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Networking: como fazer contatos e marketing pessoal

Networking: como fazer contatos e marketing pessoal
#Carreira
20 de abril - min de leitura

O marketing pessoal é um poderoso aliado para sua carreira. Seja via LinkedIn ou em eventos, veja como identificar oportunidades para começar conversas profissionais.


A resposta para a questão como fazer networking é simples: movimente sua rede de contatos, de perto ou de longe. Este hábito, que hoje virou rotina, é uma ferramenta de aproximação e construção de relações com pessoas do seu meio profissional muito poderosa.

Para que serve o networking

Além de ser importante para a sua carreira, ele é uma maneira de conhecer gente nova e trabalhar sua rede de contatos. É através de uma conversa para colocar o papo em dia que você acaba descobrindo mais informações relevantes sobre o mercado, ações de outras empresas que deram certo e novas tecnologias, por exemplo. 

O ato de criar relações profissionais ainda podem gerar awareness para a sua empresa, aumentar sua própria visibilidade profissional e detectar oportunidades de negócio. Falando de uma forma bem direta: você vende mais, seja seus produtos e serviços, portfólio ou imagem.

Como fazer networking profissional

Uma rede de relacionamentos de networking profissional vai, desde a família, passando por amigos e colegas de colégio, do trabalho atual e anterior, até outras pessoas do seu campo de atuação e áreas diferentes da sua.

Além do famoso café, há outras maneiras de ampliar ou manter esta rede, que pode ser por telefone, WhatsApp, e-mail e redes sociais. E, antes de falar com este contato, seja pessoalmente ou não, é bacana ver algumas formas de fazer networking:

➜ Acompanhe a trajetória da pessoa em questão, dando aquela conferida nas redes sociais dela, assim você terá muitas oportunidades de puxar papo sobre assuntos em comum;
➜ Esteja informado sobre o mercado: partindo do princípio que você está vendendo seu peixe, você precisa entender do mar. Leia, acompanhe dados sobre seu setor e os que se relacionam com ele;
➜ Se estiver em um evento e afim de fazer networking com alguém, planeje a abordagem, sempre com educação, e a dica é comentar sobre algum assunto pertinente ao momento;
➜ Organize seus contatos: tenha uma lista, de preferência digital e de fácil acesso, para esses contatos de networking;
➜ Quantidade não é qualidade: para um bom networking, você precisa entender o quão relevante determinada pessoa é para a sua carreira.

Como fazer networking no LinkedIn?

Quando o assunto é contato profissional, a rede social com maior relevância é o LinkedIn. Por lá, você pode apostar no marketing pessoal para criar um bom networking e ganhar visibilidade no feed. E não se esqueça: LinkedIn não é Facebook.

Existem algumas táticas que funcionam, e outras que nem tanto, mas o segredo para uma boa rede de conexões é bem simples: não force a barra. Veja abaixo algumas ideias para criar conversas no LinkedIn e se aproximar das pessoas, principalmente daquelas que podem colaborar com a sua carreira:

➜ Compartilhe notícias que te interessam, seja sobre o mercado que você atua ou iniciativas de outras empresas que você curtiu;
➜ Aconteceu algo legal na sua empresa? Conte no seu feed, pode ser que a história acabe gerando uma conversa;
➜ Fique de olho no que está acontecendo na rede social, e sempre que ver uma oportunidade, comente no post das outras pessoas;
➜ Entre para grupos que tenham a ver com os seus interesses;

Aqui na Digital House, nós realizamos Webinars, eventos presenciais, estimulamos conversas no nosso LinkedIn, e ainda temos um co-learning completo, na sede da Vila Olímpia, para você fazer um bom networking com outros alunos e também professores. Legal, não é?!

Somos uma escola especialista em habilidades digitais, com cursos na área de Dados, Programação, Marketing Digital, e estamos prontos para te ajudar a alavancar sua carreira: com educação de qualidade e networking poderoso. Vamos bater um papo?

