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Conheça as soft skills mais procuradas do mercado e como desenvolver cada uma delas

Conheça as soft skills mais procuradas do mercado e como desenvolver cada uma delas
#Carreira
26 de junho - min de leitura

Um profissional capacitado não é mais julgado apenas por suas hard skills, mas também pelas suas habilidades comportamentais. Entenda quais são as softs skills que as empresas estão de olho e como desenvolvê-las.


Com as mudanças nos modelos do mercado de trabalho, as soft skills se tornam essenciais no processo de inovação, partindo do princípio que inovação abrange (re)evolução comportamental.  

E não é precipitado afirmar que elas podem representar o vetor que vai impulsionar a Transformação Digital neste ano.

Em nosso artigo, vamos contar sobre isso e ainda explicar como você pode usá-las como aliadas no seu aprendizado em habilidades digitais.

A aceleração de novos hábitos de consumo 

Estes tempo de pandemia trouxeram uma aceleração digital nunca antes vivenciada. “Viveremos em cinco meses o que levaríamos cinco anos”, afirma Renato Meirelles, sócio-fundador do Instituto Locomotiva, empresa de análise de dados, especialista em entender gente, mais que números, durante entrevista a Istoé Dinheiro.

Essa informação atinge em cheio as mais variadas carreiras (quase todas, diríamos). 

Para que este impacto seja fluido e indolor, as soft skills surgem como determinantes na transitoriedade e adaptação dos profissionais.

Exemplo do bom uso destes tipos de habilidades são os indicadores da pesquisa do LinkedIn, 2020 Global Talent Trends, que confirma que um trabalho integrado, com foco nos melhores resultados e equipes diversas é uma tendência que vem para ficar.

As empresas com mais diversidade de idade do que nunca. Jovens, pessoas mais experientes, todos podem ajudar a provar que um bom trabalho não tem idade. Cabe a estas companhias ajudar equipes de diversas faixas etárias a descobrirem seu melhor, criando as condições para colaboração e troca de conhecimento, assim como enaltecendo o papel importante das soft skills.

As soft skills mais procuradas pelo mercado

Soft skills são as habilidades ligadas ao comportamento do profissional, portanto, à capacidade que aquela pessoa tem de desenvolver uma relação positiva com o trabalho e seus colegas, através de uma influência inspiradora e construtiva.

Elas são características de inteligência emocional na prática e podem ser aprimoradas e desenvolvidas, por meio de autoconhecimento e, em alguns casos, uma mentoria adequada. 

Formação acadêmica, fluência em idiomas, especialização técnica e habilidades digitais tornam o funcionário apto a cumprir sua função. Porém, as soft skills contarão como diferenciais para que ele a desenvolva da melhor maneira possível.

Confira as soft skills mais procuradas pelas empresas na Era Digital:

Comunicação eficaz

Aptidão-base a se desenvolver. Comunicar-se com clareza e objetividade é indispensável, seja para seu público-alvo, sua equipe ou liderança. 

Se você deseja treinar seu desenvolvimento, não se restrinja a falar, mas abra espaço a uma escuta ativa. Ou seja, ouça atentamente e contextualize o que é transmitido. 

Escrita eficiente

Muitas relações de trabalho se dão por e-mails, contratos, chats de programa de mensagens instantâneas. Ainda mais agora, com tantas pessoas em home office

Treine uma boa comunicação e aprimore sua imagem como colaborador por esta via. Peça feedback das pessoas que recebem suas comunicações escritas.

Empatia

Esta habilidade influencia muito no resultado da comunicação. Com ela, equipes podem ser engajadas, por meio de identificação e reciprocidade nas relações.

Um bom exercício é se colocar no lugar do outro, tendo como base o respeito e a educação no trato. Observe as rotinas das demais pessoas da equipe, nos prazos e demandas solicitadas. 

Demonstrar empatia quando há pressão nas entregas, resultados não favoráveis da estratégia e outras situações desconfortáveis pode não ser fácil, mas uma atitude assim pode ser um grande diferencial.

Colaboração

Um grupo coeso alcança maior rendimento. Mas, para esta coesão engatar, a colaboração dos integrantes deste time precisa fluir com empatia e clareza na comunicação.

