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O que é ciclo de vida do produto e como ele funciona?

O que é ciclo de vida do produto e como ele funciona?
#Marketing
#Tecnologia
10 de junho - min de leitura

No ciclo de vida do produto, existem diversas etapas que ele passa com inicio, meio e fim. Conheça esse ciclo e como ele funciona.


Já parou pra pensar na relação entre biologia e produtos digitais? Explico.

Você sabia que produtos têm vida? Se pensarmos na definição de vida como "propriedade que caracteriza os organismos cuja existência evolui do nascimento até a morte", isso faz todo o sentido. Tal qual organismos vivos, produtos também nascem, evoluem e morrem.

Mas para conseguir entender o ciclo de vida de um produto, precisamos entender a diferença entre projeto e produto antes. 

De maneira simplificada, quando falamos de projetos, lidamos com coisas que possuem início, meio e fim muito bem delimitados pelo escopo da solução. O bom e velho método tradicional de desenvolvimento em waterfall, com levantamentos de requisitos, passagem de bastão entre etapas e um lançamento apenas no final do processo, funciona bem nesses casos.

Depois que a solução é lançada, ponto final. Apenas eventuais manutenções são executadas, mas via de regra não há incremento de valor e novas funcionalidades sendo lançadas dentro da mesma solução. Caso seja do interesse fazer novos investimentos, uma nova versão é elaborada e passa pelas mesmas etapas de projeto até o lançamento.

Produtos, por outro lado, não possuem escopo fechado. Por isso, métodos ágeis costumam ser mais interessantes para esses casos. A solução é lançada com o mínimo viável e continua sendo melhorada de maneira incremental enquanto ainda fizer sentido. 

"Seu trabalho como Product Manager não é definir o produto final, mas sim definir o menor produto possível que alcance seus objetivos" ― Marty Cagan, Inspired: How To Create Products Customers Love

Mas o que isso significa?

Que o produto continua "vivo" - ou seja, continua recebendo melhorias - enquanto ainda há uma demanda que justifique o investimento. Produtos também possuem início, meio e fim, mas que dependem do interesse dos seus usuários - e também dos stakeholders. Quando o produto deixa de ser interessante, ele eventualmente "morre" e deixa de receber melhorias, até ser descontinuado em termos de suporte e manutenção.

Da mesma forma que um organismo vivo, entre o nascimento e a morte existem diferentes etapas/fases de amadurecimento, e que exigem estratégias diferentes na sua gestão. A transição entre essas diferentes etapas é o que chamamos de ciclo de vida de produto.

Qual a importância do ciclo de vida do produto?

Entender as diferentes fases em que o produto pode se encontrar, durante o seu ciclo de vida, é essencial para traçar os próximos passos e definir a estratégia do desenvolvimento.

Vamos fazer um paralelo com o crescimento físico de um organismo vivo - por exemplo, um ser humano: desde o nascimento, há a infância, adolescência, vida adulta, vida idosa, e eventualmente a morte. Cada uma dessas fases exige diferentes recursos e possui diferentes objetivos - se na infância há uma necessidade de atenção mais próxima e fornecer uma série de recursos básicos para a consolidação do corpo, na adolescência essa atenção diminui e os recursos também mudam, pois o objetivo é crescer e amadurecer.

Na vida adulta então, o crescimento é interrompido e o ápice físico é atingido, onde então fazemos de tudo para nos manter nesse patamar físico e retardar ao máximo o declínio - que inevitavelmente chega - mudando novamente os objetivos e a forma de lidar com o corpo.

Faz sentido você alimentar um adulto com fórmula, ou ver como ele está a cada 5 minutos? Ou então, faz sentido você poupar recursos durante o crescimento, se eles forem essenciais para chegar na maturidade?

Com produtos, respeitadas as devidas proporções e complexidades, a lógica é bem semelhante. Dependendo da etapa em que ele se encontra, a forma com que você irá gerir e priorizar o desenvolvimento varia. E só é possível ter essa consciência e tomar as melhores decisões se você compreender o ciclo de vida e conseguir identificar em qual etapa o seu produto está.

