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Como gerar leads: estratégias de marketing para ter uma base qualificada

Como gerar leads: estratégias de marketing para ter uma base qualificada
#Marketing
19 de agosto - min de leitura

Uma base de leads qualificados nasce de estratégias eficientes, principalmente aquelas focadas em conteúdo e ferramentas. Aprenda a atrair possíveis clientes para a sua empresa.


Geração de leads é o combustível que move muitas das estratégias de marketing. A partir delas que vendas se movimenta a fim de alcançar resultados positivos para a empresa, por isso como gerar leads é um assunto tão pertinente no dia a dia da área de marketing. 

E, para que essa trilha de ações seja redondinha, existem opções básicas/tradicionais, assim como as mais robustas, em termos de funcionalidades. Em ambas, é possível trabalhar o funil de vendas.

Neste artigo, vamos explicar as duas opções, trazendo algumas ferramentas atuais de automação de marketing bem interessantes, para que você possa testar em suas estratégias e arrasar nas métricas.

Como gerar leads: estratégias básicas

A estratégia para uma equipe de marketing que não dispõe de muitas ferramentas de automatização digitais é considerada básica. 

Elas geralmente se aplicam em contextos específicos. Por exemplo: como quando a área está em fase de início, uma empresa está começando e tem poucos recursos, financeiro ou humano (profissionais atualizados/habilitados) etc. Abaixo, trazemos cinco estratégias básicas de como aumentar leads:

1. Trabalhar seu público-alvo

Estar sempre de olho em suas mudanças de comportamento. Tenha em mente que quem consumirá seu conteúdo muda e, para que você consiga acompanhar essa mudança, rastreie seus maiores desafios, compreenda suas rotinas, o que curte, quem segue e outros indícios que aproximem essa pessoa da sua marca;

2. Conteúdo mais autoral e atualizado

Assim, o conteúdo que você usa na captação de seus leads vai expressar a identidade da marca, ao mesmo tempo que educa seu público e também, de alguma forma, facilita que encontrem uma solução para o que buscam. Além disso, nutra seus leads de novos conteúdos, para conquistar audiência;

3. "Iscas" para gerar leads

Pode ser um conteúdo transmitido de diversas formas, onde o objetivo é fazer com que o visitante de seu site fique atraído a deixar seus contatos básicos e ter acesso a um material mais rico, que podem ser um e-book, um webinar, um Infográfico, entre outras opções. Apostar em técnicas de vendas que funcionam é uma boa alternativa;

4. Landing Pages (LPs)

As landing pages são boas alternativas para conversão. Com seus  CTAs (Calls to Action), o visitante é estimulado a clicar e inserir seus dados em formulários, para receber seus conteúdos autorais;

5. Monitoramento do trabalho dos leads

Ações de marketing digital, junto aos sistemas de gerenciamento e atendimento, são poderosíssimos vetores para a área de vendas. Um simples sistema de Customer Relationship Management, o tão conhecido CRM, já cumpre esse papel. Muitos deles são gratuitos para um número inicial de usuários;

Com esses dados gerados, é possível acompanhar a entrada dos cadastros e do resultado das vendas, além de visibilidade sobre a qualidade do tráfego e das campanhas, permitindo a otimização imediata das estratégias.

Ferramentas para gerar leads

Quando se tem conhecimento e experiência nas estratégicas básicas, é hora de partir para as mais avançadas. Porém, elas requerem investimento de tempo, inicialmente para a implantação e financeiro. 

A boa notícia é que quando a equipe compreende não só sua aplicabilidade, mas a importância de seu uso, a magia dos leads acontece. É a tecnologia a favor do marketing, adequado às exigências, de precisão e agilidade, da Era Digital.

Portanto, essas ferramentas precisam automatizar e qualificar as captações de potenciais clientes. Considere que elas precisam ter:

➜ Variedade de recursos disponíveis;

➜ Potencial de Retorno sobre o Investimento (ROI);

➜ Qualidade de seu User Experience (UX);

➜ Capacidade para integração com outros sistemas e plataformas.

Com isso em mente, separamos seis ferramentas que incrementam estratégias avançadas, para que você conheça e, quem sabe, comprove na prática de seus processos.

