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Como anunciar no Facebook Ads e dicas para ter visibilidade na rede social

Como anunciar no Facebook Ads e dicas para ter visibilidade na rede social
#Marketing
1 de julho - min de leitura

O alcance orgânico se tornou um mistério, por isso tantas marcam anunciam no Facebook Ads para aumentar sua visibilidade. Veja quais são as funções da ferramenta de anúncios da rede social e aprenda a usá-la.


Considerado uma das principais redes sociais do planeta, o Facebook é uma excelente vitrine para anunciar e um bom aliado das campanhas de marketing digital. E, por isso, utilizá-lo é obrigatório aos profissionais da área.

Se deseja mais visibilidade para suas postagens, acompanhe este artigo e descubra como funciona o Facebook Ads, importante ferramenta desta rede, e que tipo de engajamento você pode obter com ela. 

O que é Facebook Ads?

Esta publicidade paga do Facebook é umas das maneiras mais imediatas de alcançar e impactar sua audiência. Mas, para que isso aconteça, é necessário investimento adequado e alinhado ao planejamento de marketing digital.

Como você deve saber, o Facebook Ads nada mais é que um mecanismo de marketing e publicidade que possibilita a criação de campanhas pagas e exibição de anúncios dentro da própria rede social, além do Instagram.

Ela também possibilita gerenciar o alcance de sua mensagem e de que forma isso vai acontecer, com interface da plataforma que aceita a veiculação de anúncios de diversos tamanhos e tipos (formatos de exibição). Ou seja, é eficiente para acertar o público-alvo. 

Nela, é possível promover:

➜ A própria página;

➜ Postagens diversas;

➜ Ações e eventos;

➜ O seu próprio site.

Estes anúncios são sempre direcionados à audiência, com base em localização, dados demográficos e perfil. Criado o anúncio, é hora de definir o orçamento e oferecer um lance para cada clique, ou mil impressões, recebido pela sua campanha.

Como divulgar no Facebook

Como o Facebook Ads dá várias opções de segmentação, é possível concentrar seus anúncios exatamente no público ideal para sua empresa, ou seja, quem está mais propenso a comprar seus produtos ou contratar seus serviços. 

E esta é uma das bases para escolher qual tipo de anúncio será o melhor na sua campanha. Abaixo, separamos alguns deles, para exemplificar:

➜ Impulsione suas publicações: patrocinando posts, para que eles alcancem um maior número de pessoas;

➜ Promova sua página: aumentando o conhecimento da sua página, o número de fãs etc;

➜ Aumente conversões no site;

➜ Obtenha instalações do seu app: aumentando o número de downloads do seu aplicativo mobile ou até mesmo desktop;

➜ Alcance pessoas próximas a seu negócio: encontrando pessoas que estão mais próximas geograficamente do seu negócio;

➜ Aumente a participação em um evento: com a confirmação direta pelo anúncio;

➜ Obtenha visualizações de um vídeo: mostrando o vídeo para uma ampla audiência, divulgando assim a sua marca.

Exemplo, sua campanha de marketing digital tem como objetivo aumentar o números de usuários que acessam uma determinada página de infoproduto. O Facebook Ads pode ser um recurso a ser utilizado para alavancar e auxiliar os objetivos da campanha, já que os anúncios podem estar relacionados ao aumento de conversões no site.

Criando uma campanha na rede social

Com sua conta ativa na rede social, o primeiro passo é compreender com profundidade a estrutura de uma campanha no Facebook Ads, respeitando a hierarquia: Campanha > Conjunto de anúncios > Anúncio.

Defina bem o nível da campanha e o nível do conjunto de anúncios, ou seja, como serão veiculados. Além disso, a escolha do objetivo da campanha precisa ser baseada nas métricas mais importantes para o seu negócio. 

Neste ponto, fique ligado na melhor segmentação possível. Além de usar critérios básicos, você pode aprimorar esse ponto com as seguintes abordagens:

➜ Ampliando essa segmentação para pessoas que estão conectadas ou não à sua página da rede;

➜ Criando sua própria audiência de gente que já interaja com a empresa no Facebook ou não;

➜ Lookalike, que representa audiência que permite segmentar pessoas que tenham características parecidas ao seu público prioritário.

Com estas definições, é hora de pensar em colocar a mão no bolso e decidir quanto dinheiro vai investir no anúncio no Ads.

