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Como mensurar os resultados da sua estratégia de marketing digital

Como mensurar os resultados da sua estratégia de marketing digital
#Marketing
26 de junho - min de leitura

De nada vale criar estratégias de marketing digital robustas e não analisar os números. Entenda como mensurar seus resultados em marketing digital e melhorar suas ações.


Saudades do que a gente não viveu. Esta é uma frase que bem define as consequências da pandemia, já sentidas no mercado financeiro. A porcentagem estimada de encolhimento do PIB brasileiro neste ano é de 4,70%. E o que isso tem a ver com as decisões da sua estratégia de marketing digital? Muita coisa, viu.

Acompanhe esse artigo e saiba como a previsibilidade e análise durante os processos e campanhas podem ser excelentes termômetros para a estratégia de marketing digital que você e seu time aplicam.

Como saber se a sua estratégia de marketing digital está funcionando

Nosso professor de marketing digital, Fernando Oka, explica que o momento atual pede uma análise diferente e por setorização. “Algumas categorias não sofreram retração e cresceram na pandemia, como bens não duráveis/venda de alimentos, produtos de higiene, lentes de contato, entre outros. 

Porém, realmente a competitividade aumentou com custos inflacionados, principalmente nas mídias que usam leilão, como o Google. Acho que tanto para os casos de retração, como de crescimento, a medição eficiente ficou cada vez mais necessária. Não há muito espaço para planejar em médio prazo. É importante ter os KPIs muito claros e, em qualquer mudança, conseguir corrigir o rumo”.

Oka deixa claro que a segmentação é uma estratégia muito importante para se alcançar o máximo em performance. “Usar dos públicos semelhantes, remarketing e intenções de compra, ou mesmo tudo junto, tende a gerar maior chance de conversão. Além disso, é preciso ficar sempre atento ao comportamento do usuário. Dica: horários de maior conversão não necessariamente são os de maior engajamento e vice-versa”, completa. 

Neste ponto, as ferramentas para mensurar o sucesso da estratégia de marketing se mostram muito necessárias. Além de comprovar resultados, essa avaliação servirá como termômetro para um panorama futuro. 

Portanto, a recomendação é analisar todos os momentos deste plano. Pensando no antes, a dica é fazer o levantamento das metas e leads e observar se eles realmente foram alinhados com o objetivo do cliente, dentro do funil de vendas de marketing digital. Esse pipeline é um bom sustento para a estratégia e planejamento da jornada de compra.

Faça o seguinte exercício com a sua equipe. Reúna todos em um brainstorm e levante as seguintes questões:

➜ Vocês estão utilizando os melhores canais para esta estratégia?

➜ Esta é a melhor abordagem, pensando sempre na persona e no objetivo?

➜ A quantificação e qualificação dos números gerados correspondem com as metas?

O PDCA (plan, do, check e act), ou, em português, planejar, fazer, verificar e agir, pode ser uma ferramenta bacana para ser usada no controle de processos. Com ela, você pode averiguar se tudo está sendo executado de acordo com o planejamento inicial ou se é necessário mudar o curso das coisas.

Aqui, vale lembrar que as metodologias ágeis ajudam neste durante, pois auxiliam no gerenciamento prático e dinâmico dos processos.

Optando pelo uso de metodologias ágeis, seu time obtém informações valiosas que trarão luz para entender quais processos não estão gerando resultados, corrigir as falhas, e até replanejar e voltar a executar de outra maneira, se for preciso.

Por exemplo, se você identificou que o entrave está nas conversões, vale criar um teste AB para analisar. Com o resultado é possível aprimorar a experiência do usuário, mesmo com campanha, em andamento.

Dicas para driblar a concorrência

Quanto aos meios mais indicados para driblar a concorrência do digital, o professor Oka acredita que, antes de tudo, é preciso conhecimento da força de cada canal e utilizá-la de maneira mais correta. Não há uma fórmula pronta para todos e o cenário exige sim muito teste. Ou seja, quem testou antes tende a se dar melhor agora. 

“Eu trabalho bastante com e-commerce, então, grande parte dos esforços vai para o BOFU (fundo do funil). Mas, muitas vezes preciso gerar a demanda (TOFU - topo do funil). Nessas horas, opto pelo tráfego mais barato, mesmo que nem sempre me traga qualidade (Facebook é uma boa mídia para isso) e, através do remarketing, atinjo os clientes no Google (GDN), LinkedIn e Instagram. Até mesmo o YouTube tem se mostrado uma boa mídia para MOFU (meio de funil) e BOFU, onde antes era muito usado para TOFU”, finaliza.

