MENU

| BR

Campus

Cursos

Programas Executivos

Programas Executivos

Paises

Guia das boas práticas de SEO para blog: o que não pode ficar de fora

Guia das boas práticas de SEO para blog: o que não pode ficar de fora
#Marketing
23 de outubro - min de leitura

O nosso professor de Marketing Digital, Nivaldo Ferreira, escreveu um guia completo para tirar suas dúvidas sobre SEO para blog! Veja o que é fundamental na sua estratégia de conteúdo para o seu site.


Mesmo todos sabendo o que é SEO, muitos não entendem a sua gigantesca importância dentro de uma estratégia de Marketing Digital. Já parou para pensar que 70% a 80% dos usuários pulam os resultados pagos para clicar nos resultados orgânicos? Já parou para pensar que você é um usuário que faz isso?

Trabalhar com estratégias orgânicas trará economia, relevância para seu site, marca, e o principal: a atenção do seu usuário/consumidor. Por isso eu, Nivaldo Ferreira, criei este guia de boas práticas de SEO para blog que vai mudar sua visão.

Por que trabalhar com BLOG?

Os motores de busca (Google, Bing, Yahoo…) são respondedores de dúvidas, ou seja, para aproximarmos dos nossos usuários, precisamos trazer as respostas a estas dúvidas, não é verdade?

A vertical de conteúdo (BLOG) nos ajuda a trazer as respostas em forma de conteúdo, mas o que ganhamos com isso? Proximidade, relevância, lembrança, tráfego no site, troca do usuário com a marca… e melhor, tudo isso do nosso público alvo.

Um passo antes de começar a criar conteúdo (POST)

Antes de começar a criar conteúdo, não poderia faltar entre das dicas de SEO um checklist:

Sei qual público alvo e personas quero atingir?

Tenho um objetivo para cada conteúdo que vou criar?

Tenho definido o tom de voz que vou usar em meus artigos (POSTS)?

Tenho territórios e calendário editorial pré definido?

Tenho “braço” para criação de conteúdo que cubra o calendário que criei?

Vou acompanhar de quanto em quanto tempo cada conteúdo publicado?

Sem estes pontos definidos, não adianta seguir as boas práticas de SEO para blog, na verdade, não adianta nem criar uma vertical de conteúdo pensando neste formato.

Guia de boas práticas de SEO para blog:

Vamos agora de oferecer diversas dicas de SEO para uma estratégia eficiente e que trará resultados.

Primeiro passo: Pauta

Crie uma pauta que faça sentido a criação de conteúdo.

A primeira boa prática de SEO é pesquisar as buscas dos seus usuários. Como todos sabemos, tudo que digitamos nos buscadores são chamados de palavras-chave, e hoje, com ferramentas conseguimos entender qual a tendência de busca e volume de busca destas palavras-chave. Quais são essas ferramentas que ajudam a pensar em conteúdos?

Google Trends

O Google Trends é uma ótima ferramenta de análise de tendência de busca. Nela conseguimos analisar por tema ou por palavra-chave.

Ubersuggest

O Ubersuggest analisa o volume de busca das palavras-chave. Também conseguimos entender a dificuldade de ranqueamento.

Answer de Public

No Answer de Public conseguimos entender quais as buscas com perguntas são mais feitas, “como”, “porque”, “quando” entre outras.

Existem outras diversas ferramentas que irão te ajudar, mas essas são as que uso no meu dia a dia na criação de pautas.

Mesclando dados destas três ferramentas conseguimos gerar uma lista de pautas com uma tendência de busca alta, volume de busca alta e concorrência baixa, tá aí o segredo de uma boa pauta para SEO.

Segunda boa prática: Pesquisa

Agora que tem a pauta, sua próxima tarefa deste compilado de dicas de SEO é pesquisar. Jogue no Google a palavra-chave que escolheu para produção do seu conteúdo. Selecione as dez primeira posição e leia tudo, isso mesmo, leia TUDO!