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Google Search Console: passo a passo para melhorar seu desempenho na busca do Google img
#Marketing

Google Search Console: passo a passo para melhorar seu desempenho na busca do Google

Em se tratando de estratégias de marketing digital, nunca é demais ter visibilidade sobre seu site. O Google Search Console vem como uma importante ferramenta para este acompanhamento. Esta plataforma da gigante das buscas ajuda no gerenciamento de sites e em seu acompanhamento, com uma visão mais global e instantânea de suas páginas no buscador. Na prática, o Google Search Console dá uma mãozinha para que seu site seja encontrado e indexado corretamente, aparecendo nas procuras de possíveis clientes. Neste artigo, a gente te conta mais sobre esta ferramenta, com foco no passo a passo.Para que serve o Google Search Console?O Google Search Console é como uma caixa de ferramentas funcional, cheia de opções que te ajudam a encontrar problemas no site, antes que seus usuários sejam impactados, além de otimizar sua busca.Entre seus benefícios em uma estratégia de marketing digital, podemos destacar:➜ Visibilidade da origem de tráfego;➜ Velocidade de carregamento das páginas;➜ Identificação rápida de defeitos no código HTML;➜ Melhor planejamento de backlinks;➜ Melhora na estratégia de SEO.Google Search Console: passo a passoAgora, vamos à instalação. Preparamos um guia de como criar Google Seach Console para você começar a usar a ferramenta.Passo 1 Faça seu login na conta Gmail. Se ainda não tiver, criar é rápido e fácil.Passo 2Abra o menu suspenso e selecione + Adicionar propriedade.Digite ou dê ctrl + V da URL do seu site/blog em umas das propriedades (Domínio ou Prefixo do URL). Clique em Continuar.Passo 3Escolha entre Domínio e Prefixo do URL e digite o endereço do seu site na opção desejada, conforme as instruções da instalação. Em seguida, na página de Verificar propriedade, você vai ver algumas opções. Interessante que você opte pelo Google Analytics. Caso o seu site já esteja logado nele, é só selecionar o botão Verificar que o Google Search Console vai verificar e instalar com o código do Analytics.Passo 4Se tiver escolhido a opção Domínio, você vai precisar fazer uma alteração no DNS do site.Se escolheu Prefixo do URL, selecione a opção Tag HTML, para uma verificação mais fácil.Mas, caso utilize outra ferramenta, será necessário encontrar a forma de acessar o HTML da home. No Wordpress ou em outra ferramenta, encontrado o HTML da home, dê ctrl + V no código fornecido pelo Google e salve as modificações (no WordPress, clique em Atualizar arquivo).Passo 5 Por fim, volte ao Search Console e aperte o botão Verificar e voilá! Propriedade confirmada e tudo funcionando. Seu site tem mais um apoio estratégico de automatização.Marketing Digital na práticaO Search Console, assim como os produtos da Google, está sujeito a renovações regulares e isso é uma ótima notícia, já que representa aperfeiçoamento contínuo e consequente impacto nos resultados em seu uso.E para aprender mais sobre como aperfeiçoar seu site ou negócio, você precisa investir em um bom curso de marketing digital. Assim, você evolui no uso de tantas ferramentas, integrando suas aplicações de forma personalizada.

