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Como conduzir um teste de usabilidade

Como conduzir um teste de usabilidade
#UX
23 de março - min de leitura

O teste de usabilidade é uma técnica de pesquisa que propõe observar e medir a experiência de um usuário real sobre um produto. E como funciona? Vamos te explicar.


Para a boa condução deste teste, um profissional habilitado terá que analisar com cuidado as métricas de User Experience (UX), absorvendo sensações extraídas da fala deste usuário, assim como durante seu percurso de uso daquela solução.

Como é feito um teste de usabilidade

Nossa coordenadora do curso de Experiência do Usuário, Amyris Fernandez, relaciona a boa aplicação deste teste com a ação de thinking out loud, ou seja, quando se pede para um entrevistado, durante a execução da tarefa, dizer o que está sentindo e explicar o porquê dessa sensação.

Desta forma, a pessoa externaliza seus sentimentos e sensações e o analista tem a oportunidade de entrar em seu infinito particular. Olha a sacada!

Mas, para entender do que estamos falando, vamos lá para um exercício de troca de papéis.

Você, como usuário de um produto, quando acessa uma interface, deseja fazer algo, de preferência, do jeito mais fácil e rápido possível. Sua expectativa será, minimamente, encontrar aquilo que está procurando. Isso é muito importante na busca. Portanto, a missão possível deste teste é achar o melhor caminho para sua satisfação, enquanto cliente, incluindo ser muito bem atendido durante essa trajetória.

Porém, o analista precisa estar preparado e de olho no lance, pois durante o teste, a pessoa em questão pode falar muito mais por meio de ações do que no relato formal do analista. Por esta razão, fazer o teste é estar atento a sutilezas, durante a técnica.

Para fazer um teste de usabilidade, é preciso analisar

“Acho que as pessoas não se dão conta que toda a venda perdida por ter feito um servicinho mais ou menos, na interface, acaba afetando diretamente nos rendimentos, ou seja, no bolso!”. O que a nossa especialista em UX diz, faz muito sentido.

Uma análise bem feita mensura resultados importantes para conduzir uma tomada de decisão assertiva. É preciso ter inteligência estratégica para implantar este tipo de ação.

Por exemplo, quando se tem um teste em software B2B, haverá uma equipe enorme para fazer treinamento de como usá-lo. Aí, você terá um problema, pois esta equipe vai custar muito dinheiro. Sendo assim, aplicar o teste nessa galera toda pode gerar um grande impacto financeiro em cima de todo e qualquer lucro que se venha conseguir com essa interface.

+ Estratégias de UX: será que o seu site é amigável?

O que podemos entender com estes exemplos é que, é necessário não só saber conduzir bem um teste de usabilidade, mas também sacar quando realmente ele é necessário.

Bacana,não? E olha só, essa é apenas uma entre as várias formas de observar e medir a experiência do usuário. Para mais conteúdos quentes, como esse, acesse o blog da Digital House.

Outras notícias

Conceitos básicos do React no Javascript: o que é e para que serve img
#Tecnologia