Conheça as principais etapas do ciclo de vida do produto

O ciclo de vida do produto é composto por 4 etapas (ou 5, se você considerar a "gestação", o Desenvolvimento): Introdução, Crescimento, Maturidade e Declínio. Essa quebra vem de um estudo feito por Theodore Levitt, da Universidade de Harvard, de 1965. 

As etapas são sequenciais, o que significa que só é possível ir para a etapa seguinte após uma execução bem feita da etapa anterior. Não faz sentido partir para estratégias de Crescimento, sem antes garantir que o produto foi devidamente Introduzido, e assim por diante. Vamos entender a diferença entre cada uma delas:

Introdução

Seu produto está pronto para ser lançado. Você já fez todo o processo de Product Discovery, entendeu o problema a ser resolvido e finalizou o desenvolvimento do seu MVP (Minimum Viable Product, ou mínimo produto viável). Agora é a hora de disponibilizar ele para o usuário (mesmo que apenas para uma parcela deles).

É a hora em que o product-market fit é colocado à prova, o momento onde ocorre o teste inicial no mercado para saber se o seu produto de fato resolve o problema e desperta interesse do usuário. Nessa etapa acontece um ciclo super iterativo de melhoria e refinamento - em alguns casos movimentos bruscos, ou "pivot" como o mercado chama - até atingir um ponto sustentável para que o produto seja escalado: o modelo de negócio da sua solução funciona e o LTV (Lifetime Value, ou o valor gerado pelo usuário ao longo da vida dele utilizando o seu produto) é maior do que o CAC (Customer Acquisition Cost, ou custo de aquisição de um usuário). Ou seja, o seu produto tem potencial para trazer retorno de investimento - não significa que o seu negócio como um todo já será lucrativo, mas que considerando cada usuário existe um retorno de investimento (cuidado para não confundir as coisas!).

Hora de escalar!

Crescimento

Na etapa de crescimento, o investimento no produto continua alto, mas ele passa a migrar aos poucos do desenvolvimento para o marketing. Embora ainda haja um mar de oportunidades de melhoria a serem feitas no produto, ele já está maduro o suficiente para tentar chegar no máximo de usuários possíveis.

Esse é o momento em que o gestor de produtos precisa fazer a sua solução alcançar o máximo de penetração no mercado possível, ao mesmo tempo em que maximiza o LTV. Ou seja, aumenta e melhora cada vez mais a proposta de valor, até para que seja possível alcançar usuários cada vez mais "distantes" e/ou "resistentes" a usarem a solução. Aqui é o momento que acontece - ou se tenta - cruzar o famoso abismo, detalhado por Geoffrey A. Moore no livro Crossing The Chasm, o desafio de se chegar na massa de usuários - o mainstream market.

Se o desafio é concluído, chegamos no ápice do ciclo de vida, a maturidade.

Maturidade

Seu produto já possui uma proposta de valor consolidada e um excelente market share. Já passa a ser cada vez mais difícil encontrar melhorias que justifiquem grandes investimentos, o trabalho agora se resume a garantir uma manutenção desse patamar pelo maior tempo possível, se protegendo de possíveis concorrentes e ganhando escala na aquisição de clientes - minimizando o CAC.

Quem diria, seu produto praticamente maximizou o LTV, minimizou o CAC, e possui uma base grande de usuários retidos. O resultado financeiro alcançado é excelente. Parece um sonho, não? Porém, mesmo diminuindo os investimentos no produto, essa é a hora que não se pode relaxar: é necessário estar atento às mudanças no mercado e no comportamento do usuário, focando bastante em inovação, para garantir que o seu produto continue se adaptando e gerando valor ao longo do tempo, - ou que novos produtos seus surjam para o portfólio - caso contrário ele correrá o risco de entrar na indesejada fase final: o declínio.

