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Como aprender business intelligence: conheça a área e como ingressar na carreira

Como aprender business intelligence: conheça a área e como ingressar na carreira
#Dados
22 de fevereiro - min de leitura

Cada vez mais as empresas têm se dado conta da importância dos dados para impulsionar seus resultados e crescerem no mercado. Em paralelo a isso, a área de Business Intelligence ou BI, como também é chamado, se torna mais necessária dentro das organizações e processos. Qual o motivo disso? Como aprender Business Intelligence? Continue acompanhando este artigo e entenda.


Munidos de tecnologia, os profissionais de BI identificam tendências e insights que ajudam outros departamentos e gerentes a tomar sábias decisões de negócios, a fim de melhorar os processos da empresa. Isso tudo faz parte da análise e visualização de dados, além de técnicas e ferramentas para modelagem de dados. Achou interessante? Vamos fazer um mergulho dentro da área e te contar como aprender business intelligence.

Antes de saber como aprender business intelligence...

Business Intelligence, BI ou inteligência de negócios é um conjunto de métodos, ferramentas e ações para extrair informações relevantes de um banco de dados. A área é ampla e pode ter sua atuação dividida em diferentes canais, como análise em mídias sociais, ferramentas específicas ou web analytics.

Na internet, podemos encontrar informações infinitas, das mais diversas fontes e assuntos. Entretanto, elas só fazem sentido se são organizadas e analisadas por profissionais capazes de transformar dados online em inteligência.

Isoladamente, as informações e fontes podem não dizer muita coisa, mas o BI cruza diversos dados, estruturando e formando indicadores que transmitem mensagens claras e efetivas para atingir novos objetivos e resultados dentro das empresas.

Com toda essa riqueza de dados em mãos, a organização tem uma base sólida e confiável para tomada de decisões, monitoramento de concorrências e qualquer outra demanda estratégica que necessite de amparo técnico e de informações.

Conhecimentos de BI são úteis para profissionais de outras áreas

É importante saber que o BI está inserido em outras áreas dentro de uma organização e todos devem entender o seu papel. Seja um analista de RH, um engenheiro ou até um gerente financeiro, em qualquer direção que olhar, sempre haverá dados para embasar suas decisões.

Sendo importante para diversas outras áreas, existem duas que atuam mais diretamente com o BI: financeira e marketing. A análise de dados é capaz de orientar e prever resultados de uma campanha de marketing, se o investimento valerá a pena ou não, prevendo o comportamento de clientes e consumidores.

Isso também otimiza a gestão de negócios, pois define possíveis novos padrões e melhores práticas de desenvolvimento da empresa.

Quanto ganha um profissional de Business Intelligence?

Um analista de BI pode ganhar até R$ 6.479,00 no mercado de trabalho. O salário médio no Brasil é de R$4.525,00.

As novas áreas de tecnologia estão em ascensão, considerando a transformação digital que vivemos. A área de atuação em inteligência de negócios é muito vasta em empresas que necessitam de dados para direcionar suas campanhas de marketing, por exemplo.

Sendo assim, a demanda dentro da área de big data é grande e são diversas as oportunidades.

Quais as funções mais importantes de BI?

Já vimos nos tópicos anteriores que o território de BI é vasto. Sendo assim, existem diversas funções de Business Intelligence para que todo esse processo funcione nas empresas. Confira abaixo algumas das principais:

Coleta de dados: o profissional deve procurar por diversas fontes de dados para extrair as informações necessárias em um determinado trabalho. Há uma série de tecnologias e métodos que podem ser utilizados nesta coleta.

Tratamento das informações: o grande volume de informações coletadas precisa ser organizado e filtrado para continuar o processo.

Análise de dados: com os dados já filtrados e organizados, é necessário analisar para que sejam indicadores nas tomadas de decisão.

Pesquisa de tendências: as informações coletadas podem ser usadas para pesquisa de tendências de mercado. Isso pode ser baseado em dados de comportamento do consumidor, por exemplo.

