UX e design thinking: um combo para a melhor experiência do usuário

UX e design thinking: um combo para a melhor experiência do usuário

Nos últimos anos, eles têm sido usados cada vez mais por profissionais e empresas de todos os portes. É importante saber que design thinking não é a mesma coisa que UX, apesar de poderem ser utilizadas de maneira complementar. Essa combinação pode impulsionar a melhor experiência do usuário na interação com produtos e serviços, com muita inovação.

Acompanhe este artigo, entenda o porquê a mentalidade norteada pelo design thinking pode trazer muitos benefícios para o negócio, se pensada junto à UX.

O que é design thinking em UX?

Ter uma marca presente no meio digital sem pensar em design thinking em UX é praticamente impossível. O conceito se baseia em um processo interativo, com o objetivo de entender o usuário com exatidão.

Nesse decorrer, o profissional deve propor suposições e estudar problemas, a fim de identificar novas estratégias e soluções alternativas, que tornam determinados produtos e serviços mais assertivos às necessidades de seus clientes.

Por ser uma abordagem baseada em solucionar problemas, acaba sendo uma ótima maneira de pensar e trabalhar e, ao mesmo tempo, gerar métodos práticos no dia a dia.

Os conceitos de design thinking e UX sempre estão lado a lado. Isso porque proporcionar experiências cada vez mais personalizadas e de acordo com a necessidade do usuário é uma tendência que muitas empresas estão priorizando.


UX é a mesma coisa que design thinking?

Como já dissemos, os dois conceitos não são a mesma coisa. A verdade é que o UX usa design thinking em seus processos. Ou seja, o User Experience conta com diferentes metodologias para testar todos os pontos de contato com cliente, como o design thinking, para chegar a resultados que estejam de acordo com a realidade do público.

O design thinking é um método que se baseia na lógica, na imaginação e no raciocínio, para explorar as inúmeras possibilidades do que poderia ser, com o objetivo de beneficiar o usuário final (o cliente).

Em qualquer produto ou serviço digital, a usabilidade é um dos pontos mais importantes e que deve ser priorizada. Essa é a essência do UX.

Como funciona o processo de design thinking?

Como falamos, o design thinking é uma metodologia utilizada na criação de projetos e desenvolvimento de produtos. Tudo isso pode ser compreendido como um processo de resolução de problemas, estruturando ideias com base no usuário final. O sucesso de tudo depende de alguns pontos importantes e fundamentais para qualquer projeto que atenda às demandas.

No entanto, na prática, há uma distância considerável entre o desejo de adotar o método e a sua utilização em processos e ações diárias. Neste cenário, muitos empreendedores ainda não sabem como utilizar o design thinking em seu negócio.

Essa abordagem pode ser utilizada em qualquer área que tenha um problema a ser solucionado e a possibilidade de aplicar inovações para otimizar sua usabilidade. Para isso, é preciso ter um time multidisciplinar focado em se aproximar do público, entendendo e dominando sobre o cenário do desafio.

Além disso, outro ponto importante no funcionamento do design thinking em uma empresa é a criação e/ou implantação de uma cultura organizacional focada na colaboração entre diferentes times, cooperação e incentivo à criatividade em diferentes processos.

Com tudo isso, é possível aplicar a metodologia e seguir as etapas que iremos explicar no próximo tópico. Assim, o seu negócio terá os mesmos resultados de outras grandes organizações que já utilizam a estratégia.

A Digital House é uma das principais referências de ensino na área de UX. Em seu curso de Experiência do Usuário, o aluno aprende e domina diferentes técnicas, como o design thinking, para lidar com os desafios e problemas do dia a dia da melhor forma, trazendo resultados assertivos e mudando o rumo de empresas.

Nossas aulas são dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por professores especialistas do mercado. Que tal conferir a grade do curso? Garanta o seu sucesso agora mesmo!

Quais são os 5 estágios do design thinking?

Como comentamos, a abordagem do design thinking possui algumas etapas importantes, que garantem o seu sucesso, ajudando os profissionais a entender e trabalhar com pontos críticos de desenvolvimento. São cinco estágios. Confira agora mesmo:

Empatia

Esse é o ponto chave do design centrado no usuário final. Nesta etapa, é preciso entender as necessidades das pessoas, de acordo com o desafio a ser solucionado.

Busque entender o porquê de eles fazerem as coisas que fazem da maneira atual, seus aspectos físicos, emocionais, psicológicos, desejos, vontades, frustrações, entre outras características importantes e relevantes para o processo.

Definição

Com suas descobertas e identificações na etapa de empatia, é preciso transformar todos esses dados em insights e necessidades para o seu projeto. Tudo baseado no entendimento dos usuários finais e seus ambientes.

Algumas ferramentas podem auxiliar nessa etapa, como a construção da persona, um mapa mental, analogias, journey map, entre outras opções relevantes.

Ideação

Nesta etapa, é preciso explorar e gerar ideias, de fato. Nesse processo, não há um limite: tenha o máximo, tanto na quantidade quanto na diversidade de propostas de soluções.

Para isso, é comum usar o método conhecido como brainstorming, que atua na capacidade criativa de indivíduos e/ou grupos, colocando todos a serviço de objetivos predeterminados, que, no caso, foram pensados na etapa anterior.

Prototipação

Para esta fase, são construídos protótipos, a fim de ajudar a compreender a maneira como as pessoas irão interagir com o projeto de maneira mais próxima do real, além de auxiliar na otimização das soluções de maneira mais rápida e assertiva.

Para essa construção, é possível explorar muitas opções de ferramentas e métodos. Basta escolher uma que encaixe no seu contexto, em seu orçamento e que seja fácil de modificar e explicar aos demais envolvidos do projeto.

Validação

Nesta etapa, é preciso testar o protótipo com usuários reais, observar suas impressões e obter os feedbacks, que são essenciais para refinar e aplicar melhorias no protótipo e fazer com que a próxima interação com o produto ou serviço gere mais valor ao cliente.

É importante testar os protótipos o mais cedo possível, antes que as chances de falha aumentem. Se você não verificar como o usuário está interagindo com o seu projeto, é como se você estivesse trabalhando no escuro.

E aí, gostou do conteúdo? Recomendamos que você aprenda ainda mais sobre experiência do usuário, lendo nosso artigo sobre design responsivo e a sua importância no desenvolvimento de sites.

Não deixe de conferir também nossa biblioteca de conteúdo e o Blog DH, com diversos outros artigos e materiais interessantes sobre diferentes áreas da tecnologia.

Leia mais no blog DH:

+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo

+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços

+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira

E aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)