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Data Science ou Data Analytics: qual o meu nível de conhecimento?

Data Science ou Data Analytics: qual o meu nível de conhecimento?
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22 de março de 2019
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Coordenador dos cursos de dados da Digital House explica diferenças entre os cursos Data Science e Data Analytics


Você já parou para pensar na quantidade de dados que são gerados espontaneamente a cada interação de usuários a partir de seus computadores ou dispositivos móveis? De acordo com uma pesquisa de 2017 desenvolvida pela empresa americana Domo, nos últimos cinco anos, a Internet ganhou mais de um bilhão de novos usuários. A pesquisa apurou ainda que 2,5 quintilhões de bytes de dados são gerados por dia: só no Instagram, 46.740 fotos são postadas por minuto. Em todo o mundo, nas mais diversas áreas do mercado, as informações que podem ser extraídas dos dados estão transformando as relações de negócios.

Nesse contexto, novas direções acadêmicas preparam profissionais diferenciados para oferecer soluções personalizadas. Os cursos de dados abrangem uma área bastante ampla de estudos multidisciplinares. Para saber por onde começar, é necessário definir prioridades. Analista ou cientista de dados? José Borbolla Neto, Coordenador dos Cursos de Dados da Digital House, explica a seguir em alguns tópicos as principais diferenças entre Data Science a Data Analytics para orientar essa escolha.

Data Science X Data Analytics: o que muda?

O que varia entre os dois cursos é o nível de profundidade em disciplinas mais técnicas. O cientista de dados deve ir além das competências práticas de um profissional de TI (Tecnologia da Informação). Ele deve fazer uma conexão entre questões teóricas e visão de negócios. É importante ser multidisciplinar e ter noções de estatística, programação, algoritmo, matemática, business e design.

Nível de complexidade (para o cientista de dados)

O cientista de dados lida com problemas em que a quantidade de dados e o volume de informações é muito grande. Imagine trabalhar em um banco, por exemplo: dependendo da natureza do problema, há vários caminhos que podem ser percorridos. São dados de fontes diferentes que precisam "conversar" entre si. O profissional desta área será capaz de captar, manejar, modelar e operar grandes volumes de dados, construindo soluções completas, algoritmos, APIs, entre outros, em situações de negócio com altos níveis de complexidade, com o objetivo de transformar dados não estruturados em inteligência estratégica.

Nível de complexidade (para o analista de dados)

Para o analista, possuir um nível introdutório das disciplinas técnicas é suficiente. O profissional utiliza as principais ferramentas disponíveis no mercado para lidar com um volume menor de informações e problemas de menor complexidade. Dados não estruturados são organizados e posteriormente cruzados pelo analista, para que, assim, possa haver um melhor aproveitamento das informações. "Data Science e Data Analytics são perspectivas diferentes e complementares para um mesmo grupo de conhecimentos.

Em Data Science, nos aprofundamos nas camadas mais técnicas de banco de dados, programação, estatística, algoritmos, modelagens etc. Por sua vez, em Data Analytics abordamos estas questões mais técnicas de maneira introdutória, enquanto o foco principal fica no tratamento e organização dos dados, principais ferramentas de BI/análise, além de elementos e técnicas relacionadas à visualização e apresentação das informações", explica Borbolla.

Dados são oportunidades de negócios

Com o avanço tecnológico, a quantidade de dados disponíveis é cada vez maior e representa novas oportunidades de negócios. “Temos aí um ouro bruto que deve ser explorado, e isso vale para todas as áreas profissionais - dos bancos aos hospitais, as possibilidades de aplicações são diversas", comenta Borbolla. "O estudo dos dados representa um processo de transição para uma nova área, uma oportunidade de mergulhar no mercado de trabalho mais bem preparado, transformando dados não estruturados em insights de negócios. Data Science e Data Analytics não são duas áreas distintas, apenas tratam de especialidades diferentes". Aproveite para saber por que dados é a o profissão que é a mina de ouro dos negócios.

Perfil do profissional

A velocidade das mudanças tecnológicas impacta diretamente no perfil de quem trabalha na área. Uma camada de dados deixou de ser invisível e passou a revelar e gerar informações que podem ajudar a tornar o comportamento dos consumidores previsíveis, segmentando-os por perfis comportamentais ou psicológicos. O conhecimento prático, a visão de negócios, as habilidades técnicas e científicas desenvolvidas durante os cursos de dados tornam os profissionais aptos a lidar com problemas e prontos para utilizar ferramentas que automatizam processos. Quer saber mais? Descubra agora como começar uma carreira em dados.

