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Como fazer o SEO de um site: 6 dicas para melhorar seu posicionamento

Como fazer o SEO de um site: 6 dicas para melhorar seu posicionamento
#Marketing
12 de novembro - min de leitura

Estratégias de SEO estão em alta e vão continuar, sabe por que? É através delas que você vai aparecer no Google e alavancar as visitas do seu site! Conheça as principais técnicas de SEO, praticamente o mínimo, que você precisa fazer.


Este artigo é para falar sobre o SEO de um site, mas só pra contextualizar a importância desta estratégia, dá uma olhada nesses dados abaixo.

O e-commerce brasileiro registrou aumento de 47% só no primeiro semestre de 2020, segundo pesquisa da Ebit|Nielsen, em parceria com a Elo. Isso quer dizer que aconteceu a maior alta do segmento em 20 anos.

O comportamento do consumidor mudou durante a pandemia, intensificando a prática das compras pela internet. Nisso, muitas marcas voltaram seus olhos para os mecanismos de busca que orquestram a rede, ou seja, o famoso SEO.

O Google, famoso e preferido buscador de grande parte da população, trabalha sua priorização por leitura de algoritmos. Isso quer dizer que se você compreender sua língua, pode se sair melhor em termos de visibilidade. 

Os pilares para aprender como fazer o SEO de um site

Mas, o que você precisar saber para fazer o SEO de um site?

Bom, SEO (Search Engine Optimization) é uma estratégia que auxilia páginas web para ranqueamento no Google, a otimização de sites (feita dentro de uma página) serve para que eles sejam mais “vistos”. 

Ou seja, quando você coloca em prática:

- Títulos utilizando palavra-chave principal adequada;
- Descrições nas imagens do texto;
- URLs amigáveis;
- Subtítulos de acordo com o conteúdo;
- Links para outros conteúdos do site;

Você está colocando as técnicas de SEO em prática!

Boas práticas de SEO: como melhorar o seu site

Chegamos ao ponto da pergunta-chave: como melhorar o posicionamento do seu site? Pensando nisso, separamos as principais técnicas de como fazer SEO, mesmo sem muita prática, para começar as mudanças a partir de agora.

Título da página

O título da página (title) se refere a uma propriedade do código HTML, identificada por meio da frase que aparece na aba do navegador ou na página de resultados do Google.

E, quando se trata de como fazer o SEO de um site, ele é o elemento mais importante, pois fala exatamente sobre “quem é” aquela página. Por isso, cuidado para o espaço não ser ocupado por slogans ou frases que não descrevem bem o conteúdo.

Lembre-se: nele, as palavras-chaves (keywords) importam e precisam estar lá. Caso contrário, o algoritmo do Google pode não identificar a relação do seu site com esses termos.

Outra dica: quanto menos palavras, maior a importância delas para o Google. Um tamanho máximo de 60 caracteres para o título é suficiente. Além disso, explore a principal palavra-chave do conteúdo em outras variações e, se possível, coloque a sua marca no final do título.

Meta description

O meta description faz parte das dicas para melhorar o SEO do seu site. Ele consiste em um código inserido na página, sem peso de ranqueamento. Isto quer dizer que as palavras-chave na descrição não serão as responsáveis por melhorar ou piorar o posicionamento no Google.

Porém, ela estará lá na página de resultados, com a missão de mostrar para o usuário o que seu site aborda, um chamariz para aquela pessoa clicar no link. 

Logo, gastar um tempo para preencher a meta description com um texto atrativo e bons argumentos é um excelente negócio, que pode aumentar a taxa de cliques, quando seu site aparecer entre os resultados do buscador.

URL (endereço da página)

Site com SEO otimizado precisa ter a URL a seu favor. O algoritmo do Google faz a varredura de palavras-chave também no próprio endereço da página. 

Assim, é importante que se evite URLs com códigos e dê preferência para que seja descritiva, curta e que tenha a palavra-chave principal, por exemplo: “http://site.com.br/nome-do-post”. 

Visual da página

Quanto às imagens, dentro das técnicas de SEO, fique atento ao: nome do arquivo(simples e direto), acompanhado por um texto alternativo (alt text), com tamanho adequado ao seu contexto.

Assim, você ajuda o Google a determinar qual é o assunto da imagem daquela página. A figura deve estar otimizada e compactada, para diminuir seu peso e não impactar no tempo de carregamento da página e, consequentemente, trazer uma experiência negativa ao usuário. 