Análise de Investimentos: o especialista em BI também pode usar as informações para analisar os cenários de mercado e embasar os investimentos de recursos.

Monitoramento e análise da concorrência (benchmarking): os dados de números e ações da concorrência também devem ser analisados para entender as forças e fraquezas das demais empresas da área e encontrar o melhor posicionamento no mercado.

Monitoramento de resultados: assim como coletar dados externos, é necessário também monitorar os internos. A mensuração dos resultados por meio dos indicadores é essencial para entender se o trabalho está sendo bem executado na empresa.

Como aprender Business Intelligence do zero?

Ficou interessado na área? Agora que você já sabe o que é Business Intelligence e como trabalha esse profissional, vamos te dar algumas dicas para te preparar neste caminho. Confira:

Familiarize-se com o Excel: a plataforma é muito comum no dia a dia do profissional de BI.

Entenda sobre linguagens de programação: você não precisará ser um desenvolvedor, mas precisará entender o básico, como o Javascript, por exemplo.

Ame tecnologia: a tecnologia é a base de toda a área. Que tal frequentar eventos de tecnologia e fazer networking?

Tenha uma boa base de aprendizado: um curso é um ótimo meio de solidificar uma base de conhecimento e provar sua capacidade, para lidar com os maiores desafios do dia a dia da área.

O curso de Data Analytics da Digital House é a opção perfeita para você que busca como aprender Business Intelligence! Nele, você contará com especialistas que te ensinarão a tomar decisões com base em dados e gerar inteligência para o negócio com conceitos e prática no PowerBI, SQL Server e outras ferramentas. Seja um especialista em BI e garanta seu sucesso profissional na área.Não deixe de conferir também nossa biblioteca de conteúdo e o Blog DH, com diversos outros artigos e materiais interessantes sobre tecnologia e dados.

Leia mais no blog DH:

Dados abertos: como usar dados públicos para gerar estratégias de negócios

Power BI para leigos: aprenda os primeiros passos

Resumo LGPD: tudo o que uma empresa precisa saber sobre a nova lei

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Valor de marca: o que é e qual a sua relação com o marketing digital? img
#Marketing

Valor de marca: o que é e qual a sua relação com o marketing digital?

