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Como ganhar dinheiro com aplicativos?

Como ganhar dinheiro com aplicativos?
#Tecnologia
16 de abril - min de leitura

Engenheiro de produção cria primeiro app que recompensa os usuários pelo seu estilo de vida saudável e gira mais de 300 mil reais em benefícios por mês.


Alexandre Pereira é engenheiro de produção por formação, mas foi o seu estilo de vida como atleta que o fez ter a ideia que mudaria sua carreira para sempre. Praticante de triátlon, percebeu que quanto mais saudável e ativa sua rotina de atleta era, mais caro seu estilo de vida se tornava, já que seus gastos com material esportivo, vestuário adequado, assessoria esportiva especializada e alimentação balanceada começaram a representar uma parcela significativa de seu orçamento mensal.

A lógica do mercado parecia contraditória, afinal, quando mais ele se dedicava ao triátlon e gastava dinheiro nesse ecossistema de produtos e serviços do mundo esportivo, menos vantagens levava. Para Alexandre, clientes fiéis, que compram sempre e gastam bem, deveriam ser beneficiados por essas empresas.

Foi durante uma aula de pós-graduação executiva, que o insight veio e Alexandre desenhou o que seria o embrião da Fits fidelidade, um programa de fidelidade mobile especializado no nicho de saúde e esporte, que recompensa seus usuários de acordo com o quanto saudável é seu estilo de vida. O estudo da ideia foi tão positivo, que Alexandre convidou um sócio para se juntar ao time e juntos desenvolveram o aplicativo.

A lógica por trás programa de fidelidade parece simples: você se cadastra no aplicativo e tem acesso à uma grande rede de varejistas parceiros. Entre eles, grandes nomes como Centauro, Netshoes, Mundo Verde e Buddha Spa, além de uma série de academias, organizações de provas de atletismo e consultórios médicos esportivos.

Aos fazer compras nos parceiros da rede, e isso inclui tanto as lojas físicas quanto as digitais, você começa a acumular pontos, os chamados Fits. Os pontos podem ser trocados por outros serviços e produtos esportivos dentro do app, complementando a rotina do atleta. Um exemplo?

Você compra seus suplementos no Mundo Verde, suas roupas de academia na Centauro, seus tênis de corrida na Netshoes. Ao acumular seus Fits, você pode trocá-los por uma inscrição em uma prova de atletismo, uma consulta com um médico do esporte ou até mesmo serviços relaxantes no Buddha Spa. O sucesso do Fits foi tão grande que em um ano atingiu a marca de 12 mil usuários. Alexandre trabalha hoje 100% dedicado ao aplicativo, que ganhou uma sede em um escritório próprio da Av. Berrini, e um time de seis funcionários.

Mas, afinal como o Alexandre ganha dinheiro?

O Fits Fidelidade é uma ideia realmente impressionante. O usuário é recompensado pelos seus gastos e os varejistas ganham clientes recorrentes. Todo o ecossistema esportivo ganha. Mas como o Fits Fidelidade gera receita? Essa foi a grande sacada de Alexandre! Quando desenvolveu o aplicativo, percebeu que a prospecção de grandes marcas e serviços variados é a essência de um programa bem-sucedido.

Mas para atrair grandes redes varejistas seria necessário oferecer mais do que clientes fiéis. E foi o que ele fez. Por meio de uma profunda análise de dados de todos os usuários, a equipe do Fits Fidelidade é capaz de entregar para cada um dos seus varejistas parceiros estudos analíticos de ponta, a base para um sólido sistema de CRM (Customer Relationship Management).

Quais os perfis de usuários dentro desse estilo de vida, onde compram, com qual frequência, qual o seu ticket médio, quantas vezes visitam a loja. Em troca dessa inteligência e da fidelização de seus clientes por meio dos benefícios, os parceiros remuneram a empresa de Alexandre a cada vez que seus clientes realizam compras em suas lojas e pedem a emissão de pontos para o programa. "Costumo falar que nosso negócio é B2B2C (business to business to consumer)", explica Alexandre, "nossa prospecção comercial tem o objetivo de fazer parcerias com o varejo para dar benefícios para os clientes deles".

O Mundo Verde, por exemplo, é um grande parceiro da Fits. Além de toda a exposição da marca do app dentro das lojas participantes por meio do visual merchandising, os funcionários são treinados a estimular a participação no programa. "A primeira pergunta que o funcionário do caixa faz não é se você quer CPF na nota, mas se você é cliente Fits", comenta o engenheiro. Para termos uma ideia do volume de compras e trocas realizadas pelo Fits Fidelidade, em seu um ano de funcionamento o aplicativo transacionou cerca de 3 milhões e meio e de reais, com uma média de 300 mil reais por mês.