Headings (subtítulos)

Há a possibilidade de se determinar subtítulos ao código de uma página. Esses elementos especificam a prioridade de algumas partes, variando em ordem crescente de relevância, denominados pela letra “H”. Ou seja, de H1, mais importante, a H6.

Os headings são indicados por códigos <h1>, <h2>, <h3>, <h4>, <h5> e <h6> e o recomendado é que se use um único H1(título) por página. Se necessário, múltiplos H2 e H3. Essa “fórmula” faz parte de como fazer o SEO de um site. 

Linkagem 

Já citamos anteriormente a importância de falar a mesma língua do Google para ter um bom resultado de buscas orgânicas (não pagas). Pois bem, é importante entender que a internet é composta por um universo de links.

Os links, trabalham como os robôs de cada motor de busca. Por isso, “linke” conteúdos internos do seu site na página principal, para que o seu usuário obtenha tudo o que precisar ali, de maneira prática e concentrada em um click.

Se torne um profissional de SEO

Um site otimizado aumenta as possibilidades de aparecer nas tão desejadas primeiras posições do Google. Mas como fazer uma avaliação de um site, neste aspecto?

Um meio eficaz é olhar para seu site hoje com transparência e fazer um breve check-in: as otimizações dele estão de acordo com o que foi dito nesse artigo? Onde ele aparece as buscas do Google, após a segunda página?

Se a resposta para a primeira pergunta for não, recomendamos a você começar com a estratégia desde já e não parar por aí. O ideal é criar metas de acompanhamento, aprimorando as técnicas e ações de melhoria.

Um curso de Marketing Digital que vai te ajudar a dominar estratégias diversas de como fazer o SEO de um site, assim como produção de conteúdo, definição de público e canais, métricas e acompanhamento de resultados. Vamos investir e aprender com profissionais de mercado?

Leia mais no blog DH:

+ SEO para blog: lista de boas práticas para otimizar seu conteúdo

+ Brand Personas: o que são e como fazer?

Estratégia para gerar leads: do básico ao avançado

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Um guia Javascript para iniciantes precisa responder as principais dúvidas de um profissional de programação que está começando na área, mas antes de mais nada, é importante enfatizar que o JavaScript não é a mesma coisa que o Java.Isto porque muitas pessoas acabam confundindo as duas linguagens de programação por causa da semelhança do nome. Reforçando esse ponto de que são linguagens de programação diferentes, o JavaScript é muito utilizado por grandes players do mercado. Exemplo disso é a Netflix e a Uber que o usam para os seus servidores dinâmicos e seguros, com páginas e aplicações web interativas (animações, efeitos e movimentos). Guia JavaScript para iniciantesO JavaScript é uma das linguagens de programação mais usadas no mundo, que pode ser utilizada no desenvolvimento front-end e back-end, atuando nos bastidores e na parte visível de um site.O que se pode fazer com o Javascript?Quando falamos que o JavaScript pode ser utilizado para deixar os sites mais interativos, fica difícil de visualizar e entender a sua utilidade. Pensando nisso, nós trouxemos algumas situações para mostrar como funciona o Javascript e o quanto essa linguagem está presente no nosso dia a dia:E-commerceO JavaScript é o responsável por apresentar um pop-up de alerta, quando o usuário tenta deletar um produto cadastrado no e-commerce. Formulário de cadastroQuando você preenche um formulário de cadastro, essa é a linguagem responsável por fazer a validação das informações. Senha e e-mail incorretosQuando você digita um e-mail ou senha incorretamente, o JavaScript informa ao usuário que o login está errado. JavaScript documentaçãoO dashboard é um painel visual que concentra informações importantes das empresas. Com a linguagem JavaScript, é possível criar painéis totalmente dinâmicos para facilitar o entendimento e a visualização.    Por que usar Javascript?O JavaScript trabalha com interface web, só podendo ser utilizado para criar scripts executados em navegadores dos usuários, o que chamamos de client-side. Entre as principais vantagens do Javascript, podemos falar que pode ser utilizada em aplicações mobile, servidor e desktop. O seu uso é muito indicado para inserir efeitos dinâmicos nos aplicativos ou sites, além de ser recomendado para ter um site responsivo, se adaptando a qualquer browser, e fazer validações da resolução dos dispositivos.Os profissionais em programação que estão em Javascript para iniciantes já conseguem realizar bastante coisa com a linguagem, visto que ela é de fácil aprendizado.Como habilitar o JavaScript?Considerando que o Google Chrome é o mais utilizado entre os navegadores, nós vamos mostrar como ativar o JavaScript nele. É bem fácil. Veja o passo a passo fornecida pelo próprio suporte da Google:➜ Abra o Google Chrome.➜ No canto superior direito, clique em Mais. Em seguida, vá em configurações.➜ Na parte inferior, clique em Avançado.➜ Em “Privacidade e Segurança”, clique em configurações de conteúdo.➜ Clique em JavaScript.➜ Ative a opção Permitido (recomendado).Como aprender JavaScript para iniciantes?Assim como existem idiomas mais fáceis de aprender do que outros, o JavaScript é uma das linguagens de programação menos complexas. No curso de Full Stack da DH, você aprende Node.js e também Javascript, que aliás, é uma linguagem que funciona tanto para back-end como front-end! Ao longo das aulas você constrói um site do zero para incluir no seu portfólio.Leia mais no blog DH:+ Minha primeira linguagem de programação: como escolher?+ Primeiros passos no Git: o que eu preciso saber?+ Pague só quando possuir renda: conheça o modelo ISA da DHE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

