MENU

| BR

Campus

Cursos

Programas Executivos

Programas Executivos

Paises

CX como diferencial competitivo para profissionais de tecnologia

CX como diferencial competitivo para profissionais de tecnologia
#Carreira
10 de maio - min de leitura

O mundo do Customer Experience pode ser uma habilidade e tanto para quem trabalha com tech. Neste post em parceria com a Zendesk, empresa referência em CX, você vai entender com Ivan Preti, Principal Technical Account Manager, como se aprofundar sobre experiência do cliente faz a diferença na sua carreira.


A digitalização assumiu de vez um papel decisivo nas nossas rotinas em 2020, seja para trabalhar (sem sair de casa, para muitos de nós), assistir a aulas online ou até mesmo consumir itens e serviços básicos. Desde pedir comida até fazer compras no supermercado, dentre outros hábitos essenciais, passamos a recorrer à internet para suprir muito mais necessidades do que antes.

Em meio às medidas de distanciamento social, nunca precisamos tanto da tecnologia para simplesmente viver uma vida normal, embora bem mais conectada do que antes. Mas os efeitos dessa transformação digital acelerada, que claramente afetam o nosso trabalho, relacionamentos e estilo de vida, não acabam aí – e certamente continuarão sendo sentidos por muito tempo. E é por isso que os profissionais de tecnologia precisam estar preparados para o que vem pela frente.

Para esse grupo, em particular, sejam aqueles que dão seus primeiros passos na carreira ou os que buscam atualização constante e novos desafios, é preciso ter em mente o que mudou nas necessidades do mercado nesse novo contexto. Grande parte das empresas ainda busca meios de compreender e transformar a maneira como elas precisam se relacionar com os clientes, que se tornaram ainda mais empoderados pela enorme variedade de ofertas que a pandemia (e a consequente digitalização) ajudaram a levar para dentro das suas casas.   

Não por acaso, você deve ter percebido que o termo “experiência do cliente” (também identificado pela sigla ‘CX’) tem sido usado com muito mais frequência do que antes ao longo dos últimos 12 meses. Embora essa tendência não seja exatamente uma novidade, ela foi impulsionada de vez durante a pandemia, em nome de uma forma mais eficiente, personalizada e engajadora de interagir com os consumidores. 

Ter uma visão estratégica voltada para o cliente e focada nas melhores práticas de CX é um importante diferencial competitivo que precisa fazer parte do currículo de qualquer profissional que entrega valor por meio da tecnologia. É essa nova realidade que nos leva às conclusões da pesquisa CX Trends 2021, da Zendesk

Só para se ter uma ideia da importância desse tema, 82% dos brasileiros admitem que gastariam mais em troca de uma boa experiência online – o que inclui, por exemplo, a oferta de transações rápidas e fáceis.

Nos próximos parágrafos, convido você a mergulhar nessa filosofia de experiência do cliente, em como ela pode impulsionar carreiras e por que vivemos hoje um ponto de virada digital.

3 anos vividos em apenas 1

A presença do cliente no centro das decisões faz parte de muitas mudanças observadas nesse contexto. Metade das companhias avaliam terem avançado até 3 anos em 1 quando o assunto é transformação digital, segundo o estudo da Zendesk. Ao mesmo tempo, 70% dos líderes de negócios enxergaram que agora é o momento certo de acelerar de vez a adaptação a avanços nunca antes vistos no modelo de trabalho.

Tudo isso é, na verdade, uma resposta ao chamado ‘ponto de virada digital’. Estamos falando de um momento-chave que separa as empresas mais avançadas digitalmente daquelas que ainda carecem de investimentos em tecnologias, processos e pessoas que podem tornar os negócios mais preparados para esses novos tempos. 

Em outras palavras, é preciso escolher em que lado se quer estar: naquele que mantém em vantagem as empresas (e, por extensão, os seus colaboradores) mais amadurecidas nessa jornada da digitalização; ou naquele dos que carregam o árduo desafio de guiar um carrinho de rolimã para tentar ultrapassar um carro de Fórmula 1.