O exemplo do nosso professor evidencia que nem sempre a mídia precisa ser always on . A convergência de canais pode ser mais efetiva, nesse momento do novo normal. Portanto, segmentação de públicos, atenção às etapas do funil com criativos direcionamentos para o momento certo e indicadores claros, definem bem se sua estratégia atual está ou não no caminho para o sucesso dos leads tão esperados.

Como mensurar os resultados

Mesmo com a campanha perto da finalização, a prática de avaliar o que foi planejado e alcançado precisa ser frequente. Mas quando ela acaba, de fato, há duas formas de avaliar o sucesso da estratégia de marketing em números. São elas:

Custo de Aquisição do Cliente (CAC): a soma do valor que foi investido para obter novos clientes dividida pela quantidade de clientes novos. 

Retorno sobre Investimento (ROI): com ele, serão identificados quais projetos de marketing dão mais retorno e como foi o andamento da campanha. 

No Inbound Marketing, se mexe em time que está ganhando, com o argumento de que este é um processo em constante mudança pois, a sua audiência muda, o mundo também e você acompanha a onda. 

O aprendizado em habilidades digitais ajuda os profissionais de marketing a compreender estas mudanças e as novas necessidades que elas trazem na bagagem. Munidos destas ferramentas, sua equipe poderá trilhar com mais segurança e previsibilidade na condução de suas estratégias.

Na Digital House, temos cursos específicos às áreas de Marketing Digital em seus mais diferentes estágios e conhecimentos, para que você esteja pronto para esta realidade e identifique sempre os melhores caminhos a seguir.

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Servidor Web: um guia sobre o software fundamental na hospedagem de sites img
#Tecnologia

Servidor Web: um guia sobre o software fundamental na hospedagem de sites

O servidor web tem a importante missão de ser a ponte entre o fluxo de trabalho de conteúdo de um site até sua execução. Uma parada ou algum tipo de falha pode comprometer processos inteiros e gerar prejuízos.Por esta razão, grandes empresas optam por executar suas plataformas com vários servidores, dividindo as funções. Neste artigo, você vai entender mais sobre o funcionamento desse valioso intermediário entre conteúdo de empresa e seus clientes. O que é um servidor web? Basicamente, o servidor web é o responsável por armazenar e disponibilizar conteúdos, como sites e páginas HTML, para que fiquem acessíveis para qualquer pessoa na internet.Durante o trâmite destes dados, é necessário haver conformidade, ou seja, seguir um protocolo específico, o Protocolo de Transferência de Hipertexto (HTTP), que garante que todas as páginas e servidores se comuniquem de forma eficiente e sem erros.Como funciona um servidor web Antes de mais nada, é preciso compreender que todo computador conectado à internet recebe um endereço de IP, por meio do qual acontece a identificação do dispositivo na rede, incluindo computadores pessoais, notebooks, celulares e tablets.Quando você visita este blog, por exemplo, uma solicitação é enviada do seu endereço IP para o endereço IP do servidor web, que responde de imediato, enviando dados para o solicitante. Assim, todas as informações são transferidos para o seu computador a partir de uma página.Portanto, o servidor funciona em quatro fases:1 - obtenção do endereço IP  e do nome do domínio; 2 - solicitação da URL completa pelo navegador; 3 - resposta do pedido pelo servidor; 4 - exibição da página web pelo navegador.Soluções em hospedagem geralmente incluem um servidor web ou permitem a instalação de um, por meio de contratação do serviço, sendo incluído de diferentes formas.Quais são os servidores da web para contratação?Agora, conheça algumas formas de contratação que uma empresa pode optar, na hora de escolher um servidor web para chamar de seu.➜ Hospedagem compartilhada - o servidor web é compartilhado entre muitos usuários, visando a economia de custos;➜ Hospedagem ou servidor VPS - o usuário tem controle e pode instalar o servidor web compatível que preferir;➜ Hospedagem cloud - nesse caso, a gestão é mais simplificada, já que os recursos de cloud (nuvem) são considerados mais acessíveis, intuitivos e ágeis na implantação;➜ Servidor dedicado - o usuário pode instalar qualquer servidor web no sistema operacional, oferecendo controle da máquina.Normalmente, esses serviços são oferecidos por provedores de hospedagem pagos. Mas, é possível encontrar versões gratuitas.Principais servidores webAssim como todo software, existem várias alternativas de servidores web com diferentes características no mercado. Conheça alguns deles:ApacheEO Apache é o servidor web bem popular do mercado, escolhido por grandes empresas de tecnologia no mundo inteiro. Um dos motivos dessa popularidade é ser um software gratuito e de código aberto, compatível e padrão nos principais sistemas operacionais (Windows, macOS, Linux e FreeBSD).Microsoft IISO Internet Information Server (IIS) é o servidor web da Microsoft, executado em plataformas Windows. O servidor dispõe de todos os recursos como o Apache e foco nas tecnologias proprietárias da Microsoft, como a linguagem ASP.NET e sistema de banco de dados SQL Server.nginxGratuito e open source, o nginx conta com dezenas de contribuidores. É também um dos principais servidores web/proxy utilizados no mercado. E para quem busca praticidade e precisa de um servidor para uso pessoal ou tem um caso de uso específico, a Lighttpd, Caddy Server e o Mongoose podem ser boas opções, oferecendo vantagens como gratuidade, compatibilidade com outros sistemas, código aberto e fácil instalação e usabilidade, além de suporte para diversas plataformas.Interessante,não? Se você se interessa por assuntos que envolvem tecnologia e inovação, acompanhe os artigos do blog DH e confira nossa biblioteca de conteúdo, totalmente gratuita!