No mercado, dentre as inúmeras opções de marcas, existem produtos que, apesar de possuírem a mesma função e serem semelhantes, são mais caros do que o outro e, mesmo assim, possuem clientes fiéis. Você já deve estar acostumado com essa situação. Mas você já refletiu o porquê disso? Neste contexto, vamos falar sobre o valor de marca e como ela se aplica no dia a dia.Este é um dos principais objetivos das estratégias de marketing digital das empresas, ou seja, fazer com que sua imagem se desenvolva de maneira que as pessoas se interessem por ela, além dos próprios produtos. Continue acompanhando este artigo para entender essa dinâmica de maneira clara.O que é valor de marca?Quando falamos sobre o termo, também conhecido como brand equity, em inglês, estamos falando sobre a relação do valor de produtos e/ou serviços com a força que a marca possui no mercado de consumo.Isso quer dizer que a imagem dela é reconhecida pelas pessoas, tanto pela eficiência quanto a boa experiência de tudo que oferece, sua história, status, percepções de mercado e/ou valores emocionais que variam para cada pessoa.Muitos fatores podem contribuir para a construção de uma boa imagem, como a qualidade, ponto de venda, conteúdos em seus diferentes canais, site, embalagem, psicologia das cores, identidade corporativa, entre outros.Sendo assim, construir um valor de marca é importante para qualquer organização que queira se manter firme em um mercado tão competitivo.Valor de marca no marketing digitalNo marketing digital, o valor de marca é uma estratégia essencial para as empresas. Não é nenhuma novidade que, nos últimos anos, tanto as organizações quanto as pessoas passaram a migrar para a internet, adquirindo novos comportamentos e hábitos de consumo, onde se inclui a aquisição de novas informações e entretenimento nesse meio digital.Para se ter uma ideia, dados mostram que 74% dos consumidores brasileiros fazem diferentes pesquisas nas redes sociais a respeito dos produtos que querem comprar. Além disso, ainda na mesma fonte, consta que 86% dos brasileiros são adeptos ao consumo online.Tudo isso foi impulsionado ainda mais com a pandemia, marcando uma tendência de consumo que se manterá mesmo com a normalização das atividades e o fim do isolamento social das pessoas. Isso nos leva a entender que a presença online não é mais um diferencial para as marcas do mercado, mas, sim, um fator de sobrevivência no meio de tantas opções.É por isso que gerar valor de marca acaba sendo um objetivo presente no marketing digital, podendo ser notado de diferentes formas, seja em um conteúdo, nas campanhas, entre outras ações e opções existentes dentro da área, atraindo leads e aumentando as vendas.Você possui interesse em ingressar nessa área profissionalmente e colocar todas essas ações em prática? Na Digital House, temos o curso de Marketing Digital, onde o aluno é capacitado a dominar as principais ferramentas e estratégias do mercado atual, podendo gerar valor para diferentes empresas.As aulas são online, 100% ao vivo e ministradas por especialistas da área, que estão no mercado. Inscreva-se agora mesmo e garanta o seu futuro profissional!Qual a diferença entre branding e brand equity?O branding é um termo que vem se tornando cada vez mais conhecido dentro do mercado. Em resumo, trata-se da gestão de marca, ou seja, é o desenvolvimento e a implantação de diferentes trabalhos, estratégias de posicionamento para desenvolver a imagem de uma empresa no mercado.Com isso, podemos entender que o objetivo final do branding é gerar brand equity ou valor de marca, como também é conhecido. Vamos pensar como isso funciona na prática? Imagine, por exemplo, uma camiseta lisa, sem nenhum símbolo ou logo visível. Agora pense também na mesma camiseta com o logotipo da Gucci. Isso mostra o poder de determinadas empresas e é isto que o marketing digital considera como valor de marca.É através disso que as pessoas avaliam o preço, relevância, suas emoções com uma empresa, fidelidade e autoridade, ou seja, pontos muito importantes dentro do branding.Exemplos de valor de marca no mercadoNós acabamos de colocar um exemplo sobre como o valor de marca pode fazer a diferença para uma empresa. Neste contexto, aprender com as grandes organizações a utilizar o seu valor para impactar o mercado e garantir o sucesso dos seus produtos é algo essencial para qualquer negócio.Sendo assim, separamos mais três marcas que possuem grande crescimento e relevância dentro de seus setores. Confira:AppleEssa poderosa corporação é um dos maiores exemplos de como o valor de marca faz toda a diferença. Já parou para pensar na quantidade de pessoas que fazem filas nas portas das lojas quando há o lançamento de um novo modelo da empresa?Algumas vezes, as especificações técnicas de seus produtos nem sempre são melhores do que de seus concorrentes. Mas, mesmo assim, a Apple consegue se consagrar no mercado através de diversos diferenciais, como seu próprio design, atraindo uma legião de fãs.Quando você compra um de seus produtos, você não está comprando um smartphone, por exemplo, mas sim um iPhone. Quem o adquire possui a sensação de pertencer a um grupo seleto de pessoas.HavaianasNo Brasil, a empresa é um dos maiores exemplos de brand equity no mercado. A marca possui um reconhecimento tão grande, que muitos dos seus produtos são referidos pelo próprio nome Havaianas, ao invés de dizer o objeto em si.Um ponto interessante é que muitas das campanhas de marketing digital da organização possuem um toque humorístico. Isso contribuiu muito para desenvolver uma identificação com seus consumidores, gerando mais valor no mercado.Coca-ColaO valor de marca da empresa é tão grande, que a identidade visual dela serve de inspiração para muitos estilos, sejam em trabalhos gráficos até decoração de ambientes. Sua tipografia específica faz com que qualquer pessoa saiba identificar a marca, mesmo não sendo um consumidor frequente de seus produtos.Ou seja, a empresa investiu muito no seu branding. O slogan "abra a felicidade", de suas campanhas, traz o conceito de que você não está bebendo um refrigerante apenas, mas, sim, consumindo felicidade.Com essa ideia, sua legião de fãs só aumentou e, hoje, milhões de pessoas em todo o mundo consomem seus produtos.E aí, gostou dos exemplos? Possuir grandes marcas como inspiração e entender os cases é uma ótima maneira de entender o que é possível fazer para inovar e impactar o mercado, gerando valor de marca e rentabilidade aos seus produtos.Quer aprender mais? Confira também o nosso artigo sobre o que é tráfego orgânico e como gerar ainda mais conversões em seu site.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Quantas linguagens de programação existem no mercado de tecnologia? img
#Tecnologia