Nada disso, porém, justifica que essas transformações começaram a acontecer recentemente, após a eclosão da pandemia da COVID-19. O que estamos vivenciando agora é a fase mais recente de um longo processo de transformação no modelo de fazer negócios – que coloca as ofertas orientadas a serviços acima do produto em si, em busca de atender às novas demandas do mercado.

Os ventos agora sopram para a experiência

Vender facilidades, benefícios e conveniências, e não somente um certo produto, é uma visão que ganhou força com o ‘boom’ da internet doméstica nos anos 1990, que colocou os clientes no centro das estratégias dos negócios. Foi assim que os consumidores passaram a usufruir (e a exigir, com razão) serviços específicos como personalização, manutenção e disponibilidade – que se tornaram viáveis por meio da digitalização.

As atuais mudanças têm como origem essa mesma visão disruptiva, que desde sempre provocam transformações na forma como os profissionais de tecnologia trabalham no desenvolvimento e na oferta de um produto. Mas os novos ventos, desta vez, sopram em direção à experiência do cliente. Não é por acaso que 76% dos brasileiros consideram que o CX é mais importante para eles hoje do que há um ano.  

As melhores práticas de CX têm entre os seus maiores diferenciais o cuidado, a humanização e a empatia em todos os pontos de interação entre empresa e consumidor ao longo da jornada de compra. Ou seja: tanto quanto dispor de ferramentas que agilizam o trabalho e o desenvolvimento de novas soluções, um bom profissional de tecnologia precisa também se colocar no lugar do cliente. Afinal de contas, parte significativa da experiência de compra é avaliada pela forma como o consumidor é tratado e beneficiado pelo serviço que lhe é entregue – algo que hoje está no mesmo patamar de importância do preço e do produto em si.

Uma nova visão, agora mais ‘tech’

A adoção de uma visão focada no sucesso do cliente (ou ‘Customer Success’) pelos profissionais de TI resulta em experiências únicas, personalizadas e fidelizadoras, capazes de gerar uma recordação positiva da marca na mente das pessoas. Essa filosofia também abre espaço para a voz do consumidor, com ofertas pensadas especificamente para atender às suas preferências. Isso precisa ser fruto de uma cocriação entre empresas e pessoas – e não apenas do que a organização é capaz de oferecer.

Para viabilizar as melhores práticas de CX, a tendência é que todas as empresas, das mais tradicionais às nativas digitais, se tornem “techs”, como as fintechs, edtechs, insurtechs, foodtechs etc. Na prática, não importa qual seja a sua função dentro de uma equipe qualificada de profissionais de TI – programador, designer, engenheiro de software, analista de sistemas, arquiteto de redes, administrador de bancos de dados etc. É preciso garantir que a companhia tenha a tecnologia na base de sua operação, com todos os recursos humanos e de infraestrutura necessários para isso.

Mas como você pode ajudar a sua organização a chegar a esse nível? O primeiro passo é buscar interlocução com as lideranças para reavaliar o alinhamento da cultura corporativa. Sair do modelo de produto, passar pelo modelo de serviço e chegar até o modelo de experiência focado no cliente é uma trajetória necessária para qualquer empresa e colaborador que deseja estar além do ponto de virada digital – e à frente dos concorrentes. Importante levar em conta que 83% dos consumidores brasileiros consideram abandonar uma empresa depois de mais de uma experiência ruim.

Transformação: uma filosofia de trabalho

Alguns caminhos podem ajudar qualquer profissional a abraçar essa nova mentalidade, além de apoiar as organizações a fazerem o mesmo. É possível alinhar a expectativa financeira da liderança executiva com a necessidade de mudar o modelo de oferta – saindo do produto e evoluindo para serviços e experiências. 

Também é possível disseminar para os colegas da equipe essa visão voltada à transformação, fazendo com que ela se torne um valor corporativo. Isso permite engajar outros colaboradores como você em torno de uma filosofia de trabalho mais dinâmica, valorizando a ‘cultura do erro’ diante da rapidez das transformações no mercado. E o mais importante, é que esta mudança venha de cima para baixo 

É importante, ainda, disponibilizar treinamentos para todos os perfis de profissionais – dos mais experientes, que buscam atualizar seus conhecimentos, aos mais jovens, que chegam ao mercado com uma formação mais digital.. Capacitar todos é essencial para que a organização construa uma visão ampla voltada à inovação e ofereça as mesmas chances para todos os perfis de colaboradores.