1. Ferramentas online para geração de leads com ampla diversidade de integrações

Isso permite que você conecte diversos sistemas de automação, como e-mail marketing, CRM, entre outros. Além disso, algumas ferramentas, como a OptinMonster, dão a opção de segmentação inicial do público, de acordo com a localização de seu dispositivo, status de atividade ou inatividade e ações estratégicas.

2. Ferramentas que automatizam interações com os visitantes do site 

Elas automatizam estas interações, que podem se dar por meio de convites para assinar a newsletter ainda nos primeiros minutos de acesso, por exemplo. A WooRank é um bom exemplo, abrigando mais soluções, como a realização de análises instantâneas dos dados dos visitantes, relatórios personalizáveis e a otimização de sites com soluções em SEO.

3. Ferramenta de rastreamento e dados

Essa solução de rastreamentos dos visitantes ajuda empresas a gerar mais leads com seus relatórios e análises, tudo em tempo real, com geração de potenciais clientes, respostas automáticas e qualificação de leads.

O Leadfeeder é baseado no Google Analytics e é um modelo desse tipo de framework. Pelos dados, monitora a qualidade dos leads em visita, por meio de domínios ou localização do dispositivo.

Ele também oferece bons níveis de integração com outras ferramentas, como o Hubspot, e tem uma versão gratuita. Porém, seu foco é no B2B.

4. Ferramentas para vários tipos de negócios

A ion interactive pode ajudar nesta missão, pois permite gerar leads por meio de diferentes tipos de conteúdos interativos, sejam infografias, quizzes, e-books, landing pages etc.

Além disso, com ela você acompanha o desempenho das campanhas, analisando os formatos de conteúdos que mais convertem com cada tipo de segmento e perfil de lead. Para este tipo de estratégia, é interessante que a plataforma escolhida ofereça ideias e insights durante a execução ou cadastramento de campanhas, para que o usuário, seja agência ou empresa, consiga realizar ações mais eficientes.

5. Ferramentas simplificadoras para seu público

As LPs são muito importantes para as estratégias de geração de leads, seja ele avançado ou não. Porém, quando avançadas, incluem automatização inteligente e UX.

O Unbounce é uma ferramenta com foco na construção de landing pages, mas, como uma experiência especial e singular ao usuário. Simples de usar, tem boa capacidade de integração com outras ferramentas e oferece soluções como teste A/B, estatísticas dos visitantes, conexão com o Adwords e relatórios de desempenho como Pay-per-Click (PPC), Social Ads e email marketing. Seu foco está nas agências, SaaS e e-commerces.

6. Ferramenta de gestão por mídias sociais

Quando se fala em leads, impossível ignorar as redes sociais e seu poder na captação de novos clientes. O Bume é uma ferramenta brasileira de gestão de marketing e vendas pelas redes sociais, que permite a captura de leads de duas formas: criando uma LP exclusiva para esta via ou registrando os dados de quem deseja participar de sua lista de melhores amigos no Instagram. Ou seja, você estrutura o melhor caminho, dentro da sua realidade e com foco na estratégia, naquele momento.

Automação a favor do seu funil de vendas

O especialista sobre Inteligência Artificial (IA), Battista Biggio, da Universidade de Cagliari, defende que este tipo de tecnologia nunca será totalmente autônoma, já que a inteligência humana sempre estará na sua cola, aprimorando seus padrões.  

E no universo das estratégias para a conversão de leads, banhado de ferramentas que funcionam por IA, também se aplica o fundamento de Biggio, pois ele torna possível criar interações personalizadas, que engajam ainda mais (e mais rapidamente) a atenção do público, mas quem orquestra estas tecnologias é o ser humano.

Além disso, estas tecnologias surgem a partir das demandas comportamentais destes tão desejados leads, seguindo processos que se atentem a sua satisfação naquela experiência.  

Portanto, é a tecnologia trabalhando como parceira do potencial humano. Quem já percebeu a importância de investir nesta receita, sempre estará competitivo. Se a sua empresa ainda não investiu tempo para definir estratégias e metas neste sentido, a hora é agora.