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Antes de desdobrar o que é o marketing de afiliados, devemos deixar claro que se trata de uma estratégia de marketing digital usada por empresas e empreendedores, com o objetivo de aumentar suas vendas por meio de uma rede de parceiros. Como será visto no decorrer deste texto, grandes players do mercado usam a estratégia para alavancar suas vendas, por meio de anúncios remunerados em blogs, e-mail marketing, sites e redes sociais.Conquistando bastante adeptos a essa prática, o marketing de afiliados é um meio de ganhar uma renda extra efetivamente, sem necessidade de grandes investimentos. O que é marketing de afiliados e como funciona?O marketing de afiliados é um meio de ganhar dinheiro por meio da divulgação online de produtos de empreendedores ou empresas. Em troca dessa divulgação, o afiliado recebe uma comissão, caso a compra seja realmente efetivada.Marketing de afiliados plataformasEsta estratégia vale a pena porque beneficia os dois lados do balcão: produtores e afiliados. Entre as plataformas de afiliados utilizadas, podemos mencionar as cinco principais:➜ Afilio: é uma plataforma focada em performance, na qual o cliente só paga se houver conversões.➜ Marketing de afiliados Hotmart: é uma das principais que trabalha com a venda de cursos digitais sobre temas diversificados.➜ Monetizze: plataforma destinada à venda e à compra de produtos digitais e físicos. Duas das suas vantagens é escolher a forma de receber a comissão e de vincular ao Google Analytics.➜ Eduzz: plataforma que reúne produtos físicos e permite que o afiliado receba a sua comissão em dois dias, após a venda.➜ Lomadee: essa plataforma tem anunciantes, como a Amazon, Lojas Americanas e Centauro, além de disponibilizar vários meios para promoção: páginas e grupos em redes sociais, sites de cupons, e-mail marketing, comparadores de preços, blogs e sites.Como funciona o marketing de afiliadosComo já foi adiantado no tópico anterior, o marketing de afiliados é benéfico para os produtores e afiliados, mas ficou faltando falar da peça-chave: os consumidores. Os clientes que fazem a roda girar, realizam as compras e usufruem dos produtos.  Considerando esse ponto importante, fica mais fácil entender como funciona o mercado de afiliados comentando suas etapas.Marketing de afiliados passo a passo:➜ Lançamento do produto pelo produtor➜ O afiliado divulga o produto em seus canais➜ O consumidor faz a compra do produto➜ O link usado na compra é rastreado➜ O produtor recebe o dinheiro da venda➜ O afiliado recebe a parte acordadaMarketing de afiliados exemplos: 3 formas de ganhar dinheiro onlineAlém de se cadastrar nas plataformas mencionadas, o marketing de afiliados no Brasil também é usado por grandes empresas, por meio dos seus programas. Conheça alguns: Magalu afiliadosO Parceiro Magalu é o programa de afiliados disponibilizado gratuitamente pela Magazine Luiza. Basta se cadastrar, criar sua loja e começar a vender. Os pré-requisitos necessários para se tornar afiliado da loja é ser maior de idade, possuir conta corrente ou poupança vinculada ao seu CPF e número do PIS.    Amazon afiliadosPodemos dizer que a Amazon é pioneira nesse tipo de serviço, pois começou a disponibilizar o seu programa na década de 1990. Para participar do Associados Amazon, é necessário ter um site, uma rede social ou um aplicativo. Para saber todos os requisitos necessários para entrar, acesse este link.Google Ads para afiliadosComo o marketing de afiliados se trata de uma parceria de mão dupla, você pode impulsionar o seu negócio usando o Google Ads, a ferramenta de publicidade da Google.Uma das formas mais eficazes, por exemplo, é criando uma landing page para direcionar o seu público para onde ele deve ir. Através dessa página, você consegue criar anúncios, configurar o remarketing e rastrear os usuários.O segredo está em criar uma página intermediária antes do usuário chegar no destino final. Dessa forma, é possível criar tags de rastreamento, saber se o público avançou e ter os dados necessários para atualizar a campanha. Tem segredo? 5 dicas para lucrar mais!Se você quer começar a fazer o marketing de afiliados para um empreendedor ou uma empresa, confira algumas dicas. Como se trata de uma estratégia de divulgação, é necessário ter em mente um aspecto: estratégia:Escolher o programa de afiliadosA primeira dica é escolher o programa de afiliados que mais se adeque ao seu perfil, conteúdo e estilo de vida. Assim, você terá mais facilidade em despertar o interesse das pessoas.Definir os produtos de acordo com o público Depois de definir qual programa de afiliados que mais se encaixa com você, está na hora de escolher os produtos que quer divulgar.A mesma regra da primeira dica se aplica aqui, pois os produtos devem ter relação com o seu interesse e da sua audiência. 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Agora é a hora de começar uma carreira em marketing digital e apostar em uma das áreas fundamentais em qualquer empresa.O curso de marketing digital da Digital House está atualizado com as exigências o mercado, e mais, os alunos aprendem colocando a mão na massa, testando estratégias e experimentando ferramentas.Leia mais no blog DH:+ SEO para blog: lista de boas práticas para otimizar seu conteúdo+ Brand Personas: o que são e como fazer?+ Estratégia para gerar leads: do básico ao avançadoE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