"As espécies que sobrevivem não são as mais fortes, nem as mais inteligentes, e sim aquelas que se adaptam melhor às mudanças" ― Charles Darwin, Origin of Species

Declínio

Após uma longa e próspera fase de maturidade - claro, se tudo deu certo - o seu produto chegará em algum momento à fase final da sua vida. Isso pode ocorrer por diversos motivos: um novo concorrente surgiu e aos poucos tomou o seu lugar; o CAC voltou a subir demais a ponto de não compensar adquirir novos usuários; o tanto de esforço a ser feito para adaptar/melhorar o produto já não compensa o ganho em LTV; a necessidade do usuário que o seu produto resolvia deixou de existir; etc.

Independentemente do motivo, o fato é: já não compensa investir recursos nesse produto, e praticamente não há mais o que se fazer para evitar a sua morte.

Chegou a hora de se despedir desse produto, e descontinuar o investimento. Se você fizer a lição de casa direito, essa morte será celebrada por todo o legado que o produto deixou, e o foco do negócio passará a outros produtos do seu portfólio, que estejam em etapas anteriores do ciclo de vida.

E assim as coisas seguem. Novos produtos surgem, antigos produtos morrem, nesse ciclo de vida dinâmico, belo e gratificante. Que aos poucos tende para que os novos produtos sejam cada vez mais evoluídos e sofisticados que os anteriores, nessa espécie de darwinismo digital. 