Vale a pena ter CX no currículo

A adoção de novos canais de atendimento – a exemplo do WhatsApp, o aplicativo de mensagens mais usado na América Latina – e o crescente uso de ferramentas de gestão pela equipe são outros elementos que reforçam a importância de uma visão direcionada para o CX no dia-a-dia dos profissionais de tecnologia.

Em 2020, dentre as empresas com alto desempenho na região, 68% contaram com um parceiro como a Zendesk, por exemplo, para expandir os canais ou potencializar o trabalho de seus times de atendimento, visando aumentar sua eficiência e produtividade. Isso foi colocado em prática com soluções que reúnem coordenação do fluxo de trabalho, inteligência artificial e automação dos processos de negócio.

Todas essas aplicações, desenvolvidas, gerenciadas ou utilizadas como ferramentas de apoio por profissionais de tecnologia, empoderam muitos negócios com a base necessária para que foquem no ‘core business’. Além de aprimorar a oferta de produtos e serviços, isso cria experiências diferenciadas para o consumidor.

A transformação digital combinada com a experiência do cliente pode ser um caminho novo para muitas empresas tradicionais que, por muito tempo, ocuparam a liderança em seus segmentos mesmo sem um investimento maciço em tecnologia. Mas isso não é motivo para ignorar a transição digital – e nem para que profissionais experientes e jovens de tecnologia deixem de aprimorar seus conhecimentos em CX. 

Hoje, a tecnologia e a nuvem tornaram as plataformas mais modernas em algo modular, escalável e democrática, o que possibilita que tanto as PMEs quanto as grandes organizações possam ter acesso às mesmas vantagens, seja qual for o perfil do negócio. E para o cliente, a comparação será de igual para igual. Ele quer boas experiências, e o profissional do futuro será a força motriz para essa nova era. 

Leia mais no blog DH:

De olho no novo consumidor Digital First

Inovação: como reinventar a minha empresa?

+ Profissões do futuro: como se preparar para 2025, 2030 e além?

E aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Outras notícias

O que é média móvel e por que está tão em alta na realidade atual? img
#Dados

O que é média móvel e por que está tão em alta na realidade atual?