Resumo LGPD: tudo que a sua empresa precisa mudar com a nova lei de proteção de dados img
#Dados

Resumo LGPD: tudo que a sua empresa precisa mudar com a nova lei de proteção de dados

Se dados são valiosos, o tratamento deles dispensa comentários. É por isso que um resumo LGPD é tão importante no momento, já que a Lei Geral de Proteção de Dados está em vigor, mesmo que sem multas, e as empresas devem cumprir as novas exigências.Mais de dois anos após sua a sanção, empresas que ainda resistiam em se adequar às novas normas de privacidade, agora, buscam ajuda de consultorias, escritórios de advocacia e contratação de profissionais habilitados da área de dados.Neste artigo, que é basicamente um resumo LGPD, a gente explica por que estas empresas precisam se adequar à nova lei.Resumo LGPD: como está a lei até o momento?A LGPD tem o objetivo de oferecer aos brasileiros mais segurança sobre o uso de seus dados pessoais. Ela unifica regras sobre o assunto, mudando a questão do consentimento para o uso das informações de terceiros. Um bom exemplo são os termos de uso, aqueles textos enormes e que todo mundo aceita sem ler. Com ela em vigor, eles terão de ser muito mais curtos e claros, com a necessidade de especificar para que servem os dados solicitados.LGPD em vigorSua “estréia” passa por alguns adiamentos. No dia 26 de agosto de 2020, o Senado derrubou o trecho de uma medida provisória aprovada pela Câmara, que postergava a LGPD para 2021. Embora as multas estejam previstas para serem aplicadas a partir de agosto de 2021, assim como a criação da ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados), efetivamente, esta adequação agora passa a ser uma prioridade imediata.Porém, segundo o diagnóstico da Ernst & Young,em parceria com a Associação Brasileira das Empresas de Software, que engloba companhias que se propõem a discutir o tema, só 38% afirmam estar em conformidade com a lei.Logo, fica óbvio que o grau de conformidade e de maturidade é muito baixo no Brasil, considerando a lei ter sido anunciada em 2018. O que muda com a LGPD?Portanto, se uma empresa realmente pretende elevar esse “nível”, precisa seguir as principais regras da LGPD: - Mapear os dados, o fluxo e o tratamento conferido a eles;- Buscar uma base jurídica para proteger a organização;- Adequar os processos à lei e organizar a governança interna, o que inclui definir um DPO (sigla de Data Protection Officer, ou encarregado de proteção de dados).Um resumo LGPD do que as empresas precisam mudarMapear/organizar os dados que detém Toda empresa precisa organizar e categorizar todos os dados pessoais que possui, como nomes, endereços, e-mails, idades, estado civil, situação patrimonial, entre outros.A Lei de Proteção de Dados serve para os ambientes online e offline. Logo, esta empresa precisa ter acesso rápido a todas as informações. As consideradas sensíveis, como posição política, opção religiosa e vida sexual, receberão tratamento mais rigoroso. Neste ponto, uma assessoria jurídica pode ser útil para orientar e proteger a organização nesta fase inicial.Monitorar o fluxo e o tratamento dos dadosAqui, os softwares de cibersegurança são imprescindíveis, já que esta atividade manual fica fora de cogitação, tendo em vista a quantidade de dados que transitam em uma empresa. Além disso, esses sistemas geralmente são integrados, com relatórios periódicos que ajudam