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Como ser um bom líder na Era Digital

Como ser um bom líder na Era Digital
#Carreira
28 de abril - min de leitura

O modo tradicional de liderança não funciona mais, é preciso deixar para trás determinados hábitos. E para te ajudar, temos dicas inteligentes para se tornar um líder inspirador e colaborativo.


Fácil ser chefe, desafio mesmo é inspirar os liderados. Essa afirmação tem seu fundo de verdade, principalmente na Era digital, onde a informação está muito mais democrática e o comportamento das pessoas pede estilos de liderança diferentes e mais colaborativos. Afinal, a chegada do digital mudou muita coisa por aí. 

E afinal, o que é ser um líder nos dias de hoje?

Como falamos, os tempos são outros, e com o conhecimento mais acessível, os gestores passaram a ter um papel de maestros que conduzem a equipe para tudo fluir de maneira equilibrada, antevendo as próximas passos, conservando a harmonia do todo e estimulando a criatividade dos colaboradores, assim como seu aprimoramento. 

Aliás, o conceito de chefe saber mais que o liderado caiu por terra na Era da Transformação Digital e vamos explicar o porquê.

Quais os estilos de liderança?

Durante o IT ForOn Series, que aconteceu no último dia 16 de abril, especialistas refletiram sobre a fase de isolamento social e as mudanças que ela nos trará, definindo o ritmo das próximas décadas. Muito se falou sobre o novo normal, pós-crise pandêmica. E, enquanto no mercado de trabalho se discute sobre regras do home office, esse conceito já evolui, caminhando para a normalidade , com sua redefinição de trabalho remoto, ou seja, você pode trabalhar de qualquer lugar do mundo, desde que tenha as tecnologias compatíveis.

Cá para nós, sorte a nossa que elas já existiam antes da crise, só não eram utilizadas em peso - e inclusive temos um e-book sobre ferramentas de home office para te ajudar nessa. A previsão é que novas rotinas criadas durante a quarentena impactem diversas carreiras e áreas. Certamente você e seu time fazem parte desta estatística. 

Liderança na Era Digital

Para te ajudar a essa adaptação mais dinâmica, você pode se apoiar nas nossas dicas para liderar uma equipe na Era Digital de acordo com os objetivos do time. Assim, todos conseguem ser mais assertivos e colaborativos diante dos novos desafios.

1 - Reconstrução de velhas perspectivas e crenças preestabelecidas

Pessoas carregam crenças. Normal. Porém, no mercado de trabalho, aquelas fixas e profundamente arraigadas podem ser um passaporte para baixos resultados, pois criam pontos cegos. Então, a dica é desafiar a si mesmo. Se for para o bem da operação e sucesso da empresa, consequentemente da sua carreira, vale a pena tentar, desde que alinhadas às demandas atuais do mundo dos negócios. 

Observe o comportamento de seus clientes, externos e internos, estude a diversidade e identifique como e quando os novos modelos, conceitos e oportunidades podem ser adicionados ao trabalho da sua equipe. Assim, fica mais fácil saber quais crenças básicas podem ser modificadas ou descartadas.

2 - Assuma ter uma mentalidade mutável, mas sempre alinhada à Era Digital

O líder desta era precisa ser colaborativo. Isso significa que sua mentalidade pode ser mutável, deve ouvir seus liderados e compartilhar de suas ideias, desde que alinhadas ao negócio. Para isso:

➜ Incentive o trabalho da equipe com foco na prosperidade de todos.
➜ Busque resultados de negócios inovadores.
➜ Cultive a criatividade dos liderados, tendo a cultura de inovação como farol.
➜ Permita-se errar e mostre em ações como assumir os erros e ter a destreza de contorná-los com agilidade é um ponto positivo.

3 - Promova brainstorms e alinhe a gestão do tempo

Crie rotinas que reforcem seu discurso com a prática. Faça reuniões rápidas, semanais, não apenas para a revisão de metas, mas para falar sobre os feitos da semana, os desafios e ideias de melhoria. E essa conversa acontecerá sempre no mesmo dia e horário, de maneira remota ou não, para que não impacte nas rotinas das pessoas. 

+ Método Kanban: saiba como organizar tarefas, alcançar resultados e manter o time motivado

4 - Consolide uma rotina saudável de demandas bem distribuídas

Um programa de desenvolvimento de equipes deve incluir 70% do aprendizado experimental, 20% de orientação ou treinamento e 10% de educação formal. Assim, a melhor maneira de criar essa mentalidade é dedicar tempo e recursos ao mãos à obra. Portanto, se você deseja cultivar criatividade e inovação de sua equipe, considere um planejamento de demandas predefinido e seguindo rigorosamente as datas de entrega, mas sem pressão no durante. Confie na sua equipe e dê esse voto de confiança. 

