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Conhece as boas práticas de usabilidade? 5 dicas para criar a melhor experiência para o usuário

Conhece as boas práticas de usabilidade? 5 dicas para criar a melhor experiência para o usuário
#UX
11 de novembro - min de leitura

Será que você sabe o que brilha os olhos do usuário e o que faz ele não voltar mais? Descubra as boas práticas de usabilidade que impactam diretamente na experiência do seu cliente.


Boas práticas de usabilidade tornam possível um bom planejamento dos recursos de um site ou aplicativo que não apenas atraia usuários novos, mas faça com que a experiência de encanto deles seja prolongada e aperfeiçoada. 

Tanto a facilidade de utilização do serviço quanto com a experiência das pessoas são processos pertinentes à UX (experiência de usuário), onde os profissionais de design focam em obter uma percepção positiva sobre os elementos e a marca, de modo geral.

Neste artigo, explicamos como as boas práticas de usabilidade design otimizam interfaces e geram uma performance diferenciada, ou seja, fazem seu site se diferenciar e conquistar clientes.

Boas práticas de usabilidade e exemplos

Vamos a uma breve introdução a boas práticas de usabilidade em UX Design. Inicialmente, o UX designer é o profissional responsável pela interface da plataforma digital, assim como determinados processos de UX.

Para isso, ele trabalha com um conjunto de elementos e fatores relativos à interação do usuário com um determinado produto, sistema ou serviço. E para que essa interação seja interessante para ambas as partes, as regras de usabilidade servem de “ponte”.

Ou seja, dão aquela mãozinha na conversão da venda, ajudando na fidelização do usuário, deixando-o mais satisfeito nesta jornada.

Não é à toa que esse profissional é tão requisitado no mercado de trabalho, já que impacta diretamente no sucesso do negócio.

Usabilidade: exemplos

Agora, vamos aos exemplos de UX Design, usando a estratégia de planejamento em usabilidade no dia a dia. Esperamos que estas dicas te ajudem nas reuniões com o time e demais áreas deste processo, trazendo resultados de performance. 

Mobile First - acessibilidade em primeiro lugar

Elementos de design são importantes. Acessibilidade é fundamental. Lembre-se de que as conexões atuais estão sem limites, ou seja, as pessoas acessam informações, compram e se comunicam de onde estiverem, por seus celulares.

Portanto, a dica é pensar digital first, oferecendo um design responsivo e que se adapte a qualquer tamanho de tela, considerando o uso de cores que facilitem a visualização e tipografias com as dimensões certas.

Dentro dos processos de UX Design, desenhar um protótipo em um papel é um bom começo para colocar em ação boas práticas de usabilidade de um aplicativo ou site, sempre sob a perspectiva de um mindset ágil, pertinente à Era Digital/mobile first.

Sem medo de testar atributos de usabilidade

Por falar em protótipo, testar a usabilidade de um projeto é um dos processos base na área de UX Design, e ajudam a validar suas ideias. 

Como todos os planejamentos mais bem feitos também são passíveis de erro, a dica é estar preparado para resolvê-los.

Os testes A/B são uma boa escolha neste sentido, com duas versões do que você precisa testar e, a partir daí, medir qual delas tem uma taxa de conversão maior, direcionando seu melhor call to action, imagens, título, etc.

Considere nesses testes os aspectos de desenvolvimento front-end (programação que fica visível ao usuário), com destaque às mudanças que devem ser feitas em tempo real.

Cuide da estética e hierarquia para simplificar a navegação

Sobre as características visuais, e pensando em boas práticas de usabilidade, a estética precisa ser levada em conta, desde que seja consistente para a melhora do desempenho. Uma interface bonita, mas não funcional, tem pouca serventia e seu usuário sabe disso.

A dica é criar um padrão para que todos possam se sentir “em casa” na plataforma. Por exemplo, com conjuntos e elementos que sejam claros, práticos e intuitivos. O mesmo serve para identidade visual das cores deste site.

Esta parte envolve o UI Design (Design de Interface) em uma parceria durante todo o projeto. Una características de forma que todos conversem com a identidade visual da sua interface e, a partir daí, planeje sua hierarquização, sempre tendo como norte a simplicidade. 

Otimize a compreensão

Faça com que a interface criada conduza as pessoas à realização de tarefas de um jeito mais prático. Facilite a vida delas ao máximo.

Campos visíveis para a busca, que não exijam mais que a digitação do nome do produto desejado, já são descomplicadores de busca, sabia? Se coloque na pele do usuário.

Além disso, ofereça informações simples e concisas. Idealmente, um aprendizado de usabilidade na interface precisa ser natural e permitir que as pessoas explorem as ferramentas em outras oportunidades, voltando familiarizadas, seguras e satisfeitas.

