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O que é ciclo de vida do produto e como ele funciona?

O que é ciclo de vida do produto e como ele funciona?
#Marketing
#Tecnologia
10 de junho - min de leitura

No ciclo de vida do produto, existem diversas etapas que ele passa com inicio, meio e fim. Conheça esse ciclo e como ele funciona.


Já parou pra pensar na relação entre biologia e produtos digitais? Explico.

Você sabia que produtos têm vida? Se pensarmos na definição de vida como "propriedade que caracteriza os organismos cuja existência evolui do nascimento até a morte", isso faz todo o sentido. Tal qual organismos vivos, produtos também nascem, evoluem e morrem.

Mas para conseguir entender o ciclo de vida de um produto, precisamos entender a diferença entre projeto e produto antes. 

De maneira simplificada, quando falamos de projetos, lidamos com coisas que possuem início, meio e fim muito bem delimitados pelo escopo da solução. O bom e velho método tradicional de desenvolvimento em waterfall, com levantamentos de requisitos, passagem de bastão entre etapas e um lançamento apenas no final do processo, funciona bem nesses casos.

Depois que a solução é lançada, ponto final. Apenas eventuais manutenções são executadas, mas via de regra não há incremento de valor e novas funcionalidades sendo lançadas dentro da mesma solução. Caso seja do interesse fazer novos investimentos, uma nova versão é elaborada e passa pelas mesmas etapas de projeto até o lançamento.

Produtos, por outro lado, não possuem escopo fechado. Por isso, métodos ágeis costumam ser mais interessantes para esses casos. A solução é lançada com o mínimo viável e continua sendo melhorada de maneira incremental enquanto ainda fizer sentido. 

"Seu trabalho como Product Manager não é definir o produto final, mas sim definir o menor produto possível que alcance seus objetivos" ― Marty Cagan, Inspired: How To Create Products Customers Love

Mas o que isso significa?

Que o produto continua "vivo" - ou seja, continua recebendo melhorias - enquanto ainda há uma demanda que justifique o investimento. Produtos também possuem início, meio e fim, mas que dependem do interesse dos seus usuários - e também dos stakeholders. Quando o produto deixa de ser interessante, ele eventualmente "morre" e deixa de receber melhorias, até ser descontinuado em termos de suporte e manutenção.

Da mesma forma que um organismo vivo, entre o nascimento e a morte existem diferentes etapas/fases de amadurecimento, e que exigem estratégias diferentes na sua gestão. A transição entre essas diferentes etapas é o que chamamos de ciclo de vida de produto.

Qual a importância do ciclo de vida do produto?

Entender as diferentes fases em que o produto pode se encontrar, durante o seu ciclo de vida, é essencial para traçar os próximos passos e definir a estratégia do desenvolvimento.

Vamos fazer um paralelo com o crescimento físico de um organismo vivo - por exemplo, um ser humano: desde o nascimento, há a infância, adolescência, vida adulta, vida idosa, e eventualmente a morte. Cada uma dessas fases exige diferentes recursos e possui diferentes objetivos - se na infância há uma necessidade de atenção mais próxima e fornecer uma série de recursos básicos para a consolidação do corpo, na adolescência essa atenção diminui e os recursos também mudam, pois o objetivo é crescer e amadurecer.

Na vida adulta então, o crescimento é interrompido e o ápice físico é atingido, onde então fazemos de tudo para nos manter nesse patamar físico e retardar ao máximo o declínio - que inevitavelmente chega - mudando novamente os objetivos e a forma de lidar com o corpo.

Faz sentido você alimentar um adulto com fórmula, ou ver como ele está a cada 5 minutos? Ou então, faz sentido você poupar recursos durante o crescimento, se eles forem essenciais para chegar na maturidade?

Com produtos, respeitadas as devidas proporções e complexidades, a lógica é bem semelhante. Dependendo da etapa em que ele se encontra, a forma com que você irá gerir e priorizar o desenvolvimento varia. E só é possível ter essa consciência e tomar as melhores decisões se você compreender o ciclo de vida e conseguir identificar em qual etapa o seu produto está.

