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Estratégias para e-commerce: como falar com o público certo e aumentar suas vendas

Estratégias para e-commerce: como falar com o público certo e aumentar suas vendas
#Marketing
29 de junho - min de leitura

A parcela de pessoas que compra online aumentou, por isso é indispensável que você tenha uma estratégia de marketing digital para sua loja virtual. Crie conteúdo inteligente e cresça seu volume de vendas.


O novo normal está sendo uma oportunidade interessante para engatar de vez as vendas no e-commerce. Com um plano de estratégias redondo, você pode começar a mensurar suas campanhas de marketing digital para saber se estão dando certo, assim as chances de sucesso aumentam. 

Mas, para você ter uma ideia, o online já estava crescendo antes mesmo do isolamento. Historicamente, o e-commerce evolui (apesar dos pesares econômicos do Brasil) desde o final da década de 90, se mantendo em escalada mesmo com as crises de 2008 e após 2014.

Em estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), foi evidenciado que os brasileiros aumentaram suas compras online e passaram a usar meios digitais de pagamentos. 

E esses hábitos de consumo devem permanecer no pós-pandemia. Então, no durante e no pós, existem estratégias que funcionam para o seu e-commerce crescer. Como? Com a divulgação certa. De que forma? Acompanhe o artigo que a gente explica.

Como divulgar um e-commerce

A internet é uma ferramenta influenciadora na jornada de compra do consumidor, empoderando-o com a possibilidade de pesquisar e se informar antes de tomar a decisão de compra.

Com a grande concorrência no comércio digital, trabalhar com e-commerce exige dedicação especial para suas ações de marketing, sempre com foco em atrair leads e convertê-los em clientes.

Se você está disposto a este objetivo, invista em marketing digital. Uma das dicas é apostar no marketing de conteúdo nesta captação. Com ele, é possível trabalhar de duas maneiras:

1 - Descrição dos produtos da loja virtual

É possível aplicar estratégias de SEO para que o Google tenha como rankear a sua loja da melhor maneira possível na busca orgânica. Caso você já receba a descrição pronta do fornecedor, o indicado é que você a utilize como base, criando uma original posteriormente, com foco em palavras-chave e SEO.

2 - Produção de conteúdos em blog

Assim, você mostra aos clientes que entende bem sobre o que vende/oferta. O blog é uma excelente ferramenta de atração de visitantes, que traz o desafio de transformar os visitantes em leads. E aí que entra o papel das landing pages e formulários, junto a com esses conteúdos.

Ainda em marketing de conteúdo, o e-mail marketing aumenta as chances das ações do marketing digital para e-commerce darem certo, por ser um dos principais canais de relacionamento na internet.

A dica aqui é que você se relacione com sua base de leads e clientes por meio do e-mail marketing com frequência estratégica (sem ser invasiva), para que eles possam lembrar do seu negócio sempre. No segmento de e-commerce, as ações de fundo de funil são centralizadas no email marketing.

Neste ponto, comece segmentando sua base de contatos pelo interesse que já foi demonstrado nas interações anteriores. Então, com esta base, direcione uma comunicação focada, tornando as chances de conversões mais reais.

Como criar conteúdo nas redes sociais para sua loja

Por falar em digital e campanhas de marketing de conteúdo, vender no digital e não criar uma estratégia de inbound marketing nas redes sociais é um tiro no pé.

Uma boa prática de divulgação da sua loja, além de artes atraentes sobre seus produtos, promoções e datas especiais, são dicas interessantes para utilizar nas postagens textos, que aproximam ou pedem interação entre as pessoas que seguem a sua página.

Por exemplo, se você tem um e-commerce de vinhos e quer divulgar um de seus produtos no Facebook, Instagram e Twitter, respeitando a linguagem adequada para cada canal, pode-se usar a seguinte estratégia de conteúdo:

Facebook

Pode inserir o link de um artigo do seu blog sobre aquele tipo de uva e ainda fazer uma chamada que aproxima o cliente e propõe uma experiência.

Degustação em épocas de isolamento social, é possível? Lógico que sim. Presenteie quem você ama com o vinho XYZ, marque o dia da degustação em um encontro virtual e voilá! E ainda conheça curiosidades sobre este tipo de uva nesse artigo (link).