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É difícil começar algo novo quando não se tem ideia do primeiro passo que é preciso tomar para iniciar a jornada. Esse é o questionamento de muitas pessoas que buscam fazer uma transição de carreira, principalmente para aqueles com interesse em se tornar um cientista de dados. Sobre esse tema, já falamos em outro artigo quais são as principais habilidades e competências necessárias (e demandadas pelo mercado de trabalho) para iniciar uma carreira em dados. Mas quais são os passos anteriores ao curso de Data Science, ao treinamento do pensamento lógico ou ao networking?Os professores do curso de Data Science da Digital House se prontificaram a responder uma simples pergunta que faz todo a diferença para quem quer ingressar nesta nova carreira: qual é o primeiro passo para quem quer se tornar um cientista de dados?Quebre paradigmasPara o professor Victor Morganti, o primeiro passo é “desconstruir a ideia de que a profissão é puramente ferramental”. Muitos são atraídos pela profissão por encontrar semelhanças com o dia a dia de profissionais de TI, no entanto, Victor alerta que o cientista de dados possui desafios muito diferentes.“O dia a dia do cientista de dados é permeado por questões e decisões de negócios”, conta o professor. E neste cenário, ser um profissional multidisciplinar e com experiência em áreas diversas não é só um diferencial, como também uma característica essencial da profissão.Sendo assim, ao ingressar nesta carreira é importante ter em mente que, mais do que administrar ferramentas, você administrará problemas e conflitos reais. LeituraNós já indicamos uma lista de leitura para quem quer ingressar na área de dados, mas a professora Caroline Oliveira destaca a editora O’Reilly como a melhor para quem ainda nem começou. “A coleção de livros possui exemplares desde o básico até níveis mais avançados e é uma ótima coletânea para te dar uma base antes de iniciar um curso, por exemplo”. A Editora Novatec distribui os livros da O’Reilly no Brasil em português, mas você pode encontrar versões originais em sites como Estante Virtual (e já pratica o inglês).Assista vídeosUma forma dinâmica e rápida de aprender ou se inteirar é através de vídeos na internet. Ambos os professores, Victor e Caroline, indicaram vídeos para entender melhor a carreira de dados antes de apostar em uma mudança drástica.A professora Caroline recomendou “perder-se” pelos muitos TEDs sobre Dados. Os breves vídeos de até 20 minutos com especialistas não só dão uma dimensão da importância dos dados no mundo atual, como também mostram sua utilização nas mais diversas áreas.Cientistas de dados do mundo inteiro podem ser vistos falando sobre a profissão, seus rumos, o lado positivo e o negativo, e seu papel em nossa sociedade.Pesquise vagasA melhor forma de saber o que você precisa aprender para ser um profissional de dados é indo direto à fonte: o mercado de trabalho. Pesquise por vagas na área em diferente países e níveis: júnior, pleno e sênior, para compreender quais são os principais requisitos exigidos em cada etapa e ganhar uma ideia de como deve ser desenhado seu plano de carreira.Participe da comunidadeUma fonte inesgotável de dicas, informações e aprendizados é a comunidade de cientista de dados, que reúne profissionais e entusiasta da área. Fóruns de discussão, grupos em redes sociais, Summits e Workshops reúnem não só as pessoas que fazem parte da Ciência de Dados, mas que também questionam sua atuação e quebram barreiras. Além de ser informativo, é uma experiência que alivia momentos de ansiedade. Afinal, não é ótimo saber que outras pessoas já enfrentaram determinados problemas na mudança de carreiras e agora possuem experiência para te ajudar e te guiar?Para saber mais sobre ser cientista de dados, faça uma visita à Digital House, conheça nossos professores e as soluções que oferecemos para transições de carreira.