No dia a dia das empresas, é muito importante que, em suas estratégias e planejamentos, as tomadas de decisão sejam baseadas em dados. Neste contexto, uma das principais ferramentas que ajudam na interpretação dessas informações é a média móvel.Esse indicador ajuda as organizações a entenderem as tendências em seus nichos de mercado. Sendo assim, de maneira mais embasada, os negócios podem saber quando é mais interessante fazer uma determinada ação ou que tipo de melhoria deve ser aplicada em seus processos, ao implantar a média móvel nas análises de dados.Quer entender mais sobre este conceito? Continue acompanhando este artigo.O que é média móvel?A média móvel é uma das ferramentas mais importantes para a análise técnica de informações, principalmente quando falamos do cenário atual do mercado, independentemente de setor ou assunto. Ele é um indicador muito utilizado em estatísticas e gráficos, onde é possível entender uma inclinação de comportamento ou de situação.Lembrando que elas só apontam uma determinada tendência quando esta já existe, de maneira que a velocidade com que os dados dela irão aparecer no gráfico depende também do tipo de média utilizada, o que explicaremos ainda neste artigo.Além de confirmar possíveis previsões, a média móvel também é capaz de sinalizar uma possível reversão, por meio da identificação de fortes movimentos nos dados mostrados em seu gráfico.Tipos de média móvelAssim como outros indicadores utilizados pelas empresas, a média móvel também possui diversos usos de dados, com cálculos que permitem o estudo e análise de informações em diferentes setores e nichos de mercado. Separamos os principais tipos e como funcionam o seu uso. Confira:Média Móvel Simples (SMA)Como o nome sugere, essa é a maneira mais simples de calcular o indicador. Ele é calculado a partir da média em um determinado período. No entanto, por ser móvel, o valor está sempre mudando, adicionando novas informações e eliminando dados muito antigos.Média Móvel Exponencial (EMA)O contexto dessa média é similar à simples, mas seu cálculo é um pouco mais complexo, a fim de proporcionar mais ênfase em dados mais recentes, com as informações antigas possuindo menos importância neste contexto. Isso torna a medida ainda mais dinâmica do que a média anterior, podendo identificar tendências de mercado mais rapidamente.Média Móvel Ponderada (WMA)Esse cálculo é uma variação da média anterior, mas ainda mais específica para tornar a linha do gráfico mais próxima possível da tendência. Para isso, a WMA acompanha o dado muito mais próximo do que a média e, ao mesmo tempo, uma análise ainda mais dinâmica do que a exponencial. Isso não quer dizer que ela é a melhor, mas pode ser mais indicada para quem prefere obter informações mais rápidas.Média Móvel de Hull (HMA)Por fim, mas não menos importante, temos a Média Móvel de Hull ou Hull Moving Average, como também é conhecida. Esse indicador apresenta menor ruído entre os tipos disponíveis, ou seja, os valores são mais exatos. Ele foi criado por Alan Hull, um dos maiores traders da Austrália.O cálculo é realizado com base na média móvel ponderada, mas também toma como base a raiz quadrada do período que está sendo analisada, suavizando os dados. Por que ele está em alta?Já faz um bom tempo que vivemos uma realidade bastante diferente, não é mesmo? Neste sentido, a complexidade da pandemia do coronavírus está presente não só no combate à doença, mas também na análise dos dados de novas infecções e óbitos.Para se entender a evolução, estabilização ou queda de contaminações, é preciso observar e analisar além dos números do próprio dia. Traçar a média móvel se tornou uma das formas mais eficazes de entender tudo isso.O recurso permite observar se o número de casos confirmados e o de óbitos têm aumentado ou diminuído em um determinado período, normalmente calculado semanalmente e em comparação com as anteriores. Talvez você esteja se perguntando: por que fazer tantos cálculos? A percepção sobre o aumento ou diminuição no número de casos é imprescindível nas tomadas de decisão do governo para as ações de combate à pandemia, como restrições e liberações. Deste modo, quanto mais preciso forem essas médias, medidas mais eficazes poderão ser tomadas e mais vidas poderão ser salvas.Uma vantagem é que esse é um indicador usado mundialmente, ou seja, permite fazer comparações não só em diferentes períodos, mas também em localidades diversas.Entenda como é calculada a média móvel no contexto da Covid-19Como comentamos, é importante calcular a média móvel na realidade pandêmica que estamos vivendo. Para isso, é preciso somar o número de casos ou mortes do dia com o dos 6 dias anteriores.Para saber a tendência, é preciso calcular a variação percentual das médias móveis em um período de 14 dias. Por exemplo, a média móvel do dia 14 deve ser comparada com a média móvel do dia 1º. Se o percentual for de até 15%, a situação é estável. Se for acima, está em crescimento, e se for mais de 15% negativo, está em queda.Seja um profissional de dados! :)Acompanhando o conteúdo até aqui, ficou clara a importância dos dados no dia a dia, não é mesmo? E além da pandemia, as empresas também precisam analisar informações para ajudar a tomar decisões mais assertivas em seus processos internos.De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), em torno de 420 mil novas vagas no mercado de tecnologia devem ser criadas até o ano de 2024. Entretanto, previsões confirmam que 150 mil delas não serão preenchidas por falta de profissionais qualificados. E isso também inclui a área de dados e suas análises.Com esse panorama, podemos entender que esse é o momento ideal para investir em um curso. Se você se interessou em seguir essa profissão, invista em sua capacitação no curso de Data Analytics da Digital House, que te proporciona toda a base de conhecimentos necessários para o seu futuro.Nossas aulas remotas são dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas com os melhores especialistas do mercado. Impulsione sua carreira ainda este ano e conquiste o seu sucesso! Não deixe também de conferir nossos materiais gratuitos e ricos de conhecimento ao seu dispor em nossa biblioteca de conteúdo e no Blog DH.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

UX Strategy: o que é e quais as vantagens de se implantar em uma empresa? img
#UX

UX Strategy: o que é e quais as vantagens de se implantar em uma empresa?

