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O que é design de interação e qual a sua relação com UX?

O que é design de interação e qual a sua relação com UX?
#UX
12 de agosto - min de leitura

O design de interação é uma área que estuda todo o contato, através de uma interface, entre um sistema e o usuário. Por conta disso, entenda sua relação com a área de UX.


Design de interação é a área que foca na maneira como os usuários poderão interagir com determinados produtos e serviços. Nesta abordagem, considera-se o estudo de contato do cliente com a marca mais profundamente que no design "tradicional".

Continue acompanhando este artigo e, além de entender em profundidade esse conceito, você também entenderá qual é o seu principal objetivo e sua relação com User Experience (UX), haja vista que ambos possuem intuitos próximos.

O que está envolvido no design de interação?

A busca pelo oferecimento da melhor experiência do cliente ao utilizar determinado produto ou serviço, de modo a passar mais tempo usando-o ou até mesmo repetindo uma compra, é uma preocupação constante para qualquer profissional ou empresa que cria produtos digitais.

Esse sentimento deu origem a algumas novas áreas de conhecimento, como o design de experiência (UX Design) e o design de interação, que é o assunto de hoje. Apesar de terem objetivos parecidos e muita gente pensar ou até afirmar que são a mesma coisa, os conceitos têm definições diferentes. Nós falaremos sobre essa relação com mais detalhes ainda neste artigo.

O design de interação, interaction design ou IxD design, como também é conhecido, é uma área híbrida da Tecnologia da Informação (TI) e do design. Ela é responsável pelo estudo, planejamento e aplicação dos pontos de interatividade em sistemas digitais e físicos, com o objetivo de otimizar ainda mais a relação entre o usuário e o produto.

No dia a dia, o design de interação analisa aspectos como usabilidade, design gráfico, funcionalidade e legibilidade, para entregar o máximo de potencial em interatividade, de forma a obter mais atenção das pessoas aos produtos, o que é bom para outras, como marketing e vendas.

Qual o principal objetivo do design de interação?

O objetivo principal do design de interação é proporcionar o contato dos clientes com produtos digitais de maneira simples, intuitiva e objetiva. Para isso, o profissional deve procurar maneiras de prever todo esse processo no sistema que está projetando e desenvolvendo.

Mesmo sendo um segmento relativamente novo, quem deseja ingressar na área precisa conhecer diferentes campos de estudo, como design, programação e processamento de dados.

Com todas essas habilidades técnicas, o profissional atua em prol da melhor interatividade, deixando claro para o usuário o que ele precisa fazer ao lidar com determinado produto. Isso envolve o estudo da experiência das pessoas com um sistema.


A relação entre design de interação e user experience

Lendo até aqui, parece que o design de interação e o user experience são a mesma coisa, não é mesmo? Mas é preciso saber que, apesar de ambos se complementarem e se relacionarem quase sempre, eles são conceitos diferentes, aplicados com ferramentas e métodos distintos.

O user experience se refere à experiência de uso de um produto como um todo e, uma grande parte dela, envolve a interação entre eles, que é onde entra o design de interação. No UX, quando falamos que envolve como um todo, abrangemos a parte de branding, design, usabilidade e função. Por outro lado, o design de interação tem como principal alvo o momento de uso, a experiência interativa.

E para proporcionar uma interação eficiente, é preciso pensar em aspectos da usabilidade, assim como melhorias relacionadas ao próprio funcionamento, que implicam conhecimentos e habilidades técnicas de programação e dados.

Podemos concluir que o design de interação faz parte do campo de UX Design, sendo fundamental para garantir a melhor experiência de usuário. O momento de interação de um produto com o cliente é o teste mais importante de um projeto, definindo se o resultado será satisfatório ou não.

Se você quer se tornar um especialista no desenvolvimento de produtos digitais, a Digital House oferece o curso de Experiência do Usuário (UX), que ensina o aluno a criar protótipos, conduzir testes de usabilidade, dominar análises heurísticas e de interação, para a melhoria de interfaces, além de outros conceitos, temas e habilidades técnicas para construir as mais adequadas soluções aos clientes.

Quais são as três características-chave do processo de design de interação?