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Por isso, o Google Data Studio acabou se tornando uma das ferramentas de BI mais utilizadas.Você vai conseguir desenvolver relatórios de fácil compreensão, personalizados e que podem ser compartilhados ou até mesmo publicados em um site. Com o Data Studio, você pode criar muitos relatórios com edição e compartilhamento ilimitados.Microsoft Power BIO Microsoft Power BI é uma coleção de serviços de softwares, aplicativos e conectores que funcionam juntos para transformar suas fontes de dados não estruturadas em informações coerentes, interativas e visualmente atrativas.Não importa se os seus dados são um simples arquivo do Microsoft Excel ou uma coleção de data warehouses híbridas locais e na nuvem, o Power BI permite que você se conecte facilmente às suas fontes de dados, visualize (ou descubra) o que é importante para o seu negócio e compartilhe suas descobertas com quem você quiser.Mantenha seus dados seguros com os principais recursos de segurança de dados da indústria, incluindo o rótulo de confidencialidade, a criptografia de ponta a ponta e o monitoramento de acesso em tempo real.Encontre e compartilhe insights significativos com centenas de visualizações de dados, funcionalidades internas de IA, forte integração com o Excel e conectores de dados personalizados e pré-criados.O Power BI permite utilizar a versão Desktop de forma gratuita para elaboração de relatórios, mas você não consegue publicá-los, para isso é necessário contratar a versão Pro que pode ser testada por 60 dias. TableauPara obter o verdadeiro autoatendimento, é necessária uma plataforma de análise comercial que as pessoas realmente usem na prática, fácil de implantar e gerenciar, que garanta a governança e a segurança dos dados. O Tableau é exatamente essa plataforma: uma solução empresarial que atende às necessidades de toda a empresa pela facilidade de entendimento das funcionalidades e na forma intuitiva de visualizar dados, criar métricas e obter respostas, sem precisar da manutenção de uma pessoa de TI. Permite conexão a dados armazenados localmente ou na nuvem, sejam eles Big Data, um banco de dados SQL, uma planilha ou aplicativos na nuvem, como o Google Analytics e o Salesforce. Você pode acessar e combinar diversos tipos de dados sem precisar escrever código. Usuários avançados podem dinamizar, dividir e gerenciar metadados para otimizar fontes de dados.Adobe AnalyticsO Adobe Analytics é uma das ferramentas de BI que possibilita implementar, em tempo real, diversas análises e segmentações mais detalhadas em todos os canais de marketing.Além disso, permite identificar qual é o público-alvo de maior relevância para a sua campanha.Os relatórios são personalizados e podem ser compartilhados por e-mail ou pelo smartphone.De atribuição e modelagem preditiva a análise de contribuição e pontuação de propensão, o Adobe Analytics está imerso em aprendizado de máquina e inteligência artificial. Por exemplo, com recursos de Analista virtual, oferecido pelo Adobe Sensei, monitora e analisa seus dados constantemente, além de avisar quando e por qual motivo ocorreu uma anomalia.SAPUma das ferramentas mais avançadas, a SAP é uma das líderes na gestão de empresas, estendendo seus serviços à Business Intelligence. A ferramenta permite uma análise preditiva em tempo real, utilizando Machine Learning para oferecer insights e programar alertas sobre padrões em dados.Software robusto, o SAP é indicado para empresas de grande porte.Oracle BIOutra ferramenta de Business Intelligence considerada gigante do setor, a Oracle BI é uma das mais robustas opções do mercado. Se sua empresa processa dados em volumes realmente grandes, há boas chances dessa ferramenta atender perfeitamente às suas necessidades.Ela se integra diretamente com os dados da Oracle, facilitando muito o seu trabalho.Com a Oracle BI você pode:• criar dashboards dinâmicos e completos;• utilizar ferramentas proativas para conseguir insights valiosos;• carregar um volume de dados maior do que o que outras ferramentas permitem;• programar alertas em relação a comportamento de dados.SAS Business IntelligenceOutra ferramenta de destaque, a SAS tem foco em análise preditiva e permite criar gráficos de visualização de dados avançados e de alto desempenho.A utilização da ferramenta é bastante simples, com relatórios interativos e dashboards que podem ser criados de acordo com as necessidades de cada time de Marketing.Vale a pena conhecer algumas funcionalidades de destaque da SAS, como:• capacidade de analisar textos e captar insights;• ampla seleção de ferramentas em que a integração é possível.• acesso por mobile ou desktop;• independentemente do acesso, o dashboard se mantém intacto e responsivo;QlikViewA Qlik é uma das principais desenvolvedoras de ferramentas de Business Intelligence, e a QlikView é uma ótima opção para times de Marketing. Com alto desempenho, a plataforma é capaz de descobrir dados sem utilizar recursos de consultas.Com foco em segurança de dados e precisão nos resultados, sem dúvidas essa é uma das mais poderosas opções de software na categoria. Entre suas funcionalidades e destaques estão:• combinar e carregar dados facilmente,• criar visualizações inteligentes e arrastar e soltar para criar apps de analytics avançados, acelerados por sugestões e automação.• integração com várias fontes de dados;• capacidade de carregar diversos tipos de arquivos;• criação de interfaces flexíveis e facilitadas;• visualização de gráficos totalmente interativa e com grande liberdade ao usuário.• segurança garantida, independentemente do ponto de acesso;Aprenda Data Analytics na práticaNa Digital House, você aprende na prática sobre Frameworks de BI, UX,  Banco de dados, Power BI e Tableau, entre outras coisas. As aulas do curso de Data Analytics são ao vivo e com especialistas de mercado.Leia mais no blog DH:+ SEO para E-commerce: como ranquear sua loja virtual+ Brand Personas: o que são e como fazer?+ Estrátegia para gerar leads: do básico ao avançadoE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Benefícios de trabalhar na área digital e como ingressar img
#Tecnologia
#Dados