A área de UX está se consolidando cada vez mais em empresas de diferentes tamanhos, setores e configurações. Neste contexto, como um processo natural da disciplina e com o aumento da importância desses profissionais no mercado de trabalho, é normal que haja posições mais especializadas, como o UX Strategy.Acompanhe este artigo, onde te explicaremos tudo sobre a função, sua relação com a área de UX design e os principais benefícios de implantá-lo em uma empresa.O que é UX Strategy?UX Strategy ou estratégia de UX, como também é chamado, é a construção e elaboração de toda a abordagem que está por trás do processo de desenvolvimento de um produto digital.Neste contexto, o profissional é o especialista que auxilia o negócio a entender quais são as suas metas e objetivos em relação às necessidades de seus usuários e, consequentemente, as experiências que terão, de modo a traçar o melhor caminho para que tudo seja atingido de forma assertiva.Uma estratégia de UX bem construída deve certificar-se de que a visão, a missão, os desejos dos clientes e as habilidades técnicas do negócio estejam todas bem alinhadas. Com isso, o profissional poderá trabalhar da melhor forma para oferecer soluções que atendam todas as expectativas.Qual a sua relação com o UX Design?Como comentamos, o UX é uma área que vem se consolidando no Brasil em diversas empresas. E a ramificação de funções mais específicas acaba sendo uma consequência natural de tudo isso, para que a área e o processo funcionem da melhor forma possível dentro dos negócios. Uma delas é o UX Strategy.Quando falamos da relação e diferença entre o UX Design e o UX Strategy no dia a dia, o primeiro possui suas ações e trabalhos com foco mais na evolução do produto, enquanto o UX Strategy foca no business.Basicamente, o UX Strategy é o profissional que lidera o projeto em que o UX designer atua, pois é ele quem define as estratégias a serem seguidas. Em outras palavras, podemos dizer que um foca mais na parte teórica e o outro, no caso o UX Design, foca na prática, ou seja, no desenho e no desenvolvimento do produto final.No dia a dia, nada impede que o UX designer também possa desenvolver uma estratégia. Mas quando falamos do mercado atual, a especialização do profissional é algo essencial para que as coisas aconteçam da melhor forma dentro das empresas.Isso porque contribui para que o negócio desenvolva um trabalho melhor, economizando recursos, pois os profissionais especializados podem resolver problemas com mais qualidade e em menos tempo.Agora que você já sabe o que é UX Strategy e sua relação com UX Design, deve saber também que realizar um curso na área é uma ótima alternativa para adentrar na carreira, adquirindo uma base sólida de conhecimentos para utilizar no dia a dia em grandes empresas.Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário (UX). Além de ensinar o processo como um todo, ele também aborda o UX Strategy de forma detalhada, ou seja, caso o aluno deseje, é possível se especializar nisso.Todos os alunos também podem participar do programa de apoio à recolocação (gratuito), além de feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day). Inscreva-se e impulsione sua carreira agora mesmo!Qual é o papel de um UX strategist?Quando falamos sobre o papel do profissional, sem dúvida, temos que considerar o livro “UX Strategy” escrito por Jaime Levy, que se tornou uma referência para a carreira e traz 4 papéis essenciais para um UX strategist. Confira:Estratégia de negóciosQuais são os diferenciais da marca? Como ela irá se posicionar no mercado? Como fazer com que o produto seja viável? Essas são algumas perguntas essenciais para que o profissional tenha uma visão ampla do nicho em que atua e a estratégia do seu próprio negócio. É preciso estar alinhado com a missão e os valores da empresa ou produto com o qual trabalha.No dia a dia, a partir desse papel, o profissional irá implementar design sprints, saber priorizar ações e encontrar soluções efetivas, que sejam interessantes tanto para o público quanto para a empresa.Inovação de valorUm dos papéis do UX strategist é definir como a empresa vai gerar valor para o público a partir da inovação e a diferenciação, alinhadas com o baixo custo de implantação de ações.Pesquisa com usuáriosComo o objetivo é oferecer as melhores experiências do usuário, é essencial que a pesquisa com o público-alvo seja um dos papéis principais do UX strategist. Isso porque, no mercado, não há mais espaço para achismos e todas as decisões de um bom planejamento devem ser tomadas a partir de dados.Experiência do usuárioPor fim, este último papel, que se relaciona muito com o anterior, se baseia no entendimento de todas as sensações de um usuário ao ter contato e interagir com o produto ou serviço desenvolvido. É preciso analisar e considerar todos os feedbacks para aplicar possíveis melhores e obter uma melhor performance. Quais são as principais vantagens de implantar o UX Strategy em uma empresa?Implementar o UX Strategy pode trazer diferentes benefícios para um negócio. Separamos os principais. Confira:Otimização e simplificação do acompanhamento dos padrões de comportamento dos usuários.Integração de diferentes times em torno da mesma visão de negócio.Mensuração de resultados para tomar decisões baseadas e orientadas por dados.Validar suposições e evitar achismos.Minimizar riscos e deixar os processos mais assertivos, pois identifica as necessidades reais dos usuários ainda no início de um projeto.E aí, gostou do conteúdo? Se sim, recomendamos que leia também nosso artigo sobre a carreira de UX writing, onde te contamos 5 grandes dicas para ingressar na carreira.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Valor de marca: o que é e qual a sua relação com o marketing digital? img
#Marketing

