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Como implementar cultura de feedback entre líderes e colaboradores

Como implementar cultura de feedback entre líderes e colaboradores
#UX
#Marketing
#Carreira
#Tecnologia
#Dados
28 de agosto - min de leitura

A cultura de feedback não traz resultados apenas para os colaboradores, mas também mudanças significativas para líderes que estão em constante crescimento. Veja só a importância desta prática dentro das empresas.


Muito se fala, mas pouco se entende, em profundidade, o que é cultura de feedback. Ou melhor, como fazer um feedback que impacte positivamente nos resultados, ou seja, que agregue a liderados e líderes da Era Digital.

Nestes novos modelos de trabalho, as lideranças ganham novos desafios também, onde não há muito espaço para “chefes”, mas, sim, a facilitadores de processos, empáticos e participativos na superação dos percalços que seu time enfrenta.

E é nesse tudo novo, consequência das mudanças que a Transformação Digital provoca, que este artigo se propõe a explicar como implementar cultura de feedback, sob nova configuração.  

Cultura de feedback - 1:1

Muitas vezes, pensamentos, opiniões e ideias interessantes não são compartilhados no ambiente de trabalho com as liderança, por receio de se levar duras críticas ou gerar sentimentos de tristeza ou raiva nesta exposição. 

Mas, este desafio deve ser superado, já que o diálogo agrega valor ao time, mesmo com críticas, desde que construtivas. Portanto, ser transparente faz parte desta cultura de transformação do mercado de trabalho, gerando mais confiança e empatia entre os colaboradores, uma das vantagens de um feedback.

Especialistas afirmam que essa transparência deve vir do topo da pirâmide também, pela alta gestão. Pois, quando os funcionários sabem o que está acontecendo na empresa, o engajamento e comprometimento podem ser mais orgânicos. É inclusive um pouco da proposta do framework Scrum.

Com a internet fazendo parte ativa em nossas vidas, com acesso aos mais diferentes conteúdos a todo minuto, esta democratização de informações é tendência comportamental. 

Nadar a favor desta maré de transformação, que vai além do digital, é o primeiro passo na construção de uma cultura de feedback única, a cara da sua empresa, integrada a seu propósito. 

Cultura de feedback com muito UX envolvido

A inserção de uma cultura de feedback nas organizações tem muita reflexão sobre experiência do usuário (UX) na história, já que colaboradores felizes estão bem mais propensos a serem empáticos com os clientes.

Essa conversa envolve troca de informações, impressões e pontos de melhoria, a fim de trazer uma boa experiência aos envolvidos. Abaixo, elencamos dicas para implementar a cultura de feedback, que podem ser aplicadas a colaboradores e lideranças: 

1 - A empatia mora nos detalhes

Antes de mais nada, agende a conversa com esta pessoa, veja a disponibilidade de sua agenda e seja claro no assunto. Assim, você já demonstra respeito pelo colega de trabalho antes mesmo da reunião e ainda evita causar tanto desconforto como em um feedback não estruturado.

Lembre-se de anotar os pontos fundamentais para o desenvolvimento desta conversa, apresentando exemplos ou situações. Se desejar, utilize gráficos, relatórios ou um estudo para apoiar seu ponto de vista e seja objetivo nesta apresentação. Lembre-se que há diversos tipos de feedback.

2. Seja sincero, mas escolha as palavras na hora de passar a mensagem

Explique com transparência o motivo do feedback, seja melhorias, reconhecimento ou um misto dos dois. Ouça o retorno e mostre que você se importa e procura entender seus pontos. Em situações como essas, desenvolver soft skills vai ajudar.

Dessa forma, além de realizar o feedback, é possível criar uma relação de confiança. 

3. Se precisar, se apoie em técnicas

Se você se sente seguro em usar técnicas de feedback,  a SCI (Situação, Comportamento e Impacto) é uma boa opção, já que é um modelo simples, que orienta a construção do discurso de feedback na seguinte estrutura:

Situação: situa-se o receptor com clareza sobre o tema abordado, com descrição da ocasião em que o comportamento ocorreu. Não utilizar expressões rígidas como “sempre” ou “nunca” para apresentar a situação;

Comportamento: aqui, se relata a ação ou exemplos específicos que caracterizam o comportamento do receptor (sem opiniões pessoais ou generalizações);

Impacto: descrição das consequências causadas pelo comportamento do receptor, ou seja, como as pessoas reagiram a essa ação e com os resultados obtidos.