Conheça as principais etapas do ciclo de vida do produto

O ciclo de vida do produto é composto por 4 etapas (ou 5, se você considerar a "gestação", o Desenvolvimento): Introdução, Crescimento, Maturidade e Declínio. Essa quebra vem de um estudo feito por Theodore Levitt, da Universidade de Harvard, de 1965. 

As etapas são sequenciais, o que significa que só é possível ir para a etapa seguinte após uma execução bem feita da etapa anterior. Não faz sentido partir para estratégias de Crescimento, sem antes garantir que o produto foi devidamente Introduzido, e assim por diante. Vamos entender a diferença entre cada uma delas:

Introdução

Seu produto está pronto para ser lançado. Você já fez todo o processo de Product Discovery, entendeu o problema a ser resolvido e finalizou o desenvolvimento do seu MVP (Minimum Viable Product, ou mínimo produto viável). Agora é a hora de disponibilizar ele para o usuário (mesmo que apenas para uma parcela deles).

É a hora em que o product-market fit é colocado à prova, o momento onde ocorre o teste inicial no mercado para saber se o seu produto de fato resolve o problema e desperta interesse do usuário. Nessa etapa acontece um ciclo super iterativo de melhoria e refinamento - em alguns casos movimentos bruscos, ou "pivot" como o mercado chama - até atingir um ponto sustentável para que o produto seja escalado: o modelo de negócio da sua solução funciona e o LTV (Lifetime Value, ou o valor gerado pelo usuário ao longo da vida dele utilizando o seu produto) é maior do que o CAC (Customer Acquisition Cost, ou custo de aquisição de um usuário). Ou seja, o seu produto tem potencial para trazer retorno de investimento - não significa que o seu negócio como um todo já será lucrativo, mas que considerando cada usuário existe um retorno de investimento (cuidado para não confundir as coisas!).

Hora de escalar!

Crescimento

Na etapa de crescimento, o investimento no produto continua alto, mas ele passa a migrar aos poucos do desenvolvimento para o marketing. Embora ainda haja um mar de oportunidades de melhoria a serem feitas no produto, ele já está maduro o suficiente para tentar chegar no máximo de usuários possíveis.

Esse é o momento em que o gestor de produtos precisa fazer a sua solução alcançar o máximo de penetração no mercado possível, ao mesmo tempo em que maximiza o LTV. Ou seja, aumenta e melhora cada vez mais a proposta de valor, até para que seja possível alcançar usuários cada vez mais "distantes" e/ou "resistentes" a usarem a solução. Aqui é o momento que acontece - ou se tenta - cruzar o famoso abismo, detalhado por Geoffrey A. Moore no livro Crossing The Chasm, o desafio de se chegar na massa de usuários - o mainstream market.

Se o desafio é concluído, chegamos no ápice do ciclo de vida, a maturidade.

Maturidade

Seu produto já possui uma proposta de valor consolidada e um excelente market share. Já passa a ser cada vez mais difícil encontrar melhorias que justifiquem grandes investimentos, o trabalho agora se resume a garantir uma manutenção desse patamar pelo maior tempo possível, se protegendo de possíveis concorrentes e ganhando escala na aquisição de clientes - minimizando o CAC.

Quem diria, seu produto praticamente maximizou o LTV, minimizou o CAC, e possui uma base grande de usuários retidos. O resultado financeiro alcançado é excelente. Parece um sonho, não? Porém, mesmo diminuindo os investimentos no produto, essa é a hora que não se pode relaxar: é necessário estar atento às mudanças no mercado e no comportamento do usuário, focando bastante em inovação, para garantir que o seu produto continue se adaptando e gerando valor ao longo do tempo, - ou que novos produtos seus surjam para o portfólio - caso contrário ele correrá o risco de entrar na indesejada fase final: o declínio.

"As espécies que sobrevivem não são as mais fortes, nem as mais inteligentes, e sim aquelas que se adaptam melhor às mudanças" ― Charles Darwin, Origin of Species

Declínio

Após uma longa e próspera fase de maturidade - claro, se tudo deu certo - o seu produto chegará em algum momento à fase final da sua vida. Isso pode ocorrer por diversos motivos: um novo concorrente surgiu e aos poucos tomou o seu lugar; o CAC voltou a subir demais a ponto de não compensar adquirir novos usuários; o tanto de esforço a ser feito para adaptar/melhorar o produto já não compensa o ganho em LTV; a necessidade do usuário que o seu produto resolvia deixou de existir; etc.