nas auditorias impostas pela lei.Nessa fase, um profissional da área de análise de dados é a pessoa mais habilitada para a contratação de uma solução certa ao negócio, pensando em tamanho, demandas, segmento e outras características.Uma política organizacional e governança de dadosNem só de ciberataque vivem os supostos prejuízos com a LGPD, mas também das falhas humanas. E quando se fala em prejuízos, quando alguma informação é perdida, vazada ou invadida, além dos de reputação da marca, há as altas multas.As empresas que não atenderem às novas exigências da regulamentação brasileira estarão sujeitas a pagar uma multa simples ou diária equivalente a 2% do seu faturamento, com teto de R$ 50 milhões por violação.Uma política organizacional, voltada à proteção de dados, treina pessoas a tomarem medidas simples em seu dia a dia para que se tornem menos vulneráveis a cibercriminosos, como a verificação da origem de arquivos, destinatário de e-mails, entre outras.Um programa de governança de dados, indispensável no mundo que vivemos, pode ser capaz de prevenir esses tipos de problema, categorizando e classificando os dados, armazenando e designando eles a quem poderá acessar, assim como os responsáveis por monitorar todo esse processo.Aí, mais uma vez, o profissional de dados entra em ação, ajudando não só na conscientização das pessoas, mas também na implantação desta nova mentalidade e processos técnicos.  Quem cuida da LGPD em uma empresaOs novos aspectos da regulamentação brasileira (capítulo VI, seção II, art. 41) especificam que “o controlador deve indicar um encarregado (de proteção de dados) pelo tratamento de dados pessoais”. Essa pessoa será conhecida como DPO, que na prática significa o profissional responsável por cuidar dos dados e prestar esclarecimentos.Em linhas gerais, quando finalmente estiver valendo por completo a LGPD, o DPO, se não for especialista em dados, vai precisar do apoio de um, para que tudo continue bem, sem surpresas nas auditorias. Inovação e proteção de dados andam juntasA LGPD vem com ótimas intenções e se mostra uma evolução que acompanha a Era da Transformação Digital. Com ela, uma pessoa que se sentir lesada por sistemas automatizados, como em condições de crédito diferenciadas sem explicação, poderá, com garantia legal, obter uma resposta da empresa. Portanto, as empresas não só precisam adequar seus processos com ferramentas de gestão e tecnologias (Inteligência Artificial na análise de dados), mas ter muito claro o propósito da coleta de dados, como fazem isso e qual a sua finalidade. E, como você notou ao longo do artigo, a contratação dos serviços de profissionais habilitados faz parte da implantação da LGPD nas empresas, independentemente do seus tamanho e setor. No curso de Data Analytics da Digital House, que forma analistas de dados, a LGPD é tratada dentro de ética e privacidade. O tema também entra para o curso de Imersão em Transformação Digital.A Lei Geral de Proteção de Dados é indispensável para as empresas por diversos motivos, mas com destaque para dois: passar segurança para o consumidor e evitar multas dolorosas. Com essas dicas do resumo LGPD, estar dentro da lei não será um problema para o seu negócio.Leia mais no blog DH:+ DH Series: especialista Núria Lopez fala sobre a LGPD+ Quero mudar de carreira, e agora?+ Gestão remota: como manter seu time engajado à distância

