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Home office: 8 dicas para ser produtivo trabalhando em casa

Home office: 8 dicas para ser produtivo trabalhando em casa
#UX
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#Dados
19 de março - min de leitura

Existem ferramentas e hábitos que podem facilitar seu trabalho remoto. Veja como adaptar sua rotina para produzir mais, de uma forma saudável, e entender melhor como funciona o home office.


O home office, esse termo emprestado dos norte-americanos, exige do profissional organização e alguns processos que garantem um bom rendimento em casa, o qual, para quem não está acostumado, pode não ser tão simples assim.

Por isso dicas para ser mais produtivo no home office podem ajudar, somadas à resiliência e flexibilidade, tudo fica bem.

Como ser produtivo no home office

1. Organização e disciplina

E um cronograma é fundamental. O planner,  seja físico ou virtual, é ótimo para ter o controle das atividades diárias, além de ser uma forma prática de ter as prioridades bem em destaque. E, por falar em começar o dia, comece com o mindset que você vai para a ação, para o trabalho. Isso inclui rotinas como banho, alimentação devida e deixar o pijama de lado.

2. Relógio ou assistente virtual

Disciplina também inclui saber o horário das reuniões, a pausa necessária para almoçar, beber água (hidrate-se e lave bem as mãos) e finalizar o expediente. Uma boa opção para não se perder neste ambiente familiar é usar um despertador ou uma assistente virtual que te avise com antecedência destes compromissos e paradas necessárias.

3. Concentração é seu aliado

Fone de ouvido de boa qualidade para isolar o som é uma opção quando na sua casa não há um escritório pronto para a nova rotina. A música pode deixar sua nova estação de trabalho muito mais agradável. Ajustar uma iluminação adequada também é importante para concentração, assim como para a saúde dos seus olhos.

Outra questão são as interrupções de familiares. Aí, a conversa é necessária. Explique que você está trabalhando como em qualquer outra situação, e isso inclui controle de ruídos e interrupções.

4. Estrutura necessária

Mapear o que é necessário para o home office dar certo faz parte do sucesso da operação. Avise seu gestor se sua casa está preparada, com internet rápida, equipamentos, notebooks, telefone, entre outras ferramentas que tornem possível trabalhar em home office. Se não estiver, peça suporte da empresa. Inclusive temos um e-book completo sobre ferramentas de home office e como usar cada uma delas que pode ajudar você e sua equipe!

5. Canais de comunicação

Aí está a grande sacada - pensar no melhor canal de comunicação que supra as necessidades de trabalho e que seja de fácil adaptação com as áreas necessárias para interagir. No e-book nós te ensinamos a usar alguns deles, como o Trello e o Slack. Porém, o alerta desta dica é sobre a relevância da integração.

Em plena era de Transformação Digital, as videochamadas e videoconferências para reuniões são realidade, em trabalhos remotos ou não. Além disso, reuniões frequentes mantém o sentimento de grupo das equipes distantes fisicamente.

6. Descubra qual o home office ideal para você

Observe sua maneira ideal de trabalho, seus picos de produtividade, melhor dinâmica e, a partir desta descoberta, reorganize sua agenda de reuniões e entregas. Use a natureza a seu favor.

7. Analisar como está sendo o home office para outras pessoas

Muitas pessoas estão fazendo home office como você, inclusive, muitos de seus clientes. Entender a experiência do outro é aproximar-se mais de sua satisfação. Observe esse momento de adaptação do mercado e use-o para melhorar suas entregas.

8. Seja resiliente: aprenda a se adaptar

De acordo com o Google Trends, que monitora buscas na Internet, o interesse pelo tema "home office" atingiu na primeira semana de março o nível mais alto dos últimos 90 dias, com aumento de 34% nas buscas do site em todo o planeta. Isso quer dizer que as pessoas estão conscientes de que adaptar-se às novas realidades é vital.

E aí fica a dica para empresas e funcionários: resiliência e planejamento é vida, ainda mais na era digital, em que o mundo está na ponta dos dedos! Isso se aplica às novas perspectivas de ver o mundo e aprender novos conhecimentos.

Ainda não está 100% plugado na Era Digital? Aqui na DH, temos um curso de Imersão em Transformação Digital completo, com especialistas do mercado, para você se atualizar e se tornar um profissional digital.

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Workflow: o que é e quais são os seus principais benefícios? img
#UX

Workflow: o que é e quais são os seus principais benefícios?

