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Como trabalhar marketing de conteúdo dentro do funil de vendas e redes sociais

Como trabalhar marketing de conteúdo dentro do funil de vendas e redes sociais
#Marketing
31 de agosto - min de leitura

Conteúdo é a palavra da vez (e não é à toa). Hoje, para uma empresa decolar, ela precisa entregar informações interessantes para o consumidor, e assim, conquistá-lo.


A resposta para como trabalhar com marketing de conteúdo fala muito sobre estratégias assertivas que envolvem, entre outras vantagens, destaque diante da concorrência, atrair novos visitantes e alavancar as vendas.

Experiente ou não na área de marketing digital, você deve saber que planejamento e uma estratégia bem desenhada são a espinha dorsal para que os benefícios acima sejam materializados. 

Acompanhe este artigo que vai além de qual a melhor definição de marketing de conteúdo. Ele busca exemplificar situações para que você possa, de fato, usar em suas estratégias.

Como trabalhar com marketing de conteúdo e ter o tão desejado tráfego orgânico  

Antes de seguir com o artigo, vamos falar um pouco sobre código QR, ou QR Code?

Inventado lá em 1994, pela empresa japonesa Denso-Wave, inicialmente para identificar peças da indústria automobilística, em 2003, o QR Code ganhou espaço, com a chegada dos smartphones e suas incríveis câmeras embutidas e portáteis. 

Hoje, 26 anos depois, sua funcionalidade de conversão de símbolos p&b em textos lógicos dentro de sites e apps vem como uma solução valiosa. E, em época de pandemia, seu valor cresceu: de lives na internet a campanhas publicitárias, cardápios e preços nos supermercados (evitando o contato físico entre funcionários e clientes), pois é, foi preciso reinventar negócios.

E o que isso tem a ver com marketing de conteúdo? Tudo! A condução do storytelling desta exemplificação, contextualizando as necessidades atuais, leva o leitor a voltar sua atenção a essa tecnologia, trazer valor a ela e, porque não, usar/pesquisar mais?

Pois bem, o texto acima poderia se desdobrar em um whitepaper ou infografia, com chamadas atrativas e dados disponibilizados a diversas redes sociais sobre QR Code, e até encaminhá-lo para um funil de vendas.

E é assim que essa estratégia, o marketing de conteúdo, impulsiona o tão desejado tráfego orgânico para sua marca, muitas vezes através do inbound marketing. Se bem executado, permite até diminuir investimentos em mídia paga.

Como usar inbound marketing a seu favor

A Transformação Digital desenvolveu usuários mais ativos, seletivos e críticos. Dentro desse contexto do novo comportamento do consumidor, o marketing de conteúdo também procura se adaptar.

Embora, aparentemente recente, essa estratégia do marketing digital, deve desenvolver novas formas de chamar atenção do seu público-alvo, atraindo mais clientes com materiais relevantes.

A estratégia, portanto, está contida dentro do inbound marketing, pois age no sentido de capturar o interesse de consumidores de uma maneira não invasiva ou interruptiva, por meio da criação e compartilhamento de conteúdos relevante, simples, eficazes e direcionados.

Para que sua estratégia esteja alinhada, o primeiro passo é se ater à boa e velha jornada de compras, de forma intuitiva e não invasiva, passando pela atração, conversão, venda e encantamento. 

Estratégias de marketing de conteúdo

Faça conteúdos para cada etapa do funil

Muito se lê sobre a necessidade de conteúdos ricos para conseguir tráfego orgânico para sites ou blogs, mas pouco se fala que isso requer planejamento e estudo das personas, além da atenção redobrada ao lugar do funil que eles devem pertencer.

Lembrando que topo do funil é a etapa do aprendizado e da descoberta, quando o público ainda não está buscando soluções. Nessa situação, seu conteúdo deve ter pouco ou nenhum apelo de consumo, podendo ser no formato de blog post (como esses que fazemos aqui no blog da Digital House), vídeos, podcasts (aproveitando, que tal escutar o DH Cast?), E-books e guias informativos.

+ Aproveite para conferir nossa biblioteca de conteúdos gratuitos

Já no meio do funil, ou seja, a etapa do reconhecimento e da consideração, o conteúdo pode ser por blog post ou mesmo algo interativo e multimídia, com foco maior em soluções. E-books, whitepapers e webinars são interessantes nesta fase.

