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Como treinar HTML E CSS nos estudos sobre desenvolvimento web

Como treinar HTML E CSS  nos estudos sobre desenvolvimento web
#Tecnologia
11 de março - min de leitura

Nós aqui da Digital House, sabemos quão necessário é saber como treinar HTML e CSS na hora de iniciar os estudos sobre desenvolvimento web. Foi pensando nisso que fizemos esse artigo para você!


Ainda que você seja iniciante no meio da programação, já deve ter ouvido falar sobre HTML. Essa linguagem, fácil de se aprender, permite com que você crie um site sem grandes problemas, e unido ao CSS, você conseguirá um resultado mais profissional. Entenda neste artigo o passo a passo de como treinar HTML e CSS

Mas afinal, o que é HTML?

Foi criado pelo britânico Tim Berners-Lee, e HTML é um acrônimo para Hypertext Markup Language, que é usado para a construção das páginas da web que acessamos diariamente, ou seja, tudo aquilo que vemos nos sites! 

Devemos lembrar também que o HTML não é uma linguagem de programação, mas sim de marcação. Portanto, isso significa que não podemos usar o HTML para criar funcionalidades dinâmicas, assim como podemos fazer com o Javascript, por exemplo.

Sua sintaxe é bem simples e baseada em tags (veremos mais adiante sobre elas), que representam os elementos de uma página, como imagens, listas e links.

Sem isso nosso navegador não conseguiria exibir textos ou carregar outros conteúdos! 

Podemos entender o nosso HTML como o esqueleto da nossa página, mas além de um esqueleto, é preciso ter um corpo, é aí que entra o CSS que vamos conhecer um pouquinho mais para frente. 

Entenda como funciona o HTML

Geralmente um site é composto por diversas páginas HTML, repare no site da Digital House, ele possui a página inicial e uma página para cada curso disponível, como por exemplo o curso de desenvolvimento web

Para que seja possível a visualização dessas páginas precisaremos de ao menos 2 arquivos HTML, ou seja, com a extensão .html.  Assim o navegador faz a leitura do arquivo e renderiza o seu conteúdo para que o usuário final possa visualizá-lo.

Cada página é uma estrutura que contém uma série de tags, que são consideradas os blocos de construção das páginas. 

O que são tags?

Tags são códigos que definem toda a estrutura de uma página HTML, como por exemplo o tamanho do texto, os parágrafos, as quebras de linha, as imagens, e etc.

A principal característica das tags é estarem sempre dentro dos sinais de chevron, ou seja: < >.

A maioria das tags são compostas  por uma estrutura de abertura e uma de fechamento: 

Há também tags de estrutura única, como a tag <br/> que realiza a quebra de linha ou <hr> que cria uma linha horizontal no texto para separar conteúdos.

Vamos supor que você queira escrever o seu primeiro parágrafo em html, então para isso devemos chamar a tag <p> escrevemos o parágrafo e depois fechamos a tag com o </p>:

<p> Meu primeiro parágrafo na digital house! </p>

Ao salvar esse arquivo com a extensão .html  e abri-lo em um navegador, veremos o parágrafo escrito na tela:

Conheça as principais tags

Atualmente conseguimos encontrar mais de 140 tags html para utilização, mas grande parte delas não são muito utilizadas no dia a dia. Abaixo você encontra as tags mais utilizadas e mais importantes para o HTML básico:

<style> </style>

Introduz um código CSS no documento HTML.

<script> </script>

Introduz um código de Script, como JavaScript, no documento HTML.

<link/>

Possibilita fazer uma linkagem com documentos locais ou globais, como por exemplo fontes ou folhas de estilos.

<meta/>

Possibilita incluir metadados na página.

<h1> </h1> <h2></h2> (...)

Tags para definir um título e subtítulos, variando de 1 a 6, sendo h1 o título mais importante e h6 o de menor importância.

<p> </p>

Tag para definir um parágrafo

<span> </span>

Define um span.

<br/>

Realiza uma quebra de linha.

<a> </a>

Tag de link, junto ao atributo href=”…” é responsável pela principal característica da web. 

<header> </header>

Define um cabeçalho – tag estrutural e semântica.

<section> </section>

Define uma seção – tag estrutural e semântica.

<article> </article>

Define um artigo – tag estrutural e semântica

<div> </div>

Define uma divisão – tag estrutural.

<footer> </footer>

Define um rodapé – tag estrutural e semântica.