Conceitos básicos do React no Javascript: o que é e para que serve

O React é uma verdadeira mão na roda no mundo do desenvolvimento web. Em linhas gerais, ele é uma biblioteca JavaScript, e isso representa muitas vantagens em sua aplicação.Se você não tem a menor ideia do que estamos falando, ou lembra vagamente, recomendamos que antes leia nosso artigo sobre linguagens de programação para iniciantes e este outro sobre as mais procuradas.Ok, agora vamos lá explorar o React.js, como é conhecido no meio.O que é React.js?React.js é, portanto, uma biblioteca de JavaScript, open source, utilizada para construir user interfaces, nomeadas para aplicações de página única. O diferencial do React é ser rápida, escalável e simples, podendo ser usada com outras bibliotecas ou frameworks de JavaScript, como o Angular JS. Essa amplitude de funcionalidades e sua forma descomplicada de realizar processos são os responsáveis pela ferramenta ser tão buscada pelos programadores.Criada pelo engenheiro de software, Jordan Walke, o React.js lida com a camada de visualização para aplicações web e móveis. A ferramenta permite a criação de componentes de UI reutilizáveis. Assim, possibilita aos desenvolvedores criarem aplicações web, tendo a facilidade de alterar elementos ou os dados exibidos, sem recarregar a página. Por exemplo, o número de likes de uma rede social pode aumentar ou diminuir sem a necessidade de realizar o refresh na página. + O que eu posso fazer utilizando Javascript?React.js benefícios - o conceito na práticaAgora, entenda um pouco mais sobre a aplicação dos benefícios do React.js , em comparação às outras tecnologias competitivas ou frameworks.➜ É mais simples de entender de uma forma imediata que as demais ferramentas do tipo, pois sua abordagem é baseada em componentes. Assim, construir uma página web profissional e aplicações móveis suportáveis torna-se mais acessível para programadores principiantes.➜ É mais fácil de aprender. Basta ter conhecimento básico em programação (HTML e CSS). O Angular, por exemplo, implica mais conhecimento específico em linguagens.➜ Tem abordagem nativa (React Native), o que significa que suporta a reutilização extensiva de código. Logo, você pode fazer aplicações para IOS, Android e web.➜ Utiliza Data Binding, ou seja, usa ligação de dados unidirecional e arquitetura de aplicação Flux, que controla o fluxo de dados para os componentes por meio de um ponto de controle, o dispatcher. Traduzindo: fica fácil depurar componentes, mesmo com grandes aplicações React.js.➜ A testabilidade também é outro ponto forte. Nele, as visualizações React podem ser manipuladas com o estado que se passa para a visualização React.js, acompanhando as ações e eventos acionados, funções etc.Agora que você já tem noção de alguns conceitos básicos desta ferramenta, entendeu por que vale a pena aprender React.js, não é mesmo?Basicamente, ele torna as aplicações mais eficientes e divertidas. Esta equação resulta em mais usuários satisfeito e seu produto ou serviço cumprindo sua missão.Aprenda a dominar este framework de JavaScript e muitos outros no curso de Web Full Stack, da Digital House, a escola que aposta na educação para transformar a sua vida, por meio da tecnologia.

A história por trás da #StopHateforProfit e a evolução do marketing de propósito img
#Marketing

A história por trás da #StopHateforProfit e a evolução do marketing de propósito