Você pode escolher um orçamento diário ou vitalício, com datas de início e término, ou agendar para uma data futura. Em qualquer uma das opções, tenha em mente que seu público-alvo precisa estar navegando no Facebook quando a campanha estiver no ar.

Quais as principais métricas no Facebook Ads?

Com o anúncio ativo, monitore seus resultados. Para isso, defina as métricas relevantes a seus objetivos. Somente dessa forma, conseguirá identificar as possíveis falhas, além de ter a possibilidade de fazer ajustes para otimizar a campanha e melhorar o Retorno sobre Investimento (ROI).

As métricas que cumprem bem este papel, são:

Impressões: relacionada à visibilidade das postagens e anúncios, ou seja, medem o número de vezes que suas postagens foram vistas;

Custo Por Mil (CPM): também chamado de custo por mil impressões, permite que se obtenha visão panorâmica do desempenho de um conjunto de anúncios;

Frequência: é o número médio de vezes que seu anúncio foi exibido para cada pessoa (frequência = impressões/alcance);

Gastos: relacionado ao custo médio por resultado de seus anúncios, durante um determinado período de tempo;

CTR (Click Through Rate) ou taxa de cliques: é uma boa maneira de avaliar o quão bem, ou não, seu público responde ao anúncio;

Cliques no link: corresponde ao número de cliques nos links de anúncios para destinos selecionados por você, assim como experiências dentro ou fora do Facebook;

CPC (Cost-Per-Click) ou custo médio para cada clique do link: é o que se paga por um clique do link que será afetado por seu CTR. Quanto maior o CTR, menor será o CPC. Esta é uma espécie de recompensa da plataforma para seu êxito com os anúncios;

Leads: número de pessoas que converteram em leads, depois de clicar no link e serem direcionadas para sua landing page;

Custo por Lead (CPL): essa métrica analisa seus gastos e calcula um valor médio para cada conversão, determinando o seu peso no orçamento da área;

Checkout: quantidade exata de pessoas que se tornaram clientes reais através do seu anúncio (por meio do recurso de pixel de rastreamento na página de agradecimento).

Geralmente, o objetivo de qualquer campanha é conseguir que seu público-alvo tome ações, que podem ser dar um like, comentar ou compartilhar um conteúdo, assistir a um vídeo, baixar um e-book, whitepaper ou infográfico, assistir um webnar etc . 

E o Facebook Ads pode ser um ótimo canal para isso, alavancando o marketing de uma empresa, por meio da elaboração de estratégias que potencializem os resultados de suas campanhas.