Independentemente da função que você exerça, olhe além e se questione constantemente. No que eu posso contribuir para tornar este processo mais ágil e com mais qualidade?  Essa atitude pode ser transformadora no que se refere à entrega final. 

Destas atitudes se constroem  ambientes saudáveis e produtivos. Inclusive, é no estreitamento das relações entre as equipes, com base em confiança e companheirismo, que uma boa cultura organizacional ganha espaço real.

Pensamento criativo

A criatividade, para muitos, é uma habilidade mais natural. 

Para outros, é uma questão de exercício. Em ambos os casos, é ela que dá o start à inovação. E inovação vai além de descobertas tecnológicas - representa a busca por melhorias e soluções em todos os âmbitos de um negócio. 

Essa capacidade pode ser desenvolvida, por meio de estudo e observação, principalmente com exercícios para estimular a criatividade.

Organização e planejamento

Fundamental para a eficiência e qualidade de um trabalho, a organização resulta em economia de tempo, permitindo que as informações sejam encontradas de forma mais ágil. 

Um profissional com esta skill remete sua marca pessoal à competência e pode até influenciar positivamente seus colegas. Existem metodologias ágeis que podem ajudar você a desenvolver mais planejamento em seu cotidiano profissional.

Flexibilidade e resiliência

Resiliência é a palavra da vez (seguida de novo normal, é claro). Embora a repetição esteja batida, o sentido e a importância dela, não.

Novas demandas surgem a cada dia, assim como desafios que podem desestruturar uma rotina empresarial e emocional. Então, flexibilidade e resiliência para lidar em momentos de crise, são boas respostas às adversidades. 

Nesses momentos, lembrar que errar faz parte do processo de aprendizagem e que recomeçar e reaprender podem ser as melhores opções é uma boa maneira de estimular sua inteligência emocional, na prática.

Começar ou recomeçar uma (nova) carreira, munido de soft skills permite uma adaptação muito mais ágil e próspera. Nos cursos da Digital House, os alunos são estimulados  neste sentido em todas as opções de habilidades digitais que venham a aprender.

Conheça a experiência Digital House e prepare-se para ser um profissional do futuro, pleno em habilidades e competências. 

