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Conheça a área de UX Research, sua dinâmica e importância das pesquisas com usuários

Conheça a área de UX Research, sua dinâmica e importância das pesquisas com usuários
#UX
29 de junho - min de leitura

O profissional de UX Research é o dono das entrevistas e pesquisas com usuários, praticando uma imersão completa no produto ou serviço para coletar dados valiosos. Que tal conhecer mais sobre esta área?


Muitas pessoas não entendem ao certo o que faz um profissional especializado em UX Research. Mesmo assim, esta área, dentro de UX, está evoluindo a cada vez mais.

Aliás, se você ainda fica meio perdido nas diferenças entre as áreas de atuação da profissão, entenda melhor neste infográfico sobre as áreas do UX, com explicação de características e definições práticas.

Segundo o Infomoney, esse mercado está em plena ascensão, com salários de até R$ 12 mil no Brasil. Isso se justifica pelas transformações nos padrões de consumo, fazendo com que a experiência de compra tenha muito mais relevância para o consumidor.

Muitas vezes, um ambiente acolhedor pode ser mais importante que o preço na tomada de decisão do usuário. Acompanhe o artigo e conheça mais sobre a pesquisa na área de UX, esse campo profissional de imersão no que realmente satisfaz os consumidores.

UX Research - a pesquisa imersiva

As principais características que um profissional de UX Research são curiosidade e capacidade de imersão em diferentes contextos e clientes, por meio dos olhos da pessoa pesquisada.

Dentro das atribuições de um UX Researcher, o conhecimento em diversas metodologias de pesquisa é muito importante, pois este profissional precisará planejar seu método, definindo objetivos e o escopo do projeto.

Entre suas ferramentas do dia a dia, poderá trabalhar na condução de pesquisas, com aplicação de questionários qualitativos e quantitativos, assim como a prática da observação em campo e a análise dos dados coletados. 

Na prática, o profissional de UX pode estruturar sua pesquisa pelas seguintes fases: 

➜ Descobrimento: falar com pessoas mais experientes do ramo, envolver os stakeholders nesta conversa, procurar fontes de dados;

➜ Exploração: análises competitivas, revisão do design, reconstrução da persona, análise de tarefas, mapeamento da jornada do usuário, pensamento pluralista, feedback do protótipo e teste, classificação dos pontos a serem analisados;

➜ Teste: testes qualitativos de usabilidade, pesquisa teste (para treinamento), verificação de alcance de usuários, monitoramento das redes sociais, análise de posts nos canais da empresa, teste de benchmark, testes de instruções e de ajuda; 

➜ Escuta: estudo dos resultados das pesquisas, olhar analítico nesta revisão,verificar bugs de usabilidade, análise dos processos de busca, revisão da FAQ do site, conferência, abrir espaço para o debate sobre estes resultados e futuros direcionamentos de melhoria.

A partir deste panorama, destacamos quatro informações interessantes que você precisa saber para identificar um profissional da área. São elas: 

1 - O conceito: UX Research é a área que estuda e pesquisa padrões de comportamento dos usuários e suas mudanças de consumo;

2 - Características principais:  pesquisar as possibilidades de mudança nas estratégias e direcionamento dos próximos passos do processo, com muita curiosidade e observação, captada de várias maneiras;

3 - Ferramentas para seu desenvolvimento: desk research, pesquisa quantitativa e qualitativa e etnografia;

4 - Em que ele contribui? Munindo as demais equipes com dados e informações que possam trazer mais previsibilidade ao projeto.

UX Research é para você?

Até aqui, você já entendeu que a pessoa de UX Research precisa entender o negócio do cliente a fundo para que este processo de imersão resulte lá na frente, em uma excelente entrega.

O Design Thinking é um grande aliado quando este profissional já conhece previamente o cliente e seu negócio já que traz muitas ferramentas que externalizam informações importantes por meio da co-criação e da experimentação, o que se torna uma espécie de facilitador entre UX Researcher e stakeholders.

Se você se interessou em ir mais a fundo nesta especialização, saiba que um curso de UX Design que explora a área Research pode revelar o lado de User Experience que você não conhecia e que se identifica.

Na Digital House, com os melhores professores do mercado e por meio do método ideal de ensino, você vai desenvolver esta skill,  aprendendo a desenhar e validar linguagem digital, padrões de design e interação, análise heurística, prototipação, testes de usabilidade, métricas e KPI’s, além de fundamentos de Desk Research, pesquisas, etnografia e muito mais.

Confira as novas turmas e torne-se um profissional de UX ainda este ano. 