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#Marketing

Gestão remota: ferramentas de gestão de equipes e dicas de liderança

O ano de 2020 reuniu inúmeros desafios para os profissionais, incluindo lideranças, aprendendo a lidar com gestão remota, da noite para o dia, e ainda serem assertivos em suas decisões.Uma equipe remota precisa de ferramentas, para ser produtiva, precisa de comunicação clara e objetiva, alinhamento regular entre os envolvidos e uma boa gestão para facilitar e orientar o trabalho do time.Para ajudar a gerenciar uma equipe, preparamos este artigo, com algumas dicas práticas para incrementar na sua rotina, assim como ferramentas de gestão de equipes para automatizar processos.  Gestão remota: como manter a produtividade da equipeSeparamos seis dicas objetivas para manter seu time unido, embora separado, inclusive no alinhamento das demandas e propósito da empresa.Reuniões objetivasMesmo tendo telefone, WhatsApp e outros recursos de chat, use serviços como Zoom e Google Hangouts para que as pessoas se vejam e faça bom uso das metodologias ágeis nesses bate-papos. Adeque a frequência, conforme as necessidades, determinando uma agenda ok para todos. E que elas sejam breves, para não atrapalhar, ao invés de ajudar. Anote os pontos a serem discutidos e peça para que todos façam o mesmo, antes da reunião.Tecnologias que encurtam distânciasEscolha as ferramentas que atendam as suas demandas, não apenas as tradicionais, como o e-mail e as mensagens de WhatsApp. O Asana é uma ferramenta de comunicação em grupo, baseado em nuvem, que evita os montes de e-mails trocados. Já o Trello é uma plataforma de gerenciamento e organização de tarefas individuais ou em equipe. Seu funcionamento básico consiste em quadros, incluindo objetivos, que são distribuídos entre colunas. Possui muitas opções de customização e pode se adaptar, conforme as demandas de cada usuário.Há também o Buffer, voltado principalmente para as áreas de comunicação e marketing, pois permite gerenciamento de redes sociais e publicações programadas com antecedência.Se você precisa saber mais sobre ferramentas que facilitam o trabalho remoto, temos um guia de ferramentas para otimizar seu home office que traz muitas opções e ainda explica o uso delas em diferentes contextos.Na gestão remota: ajuste as expectativasAjude a equipe a organizar o que eles devem fazer e crie expectativas realistas para o trabalho deles. Isso também se aplica a você, gestor. Diga claramente quais são as tarefas e as motivações por trás delas, e ajude os funcionários a entender exatamente como o sucesso será medido. Defina escopo, entregas e datas para cada tarefa do projeto.E não se esqueça da cultura de feedback, uma gestão remota também precisa impulsionar este hábito mesmo que virtualmente.Foco nos resultados da equipe, e não em cada atividadeEsta nova configuração do mercado de trabalho evidencia como não ser possível administrar todos os aspectos do trabalho não é o fim do mundo.Se concentrar na atividade ou no número de horas trabalhadas passa a não ser uma prioridade da gestão, mas sim prestar atenção nos resultados, usando suas métricas de sucesso apoiadas nisso.Assim, você demonstra a sua equipe que autonomia tem muito a ver com responsabilidade e foco.Providencie os recursos necessáriosImportante ter atenção se os recursos tecnológicos ao seu time são supridos, como computadores, software, dispositivos móveis ou até conexão de banda larga. Lembre-se de que a responsabilidade de fazer essa checagem é sua, que representa a empresa para eles, seus valores e missão.Gestão remota requer resiliência e empatiaEis um ano para desenvolver soft skills, não é mesmo? Uma boa gestão remota, especialmente nas condições atuais, olha para a produtividade das pessoas com mais resiliência. Permita a seu time liberdade e flexibilidade de fazer o trabalho em uma rotina mais saudável. Lembre-se: o foco é a excelente entrega, e não o período do “expediente”.No blog da DH você encontra conteúdos focados em liderança, negócios, e claro, habilidades digitais. Com a gente, você também consegue fazer uma Imersão em Transformação Digital e se tornar um profissional ainda melhor.Leia mais no blog DH+ Dica dos especialistas: 5 livros inspiradores sobre transformação digital+ Futuro do trabalho: o que a tecnologia não substitui?+ Foco no cliente: entenda o que é um negócio customer centric