Independentemente do motivo, o fato é: já não compensa investir recursos nesse produto, e praticamente não há mais o que se fazer para evitar a sua morte.

Chegou a hora de se despedir desse produto, e descontinuar o investimento. Se você fizer a lição de casa direito, essa morte será celebrada por todo o legado que o produto deixou, e o foco do negócio passará a outros produtos do seu portfólio, que estejam em etapas anteriores do ciclo de vida.

E assim as coisas seguem. Novos produtos surgem, antigos produtos morrem, nesse ciclo de vida dinâmico, belo e gratificante. Que aos poucos tende para que os novos produtos sejam cada vez mais evoluídos e sofisticados que os anteriores, nessa espécie de darwinismo digital. 

Aprenda sobre Produtos Digitais

Na Digital House, você aprende na prática sobre ciclo de vida do produto, mas também outros conceitos básicos para a área de Produto. Saiba como criar um MVP, entenda o que é lifetime value, criação de personas e design thinking. As aulas do curso de Product Manager são ao vivo e com especialistas de mercado.

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#Tecnologia

Qual a diferença entre Java e JavaScript? Saiba de uma vez por todas!

Ter a consciência de que a diferença entre Java e JavaScript existe é muito importante para, assim, poder fazer a escolha entre a linguagem mais adequada e que atenda às demandas necessárias.Como você verá neste artigo, o que existe de parecido é somente a escrita mesmo. Conheça mais sobre cada uma delas e entenda as suas particularidades.O que é JavaScript e para que serve?Também conhecido como JS, o JavaScript é uma linguagem de programação de alto nível. Sua utilização permite a construção de páginas dinâmicas, animações, mapas interativos, aplicativos e jogos eletrônicos.O profissional que domina o JavaScript é visto como versátil no mercado, considerando sua relação com uma grande variedade de frameworks e aplicações para diferentes tipos de dispositivos.A linguagem foi criada pelo programador Brendan Eich, um dos fundadores da Mozilla Corporation, em 1996. Seu propósito era tornar os processos web mais simples, dinâmicos e agradáveis aos profissionais.O que é Java e para que serve?O Java é uma linguagem de programação criada na década de 1990, por James Gosling. Atualmente, pertence à marca Oracle, a qual realiza todos os seus processos de manutenção.A linguagem é bastante flexível, sendo usado para o desenvolvimento de softwares, que podem ser executados e distribuídos em diferentes plataformas, sem a necessidade de modificá-lo.Qual a diferença entre Java e JavaScript?As duas linguagens, por terem a grafia similar, costumam despertar muitas dúvidas sobre alguma possível relação entre elas.É preciso ter muito claro que Java e JavaScript são escritos, construídos e executados de maneira diferente. Além disso, existe uma grande diferença no que diz respeito ao que cada linguagem é capaz de fazer.Como comentamos, o Java é usado em diferentes lugares e situações, incluindo softwares e aplicativos. Em comparação, o JavaScript é utilizado principalmente para tornar as páginas da web (HTML) mais interativas e dinâmicas.Como escolher entre Java e JavaScript?Em um processo de desenvolvimento, a escolha de qual linguagem de programação utilizar dependerá dos requisitos de cada projeto. E aqui entra mais um ponto importante quando falamos sobre diferença entre Java e JavaScript. Veja só:O Java, por exemplo, pode ser usado e adaptado em diferentes tipos de plataformas. No entanto, muitas vezes há a necessidade do usuário instalar um plugin em um dispositivo, uma ação que nem sempre é possível.Por outro lado, o JavaScript é utilizado, principalmente, em sistemas web. Neste caso, não há a necessidade de instalar soluções separadas, sendo preciso somente ter um navegador atualizado instalado na máquina. O ponto negativo, neste caso, é a limitação pela interação ser somente online. Ou seja, determinados recursos, ao se adotar a programação com código nativo, por exemplo, não poderão ser habilitados.Diante desses cenários, é imprescindível ter uma boa comunicação com todos os colaboradores e profissionais envolvidos em um determinado projeto, antes de eleger a linguagem escolhida. Entenda quais são as suas demandas, identifique todas as possibilidades de estratégias para atuação e, com isso, avalie o melhor caminho a tomar.Quando falamos sobre a construção de sistemas, todo desenvolvedor tem plena consciência de que a escolha da linguagem a ser utilizada é um ponto crucial. A criação de uma interface com códigos inadequados reduz as chances de atender todos os requisitos, afetando a usabilidade final da solução para os usuários.Neste contexto, é importante dominar o processo, a fim de garantir a melhor experiência do cliente com as aplicações desenvolvidas. Fazer um bom curso é uma ótima alternativa para que o profissional estruture corretamente os processos, consiga utilizar a tecnologia a seu favor e garanta uma solução com uma boa performance e confiabilidade.Confira as grades dos cursos de Desenvolvimento Web Full Stack, focado na criação de páginas ou sistemas web ou Desenvolvimento Mobile Android e Desenvolvimento Mobile iOS, para a criação de apps e plataformas no mobile, da Digital House.As aulas são online, 100% ao vivo e ministradas por professores especialistas que atuam no mercado. Além disso, a DH conta com o departamento de carreiras, onde todos os alunos podem acessar diversos conteúdos exclusivos sobre suas jornadas. Inscreva-se agora mesmo e garanta o seu futuro profissional!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