De olho na performance

Outra coisa que você e eu gostamos, enquanto usuários, é a rapidez de carregamento de sites, não é mesmo?

E isso é fato. Segundo a pesquisa da Econsultancy, 88% dos usuários que tiveram uma experiência ruim ao acessar um site por conta da velocidade de carregamento, ficaram menos propensos a comprar nele. Além disso, mais de um terço deles vai compartilhar a experiência ruim com os amigos. 

Para que seu site ou app não sejam alvos dessas represálias, uma dica legal é sempre carregar os elementos mais leves do site primeiro, em vez de exibir uma tela em branco. 

Os testes de velocidade do site também são muito bem-vindos. A Google Page Speed é uma ferramenta que pode ajudar nesta avaliação.

Aplicação de boas práticas de usabilidade = use e abuse da simplicidade e empatia 

Quando o assunto são boas práticas de usabilidade, a máxima é: simplifique a experiência da sua plataforma, sem abrir mão da estética e da qualidade. Fácil, não é. Mas, com direcionamento certo, empatia e empenho, você consegue.

E por falar em boas práticas de user experience design e direcionamento com clareza, a Digital House possui conteúdos sobre UX que vão te ajudar a enfrentar os desafios cotidianos diante do usuário, além do curso de User Experience ministrado por profissionais de mercado. 

Leia mais no blog DH:

Como começar em UX Design

Etnografia no UX: como entender a relação do consumidor com produtos e serviços

Vantagens em contratar um UX Designer Júnior

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Duas das suas vantagens é escolher a forma de receber a comissão e de vincular ao Google Analytics.➜ Eduzz: plataforma que reúne produtos físicos e permite que o afiliado receba a sua comissão em dois dias, após a venda.➜ Lomadee: essa plataforma tem anunciantes, como a Amazon, Lojas Americanas e Centauro, além de disponibilizar vários meios para promoção: páginas e grupos em redes sociais, sites de cupons, e-mail marketing, comparadores de preços, blogs e sites.Como funciona o marketing de afiliadosComo já foi adiantado no tópico anterior, o marketing de afiliados é benéfico para os produtores e afiliados, mas ficou faltando falar da peça-chave: os consumidores. Os clientes que fazem a roda girar, realizam as compras e usufruem dos produtos.  Considerando esse ponto importante, fica mais fácil entender como funciona o mercado de afiliados comentando suas etapas.Marketing de afiliados passo a passo:➜ Lançamento do produto pelo produtor➜ O afiliado divulga o produto em seus canais➜ O consumidor faz a compra do produto➜ O link usado na compra é rastreado➜ O produtor recebe o dinheiro da venda➜ O afiliado recebe a parte acordadaMarketing de afiliados exemplos: 3 formas de ganhar dinheiro onlineAlém de se cadastrar nas plataformas mencionadas, o marketing de afiliados no Brasil também é usado por grandes empresas, por meio dos seus programas. Conheça alguns: Magalu afiliadosO Parceiro Magalu é o programa de afiliados disponibilizado gratuitamente pela Magazine Luiza. Basta se cadastrar, criar sua loja e começar a vender. 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#Tecnologia