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#Dados

Como fazer uma análise de resultados: uma breve introdução

“Como fazer uma análise de resultados?”, esta é a pergunta que muitos aspirantes a analistas de dados se fazem ao se deparar com a primeira análise, sabem porquê? É que até o último gráfico da apresentação há um longo caminho no processo de como fazer uma análise de resultados, e somente a prática torna mais rápido e apurado. Como iniciar uma análise de resultados?A primeira coisa a se pensar é que estamos fazendo investigações o tempo inteiro, seja sobre os resultados de uma partida de futebol, um convite a um encontro ou até uma simples pesquisa de preço de um produto. A análise de resultados de qualquer assunto está presente em nosso dia a dia, mesmo sem uma planilha aberta. Sem mais delongas, existem algumas estratégias para sair da estaca zero e conseguir reunir tudo numa apresentação.Análise de resultados: quais são as suas hipóteses?No livro “Estatística sem matemática, a relação entre as questões e a análise”, os autores distribuem 17 perguntas antes de começar uma análise. Vou trazê-las aqui como se eu tivesse tido a ideia de apresentar “o impacto do coronavírus nas internações nos leitos de hospitais”, por exemplo. Não trarei todas, mas algumas já ajudam a ideia de análise de resultados no dia a dia:- Você já definiu o objeto do seu estudo (variável independente, que contribui mais com o cenário como o aumento de infectados)?- Onde estão os dados? Em que locais eles estarão armazenados?  São de fácil acesso?- Você trabalhará com uma amostra de ou com a população total?Depois de responder as perguntas, existem mais outras a seguir, porém relacionadas aos dados coletados, precisamos de perguntas respondíveis. Como, por exemplo:-  Existe um padrão nas colunas? Por exemplo, mais vendas ou menos vendas, de acordo com os números?- Em comparação com o período anterior, que podem ser meses, anos, dias, existe uma variação para mais ou menos?- Há linhas vazias na base que podem influenciar em resultados?- Os números estão em formatos corretos?- Vou precisar fazer algum ajuste manual ou extrair novamente?Abaixo temos uma base de dados coletada diretamente do site do governo do estado de São Paulo – a produtividade policial em 2019. Trata-se de ocorrências relacionadas a porte de entorpecentes, flagrantes, dentre outros crimes.O que podemos ler sem nenhum gráfico?Ao selecionar a primeira linha, temos a soma dos dados, a média, o valor mínimo e o máximo.As maiores ocorrências estão relacionadas a flagrantes e inquéritos policiais instaurados (com 4 casas decimais e mais de 7 mil só em janeiro).Infratores apreendidos por mandado e ocorrências de apreensão de entorpecentes possuem, em geral, apenas duas casas decimais em sua maioria. Vemos desta forma que há menos ocorrências feitas pela polícia.Bônus: dica final para iniciantes na análise de dadosPor fim, o contexto é muito importante. A última frase que escrevi acima pode ser tendenciosa, caso eu dissesse que mais registros seriam indícios de mais crimes. Só que nem sempre isto acontece. Sabemos que no Brasil há desconfiança em alguns setores da sociedade na polícia e a distribuição de delegacias nem sempre é justa considerando as periferias e região metropolitana. Se você trabalhar com vendas certamente existem épocas em que há mais ou menos venda. Se trabalhar com análise de dados para a saúde, veria um impacto de internações por problemas respiratórios nos últimos meses. Entender a sociedade é fundamental para uma boa análise de resultados e trazer este conhecimento faz uma grande diferença no dia a dia.Aprenda análise de dados na Digital HouseNesse texto, nossa professora mostra o quão presente a análise de resultados está presente no nosso dia a dia, e como esta análise é importante na análise de dados.Apesar de fazermos esta análise muitas vezes intuitivamente, como analisando um jogo de futebol, por exemplo, se aprofundar no estudo de análise de dados é essencial para compreender o que os dados podem significar.Na Digital House você aprende mais sobre o assunto e se aprofunda nas possibilidades que a análise de resultados traz. Conheça nosso curso de Data Analytics, e aprenda com os melhores profissionais do mercado como se tornar um profissional de dados.Leia mais no blog DH:+ Dados abertos: como usar dados públicos para gerar estratégias de negócios+ Power BI para leigos: aprenda os primeiros passos+ Resumo LGPD: tudo o que uma empresa precisa saber sobre a nova leiE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;) 

 Metodologia Agile: quais são os seus valores e como ele funciona na prática? img
#Otros

Metodologia Agile: quais são os seus valores e como ele funciona na prática?