 Área de Dados: conheça as principais ferramentas de Big Data e o seu panorama de mercado atual img
#Dados

Área de Dados: conheça as principais ferramentas de Big Data e o seu panorama de mercado atual

Não importa o tamanho da empresa, seja uma gigante como a NASA ou um pequeno negócio local, as organizações podem potencializar suas estratégias e tomar as melhores decisões ao utilizar as ferramentas de Big Data para transformar as informações em inteligência.Quer entender mais sobre isso? Acompanhe este artigo e saiba tudo sobre o tema.Recapitulando: o que é Big Data?Com origem na língua inglesa, Big Data quer dizer grandes dados. Na prática, consiste na organização e interpretação de um alto volume de informações, entendendo o que é relevante ou não para as empresas.Como comentamos, todos os dias, milhares de informações são geradas e disponibilizadas na internet. Com isso, as empresas precisam ter profissionais capacitados para lidar com tudo e fazer com que possam tomar as melhores decisões em diferentes contextos, por possuírem informações de valor, com insights importantes em seu nicho de atuação.Quais são os 5 Vs do Big Data?No dia a dia, alguns fatores são levados em conta para que as organizações possam fazer uma boa gestão de dados. Eles são conhecidos como os 5 Vs do Big Data. Confira:VolumeO volume refere-se à enorme quantidade de dados produzidos na Era Digital. Entender essa explosão de informações a partir do surgimento da internet é essencial para que as empresas possam definir as formas de gerenciamento de maneira efetiva.VelocidadeRelacionando com o V anterior, milhares de dados surgem a cada segundo. Ou seja, é tudo muito rápido. No entanto, em paralelo, à medida que a tecnologia avança e novos dispositivos vão surgindo no mercado, a gestão dos dados também pode acompanhar esse ritmo acelerado, sendo capaz de lidar com o Big Data em tempo real.VariedadeExistem diferentes fontes e formatos de dados, que geram complexidade aos processos de coleta, compilação, organização e análise. Para uma boa gestão de dados, é preciso ter ciência disso, a fim de contribuir na geração de informações mais completas com insights relevantes às empresas.VeracidadeO V de veracidade é essencial para a validade dos dados. Todas as informações precisam ser verídicas e atualizadas, com o objetivo de gerar oportunidades e insights confiáveis e embasar as decisões das empresas com precisão e segurança.ValorPor fim, mas não menos importante, temos o V de valor. Nem todas as informações possuem relevância para as empresas. Portanto, cada organização precisa ter os seus objetivos e público-alvo bem definidos para conseguir dados relevantes às suas decisões.Os benefícios do Big Data aos negóciosPor que investir em ferramentas de Big Data em sua empresa? Separamos os principais benefícios de investir no processamento e organização dos dados para as organizações. Confira:Fortalecimento do relacionamento com o clienteQuando uma empresa coleta dados, como um histórico de compras ou conversas sobre seus clientes, é possível obter feedbacks e insights para traçar estratégias e tomar novas decisões, a fim de se aproximar ainda mais deles.Conhecer quem é o seu público e quais são as suas necessidades é imprescindível para que uma marca possa criar campanhas personalizadas e certeiras, contribuindo para um aumento de ticket médio e promovendo uma maior fidelização dos clientes ao negócio.Vantagens de mercadoAo compreender a importância do Big Data, uma empresa, além de se tornar mais consciente sobre diferentes pontos do seu negócio, pode entender melhor o seu nicho de mercado. Ou seja, compreender o que