Valor de marca: o que é e qual a sua relação com o marketing digital?

No mercado, dentre as inúmeras opções de marcas, existem produtos que, apesar de possuírem a mesma função e serem semelhantes, são mais caros do que o outro e, mesmo assim, possuem clientes fiéis. Você já deve estar acostumado com essa situação. Mas você já refletiu o porquê disso? Neste contexto, vamos falar sobre o valor de marca e como ela se aplica no dia a dia.Este é um dos principais objetivos das estratégias de marketing digital das empresas, ou seja, fazer com que sua imagem se desenvolva de maneira que as pessoas se interessem por ela, além dos próprios produtos. Continue acompanhando este artigo para entender essa dinâmica de maneira clara.O que é valor de marca?Quando falamos sobre o termo, também conhecido como brand equity, em inglês, estamos falando sobre a relação do valor de produtos e/ou serviços com a força que a marca possui no mercado de consumo.Isso quer dizer que a imagem dela é reconhecida pelas pessoas, tanto pela eficiência quanto a boa experiência de tudo que oferece, sua história, status, percepções de mercado e/ou valores emocionais que variam para cada pessoa.Muitos fatores podem contribuir para a construção de uma boa imagem, como a qualidade, ponto de venda, conteúdos em seus diferentes canais, site, embalagem, psicologia das cores, identidade corporativa, entre outros.Sendo assim, construir um valor de marca é importante para qualquer organização que queira se manter firme em um mercado tão competitivo.Valor de marca no marketing digitalNo marketing digital, o valor de marca é uma estratégia essencial para as empresas. Não é nenhuma novidade que, nos últimos anos, tanto as organizações quanto as pessoas passaram a migrar para a internet, adquirindo novos comportamentos e hábitos de consumo, onde se inclui a aquisição de novas informações e entretenimento nesse meio digital.Para se ter uma ideia, dados mostram que 74% dos consumidores brasileiros fazem diferentes pesquisas nas redes sociais a respeito dos produtos que querem comprar. Além disso, ainda na mesma fonte, consta que 86% dos brasileiros são adeptos ao consumo online.Tudo isso foi impulsionado ainda mais com a pandemia, marcando uma tendência de consumo que se manterá mesmo com a normalização das atividades e o fim do isolamento social das pessoas. Isso nos leva a entender que a presença online não é mais um diferencial para as marcas do mercado, mas, sim, um fator de sobrevivência no meio de tantas opções.É por isso que gerar valor de marca acaba sendo um objetivo presente no marketing digital, podendo ser notado de diferentes formas, seja em um conteúdo, nas campanhas, entre outras ações e opções existentes dentro da área, atraindo leads e aumentando as vendas.Você possui interesse em ingressar nessa área profissionalmente e colocar todas essas ações em prática? Na Digital House, temos o curso de Marketing Digital, onde o aluno é capacitado a dominar as principais ferramentas e estratégias do mercado atual, podendo gerar valor para diferentes empresas.As aulas são online, 100% ao vivo e ministradas por especialistas da área, que estão no mercado. Inscreva-se agora mesmo e garanta o seu futuro profissional!Qual a diferença entre branding e brand equity?O branding é um termo que vem se tornando cada vez mais conhecido dentro do mercado. Em resumo, trata-se