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Google Search Console: passo a passo para melhorar seu desempenho na busca do Google img
#Marketing

Google Search Console: passo a passo para melhorar seu desempenho na busca do Google

Em se tratando de estratégias de marketing digital, nunca é demais ter visibilidade sobre seu site. O Google Search Console vem como uma importante ferramenta para este acompanhamento. Esta plataforma da gigante das buscas ajuda no gerenciamento de sites e em seu acompanhamento, com uma visão mais global e instantânea de suas páginas no buscador. Na prática, o Google Search Console dá uma mãozinha para que seu site seja encontrado e indexado corretamente, aparecendo nas procuras de possíveis clientes. Neste artigo, a gente te conta mais sobre esta ferramenta, com foco no passo a passo.Para que serve o Google Search Console?O Google Search Console é como uma caixa de ferramentas funcional, cheia de opções que te ajudam a encontrar problemas no site, antes que seus usuários sejam impactados, além de otimizar sua busca.Entre seus benefícios em uma estratégia de marketing digital, podemos destacar:➜ Visibilidade da origem de tráfego;➜ Velocidade de carregamento das páginas;➜ Identificação rápida de defeitos no código HTML;➜ Melhor planejamento de backlinks;➜ Melhora na estratégia de SEO.Google Search Console: passo a passoAgora, vamos à instalação. Preparamos um guia de como criar Google Seach Console para você começar a usar a ferramenta.Passo 1 Faça seu login na conta Gmail. Se ainda não tiver, criar é rápido e fácil.Passo 2Abra o menu suspenso e selecione + Adicionar propriedade.Digite ou dê ctrl + V da URL do seu site/blog em umas das propriedades (Domínio ou Prefixo do URL). Clique em Continuar.Passo 3Escolha entre Domínio e Prefixo do URL e digite o endereço do seu site na opção desejada, conforme as instruções da instalação. Em seguida, na página de Verificar propriedade, você vai ver algumas opções. Interessante que você opte pelo Google Analytics. Caso o seu site já esteja logado nele, é só selecionar o botão Verificar que o Google Search Console vai verificar e instalar com o código do Analytics.Passo 4Se tiver escolhido a opção Domínio, você vai precisar fazer uma alteração no DNS do site.Se escolheu Prefixo do URL, selecione a opção Tag HTML, para uma verificação mais fácil.Mas, caso utilize outra ferramenta, será necessário encontrar a forma de acessar o HTML da home. No Wordpress ou em outra ferramenta, encontrado o HTML da home, dê ctrl + V no código fornecido pelo Google e salve as modificações (no WordPress, clique em Atualizar arquivo).Passo 5 Por fim, volte ao Search Console e aperte o botão Verificar e voilá! Propriedade confirmada e tudo funcionando. Seu site tem mais um apoio estratégico de automatização.Marketing Digital na práticaO Search Console, assim como os produtos da Google, está sujeito a renovações regulares e isso é uma ótima notícia, já que representa aperfeiçoamento contínuo e consequente impacto nos resultados em seu uso.E para aprender mais sobre como aperfeiçoar seu site ou negócio, você precisa investir em um bom curso de marketing digital. Assim, você evolui no uso de tantas ferramentas, integrando suas aplicações de forma personalizada.