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Programação iniciante: como se tornar um profissional da programação

A programação iniciante pode ser desafiadora no começo, já que termos é o que não faltam na hora de estudar a teoria e colocar a mão na massa, mas com o estímulo do lado esquerdo do cérebro, responsável pela lógica e pensamento analítico, o aprendizado flui!Diversos profissionais têm um primeiro contato com códigos e se apaixonam, e é ai que a transição de carreira acontece. Mas como funciona essa jornada?Como começar na programação iniciante?O convite feito para Tatiana Zilio, ex-aluna da Digital House e agora desenvolvedora, para conversar sobre programação foi justamente para compartilhar sua jornada e experiência!Que tal aprender a programar, assim como a Tati? Esta é uma das áreas que mais cresce e é sempre bom investir no mercado de programação.De humanas para exatas?Tati aqui! Em 2020 terminei o curso de Desenvolvimento Web Full Stack na Digital House e vou compartilhar um pouco da minha jornada e o que aprendi com essa experiência.Eu venho de um background completamente diferente. Sou formada em Jornalismo, trabalhei em comunicação, tradução e dei aulas de inglês.Meio por acaso, acabei entrando na área de TI: quando eu trabalhava com tradução técnica e localização de aplicações, surgiu uma oportunidade para trabalhar com curadoria de dados em uma ontologia aplicada à web semântica, que é o meu trabalho atualmente.E foi nesse momento que decidi explorar mais a fundo o que acontecia por trás das telas que eu tanto usava e iniciar uma transição de carreira.Como eu vim parar aqui? Hit rewind!Me lembro até hoje da primeira vez que sentei na frente de um computador. Eu devia ter uns 10 anos, minha tia pediu que eu digitasse um texto no computador do seu trabalho enquanto ela resolvia alguns problemas.Eu estava acostumada a brincar com a máquina de escrever do meu pai, mas aquilo era diferente. Não só era possível desfazer algum erro de digitação (o que já era um avanço tremendo), mas além disso, o próprio computador sinalizava o erro com uma cobrinha vermelha embaixo de uma palavra. Era mágico! Isso foi por volta de 1997. Não demorou muito para que meu pai comprasse um computador para sua pequena empresa. Foi nessa máquina que eu passei muitas madrugadas no mIRC, aproveitando a vantagem de se navegar na incrível velocidade de até 56,6 kbps pagando apenas um pulso de telefone (um conceito provavelmente desconhecido para quem é GenZ).O computador era meu lugar favorito. Eu explorava cada item do menu iniciar, do painel de controle e arriscava executar algumas tarefas básicas via terminal. Apesar de uma certa intimidade e curiosidade com o computador, tudo era mágico e misterioso demais para mim.Segui outros caminhos tendo sempre o computador e a internet como minhas principais ferramentas de trabalho, mas me encontrei quando eles se tornaram o meu objeto de trabalho.A curiosidade de entender melhor o que eu fazia me levou de volta à sala de aula aos 30 anos. Dessa vez, não como professora e muito longe do Jornalismo: me inscrevi em Sistemas de Informação e escrevi meu primeiro algoritmo.Pela segunda vez na universidade, as coisas não estavam evoluindo no ritmo que eu desejava e eu gastava a maior parte do meu escasso tempo livre