"O cliente tem sempre razão" foi uma frase criada para lidar com a pressão do cliente no ponto de venda. Essa pressão cresceu com as redes sociais e talvez seu ápice tenha sido na campanha #DeleteUber de 2017, inicialmente o Uber havia falado de 200 mil usuários desinstalando o app, mas ano passado fontes internas revelaram ao New York Times que na verdade foram mais de 500 mil usuários.Para quem não conhece o case do #DeleteUber, uma restrospectiva rápida: taxistas muçulmanos em Nova Iorque, como forma de protesto a política anti-imigrante do presidente americano Trump, fizeram uma paralisação. O Uber não só continuou funcionando como subiu os preços (automaticamente por conta do seu algoritmo). O antigo CEO (e fundador) Travis Kalanick fazia parte do conselho de negócios de Trump na época.Para os usuários que já seguiam desconfiados do Uber por conta de denúncias de assédio moral, sexual e discriminação aqui foi a gota d'água: o Uber estava apoiando Trump (na visão dos usuários) e lucrando com a greve (tarifa dinâmica). Além das 500 mil desinstalações do app, Travis foi forçado a se demitir do cargo de CEO pelo conselho de investidores.Uma pausa rápida na história: não se tornou errado obter lucro, mas num mundo onde tudo se torna commodity rapidamente o cliente prefere investir seu dinheiro onde se sente mais confortável, no exemplo acima ninguém ficou sem pegar um carro, as instalações do app Lyft (concorrente direto do Uber) cresceram na mesma proporção em que o Uber perdeu usuários.Entendendo o Marketing de PropósitoPropósito se tornou o caminho para o coração dos usuários e consequentemente o caminho para o lucro.Ficou claro com o episódio do Uber que as marcas deveriam dar uma séria atenção às exigências dos clientes, a partir daí os usuários de redes sociais usaram essa força para pressionar as marcas sobre o uso de sua verba publicitária.Ainda em 2017 o jornal britânico The Times apurou que anúncios de marcas famosas apareciam no YouTube ao lado de canais que promoviam violência, terrorismo, antissemitismo, homofobia, entre outros problemas. Temendo protestos dos consumidores mais de 250 marcas como Audi, Heinz, McDonald's, Johnson & Johnson, Nestlé, PepsiCo e Starbucks removeram seus anúncios do YouTube.Para trazer as marcas de volta, o YouTube reforçou seu algoritmo de análise de conteúdo para identificar canais seguro para as marcas, aumentou a quantidade mínima de inscritos para veicular anúncios, entre outras medidas. Mais recentemente um movimento que começou nos Estados Unidos e se espalhou por diversos países, conhecido como Sleeping Giants, vem expondo empresas que aparecem em anúncios de sites promovendo fake news. O coletivo tem conseguido com sucesso que muitas marcas, com receio de manchar sua imagem pública, parem de financiar esses sites forçando alguns inclusive a "fecharem suas portas".O boicote por trás do movimento #StopHateforProfitO episódio mais recente dessa notícia vem com o movimento #StopHateforProfit que convoca as marcas a removerem anúncios do Facebook enquanto ele não lida de forma mais agressiva com conteúdo de ódio publicado na plataforma. Como resultado dessa iniciativa, mais de 100 empresas como Coca Cola, Honda, Diageo e Unilever já removeram mais de 7 bilhões de dólares de publicidade da plataforma, um exemplo de propósito das empresas.Vale ressaltar que o movimento #StopHateforProfit chega em um momento onde já há um desconforto sobre como o Facebook trata informações falsas. No final do ano passado Facebook e Twitter anunciaram que não vão bloquear anúncios de políticos com fake news, não é à toa que Unilever incluiu o Twitter no seu boicote.Tudo indica que esse deve ser um tema central das próximas eleições americanas e que deve afetar as grandes plataformas de rede social sediadas nos Estados Unidos como Facebook, Twitter e YouTube. Como resultado veremos políticas mais rígidas de conteúdo sendo implementadas globalmente.Será que a sua marca tem um propósito comunicado de forma não agressiva e com ações práticas que reforçam o compromisso com esse propósito? O Marketing de Causa ou Marketing de Propósito não é mais uma tendência, é uma necessidade de sobrevivência para as empresas daqui pra frente.(*) Edney “InterNey” Souza é Diretor Acadêmico na Digital House Brasil, Organizador da Social Media Week São Paulo, Editor e Tradutor do WordPress.com para o Brasil, Colunista do ProXXima, Diretor da ABP (Associação Brasileira de Propaganda) e Conselheiro da ABRADi (Associação Brasileira de Agentes Digitais).