Na Digital House temos cursos de Marketing para diferentes níveis que equilibram habilidades digitais e humanas, para que sua empresa vivencie a Transformação Digital da melhor e mais próspera maneira possível.

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Resumo LGPD: tudo que a sua empresa precisa mudar com a nova lei de proteção de dados img
#Dados

Resumo LGPD: tudo que a sua empresa precisa mudar com a nova lei de proteção de dados

Se dados são valiosos, o tratamento deles dispensa comentários. É por isso que um resumo LGPD é tão importante no momento, já que a Lei Geral de Proteção de Dados está em vigor, mesmo que sem multas, e as empresas devem cumprir as novas exigências.Mais de dois anos após sua a sanção, empresas que ainda resistiam em se adequar às novas normas de privacidade, agora, buscam ajuda de consultorias, escritórios de advocacia e contratação de profissionais habilitados da área de dados.Neste artigo, que é basicamente um resumo LGPD, a gente explica por que estas empresas precisam se adequar à nova lei.Resumo LGPD: como está a lei até o momento?A LGPD tem o objetivo de oferecer aos brasileiros mais segurança sobre o uso de seus dados pessoais. Ela unifica regras sobre o assunto, mudando a questão do consentimento para o uso das informações de terceiros. Um bom exemplo são os termos de uso, aqueles textos enormes e que todo mundo aceita sem ler. Com ela em vigor, eles terão de ser muito mais curtos e claros, com a necessidade de especificar para que servem os dados solicitados.LGPD em vigorSua “estréia” passa por alguns adiamentos. No dia 26 de agosto de 2020, o Senado derrubou o trecho de uma medida provisória aprovada pela Câmara, que postergava a LGPD para 2021. Embora as multas estejam previstas para serem aplicadas a partir de agosto de 2021, assim como a criação da ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados), efetivamente, esta adequação agora passa a ser uma prioridade imediata.Porém, segundo o diagnóstico da Ernst & Young,em parceria com a Associação Brasileira das Empresas de Software, que engloba companhias que se propõem a discutir o tema, só 38% afirmam estar em conformidade com a lei.Logo, fica óbvio que o grau de conformidade e de maturidade é muito baixo no Brasil, considerando a lei ter sido anunciada em 2018. O que muda com a LGPD?Portanto, se uma empresa realmente pretende elevar esse “nível”, precisa seguir as principais regras da LGPD: - Mapear os dados, o fluxo e o tratamento conferido a eles;- Buscar uma base jurídica para proteger a organização;- Adequar os processos à lei e organizar a governança interna, o que inclui definir um DPO (sigla de Data Protection Officer, ou encarregado de proteção de dados).Um resumo LGPD do que as empresas precisam mudarMapear/organizar os dados que detém Toda empresa precisa organizar e categorizar todos os dados pessoais que possui, como nomes, endereços, e-mails, idades, estado civil, situação patrimonial, entre outros.A Lei de Proteção de Dados serve para os ambientes online e offline. Logo, esta empresa precisa ter acesso rápido a todas as informações. As consideradas sensíveis, como posição política, opção religiosa e vida sexual, receberão tratamento mais rigoroso. Neste ponto, uma assessoria jurídica pode ser útil para orientar e proteger a organização nesta fase inicial.Monitorar o fluxo e o tratamento dos dadosAqui, os softwares de cibersegurança são imprescindíveis, já que esta atividade manual fica fora de cogitação, tendo em vista a quantidade