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#Tecnologia

Servidor Web: um guia sobre o software fundamental na hospedagem de sites

O servidor web tem a importante missão de ser a ponte entre o fluxo de trabalho de conteúdo de um site até sua execução. Uma parada ou algum tipo de falha pode comprometer processos inteiros e gerar prejuízos.Por esta razão, grandes empresas optam por executar suas plataformas com vários servidores, dividindo as funções. Neste artigo, você vai entender mais sobre o funcionamento desse valioso intermediário entre conteúdo de empresa e seus clientes. O que é um servidor web? Basicamente, o servidor web é o responsável por armazenar e disponibilizar conteúdos, como sites e páginas HTML, para que fiquem acessíveis para qualquer pessoa na internet.Durante o trâmite destes dados, é necessário haver conformidade, ou seja, seguir um protocolo específico, o Protocolo de Transferência de Hipertexto (HTTP), que garante que todas as páginas e servidores se comuniquem de forma eficiente e sem erros.Como funciona um servidor web Antes de mais nada, é preciso compreender que todo computador conectado à internet recebe um endereço de IP, por meio do qual acontece a identificação do dispositivo na rede, incluindo computadores pessoais, notebooks, celulares e tablets.Quando você visita este blog, por exemplo, uma solicitação é enviada do seu endereço IP para o endereço IP do servidor web, que responde de imediato, enviando dados para o solicitante. Assim, todas as informações são transferidos para o seu computador a partir de uma página.Portanto, o servidor funciona em quatro fases:1 - obtenção do endereço IP  e do nome do domínio; 2 - solicitação da URL completa pelo navegador; 3 - resposta do pedido pelo servidor; 4 - exibição da página web pelo navegador.Soluções em hospedagem geralmente incluem um servidor web ou permitem a instalação de um, por meio de contratação do serviço, sendo incluído de diferentes formas.Quais são os servidores da web para contratação?Agora, conheça algumas formas de contratação que uma empresa pode optar, na hora de escolher um servidor web para chamar de seu.➜ Hospedagem compartilhada - o servidor web é compartilhado entre muitos usuários, visando a economia de custos;➜ Hospedagem ou servidor VPS - o usuário tem controle e pode instalar o servidor web compatível que preferir;➜ Hospedagem cloud - nesse caso, a gestão é mais simplificada, já que os recursos de cloud (nuvem) são considerados mais acessíveis, intuitivos e ágeis na implantação;➜ Servidor dedicado - o usuário pode instalar qualquer servidor web no sistema operacional, oferecendo controle da máquina.Normalmente, esses serviços são oferecidos por provedores de hospedagem pagos. Mas, é possível encontrar versões gratuitas.Principais servidores webAssim como todo software, existem várias alternativas de servidores web com diferentes características no mercado. Conheça alguns deles:ApacheEO Apache é o servidor web bem popular do mercado, escolhido por grandes empresas de tecnologia no mundo inteiro. Um dos motivos dessa popularidade é ser um software gratuito e de código aberto, compatível e padrão nos principais sistemas operacionais (Windows, macOS, Linux e FreeBSD).Microsoft IISO Internet Information Server (IIS) é o servidor web da Microsoft, executado em plataformas Windows. O servidor dispõe de todos os recursos como o Apache e foco nas tecnologias proprietárias da Microsoft, como a linguagem ASP.NET e sistema de banco de dados SQL Server.nginxGratuito e open source, o nginx conta com dezenas de contribuidores. É também um dos principais servidores web/proxy utilizados no mercado. E para quem busca praticidade e precisa de um servidor para uso pessoal ou tem um caso de uso específico, a Lighttpd, Caddy Server e o Mongoose podem ser boas opções, oferecendo vantagens como gratuidade, compatibilidade com outros sistemas, código aberto e fácil instalação e usabilidade, além de suporte para diversas plataformas.Interessante,não? Se você se interessa por assuntos que envolvem tecnologia e inovação, acompanhe os artigos do blog DH e confira nossa biblioteca de conteúdo, totalmente gratuita!

Resumo LGPD: tudo que a sua empresa precisa mudar com a nova lei de proteção de dados img
#Dados

Resumo LGPD: tudo que a sua empresa precisa mudar com a nova lei de proteção de dados