Twitter

O texto é mais descontraído e curto: Um vinho sempre cai bem. Será, independentemente da uva? Tire suas dúvidas no artigo especial que preparamos sobre isso(link). E não passe vontade, tem promoção lá no site(links).

Instagram  

Seja direto na interação e capriche no visual: Marque aqui com quem você adoraria degustar o vinho XYZ e porquê.

Ações como essas ajudam na indicação da loja, do blog e da sua marca aos seus clientes. Além disso, cada vez mais pessoas podem conhecer seus produtos.

Vale lembrar que estudar e realizar ações que envolvam os anúncios patrocinados dessas mídias pode ser válido também. Mas, adquirir leads e clientes pela descrição dos exemplos anteriores promove  identificação à marca e uma experiência mais atrativa ao usuário.

Outra dica: como parte das pessoas realiza suas compras online via mobile (Mobile Commerce), criar um aplicativo para a sua loja e fazer ações específicas de divulgação dos produtos por lá é uma boa pedida.

+ Entenda as mudanças do Mobile First para o Mobile Only

Como ter um e-commerce confiável 

Com o crescimento das vendas online, infelizmente, muitas fraudes e ataques de cibercriminosos acontecem, o que deixa parte das pessoas desconfiadas em concretizar compra por esta via, principalmente pelo cartão de crédito.

Por isso, na divulgação do seu e-commerce, fique atento e transmita mensagens de confiabilidade e segurança. Leve em conta uma busca e um layout amigável e destaque ao máximo as instruções possíveis em relação a como a compra deve ser realizada. Divulgue estas informações também. Isso remete valor à marca.

Obviamente, para isso, seu site precisa contar com serviços que, de fato, sejam seguros, com protocolos confiáveis para as transações financeiras. 

A oferta de frete grátis e cupons de desconto são estratégias que poderão ajudar a fidelizar a confiança em seu e-commerce. Ações como essa mostram sua disposição em levar o cliente para conhecer os produtos, para que ele seja fidelizado por este benefício, uma espécie de “pagamos o seu frete, pois confiamos que você vai voltar”. 

Certamente agora você está pensando que há um grande caminho para a divulgação gerar leads. Mas, nesse percurso,o mais sensato é lembrar das métricas. São elas que te mostrarão se está indo certo. 

Uma forma fácil simples de fazer esta análise é trabalhar com técnicas de vendas que funcionam. É possível também realizar uma análise específica para cada canal de aquisição.

Outra forma é se especializar nesta habilidade digital. A Digital House tem o curso de Marketing Digital para você, em diferentes níveis de conhecimento da área. Conheça também nossas especializações na área de Negócios e projete seu e-commerce para outro patamar.

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#Marketing

Google Search Console: passo a passo para melhorar seu desempenho na busca do Google