<nav> </nav>

Define uma área de navegação (como menus) – tag estrutural e semântica.

<table> </table>

Define uma tabela.

<tr> </tr>

Define uma linha da tabela.

<td> </td>

Define uma célula da tabela.

<ol> </ol>

Define uma lista ordenada.

<ul> </ul>

Define uma lista não ordenada.

<li> </li>

Define o item de uma lista.

<form> </form>

Define um formulário

<input>

Define os campos do formulário.

<textarea> </textarea>

Define uma área para o usuário digitar um texto.

<button> </button>

Define um botão.

<img/>

Permite inserir uma imagem no seu documento.

Estrutura básica de um documento HTML

Para você poder criar ou editar um documento HTML a única coisa que você precisa é de um editor de texto. Para o desenvolvimento web recomendamos utilizar o Visual Studio Code, mas há vários outros no mercado, basta ver qual você prefere. 

Para fins de estudos e testes, recomendamos também o Code Pen, uma ferramenta completa para teste de códigos HTML, CSS e JavaScript diretamente do navegador.

A estrutura básica para iniciar um documento HTML no seu editor de texto preferido, é realizada da seguinte forma:

É através desse código que podemos desenvolver toda a nossa página, estruturando na maneira que preferirmos. Mas vamos entender o que cada parte quer dizer:

Linha 1: A instrução DOCTYPE deve ser sempre a primeira a aparecer em uma página HTML para indicar ao browser qual versão da linguagem usada. Nesse caso, estamos trabalhando com a HTML5, versão na qual a declaração do DOCTYPE é bastante simples, como podemos ver na listagem;

Linhas 2 e 10: Abertura e fechamento da tag html, que delimita o documento. Sendo assim, todas as demais tags da página devem estar nesse espaço;

Linhas 3 e 6: Abertura e fechamento da tag head, que define o cabeçalho do documento. O conteúdo neste espaço não é visível no browser, mas contém instruções sobre seu conteúdo e comportamento. Dentro dessa tag, por exemplo, podem ser inseridas folhas de estilo e scripts;

Linha 4: A tag meta, nesse caso, especifica qual conjunto de caracteres (character set ou charset) será usado para renderizar o texto da página. O UTF-8 contém todos os caracteres dos padrões Unicode e ASCII, sendo, portanto, o mais utilizado em páginas web. A mesma tag meta, porém com outros atributos, pode ser utilizada para outros fins, como na SEO (Search Engine Optimization);

Linha 5: A tag title define o título da página, aquele que aparece na janela/aba do navegador;

Linhas 7 e 9: Abertura e fechamento da tag body, marcando o espaço no qual deve estar contido o conteúdo visual da página. As demais tags que representam texto, botões etc. devem ser adicionadas nesse intervalo;

Linha 8: Nessa linha podemos observar a sintaxe para adição de comentários em HTML. Esse trecho não é renderizado pelo browser.

Como treinar HTML E CSS

Conforme falado anteriormente, o HTML serve apenas de esqueleto que servirá para marcar todos os elementos da nossa página . Porém, sozinho o HTML é limitado a apenas essa função.

Podemos pensar em uma página da web sendo composta por camadas: O HTML formará a camada que apresenta o conteúdo ao usuário, e o CSS formará a camada que dará forma aos elementos. Com o CSS conseguimos atribuir estilos a nossa página e deixar ela personalizada.

O que realmente é o CSS?

CSS é a sigla para o termo em inglês Cascading Style Sheets que, traduzido para o português, significa Folha de Estilo em Cascatas. 

Da mesma forma que o HTML, o CSS não é uma linguagem de programação, e também não é uma linguagem de marcação  — é uma linguagem de folhas de estilos. Isso significa que o CSS permite aplicar estilos seletivamente a elementos em documentos HTML. O CSS não é necessariamente obrigatório, mas você vai concordar comigo que não gostaria de olhar para um site feito somente em HTML com textos todos iguais, sem imagens ou qualquer outro tipo de estilo. 

CSS: Entenda quais são suas vantagens

Antes do surgimento do CSS, toda a estilização tinha que ser incluída na marcação HTML. Isso significa que você deveria descrever separadamente todo o plano de fundo, as cores das fontes, os alinhamentos, etc.