Quantas linguagens de programação existem no mercado de tecnologia?

Alguns sites, como o Wikipédia, dizem que existem, aproximadamente, 1.200 delas, enquanto outros dizem que esse número, na verdade, é muito maior. Quando pensamos em quantas linguagens de programação existem, é preciso considerar toda a história e, assim como as que são faladas pelas pessoas, existe uma hierarquia com base na sua prevalência, relevância e uso.A resposta para esse questionamento pode te surpreender. Acompanhe este artigo e saiba mais sobre.O que é linguagem de programação?Antes de irmos à questão principal, vamos entender o que é a linguagem de programação, principalmente para os que são novos no mundo da tecnologia da informação.As linguagens de programação são muito parecidas com a forma de comunicar entre as pessoas, ou seja, a falada. Quando nos comunicamos um com o outro, usamos um conjunto de vocabulários e expressões para expressar todos os nossos pensamentos, sentimentos e ações da melhor forma. No mundo da programação, isso vale da mesma maneira.A linguagem de programação é o meio que os humanos usam para instruir e comunicar os computadores a fazer diferentes tarefas e ações. Elas também possuem seus próprios vocabulários e regras gramaticais para desenvolver essas instruções.Para isso, realizam a sintaxe de codificação, ou seja, fornecem conjuntos de palavras específicas para que os programas de software dos dispositivos, computadores ou máquinas façam o que as pessoas lhes dizem para fazer.Quantas linguagens de programação existem atualmente?Chegamos à questão principal. Na verdade, é difícil dar uma resposta definitiva a esta pergunta, pois, como comentamos, cada fonte expõe o assunto em pontos de vista divergentes.Sendo assim, para ajudar nessa empreitada, separamos três dos principais exemplos de recursos e suas respectivas listas de linguagem de desenvolvimento. Elas variam de tamanho, ou seja, no número sobre quantas delas existem e quais são relevantes. Confira:TIOBEO índice da comunidade de programação se iniciou em 1991, quando começou a rastrear 25 idiomas de codificação. Atualmente, o índice aponta 50 idiomas e suas relevâncias no mercado.As avaliações são baseadas nas opiniões de profissionais especializados, cursos, fornecedores, que também inclui diferentes motores de busca, como o Google, Amazon, Bing, entre muitos outros.WikipédiaO site possui mais de 1.200 línguas em sua lista. Todas elas listadas em ordem alfabética. Sabemos que as informações colocadas na página são subjetivas, mas é uma visão interessante sobre quantas linguagens de programação existem no mundo atualmente.GitHubA Github é uma plataforma para desenvolvimento de software, que possui milhões de usuários. Todos os anos, eles divulgam o "State of the Octoverse Report", onde há diversos dados e estatísticas sobre o mundo da programação, a exemplo de quantas linguagens de programação foram colaboradoras por profissionais.Com base em todos os fatos colocados, quando buscamos uma resposta para essa pergunta, o certo é dizer milhares, pois o número aumenta constantemente e nunca irá parar.E por que tantas assim? É preciso saber que cada linguagem é sempre criada para suprir uma determinada necessidade, ou seja, um propósito específico e definido. Assimilando com as ferramentas de construção, por exemplo, cada um dos instrumentos possui uma função. Um martelo é tão útil quanto um serrote, mas um não pode substituir o outro. Não podemos dizer que um deles é ruim por não saber fazer a função