Em se tratando de estratégias de marketing digital, nunca é demais ter visibilidade sobre seu site. O Google Search Console vem como uma importante ferramenta para este acompanhamento. Esta plataforma da gigante das buscas ajuda no gerenciamento de sites e em seu acompanhamento, com uma visão mais global e instantânea de suas páginas no buscador. Na prática, o Google Search Console dá uma mãozinha para que seu site seja encontrado e indexado corretamente, aparecendo nas procuras de possíveis clientes. Neste artigo, a gente te conta mais sobre esta ferramenta, com foco no passo a passo.Para que serve o Google Search Console?O Google Search Console é como uma caixa de ferramentas funcional, cheia de opções que te ajudam a encontrar problemas no site, antes que seus usuários sejam impactados, além de otimizar sua busca.Entre seus benefícios em uma estratégia de marketing digital, podemos destacar:➜ Visibilidade da origem de tráfego;➜ Velocidade de carregamento das páginas;➜ Identificação rápida de defeitos no código HTML;➜ Melhor planejamento de backlinks;➜ Melhora na estratégia de SEO.Google Search Console: passo a passoAgora, vamos à instalação. Preparamos um guia de como criar Google Seach Console para você começar a usar a ferramenta.Passo 1 Faça seu login na conta Gmail. Se ainda não tiver, criar é rápido e fácil.Passo 2Abra o menu suspenso e selecione + Adicionar propriedade.Digite ou dê ctrl + V da URL do seu site/blog em umas das propriedades (Domínio ou Prefixo do URL). Clique em Continuar.Passo 3Escolha entre Domínio e Prefixo do URL e digite o endereço do seu site na opção desejada, conforme as instruções da instalação. Em seguida, na página de Verificar propriedade, você vai ver algumas opções. Interessante que você opte pelo Google Analytics. Caso o seu site já esteja logado nele, é só selecionar o botão Verificar que o Google Search Console vai verificar e instalar com o código do Analytics.Passo 4Se tiver escolhido a opção Domínio, você vai precisar fazer uma alteração no DNS do site.Se escolheu Prefixo do URL, selecione a opção Tag HTML, para uma verificação mais fácil.Mas, caso utilize outra ferramenta, será necessário encontrar a forma de acessar o HTML da home. No Wordpress ou em outra ferramenta, encontrado o HTML da home, dê ctrl + V no código fornecido pelo Google e salve as modificações (no WordPress, clique em Atualizar arquivo).Passo 5 Por fim, volte ao Search Console e aperte o botão Verificar e voilá! Propriedade confirmada e tudo funcionando. Seu site tem mais um apoio estratégico de automatização.Marketing Digital na práticaO Search Console, assim como os produtos da Google, está sujeito a renovações regulares e isso é uma ótima notícia, já que representa aperfeiçoamento contínuo e consequente impacto nos resultados em seu uso.E para aprender mais sobre como aperfeiçoar seu site ou negócio, você precisa investir em um bom curso de marketing digital. Assim, você evolui no uso de tantas ferramentas, integrando suas aplicações de forma personalizada.

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#Tecnologia

Servidor Web: um guia sobre o software fundamental na hospedagem de sites