Programação iniciante: como se tornar um profissional da programação

A programação iniciante pode ser desafiadora no começo, já que termos é o que não faltam na hora de estudar a teoria e colocar a mão na massa, mas com o estímulo do lado esquerdo do cérebro, responsável pela lógica e pensamento analítico, o aprendizado flui!Diversos profissionais têm um primeiro contato com códigos e se apaixonam, e é ai que a transição de carreira acontece. Mas como funciona essa jornada?Como começar na programação iniciante?O convite feito para Tatiana Zilio, ex-aluna da Digital House e agora desenvolvedora, para conversar sobre programação foi justamente para compartilhar sua jornada e experiência!Que tal aprender a programar, assim como a Tati? Esta é uma das áreas que mais cresce e é sempre bom investir no mercado de programação.De humanas para exatas?Tati aqui! Em 2020 terminei o curso de Desenvolvimento Web Full Stack na Digital House e vou compartilhar um pouco da minha jornada e o que aprendi com essa experiência.Eu venho de um background completamente diferente. Sou formada em Jornalismo, trabalhei em comunicação, tradução e dei aulas de inglês.Meio por acaso, acabei entrando na área de TI: quando eu trabalhava com tradução técnica e localização de aplicações, surgiu uma oportunidade para trabalhar com curadoria de dados em uma ontologia aplicada à web semântica, que é o meu trabalho atualmente.E foi nesse momento que decidi explorar mais a fundo o que acontecia por trás das telas que eu tanto usava e iniciar uma transição de carreira.Como eu vim parar aqui? Hit rewind!Me lembro até hoje da primeira vez que sentei na frente de um computador. Eu devia ter uns 10 anos, minha tia pediu que eu digitasse um texto no computador do seu trabalho enquanto ela resolvia alguns problemas.Eu estava acostumada a brincar com a máquina de escrever do meu pai, mas aquilo era diferente. Não só era possível desfazer algum erro de digitação (o que já era um avanço tremendo), mas além disso, o próprio computador sinalizava o erro com uma cobrinha vermelha embaixo de uma palavra. Era mágico! Isso foi por volta de 1997. Não demorou muito para que meu pai comprasse um computador para sua pequena empresa. Foi nessa máquina que eu passei muitas madrugadas no mIRC, aproveitando a vantagem de se navegar na incrível velocidade de até 56,6 kbps pagando apenas um pulso de telefone (um conceito provavelmente desconhecido para quem é GenZ).O computador era meu lugar favorito. Eu explorava cada item do menu iniciar, do painel de controle e arriscava executar algumas tarefas básicas via terminal. Apesar de uma certa intimidade e curiosidade com o computador, tudo era mágico e misterioso demais para mim.Segui outros caminhos tendo sempre o computador e a internet como minhas principais ferramentas de trabalho, mas me encontrei quando eles se tornaram o meu objeto de trabalho.A curiosidade de entender melhor o que eu fazia me levou de volta à sala de aula aos 30 anos. Dessa vez, não como professora e muito longe do Jornalismo: me inscrevi em Sistemas de Informação e escrevi meu primeiro algoritmo.Pela segunda vez na universidade, as coisas não estavam evoluindo no ritmo que eu desejava e eu gastava a maior parte do meu escasso tempo livre escrevendo trabalhos de Administração ao invés de, de fato, aprendendo a programar.Tranquei o curso e encontrei a Digital House, que me ofereceu exatamente o que eu buscava naquele momento: aprender na prática e construir alguma coisa com o que eu estava aprendendo. Programação iniciante na Digital HouseNo curso, nós temos contato com os conteúdos teóricos em aulas virtuais e fazemos alguns exercícios. Na aula remota, repassamos esse conteúdo e o aplicamos na prática.Foram inúmeros projetinhos em que colocamos em teste nosso aprendizado em HTML, CSS e JavaScript, NodeJS/Express, banco de dados (SQL e NoSQL), React.Diferentemente da faculdade, onde escrevia os algoritmos meio avulsos, meio sem propósito, ali tudo tinha começo, meio e fim que se integravam em um propósito. Além disso, ainda tivemos o projeto integrador, um desafio que parecia homérico: criar uma aplicação do zero.Os cinco meses de curso foram intensos: foi um desafio conciliar o trabalho em tempo integral, me dedicar às aulas e ainda dar forma e vida ao projeto integrador. Mas também foi um período extremamente enriquecedor: além de ter dado um salto no conhecimento e na experiência, ter tido a oportunidade de programar em equipe e aprender muito com meus colegas, também aprendi muito sobre o meu processo de aprender. Certamente meu curto período na universidade agregou muito na formação de um conhecimento base, entender o que acontecia cada vez que eu digitava aquele conjunto de caracteres em um editor de texto e colocava pra rodar. Mas ser capaz de entender isso não me capacitava para construir muita coisa. Percebi que é na prática que surgem as dúvidas, é na prática que percebemos o que não sabemos e entendemos do que temos que correr atrás. E que o aprendizado não precisa ser em linha reta: é possível intercalar prática e estudo de fundamentos e, frequentemente, um complementa e estimula o outro.Próximos passos como programadoraUm mês após a apresentação do meu projeto integrador (veja como ele ficou aqui), eu continuo estudando e acrescentando mais ferramentas e tecnologias ao meu repertório, mas agora de uma maneira muito mais produtiva do que antes do curso! Estou pegando mais experiência do mundo real contribuindo com a startup de colegas e também tocando meus projetos pessoais até fazer a transição para uma programadora full-time. É uma longa jornada e acredito que a DH me ajudou a acelerar muito esse processo! Se você quiser saber mais sobre a minha experiência com programação e trocar alguma ideia em relação a sua jornada, você me encontra no Twitter (@tatianazilio), LinkedIn ou no Telegram (@tatianazilio). Vou adorar bater um papo e trocar figurinhas!Aprenda a programar!Você pode aprender programação do zero na Digital House, assim como a Tati. É sempre um prazer compartilhar depoimentos como o dela, porque aqui as aulas são mão na massa, e ninguém melhor que nossos alunos para contar a experiência, não é?Topa baixar o programa do curso? Lá você encontra os temas e tópicos das aulas, e ainda tem informações sobre o projeto integrador!Leia mais no blog DH:+ Minha primeira linguagem de programação: como escolher?+ Primeiros passos no Git: o que eu preciso saber?+ Pague só quando possuir renda: conheça o modelo ISA da DHE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)