que o outro faz.Ao invés de focarmos na quantidade de linguagens, o certo é pensar no problema que elas podem resolver. Existe alguma opção melhor para a minha demanda? Qual delas pode suprir o que preciso desenvolver?Quantas linguagens de programação estão em uso?Atualmente, nem todas as linguagens de programação são utilizadas pelos profissionais. Ao olharmos as diferentes listas de línguas disponíveis, muitas delas tornaram-se antiquadas ou até mesmo nunca foram utilizadas.Isso acontece porque a tecnologia está sempre se desenvolvendo e se atualizando e, na programação, isso não seria diferente. Algumas linguagens são substituídas por outras que realizam a mesma função de forma mais simples e assertiva. Além disso, muitas delas são desenvolvidas apenas para um propósito singular, tornando-se praticamente inútil posteriormente.Assim como quantas linguagens de programação existem, tentar responder quais delas estão em uso é muito subjetivo. Neste contexto, é sempre bom ouvir os próprios desenvolvedores que estão no mercado atuando na área, para te ajudar nesse processo.No entanto, se você quer saber quais são os principais tipos de linguagens de programação para quem quer aprender a programar, recomendamos que leia nosso artigo que produzimos sobre o assunto, clicando aqui.Torne-se um profissional da área! :)Se você possui interesse em aprender programação ou é um marinheiro de primeira viagem, a Digital House é a sua melhor escolha para que você ingresse na área da maneira mais assertiva possível! Temos 3 opções de cursos para se tornar um especialista e dominar diferentes linguagens da programação:Desenvolvimento Web Full StackNo curso de Desenvolvimento Web Full Stack, o aluno aprenderá como criar sites e sistemas web, usando diversas linguagens de programação, como HTML, CSS, Javascript, entre outros.Essa é, sem dúvida, uma posição muito requisitada e importante no mercado de trabalho, pois o profissional full stack domina diferentes habilidades técnicas para atuar em ambas as pontas do desenvolvimento: front-end e back-end.Desenvolvimento Mobile AndroidAo realizar o curso de Desenvolvimento Mobile Android, o aluno conseguirá desenvolver aplicativos para um sistema operacional específico, o Android, que é muito demandado no mercado.Desenvolvimento Mobile iOSJá no curso de Desenvolvimento Mobile iOS, o profissional poderá atuar no desenvolvimento focado no sistema operacional da Apple, o iOS, entendendo o funcionamento do programa App Development with Swift, que faz parte da iniciativa Everyone Can Code.Confira as grades de cada curso e inscreva-se! As aulas são online, dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por especialistas da área, que estão no mercado, atuando em grandes empresas.Além disso, a DH conta com o departamento de carreiras, onde os alunos podem ter acesso a conteúdos exclusivos sobre suas jornadas, além das próprias ações de conexão com empresas do mercado, como feiras de recrutamento e outros eventos pontuais. Garanta o seu futuro profissional agora mesmo!Não deixe de conferir também nosso Blog DH e a biblioteca de conteúdo, onde postamos, regularmente, diversos materiais e conteúdos recheados de conhecimento e em diversos formatos, para que você aprenda cada vez mais sobre as principais áreas da tecnologia e habilidades digitais que são tão importantes no mercado de trabalho atual e do futuro.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Entenda o que é uma rede neural convolucional no deep learning img
#Dados