O servidor web tem a importante missão de ser a ponte entre o fluxo de trabalho de conteúdo de um site até sua execução. Uma parada ou algum tipo de falha pode comprometer processos inteiros e gerar prejuízos.Por esta razão, grandes empresas optam por executar suas plataformas com vários servidores, dividindo as funções. Neste artigo, você vai entender mais sobre o funcionamento desse valioso intermediário entre conteúdo de empresa e seus clientes. O que é um servidor web? Basicamente, o servidor web é o responsável por armazenar e disponibilizar conteúdos, como sites e páginas HTML, para que fiquem acessíveis para qualquer pessoa na internet.Durante o trâmite destes dados, é necessário haver conformidade, ou seja, seguir um protocolo específico, o Protocolo de Transferência de Hipertexto (HTTP), que garante que todas as páginas e servidores se comuniquem de forma eficiente e sem erros.Como funciona um servidor web Antes de mais nada, é preciso compreender que todo computador conectado à internet recebe um endereço de IP, por meio do qual acontece a identificação do dispositivo na rede, incluindo computadores pessoais, notebooks, celulares e tablets.Quando você visita este blog, por exemplo, uma solicitação é enviada do seu endereço IP para o endereço IP do servidor web, que responde de imediato, enviando dados para o solicitante. Assim, todas as informações são transferidos para o seu computador a partir de uma página.Portanto, o servidor funciona em quatro fases:1 - obtenção do endereço IP  e do nome do domínio; 2 - solicitação da URL completa pelo navegador; 3 - resposta do pedido pelo servidor; 4 - exibição da página web pelo navegador.Soluções em hospedagem geralmente incluem um servidor web ou permitem a instalação de um, por meio de contratação do serviço, sendo incluído de diferentes formas.Quais são os servidores da web para contratação?Agora, conheça algumas formas de contratação que uma empresa pode optar, na hora de escolher um servidor web para chamar de seu.➜ Hospedagem compartilhada - o servidor web é compartilhado entre muitos usuários, visando a economia de custos;➜ Hospedagem ou servidor VPS - o usuário tem controle e pode instalar o servidor web compatível que preferir;➜ Hospedagem cloud - nesse caso, a gestão é mais simplificada, já que os recursos de cloud (nuvem) são considerados mais acessíveis, intuitivos e ágeis na implantação;➜ Servidor dedicado - o usuário pode instalar qualquer servidor web no sistema operacional, oferecendo controle da máquina.Normalmente, esses serviços são oferecidos por provedores de hospedagem pagos. Mas, é possível encontrar versões gratuitas.Principais servidores webAssim como todo software, existem várias alternativas de servidores web com diferentes características no mercado. Conheça alguns deles:ApacheEO Apache é o servidor web bem popular do mercado, escolhido por grandes empresas de tecnologia no mundo inteiro. Um dos motivos dessa popularidade é ser um software gratuito e de código aberto, compatível e padrão nos principais sistemas operacionais (Windows, macOS, Linux e FreeBSD).Microsoft IISO Internet Information Server (IIS) é o servidor web da Microsoft, executado em plataformas Windows. O servidor dispõe de todos os recursos como o Apache e foco nas tecnologias proprietárias da Microsoft, como a linguagem ASP.NET e sistema de banco de dados SQL Server.nginxGratuito e open source, o nginx conta com dezenas de contribuidores. É também um dos principais servidores web/proxy utilizados no mercado. E para quem busca praticidade e precisa de um servidor para uso pessoal ou tem um caso de uso específico, a Lighttpd, Caddy Server e o Mongoose podem ser boas opções, oferecendo vantagens como gratuidade, compatibilidade com outros sistemas, código aberto e fácil instalação e usabilidade, além de suporte para diversas plataformas.Interessante,não? Se você se interessa por assuntos que envolvem tecnologia e inovação, acompanhe os artigos do blog DH e confira nossa biblioteca de conteúdo, totalmente gratuita!