Agora com o CSS, o seu principal benefício é separar a aparência do conteúdo de um documento. Assim, ao invés da formatação ficar dentro do documento HTML, vai existir apenas uma ligação para o arquivo CSS, que vai conter todos os estilos que você quiser.

Dessa forma, várias páginas podem utilizar o mesmo arquivo de estilos, e quando você quiser alterar a aparência do site, é necessário modificar apenas em um arquivo, e não em diversas partes do seu código. 

Como funciona o CSS?

O CSS usa uma sintaxe fácil e simples em inglês junto com um conjunto de regras que o governam.

A estrutura dessa sintaxe funciona da seguinte maneira:

Temos um seletor e uma declaração. Você seleciona o elemento que deseja estilizar, e depois declara o que deseja fazer com ele. Simples, certo?

Mas também devemos seguir algumas regras:

- O seletor sempre aponta para o elemento HTML que queremos estilizar.

- O bloco de declaração pode ter uma ou mais declarações sempre separadas por ponto e vírgula.

- Cada declaração possui um nome de propriedade CSS e um valor, sempre separados por dois pontos. 

- Uma declaração sempre vai terminar com ponto e vírgula, e os blocos de declaração são envoltos por chaves. 

Vamos ver um exemplo:


Nesse exemplo todos os nossos elementos <p>, utilizados para os textos comuns, serão centralizados com uma fonte de 16px e de cor pink. 

As propriedades de CSS são infinitas! Se divirta pesquisando e criando várias coisas incríveis, mas para te ajudar nesse documento você encontra uma lista com os principais seletores. 

Como criar uma folha de estilo?

O processo de criação da folha é bem simples. Basta abrir o seu editor de código preferido e criar um documento novo. Depois de criado salve esse documento com a extensão .css (ex: estilos.css). É essa extensão que permite o arquivo ser reconhecido como uma folha de estilo. E pronto, sua primeira folha de estilo foi criada :) 

Ok Nykolle, mas como eu integro isso com o meu HTML? É o que vamos ver a seguir! 

Integrando o CSS com o HTML

Depois de criar e salvar o arquivo .css precisamos colocar isso dentro do nosso arquivo HTML. É o nosso html quem vai carregar o CSS, lembrando que: CSS não cria sites! 

Para avisar o nosso HTML vamos utilizar uma tags de referência que vai dizer ao HTML que existe um arquivo de estilo para ele.

A tag tem a seguinte sintaxe:

<link rel=”stylesheet” type=”text/css” href=”estilo.css”>

Essa referência deve ser adicionada dentro da tag <head> </head> do seu HTML, como no print abaixo:

Agora abra a sua folha de estilos e você está pronto para começar a dar personalidade a sua página HTML.

Tags, classes e ID's

Certo, até aqui já sabemos como criar nossa estrutura HTML, como criar um aquivo CSS e como integrar o CSS ao HTML. Mas para estilizar cada elemento do HTML podemos fazer de 3 formas: 

Tags HTML

Podemos estilizar as tags chamando diretamente pelo seu nome, ex: 

Além do p, podemos chamar outros elementos, como div, span, h1, e assim por diante. 

Classes

Na sua folha de estilo, basta colocar .nome-da-sua-classe {} e iniciar a sua declaração, por exemplo:

Repare que existe um ponto (.) antes do nome da classe. Isso é essencial para que o CSS entenda que está criando uma classe para um elemento do HTML. 

Para adicionar essa classe que criamos no CSS, basta adicionar na tag HTML o parâmetro class="" , ex: 

Repare que dentro das aspas não precisamos usar o ponto (.) antes da classe. O nome class no HTML já avisa para o CSS que é para ele buscar pelo nome da classe com “.”

IDs

Criar IDs no CSS é parecido com criar as classes, a principal diferença é que os id's são identificados com # ao invés do ponto (.), e também só pode ser usado um id por tag html.

 

Para adicionar um ID ao HTML, adicione como parâmetro id=””.


Ufa! Quanta coisa, né? Com esses conhecimentos você já consegue treinar HTML e CSS. Que tal tentar? 

Você pode ler tudo sobre HTML e CSS com muito mais detalhes na documentação da MDN, um dos principais sites usado pelos programadores.

Divirtam-se! 

Aprenda a treinar HTML e CSS na Digital House

E aí, deu para tirar suas principais dúvidas de como treinar HTML e CSS? 