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#Tecnologia

Servidor Web: um guia sobre o software fundamental na hospedagem de sites

O servidor web tem a importante missão de ser a ponte entre o fluxo de trabalho de conteúdo de um site até sua execução. Uma parada ou algum tipo de falha pode comprometer processos inteiros e gerar prejuízos.Por esta razão, grandes empresas optam por executar suas plataformas com vários servidores, dividindo as funções. Neste artigo, você vai entender mais sobre o funcionamento desse valioso intermediário entre conteúdo de empresa e seus clientes. O que é um servidor web? Basicamente, o servidor web é o responsável por armazenar e disponibilizar conteúdos, como sites e páginas HTML, para que fiquem acessíveis para qualquer pessoa na internet.Durante o trâmite destes dados, é necessário haver conformidade, ou seja, seguir um protocolo específico, o Protocolo de Transferência de Hipertexto (HTTP), que garante que todas as páginas e servidores se comuniquem de forma eficiente e sem erros.Como funciona um servidor web Antes de mais nada, é preciso compreender que todo computador conectado à internet recebe um endereço de IP, por meio do qual acontece a identificação do dispositivo na rede, incluindo computadores pessoais, notebooks, celulares e tablets.Quando você visita este blog, por exemplo, uma solicitação é enviada do seu endereço IP para o endereço IP do servidor web, que responde de imediato, enviando dados para o solicitante. Assim, todas as informações são transferidos para o seu computador a partir de uma página.Portanto, o servidor funciona em quatro fases:1 - obtenção do endereço IP  e do nome do domínio; 2 - solicitação da URL completa pelo navegador; 3 - resposta do pedido pelo servidor; 4 - exibição da página web pelo navegador.Soluções em hospedagem geralmente incluem um servidor web ou permitem a instalação de um, por meio de contratação do serviço, sendo incluído de diferentes formas.Quais são os servidores da web para contratação?Agora, conheça algumas formas de contratação que uma empresa pode optar, na hora de escolher um servidor web para chamar de seu.➜ Hospedagem compartilhada - o servidor web é compartilhado entre muitos usuários, visando a economia de custos;➜ Hospedagem ou servidor VPS - o usuário tem controle e pode instalar o servidor web compatível que preferir;➜ Hospedagem cloud - nesse caso, a gestão é mais simplificada, já que os recursos de cloud (nuvem) são considerados mais acessíveis, intuitivos e ágeis na implantação;➜ Servidor dedicado - o usuário pode instalar qualquer servidor web no sistema operacional, oferecendo controle da máquina.Normalmente, esses serviços são oferecidos por provedores de hospedagem pagos. Mas, é possível encontrar versões gratuitas.Principais servidores webAssim como todo software, existem várias alternativas de servidores web com diferentes características no mercado. Conheça alguns deles:ApacheEO Apache é o servidor web bem popular do mercado, escolhido por grandes empresas de tecnologia no mundo inteiro. Um dos motivos dessa popularidade é ser um software gratuito e de código aberto, compatível e padrão nos principais sistemas operacionais (Windows, macOS, Linux e FreeBSD).Microsoft IISO Internet Information Server (IIS) é o servidor web da Microsoft, executado em plataformas Windows. O servidor dispõe de todos os recursos como o Apache e foco nas tecnologias proprietárias da Microsoft, como a linguagem ASP.NET e sistema de banco de dados SQL Server.nginxGratuito e open source, o nginx conta com dezenas de contribuidores. É também um dos principais servidores web/proxy utilizados no mercado. E para quem busca praticidade e precisa de um servidor para uso pessoal ou tem um caso de uso específico, a Lighttpd, Caddy Server e o Mongoose podem ser boas opções, oferecendo vantagens como gratuidade, compatibilidade com outros sistemas, código aberto e fácil instalação e usabilidade, além de suporte para diversas plataformas.Interessante,não? Se você se interessa por assuntos que envolvem tecnologia e inovação, acompanhe os artigos do blog DH e confira nossa biblioteca de conteúdo, totalmente gratuita!

Resumo LGPD: tudo que a sua empresa precisa mudar com a nova lei de proteção de dados img
#Dados

Resumo LGPD: tudo que a sua empresa precisa mudar com a nova lei de proteção de dados