Benefícios de trabalhar na área digital e como ingressar

Em um cenário dominado pelo aumento do desemprego, agravado pela pandemia, temos, por outro lado, o crescimento da tecnologia, suas consequentes inovações e novas profissões surgindo o tempo todo. É neste momento que os benefícios de trabalhar na área digital entram em cena, em uma realidade onde a automatização de tarefas e a transformação digital são buscadas pelas empresas, para gerar melhores resultados.Crescimento das carreiras digitaisCada vez mais a tecnologia e as carreiras digitais estão em pauta. De acordo com um levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), em 2020, a área tecnológica teve um aumento de praticamente 60 mil vagas na área, comparado com 2019, o que é muita coisa!Não podemos desconsiderar a evolução do desemprego, pois mesmo com o aumento de vagas na tecnologia, outras áreas mais "tradicionais" se tornaram defasadas. É por isso que, para muitas pessoas, a transição de carreira se torna uma opção viável no momento atual.Mesmo com essas procuras, ainda falta muita mão de obra qualificada para as empresas preencherem suas vagas. Ainda de acordo com o levantamento da Brasscom, o Brasil forma, anualmente, 46 mil profissionais de tecnologia por ano, um número muito inferior às demandas esperadas, cuja previsão é ser necessário, pelo menos, 420 mil profissionais formados até 2024.Para poder cobrir toda essa exigência, é necessário capacitar muito mais pessoas. Ou seja, o mercado é muito favorável para a área e o crescimento das carreiras digitais só tende a permanecer. O momento de se qualificar é agora!Principais oportunidades no mercadoConsiderando o panorama atual de trabalho, o cenário profissional está caminhando para algumas tendências e, para te ajudar, separamos 3 principais oportunidades do mercado para você ficar de olho:Marketing digital: a internet já é algo permanente no dia a dia das pessoas e empresas. De acordo com a pesquisa "Tendências para o Marketing", da Adaction e Inflr, realizada entre abril e junho de 2020, 90% das empresas ampliaram os investimentos em marketing digital em detrimento de outros canais.Dados: com a constante ascensão da tecnologia, muitas informações são geradas diariamente no meio digital e a necessidade de profissionais capacitados para organizá-los e extrair insights deles para novas oportunidades nas empresas se torna cada vez maior.Programação: esse é, sem dúvida, um dos principais campos para se atentar! Praticamente todas as pessoas interagem com a tecnologia em algum momento do dia, mas são poucas que entendem o seu funcionamento. O mercado de trabalho na área é muito aquecido, oferecendo bons salários e oportunidades no mundo todo.Sabemos que para conseguir uma boa oportunidade de emprego na área de tecnologia, é importante se preparar, independentemente da carreira escolhida. Ter um certificado ou diploma de estudos pode ser sim um grande diferencial em seu currículo.Atenta a essa realidade, a todo o panorama atual do desemprego e à transição de carreira, a Digital House, em parceria com o Mercado Livre e a Globant, criou o programa Certified Tech Developer, curso destinado a jovens que acabaram de concluir o ensino médio e precisam de uma qualificação para se colocar no mercado de trabalho.As inscrições para a segunda edição do programa estão abertas até o dia 1º de julho. São 1000 bolsas de 95% de desconto para ter a oportunidade de adquirir inúmeros conhecimentos técnicos e uma série de habilidades fundamentais para se inserir nas empresas mais disruptivas do mundo!As aulas começarão no dia 9 de agosto. As vagas são limitadas e, com certeza, vale conferir mais detalhes deste programa incrível, clicando aqui. Não perca esta oportunidade!Vagas e salários que estão em altaAgora que você já sabe como está o mercado e quais as principais oportunidades existentes, vamos ao que interessa: as principais vagas e salários que estão em alta. Confira agora mesmo:Marketing digital:• Gerente de marketing - salário médio de R$ 7.135.• Coordenador de marketing digital - salário médio de R$ 5.358.Dados:• Cientista de dados - salário médio de R$ 7.709.• Analista de dados - salário médio de R$ 4.400.Programação: • Desenvolvedor Web Full Stack - salário médio de R$ 4.832.• Desenvolvedor Mobile iOS - salário médio de R$ 4.714.• Desenvolvedor Mobile Android - salário médio de R$ 4.909.• Desenvolvedor de software - salário médio de R$ 4.450.Benefícios de se trabalhar em áreas digitaisJá sabemos que o futuro será tecnológico e que as carreiras da área são as melhores escolhas para o profissional do futuro. Mas quais são os principais benefícios de trabalhar na área digital? Veja:Garantia de estabilidade profissional: o mercado de trabalho é muito aquecido para as áreas digitais e são inúmeras oportunidades divulgadas todos os dias, porque não há profissionais suficientes para ocupar todas elas.Versatilidade: você pode trabalhar no Brasil ou no exterior, de forma remota ou presencialmente, de freelancer ou contratado. Há opções para todos os gostos!Dinamicidade: diferentemente de profissões com rotinas regulares, as áreas digitais sempre promovem diversos projetos ou novos desafios na área profissional.Independência financeira: com o aumento da qualidade de vida e a liberdade geográfica para trabalhar da maneira que achar melhor, a produtividade também acaba melhorando, o que acarreta a independência financeira.Investimento certeiro: de acordo com o relatório do World Economic Forum, as profissões nas áreas digitais apresentam alta demanda em 2021. Investir tempo no preparo para ingressar nelas é a garantia de algo que trará bons retornos.Gostou? São inúmeros os benefícios de trabalhar na área digital, não é mesmo? Para te ajudar ainda mais nessa jornada, confira também nosso mapa de carreiras de digitais, onde falamos das principais áreas e profissões do mercado e contamos da trajetória profissional e dicas para ingressar em cada uma delas.]Leia mais no blog DH:+ SEO para E-commerce: como ranquear sua loja virtual+ Brand Personas: o que são e como fazer?+ Estrátegia para gerar leads: do básico ao avançadoE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Proto persona: o que significa e como aplicar? img
#UX