5 - Aprenda a reaprender, com resiliência e foco

A Era Digital traz a oportunidade de concentrar pessoas de várias gerações no mercado de trabalho ao mesmo tempo. Gerir todas elas pode trazer conflitos, se você não usar de resiliência e foco. Todos precisam ser colaborativos e aprender juntos. Aliás, profissionais de Recursos Humanos utilizam de ferramentas de dados para ajudar nessa missão. 

O Diretor Acadêmico da Digital House, Edney Souza, afirma que é preciso se transformar em um novo líder, como nós mesmos falamos, se reinventar. “Precisamos de um novo tipo de liderança, onde você confia na maturidade das pessoas, mas não abre mão dos controles. Controlar não é ficar em cima da pessoa o dia inteiro, ligando e marcando reuniões. Esse é o modo de controlar da velha economia”.

Quer descobrir mais sobre a Era Digital? Assista a DH Series, nossa webserie gratuita que te ajuda a entender a transformação digital que está acontecendo.

*Edney Souza, mais conhecido como Interney, é consultor e palestrante especializado em Cultura Digital, Novas Tecnologias, formado em processamento de dados pela Universidade Mackenzie e pós-graduado em Tecnologia da Informação Aplicada a Negócios pela FASP, além de nosso estimado diretor acadêmico.

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Data Scientist: Desvendando o dia a dia e importância desse profissional

Segundo o site Guia da Carreira, piloto espacial comercial, consultor de energias alternativas e revivalista de espécies raras serão algumas das possíveis novas profissões a partir de 2030. Mas o curso de formação para cientista de dados ainda é a melhor pedida, pensando nas profissões do futuro.Primeiro, porque o profissional é importante e requisitado por muitas empresas, desde já. Segundo, pois todas as três carreiras, citadas no início deste artigo, dependerão deste profissional, de uma maneira ou de outra. Se estas três ocupações serão sucesso quando nós estivermos menos jovens, não podemos assegurar. Mas que o cientista de dados estará em alta no mercado, isso nós garantimos. Ao longo do artigo, vamos te provar, através de argumentos, a importância do profissional de dados.+ Quais habilidades eu preciso ter para ser um profissional de dados?O papel do Cientista de Dados e por que ele é tão requisitadoA atuação deste cargo ajuda ativamente na decisão de negócios mais assertivos, uma vantagem que a análise de dados proporciona. E se você parar para pensar, só esta característica já torna a habilidade valiosíssima. Em épocas de imprevisibilidade econômica, monitorar e cruzar dados, ter insights e reinventar modelos de negócios, com base em informação sólida, é uma questão de continuidade e sobrevida para muitas empresas, e tudo isso faz parte do métier destes profissionais.Áreas que o Cientista de Dados atuaÁreas como Agronegócios,Telemedicina, Alimentação e Governamental são mercados que recentemente direcionaram sua atenção à este investimento, acelerando a procura por contratação. Finanças, Marketing e Varejo são exemplos de segmentos que descobriram este mapa da mina, antes do cientista de dados virar notícia.Alta procura e salário na área de dadosDe acordo com a plataforma de recrutamento trampos.co, o número alto de novas vagas nesta área pode ser explicado pelo fato de boa parte das empresas gerar dados e o mundo se orientar por eles.E mais, atualmente, a faixa salarial varia de R$5.500 a R$8.000 no Brasil, podendo atingir até R$12.000 em cargos mais elevados.Essa procura, em conjunto com os bons salários, mostra como o cientista de dados é crucial em praticamente todos os segmentos. É ele que analisa o comportamento de usuários, modelos estatísticos, desempenho da concorrência, tendências de mercados, encontrando possíveis anomalias em operações financeiras e trazendo insights das melhores rotas.Em plena Era da Transformação Digital, se uma companhia ainda não tem este profissional, certamente vai precisar. Que tal fazer parte deste hall da fama das profissões do futuro? + Veja um bate-papo exclusivo com o Head do DataLab do SantanderNa Digital House, você pode se tornar um cientista de dados e começar a atuar nestes mercados, logo após o curso. Com um time de professores que estão atuando em grandes empresas, somados a uma metodologia disruptiva e dinâmica, você aprenderá tudo o que precisa para ajudar as empresas a se prepararem para o futuro da melhor forma, começando pelo agora.+ Veja todas as especializações na área de dados