funciona ou não e o que está faltando para tornar tudo ainda melhor.São pontos que fazem toda a diferença, principalmente considerando a alta competitividade entre organizações.Tomadas de decisãoComentamos bastante sobre esse ponto, mas é preciso destacar que, ao ter insights valiosos em mãos, é possível otimizar e aplicar melhorias em qualquer parte dos processos de uma empresa, tomando decisões sábias e estratégicas.Identificação de padrõesOrganizar e analisar um grande número de dados com as ferramentas de Big Data, permite identificar e traçar padrões de consumo, o que talvez a olho nu seria impossível.Essa amplitude e profundidade de visão faz toda a diferença na hora de reavaliar os planejamentos, assim como segmentar clientes e/ou leads, desenvolvendo campanhas que realmente atinjam a sua dor, tornando-as mais assertivas.As principais ferramentas de Big DataUm bom profissional de Big Data deve dominar e trabalhar com a ajuda de ferramentas para lidar com tantos dados. Sendo assim, separamos algumas plataformas para ajudar você nas demandas. Veja:TableauEsta é uma ótima opção de ferramenta para visualização de dados. O software permite a criação de mapas, gráficos, tabelas, entre outros diversos recursos para facilitar a compreensão das inúmeras informações do Big Data.Power BIUma das principais características dessa ferramenta é a possibilidade de integração de diferentes fontes de dados, como planilhas de Excel, redes sociais, aplicativos na nuvem etc. O software também permite a criação de dashboards e relatórios dinâmicos de maneira rápida e simples.HadoopEsta é uma das ferramentas mais importantes no setor de Big Data. Sua estrutura é 100% em código aberto e possui uma enorme capacidade de processamento de dados em larga escala.RapidMinerO RapidMiner é a plataforma ideal para atividades de ciência de dados e aprendizagem de máquina. O software oferece suporte a diferentes pontos, como a preparação de dados, visualização, análise, modelagem, entre outras etapas e funcionalidades.Como está o panorama de mercado do Big Data?O mercado de Big Data está aquecido e não é à toa. Os dados não param de surgir e as empresas precisam de profissionais capacitados para executar todos os processos de Data Science.A indústria 4.0 revoluciona o mercado de trabalho, com suas transformações digitais cada vez mais presentes, destacando determinadas carreiras, como a área de Dados que já garantiu o seu espaço e é uma tendência certa para o futuro.De acordo com um levantamento realizado pelo LinkedIn, as carreiras na área de dados estão entre as 15 profissões mais em alta no mercado.A equipe que trabalha na área precisa ser multidisciplinar, que domine tecnologia, desenvolvimento, administração, marketing, engenharia, estatística e matemática.Se você se interessou em ingressar neste mercado e dominar as diversas ferramentas de Big Data, saiba que obter uma certificação de um curso é um ótimo diferencial para a jornada do profissional e às empresas. Isso porque ela mede e comprova os conhecimentos, requisitos e habilidades técnicas aos empregadores.Recomendamos que você confira a grade completa dos cursos de Data Science e Data Analytics da Digital House. Eles são as melhores escolhas para garantir o seu sucesso profissional. As aulas são dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por professores especialistas, que também atuam nas grandes empresas do mercado. Inscreva-se agora mesmo!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Linguagem inclusiva: qual a relação com UX e como promovê-la nas empresas? img
#UX

Linguagem inclusiva: qual a relação com UX e como promovê-la nas empresas?