Resumo LGPD: tudo que a sua empresa precisa mudar com a nova lei de proteção de dados img
#Dados

Resumo LGPD: tudo que a sua empresa precisa mudar com a nova lei de proteção de dados

Se dados são valiosos, o tratamento deles dispensa comentários. É por isso que um resumo LGPD é tão importante no momento, já que a Lei Geral de Proteção de Dados está em vigor, mesmo que sem multas, e as empresas devem cumprir as novas exigências.Mais de dois anos após sua a sanção, empresas que ainda resistiam em se adequar às novas normas de privacidade, agora, buscam ajuda de consultorias, escritórios de advocacia e contratação de profissionais habilitados da área de dados.Neste artigo, que é basicamente um resumo LGPD, a gente explica por que estas empresas precisam se adequar à nova lei.Resumo LGPD: como está a lei até o momento?A LGPD tem o objetivo de oferecer aos brasileiros mais segurança sobre o uso de seus dados pessoais. Ela unifica regras sobre o assunto, mudando a questão do consentimento para o uso das informações de terceiros. Um bom exemplo são os termos de uso, aqueles textos enormes e que todo mundo aceita sem ler. Com ela em vigor, eles terão de ser muito mais curtos e claros, com a necessidade de especificar para que servem os dados solicitados.LGPD em vigorSua “estréia” passa por alguns adiamentos. No dia 26 de agosto de 2020, o Senado derrubou o trecho de uma medida provisória aprovada pela Câmara, que postergava a LGPD para 2021. Embora as multas estejam previstas para serem aplicadas a partir de agosto de 2021, assim como a criação da ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados), efetivamente, esta adequação agora passa a ser uma prioridade imediata.Porém, segundo o diagnóstico da Ernst & Young,em parceria com a Associação Brasileira das Empresas de Software, que engloba companhias que se propõem a discutir o tema, só 38% afirmam estar em conformidade com a lei.Logo, fica óbvio que o grau de conformidade e de maturidade é muito baixo no Brasil, considerando a lei ter sido anunciada em 2018. O que muda com a LGPD?Portanto, se uma empresa realmente pretende elevar esse “nível”, precisa seguir as principais regras da LGPD: - Mapear os dados, o fluxo e o tratamento conferido a eles;- Buscar uma base jurídica para proteger a organização;- Adequar os processos à lei e organizar a governança interna, o que inclui definir um DPO (sigla de Data Protection Officer, ou encarregado de proteção de dados).Um resumo LGPD do que as empresas precisam mudarMapear/organizar os dados que detém Toda empresa precisa organizar e categorizar todos os dados pessoais que possui, como nomes, endereços, e-mails, idades, estado civil, situação patrimonial, entre outros.A Lei de Proteção de Dados serve para os ambientes online e offline. Logo, esta empresa precisa ter acesso rápido a todas as informações. As consideradas sensíveis, como posição política, opção religiosa e vida sexual, receberão tratamento mais rigoroso. Neste ponto, uma assessoria jurídica pode ser útil para orientar e proteger a organização nesta fase inicial.Monitorar o fluxo e o tratamento dos dadosAqui, os softwares de cibersegurança são imprescindíveis, já que esta atividade manual fica fora de cogitação, tendo em vista a quantidade de dados que transitam em uma empresa. Além disso, esses sistemas geralmente são integrados, com relatórios periódicos que ajudam nas auditorias impostas pela lei.Nessa fase, um profissional da área de análise de dados é a pessoa mais habilitada para a contratação de uma solução certa ao negócio, pensando em tamanho, demandas, segmento e outras características.Uma política organizacional e governança de dadosNem só de ciberataque vivem os supostos prejuízos com a LGPD, mas também das falhas humanas. E quando se fala em prejuízos, quando alguma informação é perdida, vazada ou invadida, além dos de reputação da marca, há as altas multas.As empresas que não atenderem às novas exigências da regulamentação brasileira estarão sujeitas a pagar uma multa simples ou diária equivalente a 2% do seu faturamento, com teto de R$ 50 milhões por violação.Uma política organizacional, voltada à proteção de dados, treina pessoas a tomarem medidas simples em seu dia a dia para que se tornem menos vulneráveis a cibercriminosos, como a verificação da origem de arquivos, destinatário de e-mails, entre outras.Um programa de governança de dados, indispensável no mundo que vivemos, pode ser capaz de prevenir esses tipos de problema, categorizando e classificando os dados, armazenando e designando eles a quem poderá acessar, assim como os responsáveis por monitorar todo esse processo.Aí, mais uma vez, o profissional de dados entra em ação, ajudando não só na conscientização das pessoas, mas também na implantação desta nova mentalidade e processos técnicos.  Quem cuida da LGPD em uma empresaOs novos aspectos da regulamentação brasileira (capítulo VI, seção II, art. 41) especificam que “o controlador deve indicar um encarregado (de proteção de dados) pelo tratamento de dados pessoais”. Essa pessoa será conhecida como DPO, que na prática significa o profissional responsável por cuidar dos dados e prestar esclarecimentos.Em linhas gerais, quando finalmente estiver valendo por completo a LGPD, o DPO, se não for especialista em dados, vai precisar do apoio de um, para que tudo continue bem, sem surpresas nas auditorias. Inovação e proteção de dados andam juntasA LGPD vem com ótimas intenções e se mostra uma evolução que acompanha a Era da Transformação Digital. Com ela, uma pessoa que se sentir lesada por sistemas automatizados, como em condições de crédito diferenciadas sem explicação, poderá, com garantia legal, obter uma resposta da empresa. Portanto, as empresas não só precisam adequar seus processos com ferramentas de gestão e tecnologias (Inteligência Artificial na análise de dados), mas ter muito claro o propósito da coleta de dados, como fazem isso e qual a sua finalidade. E, como você notou ao longo do artigo, a contratação dos serviços de profissionais habilitados faz parte da implantação da LGPD nas empresas, independentemente do seus tamanho e setor. No curso de Data Analytics da Digital House, que forma analistas de dados, a LGPD é tratada dentro de ética e privacidade. O tema também entra para o curso de Imersão em Transformação Digital.A Lei Geral de Proteção de Dados é indispensável para as empresas por diversos motivos, mas com destaque para dois: passar segurança para o consumidor e evitar multas dolorosas. Com essas dicas do resumo LGPD, estar dentro da lei não será um problema para o seu negócio.Leia mais no blog DH:+ DH Series: especialista Núria Lopez fala sobre a LGPD+ Quero mudar de carreira, e agora?+ Gestão remota: como manter seu time engajado à distância