da gestão de marca, ou seja, é o desenvolvimento e a implantação de diferentes trabalhos, estratégias de posicionamento para desenvolver a imagem de uma empresa no mercado.Com isso, podemos entender que o objetivo final do branding é gerar brand equity ou valor de marca, como também é conhecido. Vamos pensar como isso funciona na prática? Imagine, por exemplo, uma camiseta lisa, sem nenhum símbolo ou logo visível. Agora pense também na mesma camiseta com o logotipo da Gucci. Isso mostra o poder de determinadas empresas e é isto que o marketing digital considera como valor de marca.É através disso que as pessoas avaliam o preço, relevância, suas emoções com uma empresa, fidelidade e autoridade, ou seja, pontos muito importantes dentro do branding.Exemplos de valor de marca no mercadoNós acabamos de colocar um exemplo sobre como o valor de marca pode fazer a diferença para uma empresa. Neste contexto, aprender com as grandes organizações a utilizar o seu valor para impactar o mercado e garantir o sucesso dos seus produtos é algo essencial para qualquer negócio.Sendo assim, separamos mais três marcas que possuem grande crescimento e relevância dentro de seus setores. Confira:AppleEssa poderosa corporação é um dos maiores exemplos de como o valor de marca faz toda a diferença. Já parou para pensar na quantidade de pessoas que fazem filas nas portas das lojas quando há o lançamento de um novo modelo da empresa?Algumas vezes, as especificações técnicas de seus produtos nem sempre são melhores do que de seus concorrentes. Mas, mesmo assim, a Apple consegue se consagrar no mercado através de diversos diferenciais, como seu próprio design, atraindo uma legião de fãs.Quando você compra um de seus produtos, você não está comprando um smartphone, por exemplo, mas sim um iPhone. Quem o adquire possui a sensação de pertencer a um grupo seleto de pessoas.HavaianasNo Brasil, a empresa é um dos maiores exemplos de brand equity no mercado. A marca possui um reconhecimento tão grande, que muitos dos seus produtos são referidos pelo próprio nome Havaianas, ao invés de dizer o objeto em si.Um ponto interessante é que muitas das campanhas de marketing digital da organização possuem um toque humorístico. Isso contribuiu muito para desenvolver uma identificação com seus consumidores, gerando mais valor no mercado.Coca-ColaO valor de marca da empresa é tão grande, que a identidade visual dela serve de inspiração para muitos estilos, sejam em trabalhos gráficos até decoração de ambientes. Sua tipografia específica faz com que qualquer pessoa saiba identificar a marca, mesmo não sendo um consumidor frequente de seus produtos.Ou seja, a empresa investiu muito no seu branding. O slogan "abra a felicidade", de suas campanhas, traz o conceito de que você não está bebendo um refrigerante apenas, mas, sim, consumindo felicidade.Com essa ideia, sua legião de fãs só aumentou e, hoje, milhões de pessoas em todo o mundo consomem seus produtos.E aí, gostou dos exemplos? Possuir grandes marcas como inspiração e entender os cases é uma ótima maneira de entender o que é possível fazer para inovar e impactar o mercado, gerando valor de marca e rentabilidade aos seus produtos.Quer aprender mais? Confira também o nosso artigo sobre o que é tráfego orgânico e como gerar ainda mais conversões em seu site.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)