A metodologia Agile ou The Agile Manifesto, como também é conhecido, foi um documento publicado em 2001, como fruto de um consenso de 17 desenvolvedores de software que pensavam em diferentes abordagens e maneiras para processos de desenvolvimento de produtos.No que consiste esse manifesto? Como ele funciona na prática em uma gestão de projetos e como aplicá-lo? Te explicaremos tudo isso e mais. Continue acompanhando este artigo e entenda.Quais são os 4 valores do Manifesto Ágil?No Manifesto Ágil, constam 4 valores para a condução do processo de desenvolvimento de produtos, que vêm impactando inúmeras empresas de diversos setores e que todos os desenvolvedores reunidos na época decidiram seguir e disseminar. Confira abaixo:Indivíduos, e a interação entre eles, mais que processos e ferramentasClaro que os processos e ferramentas são importantes, mas, no processo de desenvolvimento de software, a comunicação entre os envolvidos deve existir e é fundamental, pois evita possíveis discordâncias e aproxima as pessoas pelo mesmo objetivo.Software em funcionamento, mais que documentação abrangenteMais do que um bom planejamento, o resultado é o que realmente importa. Os clientes pagam por isso e não pelo plano e suas estratégias.Colaboração do cliente, mais que negociação de contratosQualquer tomada de decisão deve estar de acordo com as expectativas do cliente.Responder a mudanças, mais que seguir um planoÉ importante ter um planejamento, mas sempre devemos estar prontos para qualquer tipo de mudança. Os feedbacks sempre surgem no processo e podem mudar todo um caminho.Qual a relação entre Scrum e Agile?Scrum e Agile são duas das palavras mais pronunciadas quando se fala de metodologia Agile. Muitas pessoas são introduzidas ao tema por meio do Scrum, e uma parte considerável delas pode se confundir, associando o Scrum ao Agile.Entretanto, eles não são a mesma coisa, apesar de terem uma relação. Eles possuem fins, tarefas e até valores diferentes e, por isso, é importante entender cada um deles.Como já explicado anteriormente, a metodologia Agile é um conjunto de valores, princípios e conceitos desenvolvido, em 2001, por 17 desenvolvedores de software e publicado como o The Agile Manifesto. A palavra também é um termo genérico para descrever uma metodologia de gerenciamento de projetos.Nesse contexto, o agile possui o scrum como framework. Ou seja, o scrum faz parte dos conceitos de Agile. Ele é um método ágil, testado e consolidado pelo mercado, para estruturar equipes de desenvolvimento. A sua principal função é auxiliar a gestão e os processos que precisam de entregas rápidas, descomplicando complexidades.Ele não é o único, pois o kanban é um outro exemplo de método. Nós já publicamos artigos onde explicamos detalhadamente, tanto sobre o Scrum quanto o Kanban. Recomendamos a leitura de ambos.O que é a metodologia Agile na gestão de projetos?No mercado, diversos projetos são desenvolvidos e lançados para as pessoas. No entanto, no dia a dia de uma empresa, muitos deles sequer são finalizados ou levados adiante. Isso acontece por conta de diversos problemas que ocorrem no decorrer do desenvolvimento. É nesse contexto que a metodologia Agile atua, solucionando problemas complexos por meio de priorização, divisão de tarefas e otimizando processos para conseguir entregar trabalhos de qualidade e no prazo estabelecido. Elas já são uma necessidade na estratégia de desenvolvimento.O método Scrum, por exemplo, atua na inclusão de equipes interdisciplinares, auto-organização e senso de colaboração em um desenvolvimento de produto. Ele garante a boa qualidade de entrega com essas práticas, que promovem a realização frequente de testes para cada uma das funcionalidades. Qualquer problema que possa ocorrer no processo é identificado previamente, de forma que o resultado é finalizado, conforme o prazo estabelecido e as especificações acordadas com o cliente.Como aplicar a metodologia Agile em uma empresa?Comece pequeno: não é de uma hora pra outra que as novas práticas devem ser estabelecidas. Comece em algumas equipes ou serviços, inicialmente, para ter feedbacks e conhecimentos e, assim, implantar nas partes restantes da empresa. Escolha um projeto certeiro: nesse processo de selecionar alguma equipe ou serviço, é necessário escolher o projeto a ser implantado, algum que tenha grandes chances de sucesso, e riscos baixos, para assim continuar com a transição na empresa.Peça apoio: mesmo começando pequeno, é bom comunicar para ter apoio dos demais níveis da organização, principalmente o executivo. Assim, a transição e a implantação das metodologias poderão ser mais eficazes.Faça testes: crie hipóteses ou problemas de processo para serem testadas com as novas metodologias. Isso estruturado, faça uma lista com possíveis medidas a serem feitas e testadas. Após alguns dias, colete os feedbacks, registre o que for positivo e compartilhe os insights e resultados gerados.Como saber se a empresa está se tornando ágil? Veja se tudo que o cliente precisa está sendo entregue com qualidade e no prazo certo. Coloque ele no centro de tudo. Se os testes e experimentos não trouxeram o resultado esperado, não há problema em abandonar ou repensar seu planejamento.Aprenda metodologias ágeis na práticaQuer ser um especialista e colocar as metodologias ágeis em prática? Na Digital House temos o curso de Agile, onde ensinamos as principais metodologias e frameworks para transformar o seu negócio.As aulas são dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por professores que estão no mercado. Garanta seu sucesso profissional em uma área que certamente estará em alta no futuro.Leia mais no blog DH:+ Departamento de carreiras: 95% de empregabilidade na Digital House+ De olho no novo consumidor Digital First+ Inovação: como reinventar a minha empresa?E aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo img
#Marketing

Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo

A criação e personalização do Google Analytics Dashboard ou painéis, como também é chamado, pode ser uma ótima alternativa para uma visualização melhor dos projetos em diferentes maneiras de compartilhamento de informações, de acordo com a necessidade.Para entendermos melhor, imagine uma situação com redes sociais, onde é necessário analisar as metas e os indicadores principais. É mais fácil ter todas essas informações à vista, para poupar tempo e detectar qualquer irregularidade imediatamente, do que ter que aplicar filtros ou olhar relatórios diferentes para isso, não é mesmo?Sendo assim, hoje vamos te contar como criar e personalizar um dashboard, de acordo com o que você precisa. Continue acompanhando.O que é um Google Analytics Dashboard?Antes de explicarmos o processo de criação, nada mais justo do que entendermos de fato o que é um Google Analytics Dashboard. Eles são utilizados mundialmente por muitas empresas, pessoas e organizações e consistem em um painel que exibe informações da conta cadastrada.Esses dados são essenciais para entender situações, monitorar e auxiliar na tomada de decisões e no alcance de novos objetivos. A construção e personalização do dashboard permitem um painel eficaz de monitoramento rápido e de relance no dia a dia, onde as informações essenciais estão disponíveis, facilitando o trabalho do profissional.Google Analytics Dashboard: primeiros passos para criar um painelVamos colocar a mão na massa? Ao realizar o login no Google Analytics, a página do relatório de visão geral do público-alvo se abre.No painel à esquerda, embaixo da barra de navegação laranja, tem uma guia de personalização. A partir daí, há duas opções: utilizar dashboards existentes ou criar um novo. Vale muito explorar a primeira opção, pois há muitos que são ótimos para determinadas necessidades e estão prontos para serem importados e utilizados.Mas, caso deseje seguir a segunda opção, também é muito válido! Clique na guia de personalização, conforme a imagem abaixo. Em seguida, em "Painéis", clique na opção Criar.Aqui você possui duas opções, podendo escolher entre criar a partir de uma tela em branco ou painel de controle de partida. Aqui vamos mostrar o processo a partir da primeira opção, conforme a imagem abaixo.Os painéis são compostos de widgets, componentes que permitem a visualização de um gráfico ou informação específica. O Google Analytics oferece seis tipos de personalização dos dashboards. Vamos te explicar brevemente sobre cada um abaixo:Widget de métricaEsse widget apresenta uma única métrica, sem gráficos. É ideal para a checagem de uma parte da informação no dia a dia. Widget de cronogramaEsse widget é ideal para identificar tendências, pois ele apresenta um gráfico que mostra o que aconteceu em um período determinado, podendo também ser utilizado em tempo real.Widget de GEOMAPEssa ferramenta é útil para a análise de empresas que possuem atuações pelo mundo. É possível analisar como um país está se relacionando com o canal cadastrado no GA.Widget de tabelaWidgets de tabelas são ideais para monitoramento de visitas e conversões de landing pages, conteúdos, produtos e desempenho de campanhas.Widget de pizzaGráficos em pizza podem ser utilizados para visualizar dados em porcentagem. É ideal para contextos de negócios.Widget de barraEsse widget oferece inúmeras opções de personalização. Ele é uma ótima opção para exibir métricas.São diversas opções de gráficos e meios de expor as informações em um painel para análise de dados, não é mesmo? Lembrando que, para conta cadastrada no Google Analytics, é permitida a criação de até 20 dashboards, e cada um deles pode conter até 12 widgets.Os painéis são ótimas ferramentas para acompanhar o seu site, permitindo a economia de tempo no dia a dia, a indução de ações pelo rápido monitoramento e a geração de mudanças nos negócios de uma organização. Sem dúvida, vale a pena investir tempo para criar e personalizar cada um deles com os dados certos de exibição.Que tal seguir na carreira de marketing digital?Se você se interessa em utilizar o Google Analytics, conhecendo todas as suas funções, com certeza entende que a ferramenta é essencial na área de Marketing Digital. Sendo assim, você deve conferir o curso de Marketing Digital da DH, que conta com aulas dinâmicas e ministradas por grandes especialistas do mercado.Durante as aulas, você aprenderá a criar boas estratégias de marketing, como funciona o Google Analytics para análise de dados, a criação de Google Analytics Dashboard, além de outras ferramentas.Leia mais no blog DH:+ Banco de dados: entenda o que é um banco de dados relacional e não relacional+ Análise de dados quantitativos: o que é e quando ela se aplica em uma pesquisa?+ Javascript front-end: guia de como a linguagem atua no desenvolvimento