escrevendo trabalhos de Administração ao invés de, de fato, aprendendo a programar.Tranquei o curso e encontrei a Digital House, que me ofereceu exatamente o que eu buscava naquele momento: aprender na prática e construir alguma coisa com o que eu estava aprendendo. Programação iniciante na Digital HouseNo curso, nós temos contato com os conteúdos teóricos em aulas virtuais e fazemos alguns exercícios. Na aula remota, repassamos esse conteúdo e o aplicamos na prática.Foram inúmeros projetinhos em que colocamos em teste nosso aprendizado em HTML, CSS e JavaScript, NodeJS/Express, banco de dados (SQL e NoSQL), React.Diferentemente da faculdade, onde escrevia os algoritmos meio avulsos, meio sem propósito, ali tudo tinha começo, meio e fim que se integravam em um propósito. Além disso, ainda tivemos o projeto integrador, um desafio que parecia homérico: criar uma aplicação do zero.Os cinco meses de curso foram intensos: foi um desafio conciliar o trabalho em tempo integral, me dedicar às aulas e ainda dar forma e vida ao projeto integrador. Mas também foi um período extremamente enriquecedor: além de ter dado um salto no conhecimento e na experiência, ter tido a oportunidade de programar em equipe e aprender muito com meus colegas, também aprendi muito sobre o meu processo de aprender. Certamente meu curto período na universidade agregou muito na formação de um conhecimento base, entender o que acontecia cada vez que eu digitava aquele conjunto de caracteres em um editor de texto e colocava pra rodar. Mas ser capaz de entender isso não me capacitava para construir muita coisa. Percebi que é na prática que surgem as dúvidas, é na prática que percebemos o que não sabemos e entendemos do que temos que correr atrás. E que o aprendizado não precisa ser em linha reta: é possível intercalar prática e estudo de fundamentos e, frequentemente, um complementa e estimula o outro.Próximos passos como programadoraUm mês após a apresentação do meu projeto integrador (veja como ele ficou aqui), eu continuo estudando e acrescentando mais ferramentas e tecnologias ao meu repertório, mas agora de uma maneira muito mais produtiva do que antes do curso! Estou pegando mais experiência do mundo real contribuindo com a startup de colegas e também tocando meus projetos pessoais até fazer a transição para uma programadora full-time. É uma longa jornada e acredito que a DH me ajudou a acelerar muito esse processo! Se você quiser saber mais sobre a minha experiência com programação e trocar alguma ideia em relação a sua jornada, você me encontra no Twitter (@tatianazilio), LinkedIn ou no Telegram (@tatianazilio). Vou adorar bater um papo e trocar figurinhas!Aprenda a programar!Você pode aprender programação do zero na Digital House, assim como a Tati. É sempre um prazer compartilhar depoimentos como o dela, porque aqui as aulas são mão na massa, e ninguém melhor que nossos alunos para contar a experiência, não é?Topa baixar o programa do curso? Lá você encontra os temas e tópicos das aulas, e ainda tem informações sobre o projeto integrador!Leia mais no blog DH:+ Minha primeira linguagem de programação: como escolher?+ Primeiros passos no Git: o que eu preciso saber?+ Pague só quando possuir renda: conheça o modelo ISA da DHE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)