Aqui, o seu seu objetivo é entender quais tipos de conteúdo a rede de pesquisa está posicionando nas primeiras posições, analisar volume de escrita e quantidade de elementos na página (caracteres, palavras, fotos, listas, infográficos…).

Análise a qualidade da escrita e do conteúdo. Qual será o seu objetivo agora? Criar um texto melhor que os dos “concorrentes”.

Terceira boa prática: Escrever para o usuário

Lembre-se, o seu leitor é um usuário e não um robô!

Busque trazer em seu conteúdo:

Conteúdo em blocos: use blocos de até 5 linhas de escrita, isso ajudará na leitura;

Elementos: busque trazer o máximo de elementos que ajude na leitura, como listas ordenadas ou desordenadas, imagens, infográficos, áudio descritor, citações entre outros;

Personalidade: Não esqueça do seu tom de voz de marca;

A experiência do seu leitor é o que tem que estar na sua cabeça no momento da escrita, pensar assim está dentro das boas práticas de SEO para blog.

Quarta boa prática: Os buscadores!

Depois do conteúdo pronto, agora você irá otimizá-lo para os mecanismos de busca.

Uma estratégia de SEO compõe três pilares: Tecnologia, Conteúdo e Popularidade. Vamos olhar a estratégia em cada um dos pilares.

Como trabalhar as técnicas de SEO para blog

Tecnologia

Neste pilar, o primeiro passo é olhar se suas imagens estão com o peso adequado. Existe uma ferramenta chamada TinyPNG que otimiza as imagens deixando-as com o peso adequado sem que perca sua resolução.

Agora, vamos validar a estrutura das tags de cabeçalhos, os famosos “Hs”:

H1: Título principal da página. Só podemos utilizar UM por página.

H2: Escala de hierarquia abaixo do H1.

H3: Escala de hierarquia abaixo do H2.

...

No momento que o usuário aperta o “enter” após escrever a sua busca no Google, milhares de aranhas (robôs) caem em bilhares de páginas para encontrar o melhor resultado possível para aquela busca.

A escalabilidade dos cabeçalhos ajuda e MUITO nesta busca das aranhas. Os robôs vão ler o H1, depois o H2… e entender se realmente é aquela a busca do usuário.

Depois que as imagens estão otimizadas e a estrutura/escalabilidade dos cabeçalhos ajustadas, vamos jogar a URL pronta do conteúdo no Pagespeed, uma ferramenta do Google que avalia a velocidade de abertura de página.

Você coleta os pontos de melhoria e busca os ajuste junto com profissionais de tecnologia para alcançar uma nota maior do que 70.

Uma pesquisa de concorrência jogando as URLs deles também é super válida neste momento.

Conteúdo

Selecionar de duas a três palavras-chave por conteúdo. A pauta é super importante neste momento, olharemos volume de busca e concorrência das palavras-chave para ajudar na escolha.

Espalharemos estas palavras-chave em nosso conteúdo com inteligência, usando uma boa prática de em média 3% de uso e repetição de cada palavra-chave. Ou seja, a cada 100 palavras em nosso texto, 3 será a palavra-chave escolhida. Podemos explorar sinônimos das palavras-chave.

Usar as palavras-chave selecionadas no título e descrição (aparecem no resultado de busca), no H1 e também se possível em demais cabeçalhos e início de blocos de textos escritos.

Se possível também, usar palavra-chave no texto alternativo das imagens, nas URLs e menus. Mas lembre-se, não faça alterações que afeta negativamente na experiência de leitura dos usuários.

Popularidade

O pilar de popularidade trabalha estratégias de aumento de relevância na web. Uma boa estratégia é trazer backlinks espalhados no texto. Links que te levam para conteúdos internos (dentro do domínio) e conteúdos externos (fora do domínio).

Espalhar o conteúdo nas redes sociais também é uma ótima forma de popularizar e criar mais links que direcionam à página.

Estratégias PR, influenciadores e até de SEM (mídia paga) também é são muito bem vindas para o aumento de popularidade do conteúdo criado.

Não esqueça da acessibilidade!

Entre as boas práticas de SEO para blog que irá trazer ótimos resultados de posicionamento orgânico é a de acessibilidade.

O Google e os outros mecanismos de busca pontuam positivamente as páginas que buscam trazer melhor acessibilidade. Então vamos lá:

Texto alternativo nas imagens

Os usuários com deficiência visual fazem a leitura das imagens com uma tag setada no código, chamada, ALT (texto alternativo). Este texto alternativo deve se a descrição exata da imagem, então, se tivermos uma imagem de um menino comendo maçã em um barco o texto alternativo deve ser: “menino comendo maçã em um barco”.

Sequência e escalabilidade de “Hs” correta

A sequência correta da informação setada na tecla tab ajuda muito os deficientes visuais navegar nas páginas.

Existem diversas aplicações e plugins que auxiliam diversas deficiências e dificuldades na leitura das páginas.

Mobile first

Não se esqueça que primeiro o Google avalia como o seu conteúdo se comporta em ambiente mobile para depois analisar os outros ambientes.

Traga a melhor experiência de conteúdo, tecnologia e popularidade no mobile, sua página deve ser responsiva!

Como alcanço as primeiras páginas e posições com meu conteúdo de BLOG no Google?

Última dica! Depois de seguir as boas práticas de SEO para blog, NÃO ESQUEÇA de acompanhar periodicamente o conteúdo postado. Nada impede de ajustar o conteúdo se ele não estiver performando bem.

Use o Google Search Console para indexar e acompanhar os resultados. Use também o Google Analytics para entender volume, quem é e de onde vem os acessos orgânicos do conteúdo/post criado.

Aprenda mais sobre SEO no nosso curso de Marketing Digital! Ao longo das aulas você desenvolve um projeto completo pensando no mercado atual para treinar tudo o que aprender sobre a área.

Leia mais no blog DH:

+ SEO para E-commerce: como ranquear sua loja virtual

+ Brand Personas: o que são e como fazer?

+ Estratégia para gerar leads: do básico ao avançado

Outras notícias

O que é média móvel e por que está tão em alta na realidade atual? img
#Dados

O que é média móvel e por que está tão em alta na realidade atual?

No dia a dia das empresas, é muito importante que, em suas estratégias e planejamentos, as tomadas de decisão sejam baseadas em dados. Neste contexto, uma das principais ferramentas que ajudam na interpretação dessas informações é a média móvel.Esse indicador ajuda as organizações a entenderem as tendências em seus nichos de mercado. Sendo assim, de maneira mais embasada, os negócios podem saber quando é mais interessante fazer uma determinada ação ou que tipo de melhoria deve ser aplicada em seus processos, ao implantar a média móvel nas análises de dados.Quer entender mais sobre este conceito? Continue acompanhando este artigo.O que é média móvel?A média móvel é uma das ferramentas mais importantes para a análise técnica de informações, principalmente quando falamos do cenário atual do mercado, independentemente de setor ou assunto. Ele é um indicador muito utilizado em estatísticas e gráficos, onde é possível entender uma inclinação de comportamento ou de situação.Lembrando que elas só apontam uma determinada tendência quando esta já existe, de maneira que a velocidade com que os dados dela irão aparecer no gráfico depende também do tipo de média utilizada, o que explicaremos ainda neste artigo.Além de confirmar possíveis previsões, a média móvel também é capaz de sinalizar uma possível reversão, por meio da identificação de fortes movimentos nos dados mostrados em seu gráfico.Tipos de média móvelAssim como outros indicadores utilizados pelas empresas, a média móvel também possui diversos usos de dados, com cálculos que permitem o estudo e análise de informações em diferentes setores e nichos de mercado. Separamos os principais tipos e como funcionam o seu uso. Confira:Média Móvel Simples (SMA)Como o nome sugere, essa é a maneira mais simples de calcular o indicador. Ele é calculado a partir da média em um determinado período. No entanto, por ser móvel, o valor está sempre mudando, adicionando novas informações e eliminando dados muito antigos.Média Móvel Exponencial (EMA)O contexto dessa média é similar à simples, mas seu cálculo é um pouco mais complexo, a fim de proporcionar mais ênfase em dados mais recentes, com as informações antigas possuindo menos importância neste contexto. Isso torna a medida ainda mais dinâmica do que a média anterior, podendo identificar tendências de mercado mais rapidamente.Média Móvel Ponderada (WMA)Esse cálculo é uma variação da média anterior, mas ainda mais específica para tornar a linha do gráfico mais próxima possível da tendência. Para isso, a WMA acompanha o dado muito mais próximo do que a média e, ao mesmo tempo, uma análise ainda mais dinâmica do que a exponencial. Isso não quer dizer que ela é a melhor, mas pode ser mais indicada para quem prefere obter informações mais rápidas.Média Móvel de Hull (HMA)Por fim, mas não menos importante, temos a Média Móvel de Hull ou Hull Moving Average, como também é conhecida. Esse indicador apresenta menor ruído entre os tipos disponíveis, ou seja, os valores são mais exatos. Ele foi criado por Alan Hull, um dos maiores traders da Austrália.O cálculo é realizado com base na média móvel ponderada, mas também toma como base a raiz quadrada do período que está sendo analisada, suavizando os dados. Por que ele está em alta?Já faz um bom tempo que vivemos uma realidade bastante diferente, não é mesmo? Neste sentido, a complexidade da pandemia do coronavírus está presente não só no combate à doença, mas também na análise dos dados de novas infecções e óbitos.Para se entender a evolução, estabilização ou queda de contaminações, é preciso observar e analisar além dos números do próprio dia. Traçar a média móvel se tornou uma das formas mais eficazes de entender tudo isso.O recurso permite observar se o número de casos confirmados e o de óbitos têm aumentado ou diminuído em um determinado período, normalmente calculado semanalmente e em comparação com as anteriores. Talvez você esteja se perguntando: por que fazer tantos cálculos? A percepção sobre o aumento ou diminuição no número de casos é imprescindível nas tomadas de decisão do governo para as ações de combate à pandemia, como restrições e liberações. Deste modo, quanto mais preciso forem essas médias, medidas mais eficazes poderão ser tomadas e mais vidas poderão ser salvas.Uma vantagem é que esse é um indicador usado mundialmente, ou seja, permite fazer comparações não só em diferentes períodos, mas também em localidades diversas.Entenda como é calculada a média móvel no contexto da Covid-19Como comentamos, é importante calcular a média móvel na realidade pandêmica que estamos vivendo. Para isso, é preciso somar o número de casos ou mortes do dia com o dos 6 dias anteriores.Para saber a tendência, é preciso calcular a variação percentual das médias móveis em um período de 14 dias. Por exemplo, a média móvel do dia 14 deve ser comparada com a média móvel do dia 1º. Se o percentual for de até 15%, a situação é estável. Se for acima, está em crescimento, e se for mais de 15% negativo, está em queda.Seja um profissional de dados! :)Acompanhando o conteúdo até aqui, ficou clara a importância dos dados no dia a dia, não é mesmo? E além da pandemia, as empresas também precisam analisar informações para ajudar a tomar decisões mais assertivas em seus processos internos.De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), em torno de 420 mil novas vagas no mercado de tecnologia devem ser criadas até o ano de 2024. Entretanto, previsões confirmam que 150 mil delas não serão preenchidas por falta de profissionais qualificados. E isso também inclui a área de dados e suas análises.Com esse panorama, podemos entender que esse é o momento ideal para investir em um curso. Se você se interessou em seguir essa profissão, invista em sua capacitação no curso de Data Analytics da Digital House, que te proporciona toda a base de conhecimentos necessários para o seu futuro.Nossas aulas remotas são dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas com os melhores especialistas do mercado. Impulsione sua carreira ainda este ano e conquiste o seu sucesso! Não deixe também de conferir nossos materiais gratuitos e ricos de conhecimento ao seu dispor em nossa biblioteca de conteúdo e no Blog DH.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

UX Strategy: o que é e quais as vantagens de se implantar em uma empresa? img
#UX

UX Strategy: o que é e quais as vantagens de se implantar em uma empresa?

A área de UX está se consolidando cada vez mais em empresas de diferentes tamanhos, setores e configurações. Neste contexto, como um processo natural da disciplina e com o aumento da importância desses profissionais no mercado de trabalho, é normal que haja posições mais especializadas, como o UX Strategy.Acompanhe este artigo, onde te explicaremos tudo sobre a função, sua relação com a área de UX design e os principais benefícios de implantá-lo em uma empresa.O que é UX Strategy?UX Strategy ou estratégia de UX, como também é chamado, é a construção e elaboração de toda a abordagem que está por trás do processo de desenvolvimento de um produto digital.Neste contexto, o profissional é o especialista que auxilia o negócio a entender quais são as suas metas e objetivos em relação às necessidades de seus usuários e, consequentemente, as experiências que terão, de modo a traçar o melhor caminho para que tudo seja atingido de forma assertiva.Uma estratégia de UX bem construída deve certificar-se de que a visão, a missão, os desejos dos clientes e as habilidades técnicas do negócio estejam todas bem alinhadas. Com isso, o profissional poderá trabalhar da melhor forma para oferecer soluções que atendam todas as expectativas.Qual a sua relação com o UX Design?Como comentamos, o UX é uma área que vem se consolidando no Brasil em diversas empresas. E a ramificação de funções mais específicas acaba sendo uma consequência natural de tudo isso, para que a área e o processo funcionem da melhor forma possível dentro dos negócios. Uma delas é o UX Strategy.Quando falamos da relação e diferença entre o UX Design e o UX Strategy no dia a dia, o primeiro possui suas ações e trabalhos com foco mais na evolução do produto, enquanto o UX Strategy foca no business.Basicamente, o UX Strategy é o profissional que lidera o projeto em que o UX designer atua, pois é ele quem define as estratégias a serem seguidas. Em outras palavras, podemos dizer que um foca mais na parte teórica e o outro, no caso o UX Design, foca na prática, ou seja, no desenho e no desenvolvimento do produto final.No dia a dia, nada impede que o UX designer também possa desenvolver uma estratégia. Mas quando falamos do mercado atual, a especialização do profissional é algo essencial para que as coisas aconteçam da melhor forma dentro das empresas.Isso porque contribui para que o negócio desenvolva um trabalho melhor, economizando recursos, pois os profissionais especializados podem resolver problemas com mais qualidade e em menos tempo.Agora que você já sabe o que é UX Strategy e sua relação com UX Design, deve saber também que realizar um curso na área é uma ótima alternativa para adentrar na carreira, adquirindo uma base sólida de conhecimentos para utilizar no dia a dia em grandes empresas.Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário (UX). Além de ensinar o processo como um todo, ele também aborda o UX Strategy de forma detalhada, ou seja, caso o aluno deseje, é possível se especializar nisso.Todos os alunos também podem participar do programa de apoio à recolocação (gratuito), além de feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day). Inscreva-se e impulsione sua carreira agora mesmo!Qual é o papel de um UX strategist?Quando falamos sobre o papel do profissional, sem dúvida, temos que considerar o livro “UX Strategy” escrito por Jaime Levy, que se tornou uma referência para a carreira e traz 4 papéis essenciais para um UX strategist. Confira:Estratégia de negóciosQuais são os diferenciais da marca? Como ela irá se posicionar no mercado? Como fazer com que o produto seja viável? Essas são algumas perguntas essenciais para que o profissional tenha uma visão ampla do nicho em que atua e a estratégia do seu próprio negócio. É preciso estar alinhado com a missão e os valores da empresa ou produto com o qual trabalha.No dia a dia, a partir desse papel, o profissional irá implementar design sprints, saber priorizar ações e encontrar soluções efetivas, que sejam interessantes tanto para o público quanto para a empresa.Inovação de valorUm dos papéis do UX strategist é definir como a empresa vai gerar valor para o público a partir da inovação e a diferenciação, alinhadas com o baixo custo de implantação de ações.Pesquisa com usuáriosComo o objetivo é oferecer as melhores experiências do usuário, é essencial que a pesquisa com o público-alvo seja um dos papéis principais do UX strategist. Isso porque, no mercado, não há mais espaço para achismos e todas as decisões de um bom planejamento devem ser tomadas a partir de dados.Experiência do usuárioPor fim, este último papel, que se relaciona muito com o anterior, se baseia no entendimento de todas as sensações de um usuário ao ter contato e interagir com o produto ou serviço desenvolvido. É preciso analisar e considerar todos os feedbacks para aplicar possíveis melhores e obter uma melhor performance. Quais são as principais vantagens de implantar o UX Strategy em uma empresa?Implementar o UX Strategy pode trazer diferentes benefícios para um negócio. Separamos os principais. Confira:Otimização e simplificação do acompanhamento dos padrões de comportamento dos usuários.Integração de diferentes times em torno da mesma visão de negócio.Mensuração de resultados para tomar decisões baseadas e orientadas por dados.Validar suposições e evitar achismos.Minimizar riscos e deixar os processos mais assertivos, pois identifica as necessidades reais dos usuários ainda no início de um projeto.E aí, gostou do conteúdo? Se sim, recomendamos que leia também nosso artigo sobre a carreira de UX writing, onde te contamos 5 grandes dicas para ingressar na carreira.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Valor de marca: o que é e qual a sua relação com o marketing digital? img
#Marketing

Valor de marca: o que é e qual a sua relação com o marketing digital?

No mercado, dentre as inúmeras opções de marcas, existem produtos que, apesar de possuírem a mesma função e serem semelhantes, são mais caros do que o outro e, mesmo assim, possuem clientes fiéis. Você já deve estar acostumado com essa situação. Mas você já refletiu o porquê disso? Neste contexto, vamos falar sobre o valor de marca e como ela se aplica no dia a dia.Este é um dos principais objetivos das estratégias de marketing digital das empresas, ou seja, fazer com que sua imagem se desenvolva de maneira que as pessoas se interessem por ela, além dos próprios produtos. Continue acompanhando este artigo para entender essa dinâmica de maneira clara.O que é valor de marca?Quando falamos sobre o termo, também conhecido como brand equity, em inglês, estamos falando sobre a relação do valor de produtos e/ou serviços com a força que a marca possui no mercado de consumo.Isso quer dizer que a imagem dela é reconhecida pelas pessoas, tanto pela eficiência quanto a boa experiência de tudo que oferece, sua história, status, percepções de mercado e/ou valores emocionais que variam para cada pessoa.Muitos fatores podem contribuir para a construção de uma boa imagem, como a qualidade, ponto de venda, conteúdos em seus diferentes canais, site, embalagem, psicologia das cores, identidade corporativa, entre outros.Sendo assim, construir um valor de marca é importante para qualquer organização que queira se manter firme em um mercado tão competitivo.Valor de marca no marketing digitalNo marketing digital, o valor de marca é uma estratégia essencial para as empresas. Não é nenhuma novidade que, nos últimos anos, tanto as organizações quanto as pessoas passaram a migrar para a internet, adquirindo novos comportamentos e hábitos de consumo, onde se inclui a aquisição de novas informações e entretenimento nesse meio digital.Para se ter uma ideia, dados mostram que 74% dos consumidores brasileiros fazem diferentes pesquisas nas redes sociais a respeito dos produtos que querem comprar. Além disso, ainda na mesma fonte, consta que 86% dos brasileiros são adeptos ao consumo online.Tudo isso foi impulsionado ainda mais com a pandemia, marcando uma tendência de consumo que se manterá mesmo com a normalização das atividades e o fim do isolamento social das pessoas. Isso nos leva a entender que a presença online não é mais um diferencial para as marcas do mercado, mas, sim, um fator de sobrevivência no meio de tantas opções.É por isso que gerar valor de marca acaba sendo um objetivo presente no marketing digital, podendo ser notado de diferentes formas, seja em um conteúdo, nas campanhas, entre outras ações e opções existentes dentro da área, atraindo leads e aumentando as vendas.Você possui interesse em ingressar nessa área profissionalmente e colocar todas essas ações em prática? Na Digital House, temos o curso de Marketing Digital, onde o aluno é capacitado a dominar as principais ferramentas e estratégias do mercado atual, podendo gerar valor para diferentes empresas.As aulas são online, 100% ao vivo e ministradas por especialistas da área, que estão no mercado. Inscreva-se agora mesmo e garanta o seu futuro profissional!Qual a diferença entre branding e brand equity?O branding é um termo que vem se tornando cada vez mais conhecido dentro do mercado. Em resumo, trata-se da gestão de marca, ou seja, é o desenvolvimento e a implantação de diferentes trabalhos, estratégias de posicionamento para desenvolver a imagem de uma empresa no mercado.Com isso, podemos entender que o objetivo final do branding é gerar brand equity ou valor de marca, como também é conhecido. Vamos pensar como isso funciona na prática? Imagine, por exemplo, uma camiseta lisa, sem nenhum símbolo ou logo visível. Agora pense também na mesma camiseta com o logotipo da Gucci. Isso mostra o poder de determinadas empresas e é isto que o marketing digital considera como valor de marca.É através disso que as pessoas avaliam o preço, relevância, suas emoções com uma empresa, fidelidade e autoridade, ou seja, pontos muito importantes dentro do branding.Exemplos de valor de marca no mercadoNós acabamos de colocar um exemplo sobre como o valor de marca pode fazer a diferença para uma empresa. Neste contexto, aprender com as grandes organizações a utilizar o seu valor para impactar o mercado e garantir o sucesso dos seus produtos é algo essencial para qualquer negócio.Sendo assim, separamos mais três marcas que possuem grande crescimento e relevância dentro de seus setores. Confira:AppleEssa poderosa corporação é um dos maiores exemplos de como o valor de marca faz toda a diferença. Já parou para pensar na quantidade de pessoas que fazem filas nas portas das lojas quando há o lançamento de um novo modelo da empresa?Algumas vezes, as especificações técnicas de seus produtos nem sempre são melhores do que de seus concorrentes. Mas, mesmo assim, a Apple consegue se consagrar no mercado através de diversos diferenciais, como seu próprio design, atraindo uma legião de fãs.Quando você compra um de seus produtos, você não está comprando um smartphone, por exemplo, mas sim um iPhone. Quem o adquire possui a sensação de pertencer a um grupo seleto de pessoas.HavaianasNo Brasil, a empresa é um dos maiores exemplos de brand equity no mercado. A marca possui um reconhecimento tão grande, que muitos dos seus produtos são referidos pelo próprio nome Havaianas, ao invés de dizer o objeto em si.Um ponto interessante é que muitas das campanhas de marketing digital da organização possuem um toque humorístico. Isso contribuiu muito para desenvolver uma identificação com seus consumidores, gerando mais valor no mercado.Coca-ColaO valor de marca da empresa é tão grande, que a identidade visual dela serve de inspiração para muitos estilos, sejam em trabalhos gráficos até decoração de ambientes. Sua tipografia específica faz com que qualquer pessoa saiba identificar a marca, mesmo não sendo um consumidor frequente de seus produtos.Ou seja, a empresa investiu muito no seu branding. O slogan "abra a felicidade", de suas campanhas, traz o conceito de que você não está bebendo um refrigerante apenas, mas, sim, consumindo felicidade.Com essa ideia, sua legião de fãs só aumentou e, hoje, milhões de pessoas em todo o mundo consomem seus produtos.E aí, gostou dos exemplos? Possuir grandes marcas como inspiração e entender os cases é uma ótima maneira de entender o que é possível fazer para inovar e impactar o mercado, gerando valor de marca e rentabilidade aos seus produtos.Quer aprender mais? Confira também o nosso artigo sobre o que é tráfego orgânico e como gerar ainda mais conversões em seu site.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)