Por exemplo:

João, nas entregas da última semana percebi que você não se atentou aos detalhes das informações (briefing). Isso fez com que a área demandada não obtivesse uma linha de raciocínio mais assertiva na arte-final. Além disso, esse comportamento me passou a impressão de que esteja muito ansioso ou atribulado, a ponto de passar o briefing sem uma análise prévia. Posso te auxiliar, caso estes sejam os desafios? 

Sendo assim, como neste exemplo da importância da cultura de feedback, a eficácia da conversa depende de um processo continuado que identifica modelos mentais, comportamentais, seus contextos e impactos.

4. Como concluir o feedback?

Aqui, depende. Se o feedback foi aplicado para apresentar elogios, a finalização pode ser no sentido de planos de continuidade ou encorajar a pessoa a compartilhar esses resultados com toda a equipe, como exemplo inspiracional/motivacional.

Essa última alternativa pode gerar oportunidades para novos estudos na área, projetos ou até ações construtivas para todo o time.

Se essa conversa for sobre pontos de melhoria, após discutir juntos as maneiras de vencer esses desafios. É importante, como gestor, você se colocar na situação, como parceiro e com olhar o mais empático possível.

Já se a sua pauta de feedback não for de cunho pessoal, você pode apresentar a circunstância e dizer, de forma clara, mas sutil, como foi o sentimento que permeia aquela ocasião.

Não se sinta intimidada(o) em dividir esta informação com seu gestor ou colega. Ela humaniza a conversa e pode ajudar a obter um caminho para solução. Aliás, você pode pedir opinião, ou, se for o líder, apresentar uma ideia de ação, usando exemplos de situações similares a essa. 

Resultado de feedback cultura organizacional

Um dos resultados mais importantes de se fazer bons feedbacks é conhecer melhor o perfil profissional de cada um da sua equipe, assim como a visão dos liderados sobre seu gestor.

Por meio desta troca, o líder pode atuar no caminho mais certo e humanizado para ter o retorno ideal com sua equipe, alinhado à cultura organizacional da empresa. E, além disso, trabalhar seus próprios pontos de gestão.

Uma excelente estratégia para se desenvolver profissionalmente, seja qual for sua posição.

A Digital House está pronta para te ajudar a transformar sua carreira com cursos focados em habilidades digitais. Neles, você aprende com especialistas a fazer na prática e a desenvolver suas competências comportamentais.

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#Dados

Como escolher um curso de análise de dados?