Em meio ao cenário competitivo do mercado, o workflow é uma estratégia de ouro que as organizações podem utilizar internamente. Se você busca por diferenciais e uma boa alternativa para ter mais eficiência e produtividade na sua empresa e projetos, precisa conhecer o método.Vamos contar tudo o que você deve saber sobre o conceito para colocá-lo em prática no seu negócio. Continue a leitura.Workflow: o que é?O workflow é um método utilizado em empresas, a fim de organizar os seus fluxos de trabalho da melhor forma. Em um processo organizacional, todas as atividades e demandas são dispostas e realizadas em uma sequência lógica e de maneira automatizada (com o uso de ferramentas).É o desenvolvimento de um passo a passo eficiente e prático para a execução de um projeto. Neste contexto, é essencial saber que o workflow não é apenas uma troca na ordem das tarefas. Na montagem de um determinado material, por exemplo, se não houver o uso do manual e você for seguindo os passos de maneira aleatória, é possível até concluir a tarefa, mas existe uma grande chance de haver uma falha na execução, prejudicando a eficácia do produto.E é a mesma coisa no fluxo de trabalho, pois é preciso realizar estudos e análises de diferentes pontos, a fim de adequá-lo da melhor forma, como equipes, rotinas, processos, entre outros.3 grandes benefícios do workflow para as empresasA organização dos fluxos de trabalho pode trazer grandes benefícios para as empresas. Separamos as três principais. Confira:Eficiência de processosDe acordo com um levantamento da consultoria McKinsey, 50% das tarefas realizadas por funcionários poderiam ser automatizadas com tecnologias já existentes. No entanto, apenas 10% são feitas na prática.Imagine se todas essas atividades fossem automatizadas e seguissem uma organização? Além dos colaboradores usarem seu tempo para outros afazeres, as atribuições poderiam ser mais estratégicas, aumentando a possibilidade de trazer mais resultados à organização.Além disso, o workflow também oferece um maior controle aos gestores, que conseguem acompanhar e analisar o trabalho de seus times, verificando o tempo gasto nas demandas e medindo a produtividade dos funcionários.Melhoria na comunicação internaEm uma organização que aplica o workflow nas demandas, todas as informações são centralizadas em um só lugar. Isso facilita a troca de dados e a integração entre diferentes áreas de uma organização, garantindo o bom andamento dos processos operacionais.Além disso, com o fluxo organizado e as tarefas ordenadas, os colaboradores entendem com clareza os seus papéis e obrigações.Redução de gastosUma vez que há a inclusão e implementação de ferramentas de automatização nos processos, a interferência humana acaba se tornando menor e a incidência de falhas também passa por uma redução.Com a diminuição de erros, também são reduzidos os prejuízos e desperdícios financeiros. Uma falha, dependendo da gravidade, pode demandar retrabalho e outros tipos de gastos à empresa.Como criar um bom workflow em sua empresa?Separamos um passo a passo com dicas para colocar o workflow em prática na sua empresa. Veja:1. Analise a situação atual dos fluxos de trabalhoUma boa análise de processos deve ser o start para a  implantação do workflow. Nesta etapa, você já vai perceber alguns pontos que podem ser corrigidos.2. Defina pessoas responsáveisCada projeto, processo ou área precisa de um líder para ficar à frente da implementação do workflow e ser responsável pelo acompanhamento constante para melhorias.3. Defina as demandas e seus envolvidosNesta etapa, coloque tudo o que foi analisado inicialmente no papel e levante as demandas, alinhando com os objetivos estratégicos da empresa e incluindo os seus envolvidos. Não se esqueça também de confirmar quais serão os indicadores usados no monitoramento de desempenho dos processos.4. Desenhe o fluxoCom as tarefas e seus responsáveis mapeados, é hora de desenhar o fluxo de trabalho adequado, definindo o início, meio e fim. Aqui deve constar todas as ações e desvios que possuem relação com os seus processos.5. Identifique ferramentasQuais ferramentas serão usadas na otimização dos trabalhos? Desenvolva um plano para implementação das tecnologias e observe se será necessário capacitar funcionários para lidar com elas.Qual a relação e importância do workflow na área de UX?Com a pandemia e o isolamento social, 2020 representou inúmeras mudanças para a rotina de muitos profissionais do nosso país. Em UX, isso compreendeu diversas transições, haja vista que a área necessita de muito trabalho em equipe para desenvolver produtos que promovam ótimas experiências aos seus usuários finais.Dados de um levantamento apontam que o home office foi adotado por muitas empresas, mas 67% delas tiveram dificuldades no início do trabalho virtual. Além disso, a familiaridade com as ferramentas de comunicação foi apontada como obstáculo por 34% das organizações.Esses números mostram que não tínhamos uma cultura de trabalho remoto forte para enfrentar um momento difícil e único como este.E na área de UX, isso não foi diferente. Foi preciso adaptar ainda mais as dinâmicas de trabalho e seus fluxos para promover um bom processo organizacional e, neste cenário, o workflow se tornou essencial para a automatização e adaptação das atividades aos colaboradores.Se você tem interesse em ingressar no universo de UX e ser um especialista, é importante saber que realizar um curso na área é uma ótima opção para desenvolver diferenciais, bem como, entender a dinâmica de workflow atual da área, compreendendo as principais ferramentas utilizadas neste mercado.Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário (UX). As aulas são online, 100% ao vivo e ministradas por professores que estão no mercado.Além disso, todos os alunos podem participar do programa de apoio à recolocação (gratuito) e em feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day). Inscreva-se e impulsione a sua carreira profissional agora mesmo!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