Antes de falarmos sobre as características-chave do processo de design de interação, precisamos entender que, no dia a dia, o profissional da área deve sempre envolver quatro atividades básicas. São elas:

1. Identificar as necessidades e estabelecer requisitos.

2. Desenvolver designs alternativos que preencham esses requisitos.

3. Construir versões interativas dos designs, de maneira que possam ser comunicados e analisados.

4. Avaliar o que está sendo construído durante o processo.

Espera-se que essas atividades complementem umas às outras e sejam sempre repetidas. Por exemplo, medir a usabilidade de algo que foi construído, referindo-se à facilidade de uso, retorna à questão de quais mudanças devem ser feitas ou quais requisitos não foram preenchidos.

Com essas quatro atividades básicas do designer de interação em mente, é preciso saber também que existem três características-chave em todo esse processo. Confira:

1. Os usuários devem estar envolvidos no desenvolvimento do projeto.

2. A usabilidade específica e as metas decorrentes da experiência do usuário devem ser identificadas, claramente documentadas e acordadas no início do projeto.

3. A interação em todas as quatro atividades é inevitável.

Tendo essas características em mente ao pautar as atividades, as chances de construir soluções com mais assertividade são muito maiores.

Não é demais? E por falar em interatividade, que também implica no sucesso de outras áreas, como marketing e vendas, confira o artigo em que explicamos sobre 30 dicas de como criar conteúdo para Instagram, onde incluímos todos os diferentes formatos, como os posts interativos.

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Smart home: entenda o que é a inteligência artificial funcionando dentro de casa

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A era do óculos inteligente

Com o avanço da tecnologia, diversos objetos do nosso dia a dia estão se tornando cada vez mais inteligentes e digitais.Há alguns dias a Ray-Ban em conjunto com o Facebook anunciaram um óculos inteligente com o objetivo de tirar fotos e gravar vídeos curtos, ouvir música e até mesmo para fazer chamadas telefônicas sem precisar ter seu celular próximo. Depois do anúncio a Xiaomi também divulgou que está desenvolvendo o seu próprio óculos inteligente que diz ser diferente dos seus concorrentes. A empresa não quer que o dispositivo seja um complemento para smartphones, mas que ele funcione de forma independente para algumas tarefas.Mas o que podemos esperar para os próximos anos com esses novos produtos?Uma época mais digitalHoje em dia, quando ligamos a televisão no noticiário ou acessamos a internet, recebemos uma chuva de novidades tecnológicas. É carro que dirige sozinho, robô que aspira a casa, inteligência artificial que acende a sua luz ou simplesmente conta uma piada para você.Percebemos que o objetivo das grandes empresas é que essas tarefas do cotidiano virem mais automatizadas e artificiais. Será que o filme Wall-E acertou em representar o mundo daquele jeito? Pode ser que sim, mas também pode ser que não!Segurança do UsuárioVoltando ao assunto dos óculos, o que mais preocupa é a segurança do usuário.Com certeza, quem já viu a famosa série Black Mirror usa algo para tampar a webcam, isso porque, através da série, descobrimos que podemos ser monitorados através das nossas câmeras, celulares e outros objetos.Agora imagine estar usando um óculos com câmera e sistema inteligente todos os dias sem se sentir observado e sem privacidade. Mesmo sendo um tema para se aprofundar e meio assustador, é algo que precisa ser pensado e colocado na mesa para uma reflexão.É incrível que o mundo esteja cada vez mais evoluindo tecnologicamente, mas devemos saber olhar o lado bom e também o lado ruim.Inteligência artificial na DH Conheça o Certified Tech Developer, um curso completo de Programação, pensado e desenhado pelo Mercado Livre e Globant em conjunto com a Digital House. Nele, você aprenderá fundamentos digitais, front-end, back-end, infraestrutura, banco de dados, além de learning agility, entre outras coisas.Para mais assuntos como esse, conheça a nossa biblioteca de conteúdo.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

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Ciência de dados e inteligência artificial: qual é a relação entre elas?