de dados que transitam em uma empresa. Além disso, esses sistemas geralmente são integrados, com relatórios periódicos que ajudam nas auditorias impostas pela lei.Nessa fase, um profissional da área de análise de dados é a pessoa mais habilitada para a contratação de uma solução certa ao negócio, pensando em tamanho, demandas, segmento e outras características.Uma política organizacional e governança de dadosNem só de ciberataque vivem os supostos prejuízos com a LGPD, mas também das falhas humanas. E quando se fala em prejuízos, quando alguma informação é perdida, vazada ou invadida, além dos de reputação da marca, há as altas multas.As empresas que não atenderem às novas exigências da regulamentação brasileira estarão sujeitas a pagar uma multa simples ou diária equivalente a 2% do seu faturamento, com teto de R$ 50 milhões por violação.Uma política organizacional, voltada à proteção de dados, treina pessoas a tomarem medidas simples em seu dia a dia para que se tornem menos vulneráveis a cibercriminosos, como a verificação da origem de arquivos, destinatário de e-mails, entre outras.Um programa de governança de dados, indispensável no mundo que vivemos, pode ser capaz de prevenir esses tipos de problema, categorizando e classificando os dados, armazenando e designando eles a quem poderá acessar, assim como os responsáveis por monitorar todo esse processo.Aí, mais uma vez, o profissional de dados entra em ação, ajudando não só na conscientização das pessoas, mas também na implantação desta nova mentalidade e processos técnicos.  Quem cuida da LGPD em uma empresaOs novos aspectos da regulamentação brasileira (capítulo VI, seção II, art. 41) especificam que “o controlador deve indicar um encarregado (de proteção de dados) pelo tratamento de dados pessoais”. Essa pessoa será conhecida como DPO, que na prática significa o profissional responsável por cuidar dos dados e prestar esclarecimentos.Em linhas gerais, quando finalmente estiver valendo por completo a LGPD, o DPO, se não for especialista em dados, vai precisar do apoio de um, para que tudo continue bem, sem surpresas nas auditorias. Inovação e proteção de dados andam juntasA LGPD vem com ótimas intenções e se mostra uma evolução que acompanha a Era da Transformação Digital. Com ela, uma pessoa que se sentir lesada por sistemas automatizados, como em condições de crédito diferenciadas sem explicação, poderá, com garantia legal, obter uma resposta da empresa. Portanto, as empresas não só precisam adequar seus processos com ferramentas de gestão e tecnologias (Inteligência Artificial na análise de dados), mas ter muito claro o propósito da coleta de dados, como fazem isso e qual a sua finalidade. E, como você notou ao longo do artigo, a contratação dos serviços de profissionais habilitados faz parte da implantação da LGPD nas empresas, independentemente do seus tamanho e setor. No curso de Data Analytics da Digital House, que forma analistas de dados, a LGPD é tratada dentro de ética e privacidade. O tema também entra para o curso de Imersão em Transformação Digital.A Lei Geral de Proteção de Dados é indispensável para as empresas por diversos motivos, mas com destaque para dois: passar segurança para o consumidor e evitar multas dolorosas. Com essas dicas do resumo LGPD, estar dentro da lei não será um problema para o seu negócio.Leia mais no blog DH:+ DH Series: especialista Núria Lopez fala sobre a LGPD+ Quero mudar de carreira, e agora?+ Gestão remota: como manter seu time engajado à distância