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Internet das Coisas no dia a dia: exemplos de como a revolução tecnológica está na sua rotina

A Internet das Coisas caminha forte rumo ao futuro e tende a estar cada vez mais presente no cotidiano de cada um de nós. Mas antes de entrarmos a fundo no assunto, é preciso explicar o que é Internet das Coisas, já que o termo, para alguns, remete à tecnologia, porém...o que significa? A famosa IoT, como é conhecida, nada mais é que a interconexão de objetos do dia a dia com a internet, ou seja, a tecnologia moldando o comportamento das pessoas dentro das casas, empresas, cidades, borbulhando a todo momento. Estes dispositivos, móveis ou não, têm sensores, circuitos eletrônicos e softwares capazes de coletar, processar e trocar dados.Internet das coisas no dia a dia Esta revolução tecnológica não é coisa “do futuro”. Ela é atual e evolui como parte da Transformação Digital. Portanto, inseri-la ao seu contexto profissional faz parte deste processo.Por exemplo, sabia que neste momento você pode estar usando ela sem ao menos perceber? Então, pelo uso do seu celular. Inúmeras funcionalidades dele (mesmo quando desligado) dizem respeito à IoT.  Líderes da Associação Brasileira de Internet das Coisas avaliaram o cenário brasileiro e latino-americano, durante o IT Forum 365, em 2019, afirmando que IoT não é futurismo.Eles dizem isso, pois a transição global para uma economia e estilo de vida digitais das pessoas anda a todo vapor. Ou seja, além do exemplo do seu celular, a IoT está presente na coleta dados de pesquisas que você faz para compras, enviando propagandas, nos seus games, no uso de assistentes virtuais e interligando sua geolocalização a apps de alimentação, mobilidade etc. Podemos citar mais alguns exemplos de Internet das Coisas no Brasil e resto do mundo:Casas inteligentes/automação residencialCompostas por itens como fechaduras inteligentes (smart locks), sistemas de segurança, automação de toda parte elétrica e eletrodomésticos pertencentes a uma casa e até mesmo condomínios. Estes sistemas são conectados à internet por Wi-Fi e Bluetooth e permitem que portas sejam controladas digitalmente e à distância. TermostatosOs termostatos inteligentes medem a temperatura de um ambiente, regulando aparelhos como ar-condicionado ou aquecedores da maneira adequada. Além disso, por meio da conexão com a internet e capacidade de processamento, os dispositivos aprendem com a rotina da família e podem ser controlados à distância, por app.Automóveis conectadosNeste caso, os automóveis têm painéis de conexão à internet e integração com aplicativos populares, como redes sociais e apps de entretenimento. Isso é o que temos para hoje. Mas, a evolução (em fase dos últimos testes) traz carros inteligentes, como os da Tesla, sem motoristas, que funcionam por energia elétrica e trazem soluções de logística e rotas logísticas mais estratégicas.IoT na saúdeNeste setor, os dispositivos automatizados se conectam e compartilham dados de pacientes e pesquisas, diretamente para um sistema de controle, facilitando e agilizando diagnósticos.AgroTechA IoT já ajuda produtores rurais a melhorar suas plantações. Com sensores, o agricultor é capaz de detectar a temperatura e a umidade do ar e ativar sistemas de irrigação. Além disso, pela rede, eles acessam bancos de dados e projeções meteorológicas. Assim, se programam com antecedência e tornam suas lavouras mais econômicas e sustentáveis.+ A Inteligência Artificial faz parte da sua rotina: veja exemplos no entretenimento, saúde e alimentaçãoDesvendar IoT nunca foi tão acessívelVocê deve ter notado que a nossa Era Digital é composta pela interação homem-máquina. E essa condição precisa ser encarada sem medo. Ele só aumenta temores inexistentes. Afinal, a tecnologia veio a nosso favor, e pode ajudar no dia a dia de inúmeras maneiras.Na Digital House, você tem a oportunidade de imergir no mundo da IA, essencial para IoT através do curso de Inteligência Artificial. Por meio de aulas práticas e dinâmicas, comandada por especialistas do mercado, você se atualiza sobre uma das profissões do futuro, e se torna o profissional que as empresas procuram. Vamos lá? A área da tecnologia te espera!