Catálogo com mais de 40 APIs mais usadas por desenvolvedores img
#Tecnologia

Catálogo com mais de 40 APIs mais usadas por desenvolvedores

Nem sempre os usuários se dão conta de sua existência e benefícios, mas elas estão lá, facilitando a vida de todos. Porém, se soubéssemos quais as APIs mais usadas por desenvolvedores, provavelmente seria mais fácil reconhecer sua relevância.Application Programming Interface (em português, Interface de Programação de Aplicações) pode não ser lá muito popular por nome - API - mas, torna a experiência do usuário(UX) em sistemas e sites muito mais satisfatória, segura e completa. Pensando nisso, neste artigo, convidamos o professor de programação, Leonardo Carvalho, para nos contar um pouco sobre as APIs mais utilizadas atualmente e qual o motivo desta popularidade toda.APIs mais usadas por desenvolvedores e sua importânciaMuitos dos apps usados todos os dias acessam diversas APIs. Graças a elas, podem oferecer diversos serviços, tais como pagamentos, mapas, armazenamento na nuvem, redes sociais etc. Leonardo Carvalho cita abaixo algumas delas, divididas por categorias, contextualizando a experiência:Logins com redes sociaisPara evitar o desgaste do usuário em ter que se cadastrar em todo santo app, site e sistemas, é possível usar logins de terceiros, como o das redes sociais. “Geralmente, são usados em redes sociais, mas não se limitam a elas. O Facebook Login é o mais utilizado mas, temos, também, Google, Twitter e Apple (esse último é obrigatório, caso você desenvolva apps para dispositivos da Apple e tenha login com outras redes). Além destes, existe o GitHub, GitLab, Slack, Discord e Jira”, explica o professor.Logins com redes sociais aceleram a criação/login de perfis no seu app, fazendo com que a experiência do usuário seja mais fluida possível. Dessa forma, possíveis KPIs do app podem ser melhoradas com elas.MapasDesde os primórdios, pessoas precisam memorizar caminhos para chegar aos lugares ou usar um mapa. O problema é que esses mapas geralmente são extensos, desatualizados e de difícil manuseio. Mas, não hoje em dia, como diria a música, ponto para a internet.Aí que entram APIs interessantes, como as focadas em mapas. “Sem dúvida, entre as APIs mais usadas para mapas está o Google Maps. Dá para determinar rotas, distâncias, encontrar locais, criar mapas personalizados, geolocalização. Além da API do Google, tem o Bing Maps, Here Maps (um dos mais atualizados do mundo, na minha opinião), Apple Maps e OpenStreetMaps” enfatiza.Bônus de mapas: CEPLeonardo Carvalho explica que, se não fossem as APIs de CEP, a chatice e demora em preencher cadastros em sites e sistemas no Brasil, campo por campo,seria uma realidade não muito prática.Para consultar dados relacionados aos CEPs, é possível usar o serviço do ViaCEP, Buscar CEP e WebmaniaBR. ClimaSe antes, dependíamos da previsão do tempo fornecida pela TV, rádio e jornais diários, hoje temos aplicações completas para clima, com dados detalhados, que podem ser utilizados, por exemplo, em aplicações agrícolas, planejamento logístico ou mesmo para saber quando lavar roupa.Entre as APIs mais usadas, o professor cita o OpenWeatherMap API, Climatempo, HG Weather e CPTEC/INPE.Pagamentos“Não dá para falar de internet sem pensar nas possibilidades de compra online que existem atualmente”, enfatiza o especialista, pois, em tempos de pandemia, seria impossível a existência de apps de delivery, marketplace e supermercados, com a devida segurança e distanciamento social, sem a existência dos serviços de pagamentos online.Entre eles, é possível citar:➜ Mercado Pago➜ PagSeguro➜ PayPal➜ GerenciaNet➜ Wirecard (anteriormente Moip)➜ Vindi➜ Ebanx➜ PagBrasil (e sua tecnologia Boleto Flash)➜ StripeArmazenamentoO professor ressalta que uma das revoluções trazidas pela internet foi a possibilidade de guardar arquivos em servidores e poder acessá-los de qualquer lugar, por meio de uma interface customizada. E essa é uma das possibilidades com as APIs de armazenamento em nuvem. “Entre muitas, as que mais se destacam são a do Google Drive e Amazon S3. Ambas possuem interface própria para realizar o armazenamento e recuperação dos dados via app ou web, mas também permitem o uso através de APIs.”Carvalho cita ainda outros serviços, como Google Cloud Storage (o Drive é focado em usuários domésticos e esse no uso em escala), Azure Storage, OneDrive e Dropbox.Informações financeirasEnquanto você lê este artigo, milhares (senão milhões) de transações financeiras estão acontecendo em algum lugar do mundo, seja no mercado tradicional dos bancos, na economia digital ou no mundo das criptomoedas. “E, para acessar informações sobre os valores transacionados pelo mundo, usamos (adivinhe só) APIs do mercado financeiro. Aqui, o destaque é para a API do Yahoo, com o serviço Yahoo Finance. 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Olhando para os dados globais, há a COVID19 API, o Bing COVID-19 Data (com os dados organizados neste incrível mapa interativo), a  NovelCOVID API e muitos outros, disponíveis nesta página especial do Postman”.Caso você tenha se interessado pelas mais pedidas, globalmente falando, a startup americana RapidAPI (um marketplace de APIs) listou as 50 APIs mais utilizadas por seus clientes. Já em terras brasileiras, a startup LinkAPI fez o mesmo serviço por aqui. Vale a pena conferir.O catálogo de APIs que impulsionam a experiência do usuário é extenso, mas este é apenas uma das habilidades desejáveis dentro da área de programação. Caso queira se especializar no mundo dos códigos, invista em um curso de Web Full Stack completo para aprender na prática o que o mercado procura.