Este é um ponto muito importante quando pensamos no aumento de organizações que valorizem as pessoas no mercado, independentemente de qualquer condição. No entanto, ao falamos sobre desenvolvimento de produtos digitais e as experiências proporcionadas aos seus usuários finais, como a linguagem inclusiva pode ser aplicada?Neste artigo, vamos explicar o que é a linguagem inclusiva, sua importância e falar também da sua relação com a área de UX. Acompanhe os próximos tópicos!O que é linguagem inclusiva?A linguagem inclusiva possui o objetivo de proporcionar uma comunicação que não exclua ou diminua nenhuma pessoa, independentemente de condição, gênero ou grupo, e sem precisar modificar o idioma. Ao invés de separar, repelir ou agredir, ela agrega, respeita e acolhe a todos.Um exemplo de linguagem inclusiva, usado bastante pelas empresas, é o uso de coletivos. Ao invés de separar e focar em um gênero, o propósito é englobar todos, seja em uma situação escrita ou falada. Na prática, seria como se disséssemos "Bom dia a todas as pessoas".Qual a diferença entre linguagem inclusiva e linguagem neutra?Atualmente, no meio digital, são milhares de informações e conteúdos disponibilizados e consumidos a todo o momento. Com isso, muito se fala sobre linguagem inclusiva, neutra e as diversas formas de abraçar as minorias em textos ou peças publicitárias.É importante saber que as duas linguagens estão sempre juntas. No entanto, existe uma diferença entre essas formas de comunicação. A linguagem inclusiva busca acolher e abraçar todas as pessoas com palavras e variações já existentes no idioma aplicado.Já a linguagem neutra, apesar de ter o mesmo objetivo, altera pronomes e outras terminologias, implementando novas palavras nos vocabulários, a fim de abranger qualquer pessoa, independentemente do gênero que se identifique. Um exemplo é o uso do "e" em palavras com variações de "o" e "a": todos, todas e/ou todes.Em um mundo digital, que possibilita uma melhor comunicação entre as pessoas, além da disseminação de informações, esses tipos de linguagens vêm se difundindo de maneira efetiva. Ao acessarmos as redes sociais, blogs, artigos, sempre nos deparamos com elementos de ambas as redações.A língua portuguesa, por conta de um histórico patriarcal, aponta o gênero masculino como o correto ao representar a pluralidade. No entanto, a linguagem inclusiva e neutra representa alternativas que se distanciam dessa tradição linguística.Como adaptar ela em UX e qual a sua importância?Quando falamos sobre a Experiência do Usuário (UX), temos a área da escrita, mais conhecida como UX Writing. Nos últimos tempos, ela tem sido muito comentada e não é à toa. No desenvolvimento de sites e aplicativos, também é um grande diferencial ao acrescentar mais propriedades na usabilidade de um produto ou serviço.Além disso, no processo de desenvolvimento, a linguagem inclusiva pode ser aplicada não somente na própria interface, mas também no conteúdo de e-mails, artigos, redes sociais, notificações, entre outros canais de comunicação ligados ao produto digital.O foco da aplicação da linguagem é a garantia de uma boa percepção e usabilidade por parte dos usuários finais, sempre considerando as demandas, necessidades, bem-estar, conforto e solução de problemas da melhor forma. Infelizmente, vivemos em uma sociedade que ainda reproduz estigmas em relação ao gênero e/ou orientação sexual.E esse é um dos principais objetivos da linguagem inclusiva: repelir a propagação desses preconceitos, estabelecendo uma comunicação acolhedora e garantindo uma experiência ideal, que reflita os melhores valores de uma marca.Sendo assim, a comunicação escrita e a linguagem inclusiva podem – e devem – ser ferramentas a favor da diversidade, seja em UX Writing, copywritings, redes sociais, entre outras situações, a fim de quebrar estigmas e mostrar novas formas de comunicação.Que tal ser um especialista em UX?Agora que você já sabe a importância da linguagem inclusiva nos processos de desenvolvimento de produtos, deve saber também que realizar um curso na área de UX é uma ótima alternativa para ingressar na área, adquirindo uma base sólida de conhecimentos a serem utilizados e aplicados nas empresas.Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário (UX). Além de ensinar o processo como um todo, ele aborda a área de UX Writing, tornando possível a especialidade ao aluno.Além disso, todos os alunos podem participar do programa de apoio à recolocação (gratuito) e em feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day). Inscreva-se e impulsione sua carreira profissional agora mesmo!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)