O futuro do Fits Fidelidade está ao lado de grandes nomes da inovação

Embora com um crescimento extremamente agressivo, Alexandre tem planos ambiciosos para o futuro do aplicativo. Para o segundo semestre, o objetivo entrar com tudo na onda da digital wallet e transformar o Fits em uma forma de pagamento completa. Se inspirando no Apple Pay, os usuários conseguiram pagar suas compras na rede de parceiros utilizando diretamente o app no celular. Com os novos lançamentos, as metas para esse ano estão traçadas: o Fits pretende crescer de 12 para 100 mil usuários, passando a transacionar, até o final do ano, 12 milhões de reais. O Fits Fidelidade está disponível para iOS e Android, conheça:


http://www.fits.com.br/

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#UX
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Sala de aula invertida: como a metodologia impacta na sua aprendizagem

No formato tradicional de aula, aquele que já fez parte da sua vida algum dia, o foco está no professor. Nessa configuração, ele é detentor do conhecimento, explicando seu saber à frente da turma, enquanto os alunos ouvem, passivos, e se esforçam para assimilar o que recebem.A internet e o livre acesso à informação vem desconstruindo esse modelo, fazendo com que perca seu sentido. Esse novo cenário abre espaço para, como o próprio nome sugere, inverter a ordem desta aula expositiva. Neste artigo, você vai entender o que é sala invertida e como funciona, inclusive aqui, na Digital House. Como surgiu a sala de aula invertida?Com essa reflexão sobre o modelo tradicional de ensino, é justificável dizer que não faz mais sentido a aula continuar assim, apenas como uma experiência expositiva. O mundo atual, incluindo o mercado de trabalho, exige profissionais com mais autonomia, que busquem diversas maneiras de contato com o conhecimento, focando principalmente na atividade prática. E foi neste mundo que o conceito de sala de aula invertida nasceu. Tendo origem no inglês flipped classroom, ele tem seus primeiros registros na iniciativa de dois professores do estado norte-americano do Colorado. Em 2007, Jonathan Bergman e Aaron Sams começaram a gravar pequenos trechos de aula para enviar aos seus alunos que não podiam frequentar a escola por estarem doentes. A dinâmica funcionou bem e eles passaram a explorar mais a ideia com todos os outros. “Assim, de forma simplificada, podemos dizer que a sala de aula invertida, como o próprio nome sugere, inverte a ordem de aula expositiva na escola para trabalho prático em casa”, resume Cesar Michelin, líder de pedagogia da Digital House.O impacto da sala de aula invertida na educaçãoA estratégia destes dois professores estadunidenses se aplica bem ao formato não presencial, ou seja, cursos com aulas remotas. Na época, eles entregavam o conteúdo aos alunos em forma de vídeos, textos, entre outros meios, para que fosse estudado em casa, assimilado ao tempo de cada um, assim como a organização de agenda de estudos autônomas. Portanto, para que esta liberdade de estudo desse certo, o aluno precisaria criar uma disciplina, ou seja, uma rotina que se adequasse a sua natureza de absorção do saber.Com a teoria visitada antes, as aulas passaram a ter um caráter mais prático, onde os alunos vão resolver tarefas, exercícios e outras formas de interação. Além disso, na metodologia de sala invertida, o professor tem a chance de realizar um acompanhamento bem mais personalizado. Por exemplo, quando os alunos se reúnem em sala, a atividade prática toma boa parte do tempo, o que impede a apresentação de erros e dúvidas diferentes.Sem o foco no conteúdo teórico, nesse momento o professor terá tempo de atender prontamente a estas dificuldades. Sala de aula invertida na prática Aqui na Digital House, a sala de aula invertida é parte da estratégia dos cursos Blend. Em um curso neste modelo, hoje disponível para Full Stack e Marketing Digital, nossos alunos têm acesso à uma plataforma de ensino online (Playground), onde podem consumir conteúdos diversos, como videoaulas gravadas especificamente para seus cursos. O passo-a-passo das aulas é pensado com o objetivo de oferecer um conteúdo relevante para se consumir sozinho, complementado com a prática em grupo, com o professor e os colegas, através de exercícios, tarefas, desafios e etapas do Projeto Integrador. “Trabalhando dessa forma, os grupos do Projeto Integrador podem ter mais atenção dos professores em sala de aula, para que possam evoluir na construção dos seus protótipos em ambos os cursos”, complementa o professor Michelin.A frente das metodologias disruptivas de ensino, a Digital House já possuía experiência com sala de aula invertida, antes mesmo da pandemia, o que foi fundamental para que migrasse rapidamente todos os cursos ao formato remoto.Assim, oferecer autonomia ao aluno, e oportunidade de praticar com o professor, são os principais benefícios da sala de aula invertida, proporcionando acompanhamento personalizado e respeito ao ritmo de aprendizagem de cada um, tudo em um ambiente que estimule a criatividade e a experimentação. Quer saber mais sobre a Digital House e nossa cultura de inovação, por meio de um ensino mais humanizado? Veja nossos cursos e qual pode transformar a sua carreira! Comece a vivenciar a experiência DH, do conceito à prática.