Entenda o que é uma rede neural convolucional no deep learning

As capacidades dos seres humanos têm sido reproduzidas de maneira cada vez mais perfeita, graças à inteligência artificial e às máquinas. É neste contexto que entra a rede neural convolucional, que envolve a visão computacional, onde diversos pesquisadores e entusiastas trabalham incansavelmente para fazer coisas incríveis acontecerem.Neste campo, a previsão e o objetivo é fazer com que as máquinas possam ver o mundo como os seres humanos, tendo percepções de maneira semelhante e usando a inteligência para realizar diferentes tarefas, como o reconhecimento de imagem e vídeo, que é uma funcionalidade que já conhecemos, análises e classificações de mídias, processamento de linguagem, entre outras.Quer entender mais sobre o conceito de rede neural convolucional? Continue acompanhando.O que é uma rede neural convolucional?Uma Rede Neural Convolucional ou RNC, como também é conhecida, é um algoritmo de deep learning que é capaz de captar uma imagem de entrada e atribuir importâncias e diferenciar aspectos e objetos presentes nela.É importante destacar que o pré-processamento de uma RNC é muito menor do que outros algoritmos de classificação. Normalmente, nos métodos mais primitivos, os filtros são desenvolvidos à mão, enquanto que, na rede neural convolucional, eles podem captar esses filtros ou características por conta própria.De acordo com o livro "Neural Networks and Learning Machines", de Simon Haykin, a estrutura de uma rede neural convolucional é dividida em três objetivos principais. Conheça cada uma delas:Extração de característicasAo receber os sinais de entrada de um campo receptível, é possível extrair as características locais. Isso faz com que a posição exata de cada pixel, no caso de uma imagem, seja irrelevante, ou seja, não é importante saber onde um determinado objeto se encontra, desde que os aspectos que o compõem estejam organizados e conectados da mesma forma.Mapeamento de característicasCada camada computacional da rede neural convolucional é composta por diferentes mapas de características, que dão robustez ao modelo, fazendo com que seja possível lidar com variações, como distorção, rotação ou translação na imagem.SubamostragemA camada de subamostragem é aplicada para coletar amostras de cada mapa de característica, produzindo uma sumarização.Por que as redes neurais convolucionais são usadas?Uma rede neural convolucional é utilizada para se trabalhar com imagens. Dependendo da maneira que for aplicada, pode facilitar o entendimento mais complexo da visão computacional, em prol de tarefas, como análise de sentimentos, detecção de objetos, reconhecimento e categorização, entre outros.Para um computador, uma simples imagem não significa muito mais do que uma matriz de valores de pixels. Neste contexto, a RNC pode ser treinada para entender a sofisticação dela, através da convolução.Seu processo ajusta o conjunto de dados da imagem, devido à redução no número de parâmetros envolvidos, além da capacidade de reutilização dos pesos.Ficou interessado em aprender e entender mais sobre o assunto? Saiba que a Digital House é a maior escola para aprendizado de habilidades digitais da América Latina e referência, também, na área da inteligência artificial e suas vertentes, como o próprio deep learning e as redes neurais convolucionais.Recomendamos que você conheça o curso de Inteligência Artificial da DH, que forma especialistas capazes de enfrentar qualquer tipo de desafio nos processos organizacionais, contribuindo para o sucesso de grandes empresas do mercado. As aulas online são dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por especialistas. Inscreva-se!O que é a convolução usada nas redes neurais?A convolução é a aplicação de um filtro na entrada da rede. O processo de entrar, que acontece repetidas vezes, resulta em um mapa de ativações, indicando os locais e os seus recursos, como em uma imagem, por exemplo.Na rede neural convolucional, uma das características mais importantes e inovadoras é a capacidade de aprender automaticamente um grande número de filtros, em paralelo a um conjunto de dados de treinamento para uma funcionalidade específica, como a classificação de imagens, por exemplo.E aí, gostou desse conteúdo? Se sim, recomendamos que também leia nosso artigo onde explicamos a relação entre ciência de dados e inteligência artificial e esteja por dentro dessas carreiras que, sem dúvida, são promessas para o futuro do mercado de trabalho.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)