Se alguém procura obter sucesso profissional em sua carreira, sem dúvida, investir em um curso de análise de dados é uma ótima opção, pois, para as empresas, construir uma boa equipe de profissionais qualificados e com as habilidades técnicas necessárias está muito difícil.De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), cerca de 420 mil novas vagas no mercado de tecnologia devem ser criadas até o ano de 2024, entretanto, previsões confirmam que 150 mil delas não serão preenchidas por falta de profissionais qualificados.Com esse panorama, podemos entender que esse é o momento ideal para investir em um curso. Mas a questão é: como começar na área? Devo aprender sobre ciência de dados ou sua análise? Neste post, apresentaremos os principais pontos para construir sua carreira de sucessoCurso de análise de dados: Data Analytics ou Data Science?Obter uma certificação de um curso de análise de dados é uma ótima opção para o profissional que deseja impulsionar sua carreira. Ela mede e comprova os conhecimentos, requisitos e habilidades técnicas aos empregadores, proporcionando vantagem em um mercado de trabalho competitivo.Quem decide ingressar na área encontrará duas opções de curso de análise de dados: Data Analytics ou Data Science, e isso pode acabar se tornando uma dúvida ao procurar saber em qual deles o aluno se encaixa melhor. Vamos te contar a diferença entre eles:O Data Science (ciência de dados) é uma combinação de matemática, programação e estatísticas, na qual o profissional é responsável por organizar um volume de dados estruturados ou não estruturados, e que pode ser grande (big data), dependendo da empresa. Nessa atuação, o cientista busca por insights e encontra um padrão em comum em todos os dados coletados.Por outro lado, o especialista de Data Analytics (analista de dados) atua com todos esses grandes volumes de dados já organizados, analisando-os, a fim de criar correlações e formular novos conceitos que orientam no planejamento da empresa e suas tomadas de decisão.Ambas as áreas são forças vitais para tornar qualquer negócio bem-sucedido, pois atuam com o objetivo de extrair informações de valor que são diferenciais nos processos das organizações.O que é preciso para estudar Big Data?Um bom profissional de dados (tanto os analistas quanto os cientistas de dados) precisam saber lidar com o Big Data, ou seja, os imensos volumes de dados, não estruturados e estruturados, que estão presentes no dia a dia das organizações, independentemente de seu porte.Esses grandes volumes de dados não são processados ​​com softwares ou tecnologias tradicionais. Os dados desse processo se iniciam brutos, ou seja, não são organizados e, na maioria das vezes, são impossíveis de serem armazenados na memória de um único computador.Portanto, muitas pessoas se perguntam o que é preciso para estudar Big Data e se destacar no mercado de dados. Confira abaixo as principais características necessárias para estudar e ingressar na área:Pensamento críticoO profissional precisa ter uma visão de longo alcance, ou seja, desenvolver seu pensamento crítico, para detectar e interpretar as informações a partir de uma análise objetiva.Essa é uma habilidade que determina o sucesso do aluno quando coloca seus conhecimentos em prática. Portanto, quem pretende ingressar em um curso deve cultivar essa característica.Estudar constantementeUm bom profissional que lida com Big Data deve ter habilidade com códigos, matemática, algoritmos e saber lidar com grande volume de informações. Por isso, é necessário ter força de vontade para estudar constantemente e desenvolver suas habilidades técnicas.Familiaridade com tecnologiaPara estudar Big Data é preciso estar à vontade com a tecnologia. Na prática, o profissional deve entender as necessidades da empresa em que trabalha, sabendo analisar qual é a mais adequada para determinada demanda.Ter vontade de buscar soluçõesEssa característica é muito importante, não somente para solucionar os problemas da empresa, mas também conseguir antecipar tendências e prever possíveis situações.Qualquer um pode fazer um curso de análise de dados?A área de dados é relativamente nova no mercado. Normalmente, as pessoas que ingressam nesse campo possuem diversas origens profissionais, como Estatística, Engenharia, Administração ou Economia.Em meio a sua trajetória de carreira, todos buscam uma especialização para adquirir os conhecimentos necessários e transitar de área. Sendo assim, qualquer um pode fazer um curso de análise de dados.Por ser um campo recente, as oportunidades são inúmeras e a quantidade de profissionais qualificados ainda é escassa comparada às demandas disponíveis. Então, essa é a hora de começar a aprender sobre o assunto para quem quer se destacar no mercado!Se você se interessou em seguir essa profissão, invista na sua capacitação em um bom curso, que proporcione toda a base de conhecimento para o futuro! A Digital House é perfeita para isso! Confira a grade completa dos cursos de Data Science e de Data Analytics e escolha a que mais se encaixa com você.Nossas aulas remotas são dinâmicas, 100% ao vivo e contam com os melhores especialistas do mercado. Impulsione sua carreira ainda este ano e conquiste o sucesso! Não deixe também de conferir nossos materiais gratuitos e ricos de conhecimento ao seu dispor em nossa biblioteca de conteúdo e no Blog DH.Leia mais no blog DH:+ Qual a diferença entre data lake e data warehouse?+ Banco de dados públicos: conheça 6 repositórios de dados disponíveis+ O dia a dia de um analista de dados: responsabilidades, ferramentas e dúvidasE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;) 