Tableau Software: introdução ao framework e benefícios que facilitam a análise de dados img
#Carreira

Tableau Software: introdução ao framework e benefícios que facilitam a análise de dados

O uso de frameworks está cada vez mais enraizado nas empresas e estas ferramentas precisam ser intuitivas, acessíveis e facilitadoras para quem os executa. Neste ponto, o Tableau tem a mesma proposta.Como define nossa professora generalista de Data Analytics, Talita Souza, “a proposta central da ferramenta é ajudar grandes empresas globais a extraírem o máximo de seus ativos mais valiosos, ou seja, seus dados e pessoas” .Acompanhe com a gente o que é Tableau e como usar o framework.Tableau - inteligência na transformação de dados complexosPara quem tem a responsabilidade de tomar decisões que afetam toda uma organização, a escolha deste software de análise pode ser a ideal, pois é uma ferramenta projetada para ir de acordo com a maneira como as pessoas pensam e visualizam dados.Como assim? Então, de acordo com o fabricante, para se obter um verdadeiro autoatendimento, é necessária uma plataforma de análise comercial que realmente seja prática, fácil de implantar, gerenciar e que ofereça governança e segurança dos dados. O Tableau é essa plataforma: uma solução empresarial que atende às necessidades de toda a empresa, por sua facilidade de entendimento das funcionalidades e pela forma intuitiva de visualizar dados, criar métricas e obter respostas, sem precisar da manutenção de uma pessoa de TI. Ele foi desenvolvido para atender às necessidades de cada usuário, individualmente, mas sua implantação pode ser escalonada para toda a empresa. Por meio de Business Intelligence (BI), esta plataforma transforma seus dados em informações que ajudam a tomar decisões mais embasadas.Tipos de TableauSe dividirmos esta solução por produtos, temos quatro tipos de Tableu: Prep, o Desktop, o Online e o Server. ➜ O primeiro, como o nome sugere, prepara seus dados para análise, onde mais gente da equipe poderá combinar, estruturar e organizar as informações de maneira otimizada e segura;➜ O Tableau Desktop permite análises mais avançadas, mas ainda de maneira simples. Por análise visual e interface fácil de usar, o usuário tem acesso a um business intelligence avançado;➜ Já com o Tableau Online, as análises de autoatendimento são na nuvem. Portanto, não há necessidade de gerenciar um servidor. Seguro, escalonável e sem a necessidade de ter um hardware para isso;➜ Por último, o Server permite que os dados sejam visualizados por todos da empresa, ou seja, é possível visualizar de qualquer lugar.Outra vantagem é que o Tableau dá é permitir que se faça uma avaliação gratuita, para comprovar a eficácia na prática da solução dentro do universo da sua empresa. + Análise de dados para iniciantes: comece agora a explorar o mundo do big dataPor que usar o Tableu: benefícios do frameworkEm termos de aplicação no dia a dia, com o Tableau, você pode centralizar os relatórios de marketing digital do seu time e aumentar suas conversões, economizando de 10 a 20 horas por dia do time.O Tableau permite que outras pessoas da equipe criem campanhas de marketing digital individualizadas e regionais. Com base nessas análises agregadas do comportamento dos clientes, é possível  monitorar os dados em tempo real, o que faz com que a equipe reaja ao comportamento dos clientes e otimizar as campanhas de marketing. Além disso, com a automação desses relatórios, fica viável o compartilhamento dos dados coletados com a área de gestão de relacionamento com o cliente (CRM), ou seja, vendas. Essa integração pode se tornar uma vantagem competitiva considerável.Outro aspecto interessante é que com essa implementação de BI, analistas e profissionais de TI poderão se dedicar ao quadro global e as inovações de longo prazo, em vez de perderem tempo em tarefas manuais de pesquisa e geração de relatórios.Portanto, esta plataforma é mais um exemplo que comprova o papel das tecnologias na Transformação Digital em nossas vidas, incluindo carreiras: descomplicar e otimizar o que parecia complexo, tornando as soluções mais customizadas e certeiras.A importância do Tableu dentro de AnalyticsSe você quer ser um dos protagonistas desta verdadeira (re) evolução tech, capacite-se conosco. No curso de Data Analytics, da Digital House, você não apenas conhece esta solução, como sabe a maneira certa de aplicá-la em um negócio.Além disso, você dominará diversas metodologias e frameworks analíticos, trabalhando com diferentes fontes de dados. E uma boa notícia: temos uma turma nova te esperando, saiba mais sobre as aulas remotas da Digital House e transforme sua carreira de onde estiver.+ Dados na área de negócios: como tomar decisões de uma forma inteligente