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#Dados

Entenda o que faz um analista de dados e a sua importância no universo das fintechs

O dia a dia deste profissional é repleto de bases, levantamento, validação e elaboração de relatórios e dashboards. Que tal entender essas responsabilidades com mais exatidão? Acompanhe este artigo para saber o que faz um analista de dados.Quais são as responsabilidades de um analista de dados?Não é redundante dizer que um analista de dados fica o tempo todo analisando. Ele precisa entender o negócio, as hipóteses que precisam ser validadas e todas as dúvidas que devem ser respondidas.Além disso, sabe quais são as melhores fontes de dados para levantar respostas e cria relatórios e dashboards para expor tudo o que foi analisado nas outras áreas, para, juntos, gerar insights e novas decisões estratégicas de negócio.Portanto, trata-se de um profissional essencial para que todas as necessidades relacionadas aos dados fiquem sempre alinhadas e os indicadores sejam devidamente acompanhados e mensurados.Qual a importância do analista de dados no universo das fintechs?Não é novidade que o universo das fintechs não para de crescer. Com o passar do tempo, novas empresas vão surgindo e, em paralelo, o profissional de dados se torna cada vez mais requisitado dentro delas. Mas por que isso acontece?Tomamos o Nubank como exemplo. A fintech é pioneira e tornou-se conhecida pelos cartões de crédito, que conseguem oferecer um serviço de graça pelo qual praticamente todos os outros bancos cobravam na época e, mesmo assim, se mantinha rentável. Qual a resposta disso tudo? Dados.Há uma quantidade estrondosa deles, um Big Data, que são a matéria-prima de uma equipe de profissionais formada por cientistas e analistas que os usam para tomar as decisões da empresa.Em suas atividades, o propósito principal sempre se manteve: entender o que clientes querem e precisam para ofertar o melhor produto possível, além de usar essas informações para promover um grande diferencial no setor bancário: o atendimento.Entenda um pouco mais da dinâmica delesPara potencializar a utilidade dos dados, o Nubank emprega uma política que os torna abertos para todos os funcionários. Isso significa que as informações referentes às transações de seus usuários são disponíveis (de forma anônima) em uma plataforma única e acessível para todos.Com isso, os dados podem favorecer tanto uma equipe de comunicação, que utilizará de informações relevantes aos seus conteúdos, quanto o atendimento, que saberá quais produtos estão gerando mais confusão entre os clientes.Além disso, a equipe de dados está sempre procurando investigar os problemas, prever tendências e buscar soluções para questões que nem os próprios usuários se depararam, criando e testando modelos para, assim, serem implementados pela empresa.Como se preparar para ser um analista de dados?Agora que você sabe o que faz um analista de dados e a situação promissora do mercado de fintechs, está interessado em ingressar na área, não é mesmo?A coisa mais importante que você precisa ter é a vontade de aprender e sempre estudar, pois, a todo o momento, surgem novos conceitos e metodologias de análise. Caso queira se tornar um especialista, foque no aprendizado de uma ferramenta que você se identifique e queira dominá-la, como o Power BI ou Tableau.A Digital House possui o curso de Data Analytics, que auxilia você com todos esses processos, fazendo se tornar um profissional em até seis meses, preparado para lidar com todos os desafios das grandes empresas.As aulas são online, 100% ao vivo e ministradas por professores especialistas que atuam no mercado. Além disso, a DH conta com o departamento de Carreiras, onde todos os alunos podem acessar diversos conteúdos exclusivos sobre suas jornadas. Inscreva-se agora mesmo e garanta o seu futuro profissional!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

O que é o modelo de Kano e qual a sua relação com a área de UX? img
#UX

O que é o modelo de Kano e qual a sua relação com a área de UX?