O fundo do funil é a hora da conversão. Aqui, a pessoa já sabe o que quer, e tem as informações que vai ajudá-la a tomar a decisão. Logo, quanto mais contato e informações você disponibilizar no seu conteúdo, mais chances terá de converter, e veja também técnicas de vendas que podem auxiliar na hora do speech.

Depoimentos e cases de clientes são bons exemplos de conteúdos assertivos para essa etapa, assim como webinars focados no produto e demos de utilização. Landing pages com ofertas específicas, como descontos e testes, também são bem-vindas.

Pense no conteúdo pós-venda!

No pós-venda, que é a etapa de retenção, vale apostar em blog posts, infográficos ou qualquer formato que gere valor para alguém que já adquiriu a solução, fidelizando esta pessoa e incrementando sua experiência com a marca.

Quais os melhores canais para divulgar meus conteúdos?

Com uma persona bem estruturada e um funil de vendas definido, chegou a hora de descobrir quais canais você deve usar para impactar as pessoas certas.

Pesquisa e veja por onde anda seu público. Esteja presente nesses canais e use um tom de voz que faça sentido para a sua marca, sem se esquecer que cada rede social tem as suas próprias características.

O Twitter, por exemplo, é uma rede conhecida pelo seu dinamismo, com textos curtos e linguagem informal, memes e conteúdo interativo. Já o LinkedIn, é uma rede profissional, portanto, mais formal, onde cabe compartilhamento de conteúdo relevante para o seu mercado.

O e-mail é um poderoso canal para promoção de conteúdo, entregando diretamente para o usuário o que ele precisa, com a possibilidade de acompanhar seu engajamento, disparado por newsletters periódicas e específicas para o momento da jornada de compra do cliente.

Atualização em marketing digital

O marketing digital é uma área dinâmica e em constante mudança, há sempre algo novo para testar, experimentar e inovar, por isso o mindset ágil é tão requisitado pelas empresas.

Você pode se atualizar sobre o mercado investindo em um curso completo sobre marketing digital. Ao entrar em contato com especialistas da área, você aprende na prática a construir novas estratégias e inclusive entender sobre ferramentas de marketing de conteúdo, por exemplo!