Chatbot robotizado vs humanizado: como criar bots com personalidade img
#Dados

Chatbot robotizado vs humanizado: como criar bots com personalidade

A percepção e a forma com que as pessoas se relacionam com as tecnologias, incluindo atendimento eletrônico, evoluiu na pandemia, dando espaço ao protagonismo de User Experience (UX) dos negócios.  Os softwares de videoconferência na nuvem são exemplos disso. Graças à adaptação dos colaboradores com esse recurso, empresas puderam dar continuidade aos seus processos. E esta experiência nos faz voltar os olhos para outras tecnologias, como os chatbots, onde a principal busca em desenvolvimento é a humanização. Mas, o que isso significa, de fato?Como criar um chatbot humanizadoO chatbot é um software que simula um ser humano na conversação com as pessoas. Seu objetivo é a interação e a resolução de problemas, 24h por dia.Quando se usa o termo humanizado, significa que ele responderá às perguntas do interlocutor como outra pessoa faria, numa condução mais natural e que atenda a expectativa do usuário. A humanização é o ponto chave para o sucesso da estratégia de um negócio.Para que o atendimento humanizado com chatbots seja efetivo, os recursos de inteligência artificial e machine learning são fundamentais. Eles é que otimizam a comunicação entre empresas e clientes e ainda aprendem com estas conversas, aprimorando atendimentos posteriores. Criando uma personalidade para o seu botAlém disso, é importante prestar atenção nas características do bot humanizado alinhando com a marca da empresa, o que inclui:➜ Tom de voz;➜ Representação visual;➜ Transparência nas informações;➜ Diálogos naturais e não óbvios.O crescimento na humanização dos chatbots Suponhamos que você ligue em um consultório médico e seja atendido por um robô que consegue verificar quase instantaneamente os horários disponíveis para agendamento, só pelo número do seu telefone ou informação de um documento que tenha fornecido.Além disso, esse mesmo bot tem uma voz adequada para aquele segmento, o que, certamente, vai trazer uma experiência amigável. Isso é chatbot humanizado e inteligente, na prática.São estes aspectos que um profissional develops deve se ater: o robô precisa resolver demandas, das mais simples às mais complexas, de maneira prática e sem a necessidade de intervenção humana.E vale a pena investir atenção neste mercado, pois ele está em plena ascensão. O Gartner Institute prevê que, até 2022, 72% das interações entre empresa e cliente serão completamente conduzidas por mecanismos como os chatbots.E, com esse segmento evoluindo, como se diferenciar? Além dos diálogos amigáveis, os desenvolvedores precisam se aprimorar em ferramentas que promovam uma experiência cada vez mais satisfatória ao usuário. Como? Usando e abusando da inteligência artificial, aprendendo os comandos e processos que devem ser atendidos, tudo com uma abordagem mais pessoal e personalizada de acordo com a identidade da marca. Mas falar “a mesma língua” que o consumidor pede aperfeiçoamento contínuo. Por isso, a dica é analisar como o cliente se comunica. Por exemplo, caso este público use emojis, gifs ou memes, o chatbot pode responder da mesma forma. Afinal, é muito mais agradável falar em um tom similar a uma conversa entre conhecidos, do que com uma máquina. Chatbot robotizado vs. humanizadoA Siri, assistente virtual da Apple, é um excelente exemplar da espécie. Ela, além de cumprir tarefas, organizar informações e tirar dúvidas, tem personalidade e é até bem-humorada.Se tiver um aparelho condizente, teste dizer para ela que está triste. Uma das respostas é “Eu ofereceria um ombro para chorar… se eu tivesse um.”.Obviamente, toda essa desenvoltura exige um super-trabalho de mapeamento de linguagem humana e configuração de intenções dentro do robô, mas que vale muito a pena, pois resulta em fidelização e encantamento do cliente (UX). Ficou encantado com o mundo dos chatbots? Ele está em pleno evolução, leia-se: muitas oportunidades para sua carreira. Venha desvendar este universo da inteligência artificial, machine learning e UX na Digital House. No curso de Data Science você aprende sobre chatbots e como usar IA a favor dos bots.