, no dia a dia.O nível é alcançado quando manuseamos um determinado produto, ou seja, está relacionado à comodidade e ao prazer gerado no momento do uso. Quando nos sentimos no controle, dominando o seu uso do começo até o fim, costumamos nos identificar com ele.Nem sempre a qualidade do produto é a melhor, mas a maneira como foi apresentada ao usuário, proporcionando uma boa experiência, afeta a percepção de uma pessoa sobre ele, chegando em seu subconsciente.ReflexivoO reflexivo é o último nível emocional e tem relação com o superego, uma das partes do cérebro conhecida por não controlar nada do que faz, mas, ao mesmo tempo, que está de olho em tudo. Misterioso, não?Ele influencia na percepção que temos sobre nós mesmos, comparado a outras pessoas. Ou seja, aqui vem a ideia de status e de ser bem visto pelos outros socialmente. É por isso que, às vezes, tendemos a comprar algo que transmita e/ou carregue certa carga de status social.Qual a relação entre design emocional e a Experiência do Usuário (UX)?Em um processo de desenvolvimento de produto, é preciso compreender as necessidades do usuário e prever seus comportamentos. Isso acontece ao gerar experimentação e o estudo do design emocional.É preciso entender quando um usuário está tendo uma boa experiência de usabilidade de um determinado produto ou está se sentindo frustrado por não conseguir suprir suas necessidades.Durante o processo, com base no UX design, a experiência do usuário deve ser testada e avaliada constantemente para garantir o melhor resultado.Relacionando com o design emocional, a beleza do produto, por exemplo, pode fazer com que os consumidores deixem de avaliar a eficácia, a usabilidade e se abstenham da experiência, simplesmente por não ter se encantado pela estética. É por isso que as emoções são essenciais nos processos de UX.Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário (UX), no qual o aluno aprende os principais conceitos e técnicas da área, incluindo o design emocional, que estamos aprendendo hoje.As aulas são online, dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por especialistas do assunto, que estão no mercado. Além disso, a DH conta com o departamento de carreiras, onde os alunos possuem acesso a conteúdos exclusivos sobre suas jornadas, além das próprias ações de conexão com grandes empresas do mercado, como feiras de recrutamento e outros eventos pontuais. Inscreva-se agora mesmo e garanta o seu futuro profissional!Principais benefícios do design emocional para as empresasAté aqui, não foi difícil de compreender que um bom design emocional pode ser um dos maiores diferenciais para que uma venda aconteça. Isso impacta diretamente nos resultados de uma empresa, já que estamos falando sobre atrair e gerar mais leads, a partir das emoções que seus produtos e/ou serviços provocam nas pessoas.Isso fica ainda mais evidente quando analisamos, de fato, o comportamento do consumidor. De acordo com levantamentos do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 40% da população brasileira fazem compras por impulso.Não há dúvida de que essas compras possuem um inegável potencial de design emocional, não é mesmo?E engana-se quem pensa que o conceito só pode ser aplicado em produtos físicos ou sites. As estratégias de marketing também podem utilizar do recurso, para que as peças de conteúdo, por exemplo, produzam o desejado efeito de atração pelo consumo.Resumindo, o design emocional auxilia sua empresa a vender mais, por atrair mais pessoas, gerar encantamento e estimular a necessidade de consumo.E aí, gostou de aprender sobre o conceito? Que tal saber mais? Não deixe de conferir também o nosso artigo sobre heurísticas de Nielsen, onde explicamos 10 erros de usabilidade para não se cometer em um projeto de UX.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Digital House e Rocketseat: a maior comunidade de desenvolvedores da América Latina img
#Tecnologia

Digital House e Rocketseat: a maior comunidade de desenvolvedores da América Latina

E tem super novidade no ar! A partir de agora, nós, da Digital House, estamos nos unindo com a Rocketseat. Juntos, somos a maior comunidade de programadores da América Latina!Que notícia, não é mesmo? Tudo isso aconteceu porque vimos na Rocketseat todo o complemento que precisávamos em prol do objetivo de acelerar a formação de profissionais e suprir a grande demanda que possuímos no setor de tecnologia.Continue acompanhando este artigo para conhecer mais sobre as atividades da Rocketseat e como se deu todo esse processo de fusão.Saiba o que a imprensa está falando:• Terra• Valor Econômico• Pequenas Empresas Grandes Negócios• Exame• Prime Time Zone• EstadãoConheça um pouco da RocketseatA Rocketseat é uma plataforma de aprendizado contínuo em tecnologia, que está em atividade desde 2017, impulsionando e capacitando pessoas a conquistarem as melhores oportunidades de suas carreiras.A transformação digital é uma questão muito presente na maior parte das empresas, em virtude do desenvolvimento da tecnologia e a necessidade de se manter em um cenário com um mercado bastante competitivo.Em suas atividades, a Rocketseat oferece uma experiência de aprendizado colaborativa, assim como a Digital House, onde o aluno possui grande responsabilidade no processo de aprendizagem, sendo protagonista da sua própria evolução, com a realização de diversas atividades práticas, simulando a realidade das empresas.Como e por que ocorreu esse processo de fusão?Como comentamos, além da similaridade de metodologias, tanto a Digital House como a Rocketseat têm o propósito de expandir o número de pessoas capacitadas no mercado de tecnologia, especialmente na área de programação, a fim de suprir o cenário de grande demanda.De acordo com dados de um levantamento realizado pela Microsoft, atualmente, o Brasil possui cerca de 400 mil profissionais de programação e desenvolvimento. No entanto, a previsão aponta que haverá mais de 6 milhões de oportunidades na carreira até 2025. Ou seja, o déficit na área é enorme e está aumentando a cada dia.Com essa fusão, Digital House e Rockeseat formam a maior comunidade de programadores da América Latina e, com certeza, vão acelerar suas estratégias de expansão na formação dos melhores talentos do mercado de tecnologia.Um ponto muito bacana a se colocar é que, juntas, a Digital House e a Rocketseat já impactaram positivamente a vida de mais de um milhão e duzentas mil pessoas. E daqui para a frente, isso tende a crescer muito mais. Os alunos de ambas as instituições terão formação em todos os níveis, desde os programas mais básicos até o avançado, voltados para os que querem evoluir em suas jornadas.Veja o que os CEOs das duas escolas comentaram sobre esse processo:“Estamos muito entusiasmados com essa união, pois conseguiremos ampliar a oferta de conteúdos e produtos em coding, indo ao encontro da alta demanda das empresas que já ultrapassam a marca de 100 (cem) clientes corporativos”, enfatiza o Sebastian Mackinlay, cofundador e CEO da Digital House Brasil.“Para nós da Rocketseat, a conexão do nosso propósito com a Digital House ficou muito clara desde a primeira conversa. Juntos, vamos impulsionar ainda mais pessoas e dar a elas o poder de acessarem as melhores oportunidades de suas carreiras.”, disse Robson Marques, cofundador e CEO da Rocketseat.A DH pode te ajudar a ser um profissional de tecnologia :)A Digital House sabe e entende que a tecnologia é algo muito importante, que pode mudar as relações trabalhistas e os cenários dentro das empresas. Não há dúvida de que o futuro será cada vez mais tecnológico, e as habilidades digitais serão essenciais no futuro do mercado.Sendo assim, não deixe de conferir as grades dos cursos nas áreas de Marketing Digital, UX, Dados, Programação e Negócios. Seja um profissional capaz de lidar com os principais desafios das maiores empresas, sendo um diferencial e impulsionando sua carreira de maneira assertiva. Inscreva-se agora mesmo!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)