Possuir a habilidade de extrair informações de valor dos dados que uma empresa coleta e saber o potencial e os possíveis usos da ciência de dados e inteligência artificial pode diferenciar uma empresa no mercado e o profissional em sua carreira.Neste artigo, você entenderá esses conceitos e a relação existente entre eles. Continue acompanhando.Qual a relação entre ciência de dados e inteligência artificial?A ciência de dados e a inteligência artificial são áreas aplicadas de forma intercambiável nas empresas. É importante saber que, embora os dados possam necessitar de alguns aspectos da IA, eles não refletem tudo. A inteligência artificial está em um processo constante de evolução e ainda há muito o que mudar e explorar.A ciência de dados é uma tecnologia que vem conquistando indústrias em todo o mundo e contribuiu para a quarta revolução industrial que ouvimos tanto falar.Isso é uma consequência da explosão maciça de informações disponíveis na internet e a crescente necessidade das organizações de se basear nos dados, para criar produtos melhores ao mercado. Isso porque é a partir deles que os negócios tomam decisões cuidadosas em suas estratégias de atuação.As várias fases e procedimentos na ciência de dados envolvem coleta, manipulação, visualização e gerenciamento de dados para prever tendências e a ocorrência de eventos futuros. Sendo assim, o profissional precisa ter um conhecimento sobre os algoritmos de aprendizado de máquina. E é aí que entra a inteligência artificial. As empresas precisam que os cientistas de dados ajudem a tomar as decisões necessárias, baseadas em dados. Eles auxiliam a entender e analisar os seus próprios desempenhos de operação e também sugerem as melhorias necessárias para impulsionar seus resultados. E também ajudam a equipe de desenvolvimento de produtos a aplicar melhorias para os clientes finais, analisando seu comportamento a partir das informações.Quanto ganha um cientista de dados e inteligência artificial?O salário de um cientista de dados inicia em R$ 4.585,00 e pode chegar até R$ 8.170,00. Sendo assim, a média salarial no Brasil é de R$ 6.144,00, dependendo das habilidades técnicas e experiências, lembrando que essas habilidades também incluem a manipulação de algoritmos de IA.Já o salário médio do profissional que decide trabalhar focado 100% na inteligência artificial, como um engenheiro de machine learning, por exemplo, segundo o site Glassdoor, é de R$ 6.772 por mês, podendo chegar a R$ 16.000,00, para nível sênior, aqui no Brasil. Os valores costumam variar conforme o porte da empresa e a experiência do trabalhador.Como é o curso de ciência de dados e inteligência artificial?Atualmente, o grande desafio dos profissionais é acompanhar as mudanças da tecnologia. Não são só os cientistas de dados e especialistas em inteligência artificial, pois essas transformações afetam todo o mercado de trabalho de uma forma geral.Os profissionais que dominam as habilidades de interpretar dados ou usá-los para promover mudanças e basear suas decisões serão sempre essenciais e ainda mais valorizados se houver o pleno domínio da inteligência artificial, para poupar tempo e o gasto de recursos.O Brasil carece de profissionais qualificados em tecnologia, formando anualmente 46 mil novas pessoas para trabalhar nas diferentes carreiras. É um número baixo de acordo com estudos que preveem a necessidade de 420 mil novos trabalhadores até 2024.Sendo assim, a recomendação é para que você não se preocupe com as mudanças do mercado de trabalho, mas invista no seu conhecimento e entendimento das novas tecnologias.O curso de Inteligência Artificial da Digital House (DH) é voltado para profissionais que já possuem experiência na área, além da familiarização com cálculos, probabilidade e estatísticas e conhecimentos básicos de machine learning.A maioria dos profissionais que optam por escolher a jornada são cientistas de dados que querem aprender novos conceitos e processos. Confira os principais:• Fundamentos da aprendizagem profunda.• Como construir redes neurais e liderar com sucesso projetos de machine learning.• Redes convolucionais, RNNs, LSTM, Adam, Dropout, BatchNorm etc.A DH é a maior referência de instituição para aprendizado de habilidades digitais da América Latina e entende a importância da inteligência artificial para o crescimento da tecnologia e o sucesso das empresas no mercado.Inscreva-se no curso e seja um especialista capaz de lidar com os desafios atuais e, consequentemente, do futuro, desenvolvendo diversas soluções inovadoras para processos organizacionais, entre outros campos.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)