Como anunciar no Facebook Ads e dicas para ter visibilidade na rede social img
#Marketing

Como anunciar no Facebook Ads e dicas para ter visibilidade na rede social

Considerado uma das principais redes sociais do planeta, o Facebook é uma excelente vitrine para anunciar e um bom aliado das campanhas de marketing digital. E, por isso, utilizá-lo é obrigatório aos profissionais da área.Se deseja mais visibilidade para suas postagens, acompanhe este artigo e descubra como funciona o Facebook Ads, importante ferramenta desta rede, e que tipo de engajamento você pode obter com ela. O que é Facebook Ads?Esta publicidade paga do Facebook é umas das maneiras mais imediatas de alcançar e impactar sua audiência. Mas, para que isso aconteça, é necessário investimento adequado e alinhado ao planejamento de marketing digital.Como você deve saber, o Facebook Ads nada mais é que um mecanismo de marketing e publicidade que possibilita a criação de campanhas pagas e exibição de anúncios dentro da própria rede social, além do Instagram.Ela também possibilita gerenciar o alcance de sua mensagem e de que forma isso vai acontecer, com interface da plataforma que aceita a veiculação de anúncios de diversos tamanhos e tipos (formatos de exibição). Ou seja, é eficiente para acertar o público-alvo. Nela, é possível promover:➜ A própria página;➜ Postagens diversas;➜ Ações e eventos;➜ O seu próprio site.Estes anúncios são sempre direcionados à audiência, com base em localização, dados demográficos e perfil. Criado o anúncio, é hora de definir o orçamento e oferecer um lance para cada clique, ou mil impressões, recebido pela sua campanha.Como divulgar no FacebookComo o Facebook Ads dá várias opções de segmentação, é possível concentrar seus anúncios exatamente no público ideal para sua empresa, ou seja, quem está mais propenso a comprar seus produtos ou contratar seus serviços. E esta é uma das bases para escolher qual tipo de anúncio será o melhor na sua campanha. Abaixo, separamos alguns deles, para exemplificar:➜ Impulsione suas publicações: patrocinando posts, para que eles alcancem um maior número de pessoas;➜ Promova sua página: aumentando o conhecimento da sua página, o número de fãs etc;➜ Aumente conversões no site;➜ Obtenha instalações do seu app: aumentando o número de downloads do seu aplicativo mobile ou até mesmo desktop;➜ Alcance pessoas próximas a seu negócio: encontrando pessoas que estão mais próximas geograficamente do seu negócio;➜ Aumente a participação em um evento: com a confirmação direta pelo anúncio;➜ Obtenha visualizações de um vídeo: mostrando o vídeo para uma ampla audiência, divulgando assim a sua marca.Exemplo, sua campanha de marketing digital tem como objetivo aumentar o números de usuários que acessam uma determinada página de infoproduto. O Facebook Ads pode ser um recurso a ser utilizado para alavancar e auxiliar os objetivos da campanha, já que os anúncios podem estar relacionados ao aumento de conversões no site.Criando uma campanha na rede socialCom sua conta ativa na rede social, o primeiro passo é compreender com profundidade a estrutura de uma campanha no Facebook Ads, respeitando a hierarquia: Campanha > Conjunto de anúncios > Anúncio.Defina bem o nível da campanha e o nível do conjunto de anúncios, ou seja, como serão veiculados. Além disso, a escolha do objetivo da campanha precisa ser baseada nas métricas mais importantes para o seu negócio. Neste ponto, fique ligado na melhor segmentação possível. Além de usar critérios básicos, você pode aprimorar esse ponto com as seguintes abordagens:➜ Ampliando essa segmentação para pessoas que estão conectadas ou não à sua página da rede;➜ Criando sua própria audiência de gente que já interaja com a empresa no Facebook ou não;➜ Lookalike, que representa audiência que permite segmentar pessoas que tenham características parecidas ao seu público prioritário.Com estas definições, é hora de pensar em colocar a mão no bolso e decidir quanto dinheiro vai investir no anúncio no Ads.Você pode escolher um orçamento diário ou vitalício, com datas de início e término, ou agendar para uma data futura. Em qualquer uma das opções, tenha em mente que seu público-alvo precisa estar navegando no Facebook quando a campanha estiver no ar.Quais as principais métricas no Facebook Ads?Com o anúncio ativo, monitore seus resultados. Para isso, defina as métricas relevantes a seus objetivos. Somente dessa forma, conseguirá identificar as possíveis falhas, além de ter a possibilidade de fazer ajustes para otimizar a campanha e melhorar o Retorno sobre Investimento (ROI).As métricas que cumprem bem este papel, são:➜ Impressões: relacionada à visibilidade das postagens e anúncios, ou seja, medem o número de vezes que suas postagens foram vistas;➜ Custo Por Mil (CPM): também chamado de custo por mil impressões, permite que se obtenha visão panorâmica do desempenho de um conjunto de anúncios;➜ Frequência: é o número médio de vezes que seu anúncio foi exibido para cada pessoa (frequência = impressões/alcance);➜ Gastos: relacionado ao custo médio por resultado de seus anúncios, durante um determinado período de tempo;➜ CTR (Click Through Rate) ou taxa de cliques: é uma boa maneira de avaliar o quão bem, ou não, seu público responde ao anúncio;➜ Cliques no link: corresponde ao número de cliques nos links de anúncios para destinos selecionados por você, assim como experiências dentro ou fora do Facebook;➜ CPC (Cost-Per-Click) ou custo médio para cada clique do link: é o que se paga por um clique do link que será afetado por seu CTR. Quanto maior o CTR, menor será o CPC. Esta é uma espécie de recompensa da plataforma para seu êxito com os anúncios;➜ Leads: número de pessoas que converteram em leads, depois de clicar no link e serem direcionadas para sua landing page;➜ Custo por Lead (CPL): essa métrica analisa seus gastos e calcula um valor médio para cada conversão, determinando o seu peso no orçamento da área;➜ Checkout: quantidade exata de pessoas que se tornaram clientes reais através do seu anúncio (por meio do recurso de pixel de rastreamento na página de agradecimento).Geralmente, o objetivo de qualquer campanha é conseguir que seu público-alvo tome ações, que podem ser dar um like, comentar ou compartilhar um conteúdo, assistir a um vídeo, baixar um e-book, whitepaper ou infográfico, assistir um webnar etc . E o Facebook Ads pode ser um ótimo canal para isso, alavancando o marketing de uma empresa, por meio da elaboração de estratégias que potencializem os resultados de suas campanhas.Aprenda a dominar a ferramenta e dar suporte à equipe, inscreva-se no curso da Digital House, Gestão de Marketing Digital . Nele, você aprende a incorporar mídia programática e impulsionar sua marca na melhor direção.