Como começar em UX Design e entrar para a área de User Experience img
#UX

Como começar em UX Design e entrar para a área de User Experience

A principal dúvida que ronda a cabeça de quem está querendo se tornar um profissional de User Experience é como começar em UX Design.Como em qualquer carreira, a hora de iniciar ou migrar para uma área nova é difícil e envolve diversos fatores. E por mais que as vagas em UX só aumentem, assim como os salários e a visibilidade, faz bem entender tudo sobre User Design para se sentir seguro sobre a escolha.Como começar em UX Design - um panorama sobre o mercado atual É possivel migrar para UX Design independente da sua atual profissão, hoje o maior movimento para a área são de designers, visto que estes profissionais já tem alguma familiaridades com User Experience.Embora grana não seja o fator decisório de uma escolha profissional, sabemos que conta bastante, e o salário médio de um UX designer é de R$ 4.549 / mês.Além disso, a demanda é grande. A tendência é que este boom seja ainda maior nos próximos 30 anos, segundo estudo da NN/g.E por quê?  Simples, esta é uma área extremamente estratégica, onde esses profissionais ajudam empresas a ter uma visibilidade planejada, perspectiva mais atrativa aos olhos do usuário, e, consequentemente, maior presença online. Por essa razão, muitos designers migram para a área, pela abrangência e relevância dela no mundo Digital First em que vivemos.Dicas para migrar para UX DesignCrie uma rotina de pesquisa e leitura sobre a áreaO primeiro passo que vai te ajudar a entender como começar na área de UX Design é estar em contato diário com com profissionais e comunidades para entender os desafios e as melhores referências no assunto.Assim, você vai saber como é o dia a dia de um UX designer, além de todas as possibilidades de atuação dentro das áreas de UX.O que um UX Designer precisa saber?É importante que você identifique, desde já, três atividades que contribuem para que a rotina de um UX designer seja mais assertiva: pesquisa com usuário, design de interação e arquitetura de informação. De qualquer forma, a área de UX é muito maior que estas pontuações e você poderá atuar em:➜ UX Strategist;➜ Usability;➜ Product Owner;➜ UX Writer;➜ UX Research;➜ User Interface.Siga grupos nas redes sociais e faça um upgrade do seu LinkedInPara estar mais a par da área, faça parte de comunidades de UX, fale sobre o tema no seu LinkedIn e troque figurinhas com quem já está trabalhando com User Experience. Algumas das nossas sugestões são:Sugestões de grupos de UX:UXPASP: a Associação de Profissionais de Experiência do Usuário é um espaço de apoio para todos os UX Designers do estado. Por lá você encontra informações sobre a área, próximos eventos e troca de experiências;Ladies That UX BR: uma comunidade informal totalmente #girlpower. Mulheres talentosas que atuam na área e estão de braços abertos para receber outras profissionais que buscam entrar para UX;Jovens UX/UI: um encontro no LinkedIn daqueles que estão buscando respostas sobre como começar em UX Design. Bem-vindo, UX Júnior!Por falar em LinkedIn, é importante que seu perfil esteja atualizado por lá. Siga empresas e profissionais que admira, consuma suas opiniões, tendências e não se esqueça de criar um bom perfil para o LinkedIn.Para o UX designer, esta rede facilita na divulgação do portfólio de UX, pois mostra às empresas o seu trabalho e a linha de raciocínio utilizada para resolver os problemas, ou seja, sua personalidade profissional.Ok que você está começando e não tem nada concreto para mostrar. Mas pode utilizar projetos ilustrativos que demonstrem sua capacidade de resolução e criatividade.Não tenha receio sobre seu backgroundPossuir experiências anteriores diferentes, ou seja, um background diverso, é um ponto positivo para quem se pergunta como começar em UX Design. A área permite essa diversidade, por exemplo, alguém que tenha trabalhado em um call center pode agregar esse conhecimento na comunicação e na empatia na hora de aplicar testes com usuários.Desenvolva soft skillsEssas habilidades comportamentais ajudam na concretização de entregas mais ágeis, melhores resultados em todas as fases do projeto e no relacionamento com o time. Por isso é tão importante conhecer as soft skills de um UX Designer. Inclusive, veja alguns exemplos abaixo:➜ Comunicação assertiva e clara;➜ Colaboração;➜ Autonomia;➜ Trabalho em equipe;➜  Empatia;➜  Curiosidade.O que é curso de UX?Em UX, ser autodidata é quase uma regra, mas o aperfeiçoamento por meio de um curso específico da área é muito importante e valorizado pelas empresas contratantes.A Digital House tem um curso de UX atualizado e completo sobre esta nova profissão. Nele, você aprenderá a fazer pesquisas com usuários, analisar modelos mentais e otimizar resultados que geram impacto nos negócios, além de criar protótipos, fazer testes de usabilidade e análise heurística para melhorar interfaces.Um diferencial importante da escola é o Departamento de Carreiras, liderado por Andrea Tedesco, profissional que te ajuda a realizar uma transição de carreira com sucesso!Leia mais no blog DH:+ Guia de Product Discovery: passo a passo e importância do processo para o seu Produto+ Etnografia no UX: como entender a relação do consumidor com produtos e serviços+ Prototipagem: 5 ferramentas de prototipação que você precisa conhecer

Gestão remota: ferramentas de gestão de equipes e dicas de liderança img
#Marketing