Como começar em UX Design e entrar para a área de User Experience img
#UX

Como começar em UX Design e entrar para a área de User Experience

A principal dúvida que ronda a cabeça de quem está querendo se tornar um profissional de User Experience é como começar em UX Design.Como em qualquer carreira, a hora de iniciar ou migrar para uma área nova é difícil e envolve diversos fatores. E por mais que as vagas em UX só aumentem, assim como os salários e a visibilidade, faz bem entender tudo sobre User Design para se sentir seguro sobre a escolha.Como começar em UX Design - um panorama sobre o mercado atual É possivel migrar para UX Design independente da sua atual profissão, hoje o maior movimento para a área são de designers, visto que estes profissionais já tem alguma familiaridades com User Experience.Embora grana não seja o fator decisório de uma escolha profissional, sabemos que conta bastante, e o salário médio de um UX designer é de R$ 4.549 / mês.Além disso, a demanda é grande. A tendência é que este boom seja ainda maior nos próximos 30 anos, segundo estudo da NN/g.E por quê?  Simples, esta é uma área extremamente estratégica, onde esses profissionais ajudam empresas a ter uma visibilidade planejada, perspectiva mais atrativa aos olhos do usuário, e, consequentemente, maior presença online. Por essa razão, muitos designers migram para a área, pela abrangência e relevância dela no mundo Digital First em que vivemos.Dicas para migrar para UX DesignCrie uma rotina de pesquisa e leitura sobre a áreaO primeiro passo que vai te ajudar a entender como começar na área de UX Design é estar em contato diário com com profissionais e comunidades para entender os desafios e as melhores referências no assunto.Assim, você vai saber como é o dia a dia de um UX designer, além de todas as possibilidades de atuação dentro das áreas de UX.O que um UX Designer precisa saber?É importante que você identifique, desde já, três atividades que contribuem para que a rotina de um UX designer seja mais assertiva: pesquisa com usuário, design de interação e arquitetura de informação. De qualquer forma, a área de UX é muito maior que estas pontuações e você poderá atuar em:➜ UX Strategist;➜ Usability;➜ Product Owner;➜ UX Writer;➜ UX Research;➜ User Interface.Siga grupos nas redes sociais e faça um upgrade do seu LinkedInPara estar mais a par da área, faça parte de comunidades de UX, fale sobre o tema no seu LinkedIn e troque figurinhas com quem já está trabalhando com User Experience. Algumas das nossas sugestões são:Sugestões de grupos de UX:UXPASP: a Associação de Profissionais de Experiência do Usuário é um espaço de apoio para todos os UX Designers do estado. Por lá você encontra informações sobre a área, próximos eventos e troca de experiências;Ladies That UX BR: uma comunidade informal totalmente #girlpower. Mulheres talentosas que atuam na área e estão de braços abertos para receber outras profissionais que buscam entrar para UX;Jovens UX/UI: um encontro no LinkedIn daqueles que estão buscando respostas sobre como começar em UX Design. Bem-vindo, UX Júnior!Por falar em LinkedIn, é importante que seu perfil esteja atualizado por lá. Siga empresas e profissionais que admira, consuma suas opiniões, tendências e não se esqueça de criar um bom perfil para o LinkedIn.Para o UX designer, esta rede facilita na divulgação do portfólio de UX, pois mostra às empresas o seu trabalho e a linha de raciocínio utilizada para resolver os problemas, ou seja, sua personalidade profissional.Ok que você está começando e não tem nada concreto para mostrar. Mas pode utilizar projetos ilustrativos que demonstrem sua capacidade de resolução e criatividade.Não tenha receio sobre seu backgroundPossuir experiências anteriores diferentes, ou seja, um background diverso, é um ponto positivo para quem se pergunta como começar em UX Design. A área permite essa diversidade, por exemplo, alguém que tenha trabalhado em um call center pode agregar esse conhecimento na comunicação e na empatia na hora de aplicar testes com usuários.Desenvolva soft skillsEssas habilidades comportamentais ajudam na concretização de entregas mais ágeis, melhores resultados em todas as fases do projeto e no relacionamento com o time. Por isso é tão importante conhecer as soft skills de um UX Designer. Inclusive, veja alguns exemplos abaixo:➜ Comunicação assertiva e clara;➜ Colaboração;➜ Autonomia;➜ Trabalho em equipe;➜  Empatia;➜  Curiosidade.O que é curso de UX?Em UX, ser autodidata é quase uma regra, mas o aperfeiçoamento por meio de um curso específico da área é muito importante e valorizado pelas empresas contratantes.A Digital House tem um curso de UX atualizado e completo sobre esta nova profissão. Nele, você aprenderá a fazer pesquisas com usuários, analisar modelos mentais e otimizar resultados que geram impacto nos negócios, além de criar protótipos, fazer testes de usabilidade e análise heurística para melhorar interfaces.Um diferencial importante da escola é o Departamento de Carreiras, liderado por Andrea Tedesco, profissional que te ajuda a realizar uma transição de carreira com sucesso!Leia mais no blog DH:+ Guia de Product Discovery: passo a passo e importância do processo para o seu Produto+ Etnografia no UX: como entender a relação do consumidor com produtos e serviços+ Prototipagem: 5 ferramentas de prototipação que você precisa conhecer