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#Tecnologia

O que é typescript? Aprenda agora sobre tipagem

Minha primeira linguagem de programação foi o Javascript e, por isso, eu tenho um amor muito grande por ela. Quando procurei sobre o que é Typescript, fiquei pensando por que eu iria perder tempo tipando as coisas. Javascript é mais prático e dinâmico. Mas será? Hoje vamos entender a linguagem Typescript e como ela resolve alguns problemas do Javascript.Quando eu mudei de time na empresa em que trabalho, passei a entender o que é Typescript pode ser a resolução de muitos problemas. Trabalhar com projetos de front-end em Javascript que eu ainda não conhecia.Você já se esqueceu quais são os parâmetros de uma função ou as propriedades de um objeto e teve que ficar indo e voltando no código? Você já precisou acessar camadas e camadas do projeto até encontrar as informações que precisava para entender o retorno de uma função?Sem tipagem é assim mesmo, né? Para quem está acostumado com Javascript, pode não parecer nada de mais. Mas, depois que comecei a trabalhar com linguagens tipadas, quando estou usando Javascript, às vezes parece que estou codando no escuro. E é por isso que hoje irei apresentar o Typescript.O que é Typescript?Typescript é uma linguagem de programação criada pela Microsoft que estende o Javascript e adiciona novas funcionalidades. Ou seja, ela não é uma linguagem completamente nova e sim um superset de Javascript.O nome Typescript vem da combinação das palavras Javascript + tipo, representando sua funcionalidade adicional principal que é a tipagem estática.Para que serve Typescript?O Typescript tem tudo o que o Javascript possui e ainda resolve alguns problemas, sendo os principais a tipagem estática e o suporte à programação orientada a objetos.Com a tipagem estática é possível compreender e refatorar com muita facilidade os dados que você está trabalhando no código. A intellisense da IDE fica muito melhor. Ao posicionar o cursor em cima do dado, a IDE te informa a tipagem dele, assim como sugere as propriedades de um objeto que você estiver usando.Para quem trabalha com programação orientada a objeto, o Typescript é muito mais apropriado, com funcionalidades e sintaxe adequadas. Ele dá suporte à: encapsulamento, herança, abstração e polimorfismo.Como funciona o Typescript?O Typescript é uma linguagem compilada, possibilitando a identificação de erros, sugerindo correções antes da execução do código e gerando economia de tempo. Com Javascript, você precisa executar o código para verificar possíveis erros. Ele transpila para Javascript, ou seja, o código é convertido para Javascript no build de produção, sendo utilizado apenas em ambiente de desenvolvimento. Todo código Typescript é no fim um código Javascript. Portanto ele funciona em todo navegador e sistema operacional que o Javascript rodar. Ele trabalha com inferência de tipo, tornando opcional a tipagem de todos os elementos do código. Só será necessária a tipagem do que o compilador não conseguir deduzir automaticamente.Adotar TypeScript pode ser gradual, sem necessidade de converter todos os arquivos de uma vez. Ele aceita arquivos Javascript, podendo então substituir aos poucos a linguagem do projeto até que todo o código tenha sido refatorado.Qual a diferença entre Javascript e Typescript?Quando falamos em diferenças, é importante ressaltar que o Typescript tem tudo o que o Javascript possui, sendo então muito parecidas.Podemos dizer que as grandes diferenças de funcionalidades entre Javascript e Typescript são a tipagem estática e o suporte a OOP (Programação Orientada a Objetos) e que o Typescript é uma linguagem compilada e que transpila para