Gestão remota: ferramentas de gestão de equipes e dicas de liderança

O ano de 2020 reuniu inúmeros desafios para os profissionais, incluindo lideranças, aprendendo a lidar com gestão remota, da noite para o dia, e ainda serem assertivos em suas decisões.Uma equipe remota precisa de ferramentas, para ser produtiva, precisa de comunicação clara e objetiva, alinhamento regular entre os envolvidos e uma boa gestão para facilitar e orientar o trabalho do time.Para ajudar a gerenciar uma equipe, preparamos este artigo, com algumas dicas práticas para incrementar na sua rotina, assim como ferramentas de gestão de equipes para automatizar processos.  Gestão remota: como manter a produtividade da equipeSeparamos seis dicas objetivas para manter seu time unido, embora separado, inclusive no alinhamento das demandas e propósito da empresa.Reuniões objetivasMesmo tendo telefone, WhatsApp e outros recursos de chat, use serviços como Zoom e Google Hangouts para que as pessoas se vejam e faça bom uso das metodologias ágeis nesses bate-papos. Adeque a frequência, conforme as necessidades, determinando uma agenda ok para todos. E que elas sejam breves, para não atrapalhar, ao invés de ajudar. Anote os pontos a serem discutidos e peça para que todos façam o mesmo, antes da reunião.Tecnologias que encurtam distânciasEscolha as ferramentas que atendam as suas demandas, não apenas as tradicionais, como o e-mail e as mensagens de WhatsApp. O Asana é uma ferramenta de comunicação em grupo, baseado em nuvem, que evita os montes de e-mails trocados. Já o Trello é uma plataforma de gerenciamento e organização de tarefas individuais ou em equipe. Seu funcionamento básico consiste em quadros, incluindo objetivos, que são distribuídos entre colunas. Possui muitas opções de customização e pode se adaptar, conforme as demandas de cada usuário.Há também o Buffer, voltado principalmente para as áreas de comunicação e marketing, pois permite gerenciamento de redes sociais e publicações programadas com antecedência.Se você precisa saber mais sobre ferramentas que facilitam o trabalho remoto, temos um guia de ferramentas para otimizar seu home office que traz muitas opções e ainda explica o uso delas em diferentes contextos.Na gestão remota: ajuste as expectativasAjude a equipe a organizar o que eles devem fazer e crie expectativas realistas para o trabalho deles. Isso também se aplica a você, gestor. Diga claramente quais são as tarefas e as motivações por trás delas, e ajude os funcionários a entender exatamente como o sucesso será medido. Defina escopo, entregas e datas para cada tarefa do projeto.E não se esqueça da cultura de feedback, uma gestão remota também precisa impulsionar este hábito mesmo que virtualmente.Foco nos resultados da equipe, e não em cada atividadeEsta nova configuração do mercado de trabalho evidencia como não ser possível administrar todos os aspectos do trabalho não é o fim do mundo.Se concentrar na atividade ou no número de horas trabalhadas passa a não ser uma prioridade da gestão, mas sim prestar atenção nos resultados, usando suas métricas de sucesso apoiadas nisso.Assim, você demonstra a sua equipe que autonomia tem muito a ver com responsabilidade e foco.Providencie os recursos necessáriosImportante ter atenção se os recursos tecnológicos ao seu time são supridos, como computadores, software, dispositivos móveis ou até conexão de banda larga. Lembre-se de que a responsabilidade de fazer essa checagem é sua, que representa a empresa para eles, seus valores e missão.Gestão remota requer resiliência e empatiaEis um ano para desenvolver soft skills, não é mesmo? Uma boa gestão remota, especialmente nas condições atuais, olha para a produtividade das pessoas com mais resiliência. Permita a seu time liberdade e flexibilidade de fazer o trabalho em uma rotina mais saudável. Lembre-se: o foco é a excelente entrega, e não o período do “expediente”.No blog da DH você encontra conteúdos focados em liderança, negócios, e claro, habilidades digitais. Com a gente, você também consegue fazer uma Imersão em Transformação Digital e se tornar um profissional ainda melhor.Leia mais no blog DH+ Dica dos especialistas: 5 livros inspiradores sobre transformação digital+ Futuro do trabalho: o que a tecnologia não substitui?+ Foco no cliente: entenda o que é um negócio customer centric