Se dados são valiosos, o tratamento deles dispensa comentários. É por isso que um resumo LGPD é tão importante no momento, já que a Lei Geral de Proteção de Dados está em vigor, mesmo que sem multas, e as empresas devem cumprir as novas exigências.Mais de dois anos após sua a sanção, empresas que ainda resistiam em se adequar às novas normas de privacidade, agora, buscam ajuda de consultorias, escritórios de advocacia e contratação de profissionais habilitados da área de dados.Neste artigo, que é basicamente um resumo LGPD, a gente explica por que estas empresas precisam se adequar à nova lei.Resumo LGPD: como está a lei até o momento?A LGPD tem o objetivo de oferecer aos brasileiros mais segurança sobre o uso de seus dados pessoais. Ela unifica regras sobre o assunto, mudando a questão do consentimento para o uso das informações de terceiros. Um bom exemplo são os termos de uso, aqueles textos enormes e que todo mundo aceita sem ler. Com ela em vigor, eles terão de ser muito mais curtos e claros, com a necessidade de especificar para que servem os dados solicitados.LGPD em vigorSua “estréia” passa por alguns adiamentos. No dia 26 de agosto de 2020, o Senado derrubou o trecho de uma medida provisória aprovada pela Câmara, que postergava a LGPD para 2021. Embora as multas estejam previstas para serem aplicadas a partir de agosto de 2021, assim como a criação da ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados), efetivamente, esta adequação agora passa a ser uma prioridade imediata.Porém, segundo o diagnóstico da Ernst & Young,em parceria com a Associação Brasileira das Empresas de Software, que engloba companhias que se propõem a discutir o tema, só 38% afirmam estar em conformidade com a lei.Logo, fica óbvio que o grau de conformidade e de maturidade é muito baixo no Brasil, considerando a lei ter sido anunciada em 2018. O que muda com a LGPD?Portanto, se uma empresa realmente pretende elevar esse “nível”, precisa seguir as principais regras da LGPD: - Mapear os dados, o fluxo e o tratamento conferido a eles;- Buscar uma base jurídica para proteger a organização;- Adequar os processos à lei e organizar a governança interna, o que inclui definir um DPO (sigla de Data Protection Officer, ou encarregado de proteção de dados).Um resumo LGPD do que as empresas precisam mudarMapear/organizar os dados que detém Toda empresa precisa organizar e categorizar todos os dados pessoais que possui, como nomes, endereços, e-mails, idades, estado civil, situação patrimonial, entre outros.A Lei de Proteção de Dados serve para os ambientes online e offline. Logo, esta empresa precisa ter acesso rápido a todas as informações. As consideradas sensíveis, como posição política, opção religiosa e vida sexual, receberão tratamento mais rigoroso. Neste ponto, uma assessoria jurídica pode ser útil para orientar e proteger a organização nesta fase inicial.Monitorar o fluxo e o tratamento dos dadosAqui, os softwares de cibersegurança são imprescindíveis, já que esta atividade manual fica fora de cogitação, tendo em vista a quantidade de dados que transitam em uma empresa. Além disso, esses sistemas geralmente são integrados, com relatórios periódicos que ajudam nas auditorias impostas pela lei.Nessa fase, um profissional da área de análise de dados é a pessoa mais habilitada para a contratação de uma solução certa ao negócio, pensando em tamanho, demandas, segmento e outras características.Uma política organizacional e governança de dadosNem só de ciberataque vivem os supostos prejuízos com a LGPD, mas também das falhas humanas. E quando se fala em prejuízos, quando alguma informação é perdida, vazada ou invadida, além dos de reputação da marca, há as altas multas.As empresas que não atenderem às novas exigências da regulamentação brasileira estarão sujeitas a pagar uma multa simples ou diária equivalente a 2% do seu faturamento, com teto de R$ 50 milhões por violação.Uma política organizacional, voltada à proteção de dados, treina pessoas a tomarem medidas simples em seu dia a dia para que se tornem menos vulneráveis a cibercriminosos, como a verificação da origem de arquivos, destinatário de e-mails, entre outras.Um programa de governança de dados, indispensável no mundo que vivemos, pode ser capaz de prevenir esses tipos de problema, categorizando e classificando os dados, armazenando e designando eles a quem poderá acessar, assim como os responsáveis por monitorar todo esse processo.Aí, mais uma vez, o profissional de dados entra em ação, ajudando não só na conscientização das pessoas, mas também na implantação desta nova mentalidade e processos técnicos.  Quem cuida da LGPD em uma empresaOs novos aspectos da regulamentação brasileira (capítulo VI, seção II, art. 41) especificam que “o controlador deve indicar um encarregado (de proteção de dados) pelo tratamento de dados pessoais”. Essa pessoa será conhecida como DPO, que na prática significa o profissional responsável por cuidar dos dados e prestar esclarecimentos.Em linhas gerais, quando finalmente estiver valendo por completo a LGPD, o DPO, se não for especialista em dados, vai precisar do apoio de um, para que tudo continue bem, sem surpresas nas auditorias. Inovação e proteção de dados andam juntasA LGPD vem com ótimas intenções e se mostra uma evolução que acompanha a Era da Transformação Digital. Com ela, uma pessoa que se sentir lesada por sistemas automatizados, como em condições de crédito diferenciadas sem explicação, poderá, com garantia legal, obter uma resposta da empresa. Portanto, as empresas não só precisam adequar seus processos com ferramentas de gestão e tecnologias (Inteligência Artificial na análise de dados), mas ter muito claro o propósito da coleta de dados, como fazem isso e qual a sua finalidade. E, como você notou ao longo do artigo, a contratação dos serviços de profissionais habilitados faz parte da implantação da LGPD nas empresas, independentemente do seus tamanho e setor. No curso de Data Analytics da Digital House, que forma analistas de dados, a LGPD é tratada dentro de ética e privacidade. O tema também entra para o curso de Imersão em Transformação Digital.A Lei Geral de Proteção de Dados é indispensável para as empresas por diversos motivos, mas com destaque para dois: passar segurança para o consumidor e evitar multas dolorosas. Com essas dicas do resumo LGPD, estar dentro da lei não será um problema para o seu negócio.Leia mais no blog DH:+ DH Series: especialista Núria Lopez fala sobre a LGPD+ Quero mudar de carreira, e agora?+ Gestão remota: como manter seu time engajado à distância