Existem muitas empresas que crescem no mercado, por entenderem as necessidades de seus clientes. No entanto, é preciso sempre explorar novos aspectos para aumentar ainda mais sua satisfação e converter mais leads. Neste contexto, o modelo de Kano pode ser uma ótima alternativa.Não podemos negar. Sempre é possível melhorar, nem que seja um processo, uma etapa, um atendimento ou até um serviço/produto num todo.E, para isso, é preciso entender tudo o que pode gerar valor para o usuário. Como a marca pode mostrar mais eficiência com a necessidade de seu público-alvo? Quais são os pontos que geram mais satisfação e insatisfação?O modelo de Kano é um método simples que pode fornecer as respostas para todas essas questões. Continue acompanhando este artigo para entender tudo sobre ele e enxergar novas oportunidades de melhoria para a sua empresa.O que é o modelo de Kano?O modelo de Kano é uma metodologia de gestão de qualidade que tem como o propósito a melhoria de processos, produtos ou serviços. As necessidades do cliente, ou seja, o que eles precisam ou desejam, são a base principal de todo esse processo.Ele foi criado pelo professor Noriaki Kano, nos anos de 1980, em Tóquio, no Japão. Na época, ele percebeu que as informações e dados que ele ou qualquer pessoa ou empresa tivessem poderiam ser categorizados.Com isso, ele criou o seu próprio diagrama, que inclui um gráfico para estruturar as expectativas dos clientes e como fazer para atingi-las e que, futuramente, passou a ser utilizado por inúmeras empresas em todo o mundo.As 3 principais categorias de KanoInicialmente, o modelo de Kano levava em consideração 5 requisitos:• Os atrativos.• Unidimensionais/de desempenho.• Obrigatórios/necessários.• Indiferentes.• Reversos.No entanto, com o tempo, para facilitar o uso do Diagrama de Kano, foram definidas três categorias principais. São elas:Deve ter (o que o cliente precisa)Esta primeira categoria refere-se a todos os atributos obrigatórios de um produto ou serviço, ou seja, tudo que um cliente precisa e já espera em sua experiência.Isso significa que se todos os pontos desta categoria existirem, não quer dizer que o cliente ficará satisfeito. No entanto, por outro lado, a ausência de um deles provocaria uma insatisfação, o que faz com que tudo que tenha aqui seja obrigatório.Performance (o que o cliente deseja)Esta categoria está associada às necessidades de desempenho do produto, às coisas que incitam a satisfação do cliente.Por isso, pode ser visto como tudo aquilo que o cliente deseja. Algo que, quando atendido, traz uma sensação maior de satisfação aos usuários. Claro que, se não houver, também pode causar decepção.Atrativos (o que encanta o cliente)Este terceiro atributo representa todos os pontos que podem gerar encantamento ao cliente, tornando-o extremamente satisfeito pelo diferencial oferecido pelo produto.Tudo que está nesta categoria é inesperado, ou seja, são todas as ações da empresa capazes de surpreender e superar as expectativas. Dessa forma, não oferecer algo que está aqui não causaria uma insatisfação.As ações atrativas podem incluir desde a entrega de uma lembrancinha junto a um produto, uma gratuidade ou extensão de garantia de um determinado produto sem custo, entre outras situações e opções inusitadas. A ideia é encantar o cliente de alguma forma.Como funciona o Diagrama de Kano?Entendidas as diferentes categorias do modelo de Kano para um produto ou processo, o diagrama surge como um método para equilibrar todos esses pontos.O objetivo é reunir as informações em um gráfico, que relaciona a existência desses requisitos com a satisfação (ou não) de um usuário.Veja o exemplo abaixo:Qual a sua relação com o UX?Quando destacamos a experiência do usuário, estamos falando sobre garantir a melhor percepção e usabilidade do produto aos clientes, sempre considerando suas necessidades, desejos, bem-estar, encantamento, conforto e solução de problemas de maneira assertiva.Assim, o modelo de Kano na empresa é uma ótima maneira de entender as reais necessidades dos clientes e trabalhar em melhorias, seja para produtos, serviços, atendimentos ou processos. E pode muito bem ser aplicada na área de UX, em um desenvolvimento ou melhoria de um produto ou serviço.É importante saber que, antes de criá-lo, certamente será preciso ouvir os seus consumidores. Colete feedbacks e faça pesquisas, para, assim, usar o método e estruturar todos os atributos possíveis do que está analisando.O que todos eles precisam, desejam e o que pode agradá-los são coisas diferentes, mas, ao mapear todas essas características no método, você conseguirá entender com mais exatidão como esses requisitos atendem a satisfação do seu cliente.Que tal ser um especialista em UX?Gostou de aprender com este conteúdo? Se você se interessa em adentrar no universo de UX, é importante saber que realizar um curso na área é uma ótima alternativa para desenvolver diferenciais como profissional, pois você adquire uma base sólida de conhecimentos a serem utilizados e aplicados nas empresas.Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário (UX). Além de ensinar o processo como um todo, ele também aborda diferentes metodologias para entender as necessidades dos clientes, como o próprio modelo de Kano.As aulas são online, 100% ao vivo e ministradas por professores que estão no mercado. Além disso, todos os alunos podem participar do programa de apoio à recolocação (gratuito) e em feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day). Inscreva-se e impulsione sua carreira profissional agora mesmo!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)