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Qual a diferença entre front-end e back-end

Se você decidiu entrar no universo da programação, já está ciente de que essa área contempla inúmeras opções de atuação e diversas linguagens, o que pode deixar tudo um tanto quanto confuso! Quantas vezes você encontrou alguma oportunidade de trabalho na qual você não sabia muito bem qual o papel, como atuar e o que ela significava? Porém, justamente essa diversificação é que faz a carreira de desenvolvedor tão atrativa! E, para esclarecer um pouco e ajudar no seu caminho, vamos falar de uma das maiores dúvidas para quem está começando: o que diferencia o profissional de back-end do profissional front-end? Que habilidades cada um deles requer?O que é Back-EndPara mostrar as diferenças, vale começar com as definições de cada atividade.Basicamente, quando falamos dos “bastidores”, ou seja, o servidor e o banco de dados que ajudam a fornecer as informações ao usuário de uma interface, falamos do back-end. É a parte do site que você não tem contato direto (a não ser que você seja um profissional da área, claro!).O back-end é uma parte fundamental de qualquer site ou aplicação na web. Se você está lendo esse texto, por exemplo, é um sinal de que a comunicação com o servidor obteve sucesso e isso se deve, provavelmente, a um profissional de back-end!Quem prefere se especializar como desenvolvedor back-end vai atuar com lógica, com a funcionalidade do site, regras, segurança e integridade de banco de dados. Ou seja, para viver os “bastidores da internet” requer muita paciência, cuidado e concentração constante!O que é Front-EndSe back-end é o desenvolvimento da parte da web que não vemos, o front-end, por outro lado, é toda a parte visível das aplicações e sites. Essa área não lida diretamente com banco de dados, servidores e todas as aplicações complexas do back-end, mas cuida da usabilidade, efeitos visuais, velocidade de carregamento, etc.De maneira mais direta, o Desenvolvedor de Front-end fica responsável pela interação direta com o usuário, e por isso acaba desenvolvendo cuidando do lado mais visual das aplicações, como o cuidado com cores, botões, links, menus, e tudo o que vemos numa página quando estamos acessando.Justamente por conta disso, um profissional front-end precisa ter um olhar constante para a melhor Experiência do Usuário. Ou seja, as preocupações de front-end e back-end são opostas, porém complementares. Os desenvolvedores de front-end e back-end devem sempre trabalhar em conjunto para que o aplicativo ou site funcione corretamente.Pode atuar com front-end e back-end ao mesmo tempo?Com experiências e habilidades tão opostas, será que é possível trabalhar com interface e servidor ao mesmo tempo? A resposta é sim! Inclusive, uma pessoa qualificada para fazer as duas atividades é bastante demandada no mercado e é bem valorizada!Quando o profissional de programação atua nas mais diversas partes do projeto, ou tem conhecimento tanto de back-end quanto de front-end, ele é chamado de Desenvolvedor Full Stack.O desenvolvedor Full-Stack é um profissional mais flexível, com visão mais completa do negócio, que vai atuar do início ao fim de um projeto. Provavelmente, isso demandará o conhecimento de diferentes tecnologias e linguagens de programação, ainda mais se for o caso de atuar sozinho.Neste caso, a principal dica para quem está começando a programar é estudar muito sobre todas as áreas do Desenvolvimento Web, conhecer as linguagens de programação mais utilizadas atualmente e entender quais habilidades que mais parecem adequadas ao seu perfil.

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Viva a experiência Digital House em São José dos Campos!Nascemos com a missão de capacitar profissionais na área digital. Somos um hub de tecnologia e educação para formação de profissionais de alta performance. Te desafiamos a pensar como realizador de ideias em vez de deixá-las só no papel. Chegamos ao Brasil em 2018 e, nesses 2 anos, já formamos mais de 3 mil alunos em nossos cursos: Marketing Digital, Programação, Dados, UX e Gestão de Negócio Digital. Em 2020, queremos que mais pessoas tenham oportunidade de viver a experiência de ser um aluno Digital House. Chegamos em São José dos Campos com os curso de Programação Web Full Stack e Marketing Digital, em parceria com a Workflex, coworking com ambiente inovador, localizado no coração do Jardim Aquárius, no Edifício Infinity Tower. Os joseenses e vale paraibanos interessados em fazer nossos cursos, que têm início em março, já podem se inscrever no site da Digital House;Acreditamos que a melhor maneira de adquirir habilidades digitais é com a metodologia de “aprender fazendo”, que integra teoria e prática de forma constante. Queremos que os alunos tragam suas ideias e consigam encontrar as respostas para seus desafios. A interação constante com professores que têm experiência real no mercado possibilita que eles sejam orientados no melhor caminho para o sucesso.Preparado para viver essa experiência com a gente?Faça sua inscrição para que possamos entrar em contato com você. #VemSerDigital!