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#Marketing

Gestão remota: ferramentas de gestão de equipes e dicas de liderança

O ano de 2020 reuniu inúmeros desafios para os profissionais, incluindo lideranças, aprendendo a lidar com gestão remota, da noite para o dia, e ainda serem assertivos em suas decisões.Uma equipe remota precisa de ferramentas, para ser produtiva, precisa de comunicação clara e objetiva, alinhamento regular entre os envolvidos e uma boa gestão para facilitar e orientar o trabalho do time.Para ajudar a gerenciar uma equipe, preparamos este artigo, com algumas dicas práticas para incrementar na sua rotina, assim como ferramentas de gestão de equipes para automatizar processos.  Gestão remota: como manter a produtividade da equipeSeparamos seis dicas objetivas para manter seu time unido, embora separado, inclusive no alinhamento das demandas e propósito da empresa.Reuniões objetivasMesmo tendo telefone, WhatsApp e outros recursos de chat, use serviços como Zoom e Google Hangouts para que as pessoas se vejam e faça bom uso das metodologias ágeis nesses bate-papos. Adeque a frequência, conforme as necessidades, determinando uma agenda ok para todos. E que elas sejam breves, para não atrapalhar, ao invés de ajudar. Anote os pontos a serem discutidos e peça para que todos façam o mesmo, antes da reunião.Tecnologias que encurtam distânciasEscolha as ferramentas que atendam as suas demandas, não apenas as tradicionais, como o e-mail e as mensagens de WhatsApp. O Asana é uma ferramenta de comunicação em grupo, baseado em nuvem, que evita os montes de e-mails trocados. Já o Trello é uma plataforma de gerenciamento e organização de tarefas individuais ou em equipe. Seu funcionamento básico consiste em quadros, incluindo objetivos, que são distribuídos entre colunas. Possui muitas opções de customização e pode se adaptar, conforme as demandas de cada usuário.Há também o Buffer, voltado principalmente para as áreas de comunicação e marketing, pois permite gerenciamento de redes sociais e publicações programadas com antecedência.Se você precisa saber mais sobre ferramentas que facilitam o trabalho remoto, temos um guia de ferramentas para otimizar seu home office que traz muitas opções e ainda explica o uso delas em diferentes contextos.Na gestão remota: ajuste as expectativasAjude a equipe a organizar o que eles devem fazer e crie expectativas realistas para o trabalho deles. Isso também se aplica a você, gestor. Diga claramente quais são as tarefas e as motivações por trás delas, e ajude os funcionários a entender exatamente como o sucesso será medido. Defina escopo, entregas e datas para cada tarefa do projeto.E não se esqueça da cultura de feedback, uma gestão remota também precisa impulsionar este hábito mesmo que virtualmente.Foco nos resultados da equipe, e não em cada atividadeEsta nova configuração do mercado de trabalho evidencia como não ser possível administrar todos os aspectos do trabalho não é o fim do mundo.Se concentrar na atividade ou no número de horas trabalhadas passa a não ser uma prioridade da gestão, mas sim prestar atenção nos resultados, usando suas métricas de sucesso apoiadas nisso.Assim, você demonstra a sua equipe que autonomia tem muito a ver com responsabilidade e foco.Providencie os recursos necessáriosImportante ter atenção se os recursos tecnológicos ao seu time são supridos, como computadores, software, dispositivos móveis ou até conexão de banda larga. Lembre-se de que a responsabilidade de fazer essa checagem é sua, que representa a empresa para eles, seus valores e missão.Gestão remota requer resiliência e empatiaEis um ano para desenvolver soft skills, não é mesmo? Uma boa gestão remota, especialmente nas condições atuais, olha para a produtividade das pessoas com mais resiliência. Permita a seu time liberdade e flexibilidade de fazer o trabalho em uma rotina mais saudável. Lembre-se: o foco é a excelente entrega, e não o período do “expediente”.No blog da DH você encontra conteúdos focados em liderança, negócios, e claro, habilidades digitais. Com a gente, você também consegue fazer uma Imersão em Transformação Digital e se tornar um profissional ainda melhor.Leia mais no blog DH+ Dica dos especialistas: 5 livros inspiradores sobre transformação digital+ Futuro do trabalho: o que a tecnologia não substitui?+ Foco no cliente: entenda o que é um negócio customer centric