Na Digital House você Aprende a fazer sites e sistemas web usando linguagens de programação (HTML, CSS, JavaScript, NodeJS e mais) em até cinco meses no nosso curso de Desenvolvimento Web Full Stack, e ainda sai do curso com um site para chamar de seu, que será o seu portfólio. Incrível, não? Venha fazer parte da comunidade DH.

Leia mais no blog DH:

Gestor de produtos: 4 habilidades para se destacar no mercado de trabalho

Os 6 principais comandos git para um programador iniciante

+ Gestão de RH: como se adaptar ao trabalho home office e cumprir com todas as responsabilidades?

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#Carreira

O que está em alta no mercado de trabalho?

Estamos vivendo uma série de desafios, onde a economia, por exemplo, teve o PIB diminuído em 9,7% no segundo trimestre de 2020. Além disso, o mercado de trabalho também está sofrendo as consequências da crise, com o avanço da taxa de desemprego, que passa dos 14%, segundo o IBGE. Com o efeito deste números, vem a pergunta: o que está em alta no mercado? Ainda existe algum setor que valha a pena ser investido?Os efeitos da crise se espalharam em praticamente todos os setores, com impacto em diversas carreiras. Naturalmente, alguns campos sofreram menos do que outros e o mercado teve que se adaptar ao home office, por conta do isolamento social. No entanto, ainda no ano de 2020, algumas áreas passaram a ter indícios de recuperação e voltaram a operar de forma consistente e até impulsionada.Acompanhe este artigo e, além de entender o que está em alta no mercado, saiba quais são as principais tendências para quem busca ingressar em uma nova carreira e/ou quer estabilidade profissional e financeira.O que mais está em alta no mercado?Está mais do que claro. Ao pesquisar sobre o que está em alta no mercado, existe um setor que sempre predomina em qualquer previsão de tendência para o futuro: a tecnologia. Com a realidade pandêmica, as inovações e os processos digitais foram acelerados.O isolamento social alterou a forma das pessoas viverem. Com a população dentro de casa, todo mundo passou a buscar por entregas rápidas, delivery, entre outras opções. 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Confira as grades dos cursos de Marketing Digital e Marketing Digital Avançado e veja tudo o que você pode aprender, estudando em uma escola referência nas habilidades digitais da América Latina.Quais são as tendências para o futuro do software?Nos últimos anos, a área de desenvolvimento teve muitas mudanças. Novos dispositivos e modelos ditam formas de criar aplicativos e páginas web. A tendência é a tecnologia ficar cada vez mais próxima das pessoas, priorizando uma experiência do usuário cada vez melhor. Se você está questionando o que está em alta no mercado, esta também é uma ótima opção a ser considerada.Neste cenário, as empresas devem estar preparadas para flexibilizar suas rotinas, adotando as novas tendências de TI e no processo de construção das interfaces digitais, pensando em proporcionar o melhor ao cliente em seu resultado final.A computação em nuvem, por exemplo, permite que os desenvolvedores tenham seus processos mais flexíveis e integrados, não precisando necessariamente estar no ambiente de trabalho para elaborar uma ferramenta. Para isso, basta uma boa conexão com a internet para acessar seus frameworks e IDEs.Para a construção de interfaces, a área de User Experience (UX) é cada vez mais essencial. 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Normalmente, as pessoas que ingressam no campo possuem diversas origens profissionais, como Estatística, Engenharia, Administração ou Economia.Em meio a sua trajetória de carreira, todos buscam uma especialização para adquirir os conhecimentos necessários e transitar de área. Sendo assim, qualquer pessoa possui potencial para ingressar no campo.De acordo com um levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), cerca de 420 mil novas vagas no mercado de tecnologia devem ser criadas até o ano de 2024. No entanto, as previsões apontam que 150 mil delas não serão preenchidas por falta de profissionais qualificados.Se você está pensando em ser um profissional da área de dados, este é o melhor momento para começar esta jornada. Com pouca gente qualificada para muita oferta por parte das empresas, quem se interessa por este universo já está à frente da concorrência, considerando a alta possibilidade de alcançar sua estabilidade profissional e financeira.Recomendamos que você confira a grade completa dos cursos de Data Science, Data Analytics e Inteligência Artificial (IA) da DH. Eles preparam o aluno para lidar com os desafios do dia a dia da melhor maneira. Termine o curso com um portfólio completo, contando também com o projeto integrador para se colocar no mercado de trabalho.Nós acreditamos que a educação profissional deve estar sempre aliada com o desenvolvimento pessoal. Temos um departamento de carreiras que oferece cursos complementares, palestras, plantão de dúvidas e apoio na transição de carreira e novas oportunidades aos alunos. Nossos dados confirmam que a Digital House tem 95% de empregabilidade dos alunos.Se você gostou deste artigo, baixe também o nosso mapa de carreiras digitais, e veja quais são as áreas e profissões que estão em alta, além de como é a jornada profissional, os panoramas de mercado e o salário médio de cada uma.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