Soft skills de um UX Designer: principais habilidades comportamentais deste profissional img
#UX

Soft skills de um UX Designer: principais habilidades comportamentais deste profissional

Nem só de habilidades técnicas vive um profissional, em User Experience, é imprescindível conhecer quais as soft skills de um UX Designer brilham os olhos das empresas.O “x” da questão, que diferencia um ótimo profissional dessa área de outro mediano, são as soft kills, ou seja, as habilidades comportamentais. Hoje, o mercado de trabalho, além da tradicional formação e experiência na função, também demanda outros requisitos.Acompanhe o artigo e entenda como desenvolver as soft skills e ser um UX designer completo.  Soft skills de um UX Designer: o que é?Para quem está se perguntando o que é um UX designer a resposta é simples: é o profissional responsável pelo visual atrativo de uma plataforma digital, que proporcione uma melhor experiência ao usuário, baseada no comportamento dele, seja por meio da usabilidade, utilidade ou conveniência oferecidas na interação com um produto. A área de UX (Experiência do Usuário) é ampla. Dentre suas atuações, o UX designer, que pode ser especializado apenas em hard skills, habilidades técnicas adquiridas por meio de cursos, faculdade ou processos repetitivos. Já as soft skills são mais sutis do que o "tecniquês", e estão associadas ao comportamento do profissional no ambiente de trabalho e na resolução de problemas complexos relacionados a relacionamento, mindset ágil e percepções de grupo, porém fazem a diferença na carreira UX Designer.Não há um hard x soft. O ideal para um profissional completo e de alto nível na área é o equilíbrio entre ambas as skills. Por isso, se atente ao próximo tópico e lembre-se, assim como qualquer habilidade, as softs também precisam de muito treino para serem dominadas.Quais as principais soft skills de um UX DesignerListamos algumas habilidades comportamentais que agregam muito ao perfil de um excelente UX designer, assim você sabe como encantar recrutadores e gestores dos projetos.Escuta ativa Uma das skills mais importantes do UX designer é saber escutar ativamente outras pessoas da equipe. E o que isso significa, na prática?Que você deve incentivar as pessoas que trabalham no projeto a compartilhar suas ideias durante todas as suas fases, para troca de conhecimento. Esse tipo de interação facilita o trabalho do dia a dia e encurta distâncias de entendimento entre as pessoas.FeedbackUm bom UX designer precisa desenvolver a capacidade de estimular uma cultura de feedback, sem utilizar linguagem agressiva ou contundente. Pensando que um projeto de UX exige muitas modificações até estar realmente pronto, opinar sem ofender os outros é imprescindível.Portanto, a dica é sempre focar no que cabe aprimoramento, indicando o gap, mas, trazendo soluções criativas e estimulantes ao time.Compartilhar ideiasComo o universo de UX está sempre em transformação, os profissionais devem seguir no mesmo ritmo. Por exemplo, ser comunicado sobre um projeto inovador, e muito desafiador, pede, entre outras coisas, compartilhar ideias para buscar mais diversidade à pauta.Além disso, ter resiliência para lidar com os possíveis gargalos no meio do caminho pode ser um importante diferencial de sucesso em sua entrega.Comunicação objetivaNão deveria, mas alguns profissionais de UX designer costumam acreditar que todos entendem deste universo como ele. Portanto, use de humildade e treine a capacidade de se comunicar de forma clara e objetiva. Esse recado se estende à comunicação escrita também, como e-mails e chats. Aliás, essa habilidade evita muitos possíveis problemas que a má interpretação pode gerar, como alterações de cor ou fonte erradas.Aprendizado constanteO usuário muda de comportamento toda hora. O universo digital que trabalhamos, consequentemente, também e o UX designer deve acompanhar todas essas mudanças. Portanto, atualize-se! Busque informações em livros, webinars, leia conteúdos de UX e outras fontes de conhecimento para o aperfeiçoamento na área.Na Digital House, o curso de Experiência do Usuário (UX) atende em cheio a esta necessidade, ajudando o profissional de UX Design a desenvolver a prática das hard e soft skills, em equilíbrio e na medida que o mercado precisa. Projete sua carreira à cultura digital com a DH!Leia mais no blog DH:+ Cultura de UX: como essa mentalidade pode transformar empresas+ Prototipação em UX: 5 ferramentas para tirar ideias do papel+ Conhea a área de UX Research e como se tornar um profissional de pesquisa