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#Tecnologia

Catálogo com mais de 40 APIs mais usadas por desenvolvedores

Nem sempre os usuários se dão conta de sua existência e benefícios, mas elas estão lá, facilitando a vida de todos. Porém, se soubéssemos quais as APIs mais usadas por desenvolvedores, provavelmente seria mais fácil reconhecer sua relevância.Application Programming Interface (em português, Interface de Programação de Aplicações) pode não ser lá muito popular por nome - API - mas, torna a experiência do usuário(UX) em sistemas e sites muito mais satisfatória, segura e completa. Pensando nisso, neste artigo, convidamos o professor de programação, Leonardo Carvalho, para nos contar um pouco sobre as APIs mais utilizadas atualmente e qual o motivo desta popularidade toda.APIs mais usadas por desenvolvedores e sua importânciaMuitos dos apps usados todos os dias acessam diversas APIs. Graças a elas, podem oferecer diversos serviços, tais como pagamentos, mapas, armazenamento na nuvem, redes sociais etc. Leonardo Carvalho cita abaixo algumas delas, divididas por categorias, contextualizando a experiência:Logins com redes sociaisPara evitar o desgaste do usuário em ter que se cadastrar em todo santo app, site e sistemas, é possível usar logins de terceiros, como o das redes sociais. “Geralmente, são usados em redes sociais, mas não se limitam a elas. O Facebook Login é o mais utilizado mas, temos, também, Google, Twitter e Apple (esse último é obrigatório, caso você desenvolva apps para dispositivos da Apple e tenha login com outras redes). Além destes, existe o GitHub, GitLab, Slack, Discord e Jira”, explica o professor.Logins com redes sociais aceleram a criação/login de perfis no seu app, fazendo com que a experiência do usuário seja mais fluida possível. Dessa forma, possíveis KPIs do app podem ser melhoradas com elas.MapasDesde os primórdios, pessoas precisam memorizar caminhos para chegar aos lugares ou usar um mapa. O problema é que esses mapas geralmente são extensos, desatualizados e de difícil manuseio. Mas, não hoje em dia, como diria a música, ponto para a internet.Aí que entram APIs interessantes, como as focadas em mapas. “Sem dúvida, entre as APIs mais usadas para mapas está o Google Maps. Dá para determinar rotas, distâncias, encontrar locais, criar mapas personalizados, geolocalização. Além da API do Google, tem o Bing Maps, Here Maps (um dos mais atualizados do mundo, na minha opinião), Apple Maps e OpenStreetMaps” enfatiza.Bônus de mapas: CEPLeonardo Carvalho explica que, se não fossem as APIs de CEP, a chatice e demora em preencher cadastros em sites e sistemas no Brasil, campo por campo,seria uma realidade não muito prática.Para consultar dados relacionados aos CEPs, é possível usar o serviço do ViaCEP, Buscar CEP e WebmaniaBR. ClimaSe antes, dependíamos da previsão do tempo fornecida pela TV, rádio e jornais diários, hoje temos aplicações completas para clima, com dados detalhados, que podem ser utilizados, por exemplo, em aplicações agrícolas, planejamento logístico ou mesmo para saber quando lavar roupa.Entre as APIs mais usadas, o professor cita o OpenWeatherMap API, Climatempo, HG Weather e CPTEC/INPE.Pagamentos“Não dá para falar de internet sem pensar nas possibilidades de compra online que existem atualmente”, enfatiza o especialista, pois, em tempos de pandemia, seria impossível a existência de apps de delivery, marketplace e supermercados, com a devida segurança e distanciamento social, sem a existência dos serviços de pagamentos online.Entre eles, é possível citar:➜ Mercado Pago➜ PagSeguro➜ PayPal➜ GerenciaNet➜ Wirecard (anteriormente Moip)➜ Vindi➜ Ebanx➜ PagBrasil (e sua tecnologia Boleto Flash)➜ StripeArmazenamentoO professor ressalta que uma das revoluções trazidas pela internet foi a possibilidade de guardar arquivos em servidores e poder acessá-los de qualquer lugar, por meio de uma interface customizada. E essa é uma das possibilidades com as APIs de armazenamento em nuvem. “Entre muitas, as que mais se destacam são a do Google Drive e Amazon S3. Ambas possuem interface própria para realizar o armazenamento e recuperação dos dados via app ou web, mas também permitem o uso através de APIs.”Carvalho cita ainda outros serviços, como Google Cloud Storage (o Drive é focado em usuários domésticos e esse no uso em escala), Azure Storage, OneDrive e Dropbox.Informações financeirasEnquanto você lê este artigo, milhares (senão milhões) de transações financeiras estão acontecendo em algum lugar do mundo, seja no mercado tradicional dos bancos, na economia digital ou no mundo das criptomoedas. “E, para acessar informações sobre os valores transacionados pelo mundo, usamos (adivinhe só) APIs do mercado financeiro. Aqui, o destaque é para a API do Yahoo, com o serviço Yahoo Finance. 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Olhando para os dados globais, há a COVID19 API, o Bing COVID-19 Data (com os dados organizados neste incrível mapa interativo), a  NovelCOVID API e muitos outros, disponíveis nesta página especial do Postman”.Caso você tenha se interessado pelas mais pedidas, globalmente falando, a startup americana RapidAPI (um marketplace de APIs) listou as 50 APIs mais utilizadas por seus clientes. Já em terras brasileiras, a startup LinkAPI fez o mesmo serviço por aqui. Vale a pena conferir.O catálogo de APIs que impulsionam a experiência do usuário é extenso, mas este é apenas uma das habilidades desejáveis dentro da área de programação. Caso queira se especializar no mundo dos códigos, invista em um curso de Web Full Stack completo para aprender na prática o que o mercado procura.