Proto persona: o que significa e como aplicar?

A necessidade de entender o público-alvo e projetar seus esforços focados neles em um projeto é algo cada vez mais indispensável para as empresas. Logo, ferramentas como a proto persona, que coloca o usuário como o centro de tudo, agrega valor e garante uma ótima qualidade ao produto digital.Somado a isso, a empatia é um ponto que também é fundamental no processo de criação de produtos pensados em seus usuários finais. Sendo assim, saber o que é proto persona é essencial para garantir um ótimo resultado ao término de tudo issoAcompanhe este artigo e entenda o que é, para que serve e como aplicá-la em um processo de desenvolvimento.O que é proto persona e para que serve?Antes de explicarmos o que é proto persona, precisamos entender o que é uma persona. Essa é uma ferramenta utilizada em diferentes áreas, como marketing, vendas, entre muitas outras, mas principalmente em UX.É a representação de personagens fictícios que utilizam os produtos e/ou serviços de uma marca, criadas com base em pesquisas avançadas, como as de UX Research, que reúnem os padrões de comportamento, motivações, necessidades, preferências, problemas e frustrações desses consumidores.As proto personas são como esboços das personas. Sendo assim, para a sua criação, não é necessária uma pesquisa tão apurada como no processo de persona, mas ela também possui as características dos usuários, que orientam a equipe a tomar boas decisões, de forma empática, para um bom resultado final e a melhor experiência de usuário de um determinado produto.A coleta de informações para a construção das proto personas geralmente parte do conhecimento dos stakeholders, ao invés de dados coletados minuciosamente com as pessoas.Geralmente, a ferramenta é utilizada por organizações que já possuem maturidade em seus processos de UX Design. Neste cenário, os stakeholders e o time de produto já conhecem bem para quem estão construindo e, juntos, criam a proto persona que condiz com o usuário final, deixando de lado seus achismos e colocando os fatos em evidência.O mais importante é que todos saibam que a utilização da proto persona é essencial para que uma determinada marca crie algo pensando em seus usuários, que são bem variados. As pessoas que trabalham na criação podem até ser consumidores finais do produto também, mas elas não possuem todas as características, diversidade e necessidades de todos.A Digital House entende a importância de tudo isso no mercado atual e sabe que UX é uma área que só tende a crescer no futuro. No curso de Experiência do Usuário (UX), os alunos aprendem todos os conceitos e princípios, como a proto persona, para garantir o melhor desenvolvimento de produto nas empresas.Que tal dar uma olhada na grade do curso e ver como vale a pena investir em uma ótima formação? Fica a dica.Por que utilizar uma proto persona ao invés da persona?Até aqui, você deve estar se perguntando: se a persona é feita a partir de uma pesquisa muito mais elaborada, com mais dados, a partir de pesquisas qualitativas e diretamente com os usuários, por que utilizar a proto persona?Na verdade, a utilização da proto persona pode partir de diferentes motivos e nós vamos te explicar alguns deles agora mesmo. Confira:Economia de tempoPor utilizar dados mais simples, o tempo de criação de uma proto persona é muito menor, se comparado com a criação de uma persona, que necessita de tantas informações e processos.Economia financeiraNem sempre as empresas possuem verbas suficientes para construir personas. Sendo assim, é preciso aproveitar cada oportunidade e recursos disponíveis para o momento. Por isso, em muitos desses casos, a proto