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#UX

Como criar um design responsivo para oferecer a tão esperada navegação amigável

Se você deseja vender mais e obter maior visibilidade de marca, terá que oferecer uma boa experiência ao seu usuário, esteja ele aonde estiver. Ou seja, precisa ter um site responsivo. Justamente aí que o UX Design ganha seu protagonismo.No mais recente estudo do Google, “O mundo nunca será o mesmo”, foram projetados os impactos da pandemia no comportamento, consumo, trabalho, finanças e economia, trazendo uma mensagem objetiva: tudo agora se torna virtual e essa realidade desenha novos modelos de interação. Segundo ele, as buscas como “velocidade de internet” são altíssimas atualmente, ponto importante para o home office, que antes era uma prática rara, e hoje é o dia a dia de muitos. Para o mundo pós-pandemia, o estudo de nome emblemático também prevê que o comportamento dos usuário ficará muito mais exigente (ainda!) quanto à rapidez e eficiência na resposta das empresas e seus canais online, incluindo atendimento. Sendo assim, vem aprender como criar páginas responsivas e que oferecem uma experiência de qualidade para o usuário.A importância do design responsivoAntes de mais nada, vamos relembrar o que é um design responsivo. 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Com essa técnica, seu site se ajusta de acordo com o tamanho da tela do usuário.O próprio Google recomenda esse tipo de design responsivo como uma forma de otimizar a experiência do usuário, para evitar duplicações de conteúdo e obter imagem consistente.Agora, voltando o foco para a parte que vai além da técnica, a área de UX encontra alguns desafios nesta criação:➜ Atingir o mesmo grau de satisfação do cliente, tanto por dispositivos móveis quanto desktops;➜ Que toda a jornada do usuário no site seja estratégica, simples e encantadora.Os profissionais certos para esta missão são das áreas de UX/UI, pois, com suas skills, pensam nas funcionalidades e maneiras de capacitar e gerar um caminho interessante a quem acessar aquele site, por ambas as vias, e não apenas pela ótica da adaptação dos tamanhos das telas, imagens ou da otimização do menu.Guia básico para criar um design responsivoO professor de UX da Digital House e especialista no assunto, Renato Gondra, elenca três pontos para te dar uma luz durante o desenvolvimento responsivo. São eles:Busque referênciasO famoso benchmark é importante. Ou seja, olhar o que marcas bem conceituadas fazem é uma inspiração a ser seguida. Veja o site no desktop e depois no smartphone. Analise e compare as diferenças.“Também vale olhar os guias de design system do Android e do Apple IOS. Alguns dos componentes dos apps podem ser aproveitados em sites responsivos”, finaliza.Pense Mobile FirstHoje mais de 70% do tráfego da internet é feito através de smartphones. Então, prefira começar desenhando seu produto digital para smartphones. Assim, você inicia já com foco na simplicidade e fica mais fácil transformar num site para desktop.“Mas lembre-se: é papel do designer desenhar pelo menos essas duas versões de tela”, ressalta Gondra.+ Veja nosso inforgráfico completo sobre a mudança do Mobile First para Mobile OnlyComponentes (Assets) que podem ser adaptadosDurante o design, você poderá apontar particularidades em cada tipo de dispositivo. Alguns elementos podem se comportar de maneira diferente em telas menores. Então, é importante ficar atento a isso.“Uma tabela que funciona bem em desktop pode não promover uma boa experiência em smartphones. Nesse caso, você pode trocar por um card expansível, por exemplo”, completa.Além disso, no momento do desenvolvimento, continue a estudar essas interações. E, após ele, o trabalho não para. Faça testes de usabilidade e brainstorm com sua equipe. E vamos a mais técnicas de design responsivo1. Atenção para a velocidade de carregamentoFique atento à velocidade de carregamento do site - se demorar muito, seu cliente pode não estar tão engajado na sua marca para esperar. Além disso, esta falha pode remeter a uma característica da própria empresa. 2. Menos efeitos podem entregar mais experiênciaOs efeitos podem até ser atrativos, mas se seu uso for em telas maiores. Pelo acesso em dispositivos móveis ou tablets, pode ocorrer o contrário. Sendo assim, teste este atrativo nos dois canais e observe se passa a mesma mensagem, antes de aderir.3. Utilize imagens flexíveisImagens pesadas e estáticas podem ser interpretadas como ultrapassadas. Em um site adaptável, se usa imagens leves, que possam ser carregadas em qualquer dispositivo, pois se adaptam a diferentes tamanhos de dispositivos, ou seja, medidas fluidas.4. Textos legíveisDispositivos móveis têm telas menores e precisam de legibilidade para o usuário. 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