Soft skills de um UX Designer: principais habilidades comportamentais deste profissional img
#UX

Soft skills de um UX Designer: principais habilidades comportamentais deste profissional

Nem só de habilidades técnicas vive um profissional, em User Experience, é imprescindível conhecer quais as soft skills de um UX Designer brilham os olhos das empresas.O “x” da questão, que diferencia um ótimo profissional dessa área de outro mediano, são as soft kills, ou seja, as habilidades comportamentais. Hoje, o mercado de trabalho, além da tradicional formação e experiência na função, também demanda outros requisitos.Acompanhe o artigo e entenda como desenvolver as soft skills e ser um UX designer completo.  Soft skills de um UX Designer: o que é?Para quem está se perguntando o que é um UX designer a resposta é simples: é o profissional responsável pelo visual atrativo de uma plataforma digital, que proporcione uma melhor experiência ao usuário, baseada no comportamento dele, seja por meio da usabilidade, utilidade ou conveniência oferecidas na interação com um produto. A área de UX (Experiência do Usuário) é ampla. Dentre suas atuações, o UX designer, que pode ser especializado apenas em hard skills, habilidades técnicas adquiridas por meio de cursos, faculdade ou processos repetitivos. Já as soft skills são mais sutis do que o "tecniquês", e estão associadas ao comportamento do profissional no ambiente de trabalho e na resolução de problemas complexos relacionados a relacionamento, mindset ágil e percepções de grupo, porém fazem a diferença na carreira UX Designer.Não há um hard x soft. O ideal para um profissional completo e de alto nível na área é o equilíbrio entre ambas as skills. Por isso, se atente ao próximo tópico e lembre-se, assim como qualquer habilidade, as softs também precisam de muito treino para serem dominadas.Quais as principais soft skills de um UX DesignerListamos algumas habilidades comportamentais que agregam muito ao perfil de um excelente UX designer, assim você sabe como encantar recrutadores e gestores dos projetos.Escuta ativa Uma das skills mais importantes do UX designer é saber escutar ativamente outras pessoas da equipe. E o que isso significa, na prática?Que você deve incentivar as pessoas que trabalham no projeto a compartilhar suas ideias durante todas as suas fases, para troca de conhecimento. Esse tipo de interação facilita o trabalho do dia a dia e encurta distâncias de entendimento entre as pessoas.FeedbackUm bom UX designer precisa desenvolver a capacidade de estimular uma cultura de feedback, sem utilizar linguagem agressiva ou contundente. Pensando que um projeto de UX exige muitas modificações até estar realmente pronto, opinar sem ofender os outros é imprescindível.Portanto, a dica é sempre focar no que cabe aprimoramento, indicando o gap, mas, trazendo soluções criativas e estimulantes ao time.Compartilhar ideiasComo o universo de UX está sempre em transformação, os profissionais devem seguir no mesmo ritmo. Por exemplo, ser comunicado sobre um projeto inovador, e muito desafiador, pede, entre outras coisas, compartilhar ideias para buscar mais diversidade à pauta.Além disso, ter resiliência para lidar com os possíveis gargalos no meio do caminho pode ser um importante diferencial de sucesso em sua entrega.Comunicação objetivaNão deveria, mas alguns profissionais de UX designer costumam acreditar que todos entendem deste universo como ele. Portanto, use de humildade e treine a capacidade de se comunicar de forma clara e objetiva. Esse recado se estende à comunicação escrita também, como e-mails e chats. Aliás, essa habilidade evita muitos possíveis problemas que a má interpretação pode gerar, como alterações de cor ou fonte erradas.Aprendizado constanteO usuário muda de comportamento toda hora. O universo digital que trabalhamos, consequentemente, também e o UX designer deve acompanhar todas essas mudanças. Portanto, atualize-se! Busque informações em livros, webinars, leia conteúdos de UX e outras fontes de conhecimento para o aperfeiçoamento na área.Na Digital House, o curso de Experiência do Usuário (UX) atende em cheio a esta necessidade, ajudando o profissional de UX Design a desenvolver a prática das hard e soft skills, em equilíbrio e na medida que o mercado precisa. Projete sua carreira à cultura digital com a DH!Leia mais no blog DH:+ Cultura de UX: como essa mentalidade pode transformar empresas+ Prototipação em UX: 5 ferramentas para tirar ideias do papel+ Conhea a área de UX Research e como se tornar um profissional de pesquisa