persona acaba sendo uma ótima alternativa e contribui muito para um desenvolvimento de UX assertivo.Dados simplesQuanto mais simples as informações, sua coleta também acaba sendo mais fácil de realizar. Não são necessários métodos muito avançados para se conseguir dados dos usuários, facilitando o processo todo da empresa. Lembrando que essas informações não deixam de ser relevantes, pois são fatos reais dos usuários.Empresas com maturidadeComo abordado anteriormente, as empresas que possuem seus processos de UX Design bem definidos são as que, geralmente, acabam adotando a ferramenta. Imagine que há um produto de uma empresa, onde já há uma persona definida e eles precisam lançar uma nova funcionalidade. Neste caso, essa novidade teria um público específico e fazer uma proto persona seria uma boa escolha.Como aplicar a proto persona em um processo de criação?Primeiramente, no processo de criação, é importante ter em mente que é necessário solucionar um ou mais problemas presentes no público-alvo, onde as proto personas estão inseridas. Neste contexto, a proto persona é uma opção de baixo custo e simples de se fazer! Para facilitar, 4 perguntas-chave podem ser aplicadas. Quais são elas? Confira agora mesmo:Quem é o usuário?Ao responder essa pergunta, recomenda-se ter uma foto, um nome, cargo, características pessoais e uma frase sobre esse personagem. Informações demográficas e comportamentais também são essenciais para este item.Quais são as prioridades? Com esta pergunta, devemos entender quais são as prioridades que os personagens fictícios possuem no dia a dia e o que levaria eles a tomar um processo de decisão entre um produto ou outro.Quais são os objetivos?O que a minha proto persona tem como objetivo? Quais são suas dores? O que ele(a) precisa para resolver suas necessidades?Que problemas nós podemos resolver?Ao fazer este questionamento, a empresa deve se certificar de que o seu produto está alinhado com todas essas expectativas, listando suas soluções em potencial.Após a etapa de criação da proto persona, onde houve uma discussão apurada em equipe, devemos ter em mente que o material não está finalizado. Novas informações podem ser acrescentadas, outras descartadas ou até mesmo novos personagens podem ser feitos, caso haja necessidade.A proto persona é um processo que está sempre presente no dia a dia de uma equipe, geralmente impressa, colada em um local visível e acessível. Assim, todos os membros podem discutir e revalidar pontos de todo o projeto, que está orientado para a melhor experiência do usuário final.Caso haja a possibilidade da criação de uma persona, as informações da proto persona não devem ser descartadas e podem ser utilizadas para aprimorar ainda mais esse grande processo.Lembre-se: a empresa não é o usuário final! Por mais que elas criem as proto personas, pensando nas necessidades, nos feedbacks que já receberam e/ou nos usuários que já conhecem, é sempre necessário criar um ou mais personagens fictícios, garantindo que ela não está resolvendo um problema próprio.E aí, o que achou de aprender sobre proto persona em um desenvolvimento de produto? O mais importante é entender que um bom profissional de UX Design deve sempre trabalhar lembrando que a projeção é para os usuários, que são o centro de tudo.Não deixe de conferir também o nosso artigo sobre protótipos de baixa fidelidade, entendendo seu significado e importância dentro do processo de desenvolvimento de um produto.Leia mais no blog DH:+ SEO para E-commerce: como ranquear sua loja virtual+ Brand Personas: o que são e como fazer?+ Estrátegia para gerar leads: do básico ao avançadoE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)