NPS: o que significa e qual a sua importância para a DH img
#Otros

NPS: o que significa e qual a sua importância para a DH

Você provavelmente já deve ter recebido algum tipo de e-mail de pesquisa de satisfação para responder, mas nem sempre ficam claros os motivos e as formas pelos quais os resultados são utilizados. Por esse motivo, resolvemos explicar quais são as ideias por trás do esforço permanente em medir a satisfação com os cursos e, por extensão, na escola.Na Digital House o aluno responde a três tipos de pesquisa: uma na metade do curso e uma no final, ao NPS (Net Promoter Score); a cada três semanas de aula, é aplicado o NSI (Net Satisfaction Index); pôr fim, ao final de cada aula as perguntas vêm na forma do 3Q (que bom, que pena, que tal). A frequência, as métricas e a metodologia de cada uma são diferentes entre si, e a ideia aqui é esclarecer o papel do NPS, suas origens e o que esse indicador revela para nós.NPS é uma sigla que significa Net Promoter Score, uma métrica de lealdade do cliente a uma determinada empresa, baseada na atribuição de uma nota numérica entre 1 e 10 ao produto ou serviço consumido. O indicador foi criado a partir da experiência de uma rede de locadoras de automóveis dos Estados Unidos, e parte do pressuposto de que, mais do que a média de satisfação da clientela, o que interessa aos negócios que visam crescimento e resultados de longo prazo é a quantidade de clientes que, de tão satisfeitos, passam a indicar a empresa a colegas e familiares.Ao empregar a escala de 1 a 10, aqueles que atribuem notas 10 e 9 ao produto ou serviço consumido são os “promotores”; os que deram notas 8 e 7 são “neutros” e, de 6 para baixo, estão os “detratores”. A nota final é dada pela subtração da proporção de promotores e detratores, conforme figura abaixo:Fonte: File:Nps.jpg - Wikimedia CommonsAqui na Digital House, os alunos são chamados com frequência a responder pesquisas de satisfação. Periodicamente são disparadas enquetes via email que são, em última instância, um retrato da escola na visão de seu público-alvo.A invenção do NPSAs ideias por trás do NPS vieram à luz num artigo da Harvard Business Review em 2003, sob o ambicioso título “O único número que você precisa para crescer”. Ciente das limitações e custos envolvidos na realização de grandes e complexas pesquisas de satisfação dos clientes (surveys), Andy Taylor, CEO da Enterprise Rent a Car, introduziu uma pesquisa mensal composta de apenas duas perguntas, uma sobre a qualidade da experiência de locação e outra, sobre a probabilidade do cliente repetir a locação com a empresa. A simplicidade das perguntas possibilitou que a empresa fornecesse um feedback rápido para suas mais de 5 mil filiais, com foco apenas nos clientes mais engajados, ou seja, aqueles que fornecem as notas mais altas.E os demais clientes? Obviamente todos interessavam à Enterprise e interessam a qualquer negócio, mas o foco nos entusiastas parte do pressuposto de que estes, e não a média dos clientes, são aqueles que não apenas voltam a consumir, mas recomendam o produto ou serviço a outros consumidores. Afinal de contas, ao recomendar uma empresa para uma pessoa próxima, estamos não apenas atestando nossa satisfação com o ato de consumo, mas também colocando em risco nossa própria reputação. Usando um exemplo que quase todo mundo já viveu, nada pior do que indicar um encanador, por exemplo, e descobrir que a sua indicação foi responsável pelo alagamento da casa dos amigos.Com base na experiência da Enterprise, o professor Frederick Reichheld sistematizou dados sobre outras companhias e setores de atividade, procurando identificar uma suposta correlação entre a fidelidade do cliente e o crescimento e lucratividade do negócio. Os dados levantados ao longo de dois anos levaram à conclusão de que o único caminho para o crescimento lucrativo baseava-se na habilidade das companhias em tornar seus clientes fiéis a ponto destes recomendarem constantemente seus produtos, captando novos clientes e agindo, na prática, como seus departamentos de marketing.As premissas do NPS colocavam em xeque uma série de outras métricas, especialmente aquelas relacionadas à satisfação do cliente. Taxas de retenção, por exemplo, são um bom indicador de lucratividade, mas não de crescimento, e os níveis de satisfação passada não apresentam evidências fortes de estarem relacionadas com o comportamento atual do consumidor ou com o crescimento do negócio.A pergunta que interessaPara encontrar a pergunta-chave a ser feita aos consumidores e, a partir daí, a métrica ideal para aferir a fidelidade do cliente, o professor Reichheld associou dados de surveys com informações sobre o comportamento real de mais de 4 mil consumidores, especialmente em relação à repetição de compras e padrões de recomendação, usando para isso ferramentas como Satmetrix e um questionário de 20 perguntas chamado Loyalty Acid Test. Esse trabalho possibilitou determinar quais questões apresentavam a mais alta correlação estatística com a repetição de compra e a recomendação. Se inicialmente procurava-se a melhor pergunta para cada setor de atividade, o que se descobriu é que apenas uma pergunta era a ideal para a maioria dos setores: “qual é a probabilidade de você recomendar a empresa X para um amigo ou colega?”.Encontrada a pergunta, era necessário estabelecer a escala de resposta, uma escala que fosse simples, sem ambiguidade e pudesse ser compreendida de forma intuitiva por consumidores, investidores e jornalistas, enfim, pelo grande público. Essa escala serviria como base para o estabelecimento de grupos de consumidores que resumiram a experiência do cliente, servindo como guia de orientação dos esforços da empresa em busca do crescimento sustentado.Dessa forma, quando a Digital House aparece na sua caixa postal perguntando qual é a possibilidade de você nos recomendar para seus familiares e amigos, o que queremos saber é qual é a proporção dos alunos que, de tão satisfeitos, colocam sua reputação em jogo pela qualidade percebida em sua jornada. Sem nunca descuidar dos feedbacks negativos, que são analisados semanalmente por coordenadores, professores e áreas de apoio, nossa preocupação é proporcionar uma experiência de aprendizagem que tenha valor e faça a diferença na sua trajetória.Assim, mais do que nunca, pedimos: responda às pesquisas! A sua opinião que tornará a DH cada vez melhor.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira

Conheça o curso de Ads e como se tornar um bom profissional img
#Marketing

Conheça o curso de Ads e como se tornar um bom profissional

Os profissionais que trabalham na área de Ads são responsáveis pela promoção da imagem de uma marca para o mercado, a fim de gerar leads, visibilidade, engajamento e mais vendas, ou seja, tudo que é essencial para o seu crescimento. Que tal entender melhor as vantagens de fazer um curso de Ads e as principais habilidades de um bom profissional neste segmento? Continue acompanhando.O que é um curso de Ads?Em um curso de Ads ou mídia paga, como também pode ser chamado, o aluno aprende a atuar com campanhas de publicidade online. Ele adquire habilidades técnicas e competências para construir e gerenciar campanhas de links patrocinados em diferentes canais, como o Google Ads, Facebook Ads, Instagram Ads, LinkedIn Ads, entre muitos outros.Durante sua formação, o aluno também aprende a analisar dados, como métricas e indicadores de performance das campanhas em ação, utilizando ferramentas, como o Google Analytics, além de gerar relatórios personalizados, usando o Google Data Studio, por exemplo. Ao término do curso, o profissional também estará apto para planejar e aplicar estratégias de publicidade online, através de parcerias com influenciadores digitais, redes de afiliados e e-mail marketing.Mídia paga: como funciona?Depois de saber o que é um curso de Ads, você deve estar se perguntando: mas no que consiste a mídia paga? Como funciona? Vamos te explicar.O segmento consiste em qualquer comunicação que uma marca realiza, investindo dinheiro para ter um determinado resultado além do próprio retorno financeiro, como a visibilidade, geração de leads, vendas ou/e engajamento, entre outros objetivos.Parece fácil até aqui, né? Mas não é somente investindo dinheiro em campanhas e anúncios pagos que você terá o retorno esperado. É preciso considerar diferentes fatores ao planejar uma estratégia. Separamos as principais para você. Confira:Plataformas de anúncioSão diversas plataformas disponíveis para utilizar, podendo ser tanto as redes sociais (Facebook, Instagram, YouTube, Twitter, LinkedIn etc.), quanto buscadores e outros sites, como Google, Yahoo, Waze, Bing, entre outros.Formato do anúncio O anúncio será em imagem? Vídeo? Enquete? Slides? Esses são alguns dos diversos formatos disponíveis em cada plataforma, de acordo com as necessidades e objetivos do negócio.Definição do público-alvoA definição do público-alvo é uma das etapas mais importantes e define como será toda a estratégia de uma determinada campanha com mídia paga. É a partir disso que se identifica quais são as oportunidades para a marca, além de orientar todo o planejamento de atuação da marca no mercado. Afinal, para se comunicar da melhor maneira e construir um relacionamento com os clientes, é preciso conhecê-los antes de tudo.Quais as habilidades de um profissional de performance?Ficou interessado em adentrar ainda mais na área e fazer um curso de Ads? Para te ajudar nessa jornada, listamos 3 habilidades de um bom profissional de marketing de performance ao atravessar a nova realidade. Confira a seguir:Análise de dadosA construção de campanhas produz indicadores que geram relatórios e informações relevantes para o negócio. Neste contexto, ter a capacidade analítica com todos