Javascript.Outras alternativas:JSDocÉ possível adicionar tipagem via JSDocs, através de comentários. É uma possibilidade que auxilia na adoção parcial do Typescript em projetos pré existentes.O JSDoc é apenas uma funcionalidade que atua através de comentários, enquanto Typescript é uma linguagem com diversas funcionalidades. Pelo JSDoc atuar através de comentários, a tipagem poderá ficar desatualizada. O Javascript não irá detectar alterações na documentação e exigirá a correção da tipagem, ao contrário do Typescript.Flow Uma alternativa ao Typescript é o Flow. Eles possuem funcionalidades muito parecidas, mas o Typescript é muito mais maduro e com maior apoio da comunidade. Isso faz toda a diferença na escolha de uma tecnologia.Typescript diminui a produtividade?No início da adoção do Typescript, sim, você irá levar mais tempo devido à curva de aprendizado da linguagem. Criar a tipagem leva um tempo extra também. Mas esse tempo perdido no aprendizado e na tipagem é recuperado e até superado com o crescimento da aplicação.A tipagem ajuda muito na produtividade, principalmente para novos devs, que não dominam o projeto. Isso porque o código fica muito mais simples de ser entendido e refatorado.Quais as vantagens e desvantagensComo todas as outras linguagens, Typescript também possui os seus prós e contras. Um código tipado tem suas vantagens e desvantagens, assim como um código não tipado. Confira abaixo quais são elas:Vantagens- Tipagem estática opcional- Previsibilidade e legibilidade- Rápida refatoração- Validação do código- Adoção parcial- Melhora a documentação- Melhora o IntelliSense da IDE- Novas funcionalidades- Melhor suporte a OOPDesvantagens - Curva de aprendizado da linguagem- Tempo gasto para tipar- Configuração do projeto- Tempo pra compilar / transpilar- Possível necessidade de refatoraçãoE sorvete, você gosta?Eu poderia falar mais sobre Typescript, mas como a gente explica pra alguém que nunca experimentou sorvete que ele pode ser muito bom, apesar de ser extremamente gelado e até congelar seu cérebro se você for com muita sede ao pote?"Você escreve código para outras pessoas poderem entender."Se eu puder resumir esse artigo, a lição que quero passar é que nós não escrevemos código para nós mesmos. Nós escrevemos código para que nossos colegas de trabalho, atuais e futuros, possam compreendê-lo e refatorá-lo sempre que necessário da forma mais fácil possível.Devemos sempre pensar em como diminuir a barreira para novos desenvolvedores e desenvolvedoras, ressaltando que eles terão diferentes senioridades e pessoas júnior já tem muitas barreiras a serem vencidas.Confira meus projetos comparando Javascript e TypescriptPara essa prova de conceito, eu fiz 2 projetos com a mesma proposta, um em Javascript e outro em Typescript, para estudar e apresentar as diferenças entre eles. É um projeto simples, que consome a api do Pokémon. Confira ele aqui.Vocês podem conferir o repositório nesse link.Entenda o que é Typescript na práticaAgora que você entendeu o que é Typescript deve estar cheio de vontade de aplicar esses conhecimentos na prática. Na Digital House, você aprende desenvolvimento web através de aulas remotas, 100% ao vivo, com interação entre professores e colegas de sala. Aprenda programação mão na massa e ainda saia com um Projeto Integrador que servirá de portfólio para você embarcar para o mercado de trabalho.Leia mais no blog DH:+ Aprenda como criar um aplicativo para celular em 6 etapas+ Área da tecnologia: É preciso uma faculdade para ser programador?+Curso Node.js: o que se aprende e quais são as vantagensE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Curso de UX Design da DH: Será que é pra mim? img
#UX

Curso de UX Design da DH: Será que é pra mim?

Primeiramente para falarmos sobre o curso de UX Design da DH, vamos entender um pouquinho mais sobre o termo “UX” com o nosso querido Don Norman (O Don Norman e sua empresa Nielsen-Norman Group são atualmente as maiores referências em UX, junto com a Interaction Design Foundation).Bom, conseguimos entender pelo vídeo que UX está muito relacionado com a usabilidade e a ergonomia de um sistema, produto ou serviço. É como uma pessoa experiencia algo.Estou trazendo experiência aqui como aprendizado através da prática e da vivência, mas também (e aliás, muito importante) como um conhecimento adquirido através da utilização dos sentidos. E também comentando uma crítica do Don Norman, é mais do que fazer um aplicativo, do que ser um web designer, apesar de isso se relacionar com UX, é toda a interação de alguém com aquele produto, sendo assim não é restrito a parte física do produto somente (em uma solução digital, podemos pensar nas telas e no design visual dele). O que vou aprender no curso de UX Design da Digital House?No curso de UX Design da DH, além de entendermos mais sobre o que é User Experience, vamos aprender os conceitos básicos de como construir e melhorar um produto. Passando por todas as áreas de UX, que são basicamente pesquisar, projetar, testar e iterar. É assim que criamos uma entrega de design de qualidade. Nós gostamos muito de colocar a mão na massa, então não se preocupe, você terá a oportunidade de entender na prática como essas etapas acontecem! Para cada aula teórica, nós separamos um tempinho de prática.Ao longo do curso você aprende maneiras de pesquisar o usuário, sendo elas baseada em números (quantitativa) ou respostas abertas (qualitativa). Depois, as necessidades de negócio e como trabalhar em cima do canvas da proposta de valor, criando a estrutura de uma solução digital, entendendo seu fluxo, suas hierarquias e as tarefas do usuário.Sim, você vai fazer um protótipo do 0, com todo o suporte do UI Design e depois testar, vamos testar muito. É dessa forma que você entende os erros, os acertos e os transforma em aprendizado, melhorando a solução em um ciclo sem fim! Por fim, durante todo o processo, você terá a oportunidade de desenvolver um projeto de Experiência do Usuário para levar para o portfólio de UX, baseando-se nas ODS da ONU (Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável são um apelo global à ação para acabar com a pobreza, proteger o meio ambiente e o clima e garantir que as pessoas, em todos os lugares, possam desfrutar de paz e de prosperidade), como por exemplo, um Projeto Integrador de alunos do curso de UX da Digital House que trouxe uma plataforma que conecta grandes empresas com a periferia, oferecendo capacitação e vagas.O papel do UX Designer Ser um UX Designer é essencialmente projetar soluções para pessoas, observar o tempo todo como ela está sendo usada pelos mesmos e assim melhorá-las continuamente. É dessa forma que fazemos, passando muito tempo observando quem são as pessoas que utilizam um certo produto e entendendo as necessidades delas e como elas utilizam o produto. É entender que design é iterativo, trabalhamos sempre em ciclos.Listo, então, algumas das principais habilidades comportamentais que um UX Designer tem:- Tem afinidade com coleta e análise de dados- Flexível que consiga lidar com um processo cheio de incertezas e levar como aprendizado- Pensamento sistêmicoAlguns disclaimers: Apesar de não necessariamente precisar de uma formação acadêmica específica para entrar na área de UX (mercado de tecnologia, no geral), ainda sim é preciso estudar bastante porque temos muitas áreas correlatas! E também, apesar de nós recebermos muitas pessoas de áreas criativas, o design, necessariamente, é sobre funcionalidade. É isso que estamos fazendo, ajudando usuários a atingir um objetivo da melhor forma possível. Alguns cargos mais específicos da área de UX Design são:- UX Research: é responsável por toda a parte de pesquisa do design, aplicação de métodos e análise de dados.- UX Strategist: cargo mais ligado à área de Negócios. Esse profissional é quem lida diretamente com decisões de proposta de valor e modelos de negócios.- UX Writer: criação por todo o conteúdo escrito de um produto. Garante o melhor entendimento e alinhamento da comunicação com o usuário.- Arquiteto de Informação: definição das estruturas e hierarquias de um produto. Tem pensamento sistêmico. Geralmente é o que mais se associa ao UX Design.- UI Designer: prototipação das telas e como elas interagem com os usuários. Garante que a interface cumpra o que foi projetado pelo UX Designer e atenda a identidade visual do projeto.Curso de UX Design da Digital HouseGostou de conhecer mais sobre como funciona o curso de UX Design da Digital House? Como falamos ao longo do texto, aqui você aprende com a mão na massa. Através das nossas aulas remotas, que são 100% ao vivo, você tem a oportunidade de se tornar UX Designer aplicando todos os conceitos aprendidos na sala de aula em prática.Além disso, todos os alunos podem participar do programa de apoio à recolocação e transição de carreira, de forma que consiga alcançar os objetivos da sua vida profissional.Leia mais no blog DH:+ Entenda quais são os tipos de UX Research+ Etnografia no UX: como entender a relação do consumidor com produtos e serviços+ Prototipagem: 5 ferramentas de prototipação que você precisa conhecerE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)