Se dados são valiosos, o tratamento deles dispensa comentários. É por isso que um resumo LGPD é tão importante no momento, já que a Lei Geral de Proteção de Dados está em vigor, mesmo que sem multas, e as empresas devem cumprir as novas exigências.Mais de dois anos após sua a sanção, empresas que ainda resistiam em se adequar às novas normas de privacidade, agora, buscam ajuda de consultorias, escritórios de advocacia e contratação de profissionais habilitados da área de dados.Neste artigo, que é basicamente um resumo LGPD, a gente explica por que estas empresas precisam se adequar à nova lei.Resumo LGPD: como está a lei até o momento?A LGPD tem o objetivo de oferecer aos brasileiros mais segurança sobre o uso de seus dados pessoais. Ela unifica regras sobre o assunto, mudando a questão do consentimento para o uso das informações de terceiros. Um bom exemplo são os termos de uso, aqueles textos enormes e que todo mundo aceita sem ler. Com ela em vigor, eles terão de ser muito mais curtos e claros, com a necessidade de especificar para que servem os dados solicitados.LGPD em vigorSua “estréia” passa por alguns adiamentos. No dia 26 de agosto de 2020, o Senado derrubou o trecho de uma medida provisória aprovada pela Câmara, que postergava a LGPD para 2021. Embora as multas estejam previstas para serem aplicadas a partir de agosto de 2021, assim como a criação da ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados), efetivamente, esta adequação agora passa a ser uma prioridade imediata.Porém, segundo o diagnóstico da Ernst & Young,em parceria com a Associação Brasileira das Empresas de Software, que engloba companhias que se propõem a discutir o tema, só 38% afirmam estar em conformidade com a lei.Logo, fica óbvio que o grau de conformidade e de maturidade é muito baixo no Brasil, considerando a lei ter sido anunciada em 2018. O que muda com a LGPD?Portanto, se uma empresa realmente pretende elevar esse “nível”, precisa seguir as principais regras da LGPD: - Mapear os dados, o fluxo e o tratamento conferido a eles;- Buscar uma base jurídica para proteger a organização;- Adequar os processos à lei e organizar a governança interna, o que inclui definir um DPO (sigla de Data Protection Officer, ou encarregado de proteção de dados).Um resumo LGPD do que as empresas precisam mudarMapear/organizar os dados que detém Toda empresa precisa organizar e categorizar todos os dados pessoais que possui, como nomes, endereços, e-mails, idades, estado civil, situação patrimonial, entre outros.A Lei de Proteção de Dados serve para os ambientes online e offline. Logo, esta empresa precisa ter acesso rápido a todas as informações. As consideradas sensíveis, como posição política, opção religiosa e vida sexual, receberão tratamento mais rigoroso. Neste ponto, uma assessoria jurídica pode ser útil para orientar e proteger a organização nesta fase inicial.Monitorar o fluxo e o tratamento dos dadosAqui, os softwares de cibersegurança são imprescindíveis, já que esta atividade manual fica fora de cogitação, tendo em vista a quantidade de dados que transitam em uma empresa. Além disso, esses sistemas geralmente são integrados, com relatórios periódicos que ajudam nas auditorias impostas pela lei.Nessa fase, um profissional da área de análise de dados é a pessoa mais habilitada para a contratação de uma solução certa ao negócio, pensando em tamanho, demandas, segmento e outras características.Uma política organizacional e governança de dadosNem só de ciberataque vivem os supostos prejuízos com a LGPD, mas também das falhas humanas. E quando se fala em prejuízos, quando alguma informação é perdida, vazada ou invadida, além dos de reputação da marca, há as altas multas.As empresas que não atenderem às novas exigências da regulamentação brasileira estarão sujeitas a pagar uma multa simples ou diária equivalente a 2% do seu faturamento, com teto de R$ 50 milhões por violação.Uma política organizacional, voltada à proteção de dados, treina pessoas a tomarem medidas simples em seu dia a dia para que se tornem menos vulneráveis a cibercriminosos, como a verificação da origem de arquivos, destinatário de e-mails, entre outras.Um programa de governança de dados, indispensável no mundo que vivemos, pode ser capaz de prevenir esses tipos de problema, categorizando e classificando os dados, armazenando e designando eles a quem poderá acessar, assim como os responsáveis por monitorar todo esse processo.Aí, mais uma vez, o profissional de dados entra em ação, ajudando não só na conscientização das pessoas, mas também na implantação desta nova mentalidade e processos técnicos.  Quem cuida da LGPD em uma empresaOs novos aspectos da regulamentação brasileira (capítulo VI, seção II, art. 41) especificam que “o controlador deve indicar um encarregado (de proteção de dados) pelo tratamento de dados pessoais”. Essa pessoa será conhecida como DPO, que na prática significa o profissional responsável por cuidar dos dados e prestar esclarecimentos.Em linhas gerais, quando finalmente estiver valendo por completo a LGPD, o DPO, se não for especialista em dados, vai precisar do apoio de um, para que tudo continue bem, sem surpresas nas auditorias. Inovação e proteção de dados andam juntasA LGPD vem com ótimas intenções e se mostra uma evolução que acompanha a Era da Transformação Digital. Com ela, uma pessoa que se sentir lesada por sistemas automatizados, como em condições de crédito diferenciadas sem explicação, poderá, com garantia legal, obter uma resposta da empresa. Portanto, as empresas não só precisam adequar seus processos com ferramentas de gestão e tecnologias (Inteligência Artificial na análise de dados), mas ter muito claro o propósito da coleta de dados, como fazem isso e qual a sua finalidade. E, como você notou ao longo do artigo, a contratação dos serviços de profissionais habilitados faz parte da implantação da LGPD nas empresas, independentemente do seus tamanho e setor. No curso de Data Analytics da Digital House, que forma analistas de dados, a LGPD é tratada dentro de ética e privacidade. O tema também entra para o curso de Imersão em Transformação Digital.A Lei Geral de Proteção de Dados é indispensável para as empresas por diversos motivos, mas com destaque para dois: passar segurança para o consumidor e evitar multas dolorosas. Com essas dicas do resumo LGPD, estar dentro da lei não será um problema para o seu negócio.Leia mais no blog DH:+ DH Series: especialista Núria Lopez fala sobre a LGPD+ Quero mudar de carreira, e agora?+ Gestão remota: como manter seu time engajado à distância