Cultura de dados dentro das empresas: como criar um pensamento data-driven?

Cultura de dados dentro das empresas: como criar um pensamento data-driven?

Em um mercado cada vez mais competitivo, aprender como implantar cultura de dados pode somar pontos na conquista de novos clientes e na retenção dos já existentes, saindo na frente da concorrência.

Isso quer dizer que criar uma cultura de dados nas empresas é um investimento rentável, pois estabelece estratégias mais concretas na hora da tomada de decisões.

Entenda neste artigo os benefícios de uma cultura orientada a dados e como se preparar para os desafios no meio do caminho.

Como implantar cultura de dados nos mais diferentes tipos de negócios

Uma cultura orientada a dados é aquela que firma resoluções que trazem resultados mais precisos para os mais diversos segmentos de mercado, por meio da coleta de dados e análise.

Porém, para que esta dinâmica seja um fato, as companhias precisam minerar dados de maneira organizada, em seus diversos departamentos, para que o processo não sofra limitação de acesso.

A cultura de dados nas empresas, também chamada de cultura analytics, permite que esse mar de informações seja compilado em um só lugar, para que todas as áreas da instituição tenham acesso fácil e ágil àquelas informações.

Esse patamar de gestão orientada por dados exige um mindset ágil, vontade de transformar e um passo de cada vez.

Passo a passo para implementar uma cultura de dados

Antes de dar o primeiro passo, tenha em mente que todas as equipes envolvidas devem fazer uso de uma cadeia de fornecimento de dados unificados e em constante atualização.

Além disso, todos precisam conhecer seu público e a definição do negócio. Essas são algumas informações importantes que devem ser definidas, disseminadas e assimiladas pela equipe de dados.

Ok, sabemos que, na prática, o processo é bem mais complexo. Portanto, separamos três diretrizes que tornarão possível não só a implantação da cultura de dados na sua empresa, como ajudarão a alcançar os benefícios dela a médio prazo.

Trabalhe com métricas

Estabeleça as principais métricas, não muitas, que pretende atingir a curto prazo e comece por aí, modestamente.

Por exemplo, acompanhe o número de acessos do site da sua marca pelo Google Analytics, ou os números de suas redes sociais, monitorando o crescimento desses canais digitais em um período pré-determinado.

Tenha um planejamento definido

Novas ações, produtos ou campanhas precisam de planejamento, com etapas, métricas e metas que meçam sua evolução. Assim, todos se conectam aos dados daquela ação e agem por esse guia.

Organize uma rotina para essa dinâmica

Toda cultura de dados depende de uma rotina regular de acompanhamento para dar certo.

Isso significa que as equipes precisam acompanhar os indicadores que possuem maior variação e que podem gerar mais impacto em seus trabalhos, estipulados e monitorados de perto, diária ou semanalmente.

Use ferramentas para implantar uma cultura de dados

A base para criação de uma cultura de dados é promover a transformação, lembra? Então, antes de avaliar algo ou criar um painel, é necessário pensar sobre as hipóteses, o que quer provar, aprimorar ou entender com ele.

Banco de dados, BI e CRM são algumas das ferramentas utilizadas para otimizar o trabalho dos colaboradores e facilitar o acesso à informação e a transformação, de fato.

Cultura analytics - como ler tendências em gráficos

Até aqui, você já entendeu que dados são poderosos para a sobrevivência de qualquer empresa na Era Digital, pois dão a possibilidade de antecipar o desejo (consumo) de seu cliente.

E, implementada a cultura de dados, é preciso pensar na forma de torná-los de fácil entendimento às equipes. A Data Viz é uma forma de visualização de dados por meio de uma representação visual e pode ser realizada de várias formas.

Abaixo, listamos os principais tipos de gráficos para uma exposição dos dados mais atrativa e entendível a diversos departamentos, dentro de uma empresa:

Histograma: gráfico que mostra a distribuição dos dados de maneira mais intuitiva.

Box-plot: com dados por divisão em quartis ou em perfil de sua distribuição.

Barras: com dados mais comparativos por tamanhos

Linhas: por comparativo através de linha crescente ou decrescente.

Traços: reflete bem tendências, com pico e comparativo.

Bolhas: gráfico de dispersão, que inclui uma terceira variável.

Oscilador: muito usado para mostrar taxas de variações, principalmente econômicas.

Gifs com mix de gráficos: usados para explicar variações geográficas, permitindo que o entendimento seja mais simples e de maneira dinâmica.

Para montar um belo painel de data analytics e criar um storytelling com dados, a pessoa responsável precisará de ferramentas como o Tableau, o Logi Analytics, o Birst, o Pyramid Analytics entre outra disponíveis no mercado.

O futuro da gestão - cultura orientada por dados

É fato - a quantidade de dados gerados diariamente é enorme e em tempo real, e as empresas precisam ter esse potencial aproveitado ao máximo.

Aí entra o profissional que segue a carreira em dados, não só na parte técnica, mas que saiba como traduzir tendências e com a habilidade de tornar esses dados mais acessíveis e compreensíveis. Só assim serão ativos valiosos e base de grandes decisões.

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