esses dados é essencial. Com isso, a empresa terá maior controle e organização, utilizando tudo o que for relevante para tomadas de decisão e ajudando a marca a entender, com mais exatidão, as expectativas de seu público-alvo.LGPDA Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) é um assunto essencial para qualquer empresa que trabalhe com dados pessoais de clientes. Sendo assim, surge a necessidade de saber quais são as exigências que se tornam cada vez mais importantes para o profissional de performance.Independência e dinamismoNão é só de hard skills que vive o profissional de performance, pois as soft skills também são essenciais para os desafios do dia a dia. Neste sentido, quem trabalha na área sabe que é preciso resolver as crises o mais rapidamente possível, tendo dinamismo para tomar decisões de forma independente, com o emocional em controle.Dica extra: organizaçãoNão há profissional de marketing de performance que seja bem-sucedido e desorganizado com seu trabalho. Desde o planejamento, até colocar os anúncios pagos no ar, é preciso que tudo seja muito bem pensado e estruturado.Qual curso de Ads fazer?Ao contrário do que muitos pensam, a mídia paga pode ser usada para diferentes objetivos e não somente para anúncios de venda direta. Em um curso de Ads, o aluno adquire toda a base de conhecimentos necessários para aplicar tudo isso, entendendo que uma verba disponibilizada para a elaboração de uma campanha, por exemplo, pode influenciar o rumo que ela terá com seus anúncios, em suas diferentes possibilidades.Além disso, mesmo que as empresas possam investir pouco, elas não deixam de aumentar sua visibilidade, em uma campanha de período curto. Todo esse processo gera métricas e indicadores, que são essenciais para a identificação de oportunidades de melhorias e novas tomadas de decisão.A tecnologia está em constante avanço. Sendo assim, a procura por um curso de Ads também faz parte deste crescimento. Segundo uma pesquisa, em 2018, foram registrados 3,9 bilhões de usuários online. É muita coisa! Ainda na mesma pesquisa, em 2023, esse número deve evoluir para 5,3 bilhões, um aumento de 36%. (Fonte: Cisco, 2020).A Digital House tem consciência de todo esse panorama e todo o poder de retorno que uma boa mídia pode oferecer para uma empresa, mudando seu destino. Caso esteja interessado em ingressar na área, que faz parte do marketing digital, saiba que possuir um diploma de curso é um diferencial para que consiga ingressar na carreira com tudo, pois ele prova toda sua base de conhecimentos.Que tal se inscrever no curso de Marketing Digital Avançado? Ele prepara o aluno para dominar os diferentes tipos de estratégia, incluindo o marketing de performance e as diferentes plataformas e técnicas para criação de anúncios pagos.Se você possui um negócio, saiba também como planejar, otimizar e automatizar as suas estratégias e ferramentas de campanha que você já usa atualmente. Não é demais?Todas as aulas são dinâmicas, 100% ao vivo, nas melhores plataformas digitais para educação e ministradas por profissionais especialistas do mercado. Garanta a sua ascensão profissional no futuro!Não deixe de conferir também nosso post sobre empregos em tecnologia e quais os melhores sites de oportunidades para ingressar na área.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira