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Guia das boas práticas de SEO para blog: o que não pode ficar de fora

Guia das boas práticas de SEO para blog: o que não pode ficar de fora
#Marketing
23 de outubro - min de leitura

O nosso professor de Marketing Digital, Nivaldo Ferreira, escreveu um guia completo para tirar suas dúvidas sobre SEO para blog! Veja o que é fundamental na sua estratégia de conteúdo para o seu site.


Mesmo todos sabendo o que é SEO, muitos não entendem a sua gigantesca importância dentro de uma estratégia de Marketing Digital. Já parou para pensar que 70% a 80% dos usuários pulam os resultados pagos para clicar nos resultados orgânicos? Já parou para pensar que você é um usuário que faz isso?

Trabalhar com estratégias orgânicas trará economia, relevância para seu site, marca, e o principal: a atenção do seu usuário/consumidor. Por isso eu, Nivaldo Ferreira, criei este guia de boas práticas de SEO para blog que vai mudar sua visão.

Por que trabalhar com BLOG?

Os motores de busca (Google, Bing, Yahoo…) são respondedores de dúvidas, ou seja, para aproximarmos dos nossos usuários, precisamos trazer as respostas a estas dúvidas, não é verdade?

A vertical de conteúdo (BLOG) nos ajuda a trazer as respostas em forma de conteúdo, mas o que ganhamos com isso? Proximidade, relevância, lembrança, tráfego no site, troca do usuário com a marca… e melhor, tudo isso do nosso público alvo.

Um passo antes de começar a criar conteúdo (POST)

Antes de começar a criar conteúdo, não poderia faltar entre das dicas de SEO um checklist:

Sei qual público alvo e personas quero atingir?

Tenho um objetivo para cada conteúdo que vou criar?

Tenho definido o tom de voz que vou usar em meus artigos (POSTS)?

Tenho territórios e calendário editorial pré definido?

Tenho “braço” para criação de conteúdo que cubra o calendário que criei?

Vou acompanhar de quanto em quanto tempo cada conteúdo publicado?

Sem estes pontos definidos, não adianta seguir as boas práticas de SEO para blog, na verdade, não adianta nem criar uma vertical de conteúdo pensando neste formato.

Guia de boas práticas de SEO para blog:

Vamos agora de oferecer diversas dicas de SEO para uma estratégia eficiente e que trará resultados.

Primeiro passo: Pauta

Crie uma pauta que faça sentido a criação de conteúdo.

A primeira boa prática de SEO é pesquisar as buscas dos seus usuários. Como todos sabemos, tudo que digitamos nos buscadores são chamados de palavras-chave, e hoje, com ferramentas conseguimos entender qual a tendência de busca e volume de busca destas palavras-chave. Quais são essas ferramentas que ajudam a pensar em conteúdos?

Google Trends

O Google Trends é uma ótima ferramenta de análise de tendência de busca. Nela conseguimos analisar por tema ou por palavra-chave.

Ubersuggest

O Ubersuggest analisa o volume de busca das palavras-chave. Também conseguimos entender a dificuldade de ranqueamento.

Answer de Public

No Answer de Public conseguimos entender quais as buscas com perguntas são mais feitas, “como”, “porque”, “quando” entre outras.

Existem outras diversas ferramentas que irão te ajudar, mas essas são as que uso no meu dia a dia na criação de pautas.

Mesclando dados destas três ferramentas conseguimos gerar uma lista de pautas com uma tendência de busca alta, volume de busca alta e concorrência baixa, tá aí o segredo de uma boa pauta para SEO.

Segunda boa prática: Pesquisa

Agora que tem a pauta, sua próxima tarefa deste compilado de dicas de SEO é pesquisar. Jogue no Google a palavra-chave que escolheu para produção do seu conteúdo. Selecione as dez primeira posição e leia tudo, isso mesmo, leia TUDO!

Aqui, o seu seu objetivo é entender quais tipos de conteúdo a rede de pesquisa está posicionando nas primeiras posições, analisar volume de escrita e quantidade de elementos na página (caracteres, palavras, fotos, listas, infográficos…).

Análise a qualidade da escrita e do conteúdo. Qual será o seu objetivo agora? Criar um texto melhor que os dos “concorrentes”.

Terceira boa prática: Escrever para o usuário

Lembre-se, o seu leitor é um usuário e não um robô!

Busque trazer em seu conteúdo:

Conteúdo em blocos: use blocos de até 5 linhas de escrita, isso ajudará na leitura;

Elementos: busque trazer o máximo de elementos que ajude na leitura, como listas ordenadas ou desordenadas, imagens, infográficos, áudio descritor, citações entre outros;

Personalidade: Não esqueça do seu tom de voz de marca;

A experiência do seu leitor é o que tem que estar na sua cabeça no momento da escrita, pensar assim está dentro das boas práticas de SEO para blog.

Quarta boa prática: Os buscadores!

Depois do conteúdo pronto, agora você irá otimizá-lo para os mecanismos de busca.

Uma estratégia de SEO compõe três pilares: Tecnologia, Conteúdo e Popularidade. Vamos olhar a estratégia em cada um dos pilares.

Como trabalhar as técnicas de SEO para blog

Tecnologia

Neste pilar, o primeiro passo é olhar se suas imagens estão com o peso adequado. Existe uma ferramenta chamada TinyPNG que otimiza as imagens deixando-as com o peso adequado sem que perca sua resolução.

Agora, vamos validar a estrutura das tags de cabeçalhos, os famosos “Hs”:

H1: Título principal da página. Só podemos utilizar UM por página.

H2: Escala de hierarquia abaixo do H1.

H3: Escala de hierarquia abaixo do H2.

...

No momento que o usuário aperta o “enter” após escrever a sua busca no Google, milhares de aranhas (robôs) caem em bilhares de páginas para encontrar o melhor resultado possível para aquela busca.

A escalabilidade dos cabeçalhos ajuda e MUITO nesta busca das aranhas. Os robôs vão ler o H1, depois o H2… e entender se realmente é aquela a busca do usuário.

Depois que as imagens estão otimizadas e a estrutura/escalabilidade dos cabeçalhos ajustadas, vamos jogar a URL pronta do conteúdo no Pagespeed, uma ferramenta do Google que avalia a velocidade de abertura de página.

Você coleta os pontos de melhoria e busca os ajuste junto com profissionais de tecnologia para alcançar uma nota maior do que 70.

Uma pesquisa de concorrência jogando as URLs deles também é super válida neste momento.

Conteúdo

Selecionar de duas a três palavras-chave por conteúdo. A pauta é super importante neste momento, olharemos volume de busca e concorrência das palavras-chave para ajudar na escolha.

Espalharemos estas palavras-chave em nosso conteúdo com inteligência, usando uma boa prática de em média 3% de uso e repetição de cada palavra-chave. Ou seja, a cada 100 palavras em nosso texto, 3 será a palavra-chave escolhida. Podemos explorar sinônimos das palavras-chave.

Usar as palavras-chave selecionadas no título e descrição (aparecem no resultado de busca), no H1 e também se possível em demais cabeçalhos e início de blocos de textos escritos.

Se possível também, usar palavra-chave no texto alternativo das imagens, nas URLs e menus. Mas lembre-se, não faça alterações que afeta negativamente na experiência de leitura dos usuários.

Popularidade

O pilar de popularidade trabalha estratégias de aumento de relevância na web. Uma boa estratégia é trazer backlinks espalhados no texto. Links que te levam para conteúdos internos (dentro do domínio) e conteúdos externos (fora do domínio).

Espalhar o conteúdo nas redes sociais também é uma ótima forma de popularizar e criar mais links que direcionam à página.

Estratégias PR, influenciadores e até de SEM (mídia paga) também é são muito bem vindas para o aumento de popularidade do conteúdo criado.

Não esqueça da acessibilidade!

Entre as boas práticas de SEO para blog que irá trazer ótimos resultados de posicionamento orgânico é a de acessibilidade.

O Google e os outros mecanismos de busca pontuam positivamente as páginas que buscam trazer melhor acessibilidade. Então vamos lá:

Texto alternativo nas imagens

Os usuários com deficiência visual fazem a leitura das imagens com uma tag setada no código, chamada, ALT (texto alternativo). Este texto alternativo deve se a descrição exata da imagem, então, se tivermos uma imagem de um menino comendo maçã em um barco o texto alternativo deve ser: “menino comendo maçã em um barco”.

Sequência e escalabilidade de “Hs” correta

A sequência correta da informação setada na tecla tab ajuda muito os deficientes visuais navegar nas páginas.

Existem diversas aplicações e plugins que auxiliam diversas deficiências e dificuldades na leitura das páginas.

Mobile first

Não se esqueça que primeiro o Google avalia como o seu conteúdo se comporta em ambiente mobile para depois analisar os outros ambientes.

Traga a melhor experiência de conteúdo, tecnologia e popularidade no mobile, sua página deve ser responsiva!

Como alcanço as primeiras páginas e posições com meu conteúdo de BLOG no Google?

Última dica! Depois de seguir as boas práticas de SEO para blog, NÃO ESQUEÇA de acompanhar periodicamente o conteúdo postado. Nada impede de ajustar o conteúdo se ele não estiver performando bem.

Use o Google Search Console para indexar e acompanhar os resultados. Use também o Google Analytics para entender volume, quem é e de onde vem os acessos orgânicos do conteúdo/post criado.

Aprenda mais sobre SEO no nosso curso de Marketing Digital! Ao longo das aulas você desenvolve um projeto completo pensando no mercado atual para treinar tudo o que aprender sobre a área.

Leia mais no blog DH:

+ SEO para E-commerce: como ranquear sua loja virtual

+ Brand Personas: o que são e como fazer?

+ Estratégia para gerar leads: do básico ao avançado

Outras notícias

Conheça o curso de Ads e como se tornar um bom profissional img
#Marketing

Conheça o curso de Ads e como se tornar um bom profissional

Os profissionais que trabalham na área de Ads são responsáveis pela promoção da imagem de uma marca para o mercado, a fim de gerar leads, visibilidade, engajamento e mais vendas, ou seja, tudo que é essencial para o seu crescimento. Que tal entender melhor as vantagens de fazer um curso de Ads e as principais habilidades de um bom profissional neste segmento? Continue acompanhando.O que é um curso de Ads?Em um curso de Ads ou mídia paga, como também pode ser chamado, o aluno aprende a atuar com campanhas de publicidade online. Ele adquire habilidades técnicas e competências para construir e gerenciar campanhas de links patrocinados em diferentes canais, como o Google Ads, Facebook Ads, Instagram Ads, LinkedIn Ads, entre muitos outros.Durante sua formação, o aluno também aprende a analisar dados, como métricas e indicadores de performance das campanhas em ação, utilizando ferramentas, como o Google Analytics, além de gerar relatórios personalizados, usando o Google Data Studio, por exemplo. Ao término do curso, o profissional também estará apto para planejar e aplicar estratégias de publicidade online, através de parcerias com influenciadores digitais, redes de afiliados e e-mail marketing.Mídia paga: como funciona?Depois de saber o que é um curso de Ads, você deve estar se perguntando: mas no que consiste a mídia paga? Como funciona? Vamos te explicar.O segmento consiste em qualquer comunicação que uma marca realiza, investindo dinheiro para ter um determinado resultado além do próprio retorno financeiro, como a visibilidade, geração de leads, vendas ou/e engajamento, entre outros objetivos.Parece fácil até aqui, né? Mas não é somente investindo dinheiro em campanhas e anúncios pagos que você terá o retorno esperado. É preciso considerar diferentes fatores ao planejar uma estratégia. Separamos as principais para você. Confira:Plataformas de anúncioSão diversas plataformas disponíveis para utilizar, podendo ser tanto as redes sociais (Facebook, Instagram, YouTube, Twitter, LinkedIn etc.), quanto buscadores e outros sites, como Google, Yahoo, Waze, Bing, entre outros.Formato do anúncio O anúncio será em imagem? Vídeo? Enquete? Slides? Esses são alguns dos diversos formatos disponíveis em cada plataforma, de acordo com as necessidades e objetivos do negócio.Definição do público-alvoA definição do público-alvo é uma das etapas mais importantes e define como será toda a estratégia de uma determinada campanha com mídia paga. É a partir disso que se identifica quais são as oportunidades para a marca, além de orientar todo o planejamento de atuação da marca no mercado. Afinal, para se comunicar da melhor maneira e construir um relacionamento com os clientes, é preciso conhecê-los antes de tudo.Quais as habilidades de um profissional de performance?Ficou interessado em adentrar ainda mais na área e fazer um curso de Ads? Para te ajudar nessa jornada, listamos 3 habilidades de um bom profissional de marketing de performance ao atravessar a nova realidade. Confira a seguir:Análise de dadosA construção de campanhas produz indicadores que geram relatórios e informações relevantes para o negócio. Neste contexto, ter a capacidade analítica com todos esses dados é essencial. Com isso, a empresa terá maior controle e organização, utilizando tudo o que for relevante para tomadas de decisão e ajudando a marca a entender, com mais exatidão, as expectativas de seu público-alvo.LGPDA Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) é um assunto essencial para qualquer empresa que trabalhe com dados pessoais de clientes. Sendo assim, surge a necessidade de saber quais são as exigências que se tornam cada vez mais importantes para o profissional de performance.Independência e dinamismoNão é só de hard skills que vive o profissional de performance, pois as soft skills também são essenciais para os desafios do dia a dia. Neste sentido, quem trabalha na área sabe que é preciso resolver as crises o mais rapidamente possível, tendo dinamismo para tomar decisões de forma independente, com o emocional em controle.Dica extra: organizaçãoNão há profissional de marketing de performance que seja bem-sucedido e desorganizado com seu trabalho. Desde o planejamento, até colocar os anúncios pagos no ar, é preciso que tudo seja muito bem pensado e estruturado.Qual curso de Ads fazer?Ao contrário do que muitos pensam, a mídia paga pode ser usada para diferentes objetivos e não somente para anúncios de venda direta. Em um curso de Ads, o aluno adquire toda a base de conhecimentos necessários para aplicar tudo isso, entendendo que uma verba disponibilizada para a elaboração de uma campanha, por exemplo, pode influenciar o rumo que ela terá com seus anúncios, em suas diferentes possibilidades.Além disso, mesmo que as empresas possam investir pouco, elas não deixam de aumentar sua visibilidade, em uma campanha de período curto. Todo esse processo gera métricas e indicadores, que são essenciais para a identificação de oportunidades de melhorias e novas tomadas de decisão.A tecnologia está em constante avanço. Sendo assim, a procura por um curso de Ads também faz parte deste crescimento. Segundo uma pesquisa, em 2018, foram registrados 3,9 bilhões de usuários online. É muita coisa! Ainda na mesma pesquisa, em 2023, esse número deve evoluir para 5,3 bilhões, um aumento de 36%. (Fonte: Cisco, 2020).A Digital House tem consciência de todo esse panorama e todo o poder de retorno que uma boa mídia pode oferecer para uma empresa, mudando seu destino. Caso esteja interessado em ingressar na área, que faz parte do marketing digital, saiba que possuir um diploma de curso é um diferencial para que consiga ingressar na carreira com tudo, pois ele prova toda sua base de conhecimentos.Que tal se inscrever no curso de Marketing Digital Avançado? Ele prepara o aluno para dominar os diferentes tipos de estratégia, incluindo o marketing de performance e as diferentes plataformas e técnicas para criação de anúncios pagos.Se você possui um negócio, saiba também como planejar, otimizar e automatizar as suas estratégias e ferramentas de campanha que você já usa atualmente. Não é demais?Todas as aulas são dinâmicas, 100% ao vivo, nas melhores plataformas digitais para educação e ministradas por profissionais especialistas do mercado. Garanta a sua ascensão profissional no futuro!Não deixe de conferir também nosso post sobre empregos em tecnologia e quais os melhores sites de oportunidades para ingressar na área.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira

 4 sinais que indicam quando vale a pena mudar de carreira img
#Carreira

4 sinais que indicam quando vale a pena mudar de carreira

A mudança de carreira não deve ser encarado como um problema. É comum gostar de algo e, depois de um tempo, não gostar mais, não se identificar. Portanto, vale a pena mudar de carreira sim!Antes de realizar qualquer ação ou tomar decisões, é importante entender o seu momento, para saber se é ideal para isso. Acompanhe este artigo, onde explicaremos alguns sinais que indicam a necessidade de mudança.Como saber se devo mudar de carreira?Durante qualquer jornada profissional, altos e baixos estão sujeitos a acontecer, independentemente do segmento de trabalho. No entanto, existem alguns sinais que identificam e mostram se vale a pena mudar de carreira em um determinado momento. Separamos quatro deles para te ajudar. Confira:Desânimo e desinteresse pelo trabalhoVocê acorda cedo todos os dias para iniciar o trabalho e, ao final da tarde, vai descansar. Sua rotina se consiste nisso? Já não sente mais uma sensação boa ao acordar ou antes de dormir, pensando na profissão?Os sentimentos de desinteresse ou angústia pelo trabalho são fortes sinais de que mudanças precisam ser feitas. Caso o problema seja a própria empresa, uma mudança de ambiente pode ser o suficiente para renovar essas sensações. No entanto, se a função e o ramo forem as questões principais, é preciso considerar a transição de carreira para outra área.Falta de reconhecimento profissionalExistem casos de profissionais muito bem capacitados, talentosos e dedicados em seus trabalhos, mas não reconhecidos por suas ações, não sendo promovidos por muitos anos, estagnando-se e se vendo com muitas obrigações no dia a dia.Essa é uma situação de falta de reconhecimento profissional, o que pode causar desânimo com a carreira. Quando se dedica a uma determinada tarefa e não há um mínimo de retorno, o ânimo para trabalhar acaba se tornando inexistente. Neste contexto, é difícil manter a motivação.Desvalorização da área no mercadoSabemos que algumas áreas e profissões são mais valorizadas do que outras no mercado de trabalho, como a tecnologia, que vem se mostrando como uma promessa para o futuro e necessitando de mais profissionais capacitados para atuação.Por outro lado, quem se dedica a um campo desvalorizado acaba se desgastando, por não ter um retorno favorável, mesmo com muito esforço. Isso pode causar desânimo, mesmo em longo prazo. As despesas nunca deixam de existir e sempre tendem a aumentar, enquanto o salário pode se manter igual. Portanto, é normal considerar se vale a pena mudar de carreira neste contexto.Queixas e estresse constanteO estresse diário no trabalho é outro sinal para considerar a transição de carreira. Muitas vezes, isso não afeta somente o campo profissional, mas todas as áreas da vida, por conta das exigências constantes, as reclamações e os sentimentos ruins, que podem ter origem nos superiores ou colegas de trabalho.Sendo assim, questione se essas situações são reversíveis ou contornáveis, além de afetar ou não sua saúde mental e o interesse pelo trabalho. As vezes (na maioria delas), não vale a pena passar por tudo isso ao considerar o salário mensal e outros retornos de trabalho.O que fazer quando se quer mudar de profissão?Ao ler os sinais apontados no tópico anterior, você se identificou com algum deles ou todos? Se sim, talvez seja o momento de mudar de profissão e não há problema em considerar esse objetivo, pois é preciso buscar mais satisfação à própria vida, que passa rápida e ininterruptamente, buscando o sucesso profissional desejado. Veja algumas dicas para te ajudar nesse processo:É preciso planejar!O primeiro passo é iniciar um planejamento e, assim, fazer uma transição assertiva. Avalie a necessidade de construir uma reserva financeira para se manter até conseguir um novo emprego. Para isso, pode ser preciso continuar no trabalho atual por mais um tempo. É preciso também analisar o mercado dentro do campo desejado, vendo se ele está saturado ou não e se os salários são satisfatórios ao seu estilo de vida.Tenha consciência das expectativas!É preciso saber controlar as suas expectativas. Claro que queremos sempre o melhor de maneira rápida, mas é preciso ter consciência de que o processo de transição pode ser difícil e que, logo no começo, aparecerão muitos desafios pela frente. São construções e passos diários.Construa sua base de conhecimentosO domínio das habilidades técnicas é essencial, principalmente em uma transição de carreira. Lembre-se, também, de que possuir um diploma ou certificado pode ser um diferencial ao adentrar o mercado de sua nova área e existem muitos cursos que te preparam para isso e não precisam de um alto investimento de tempo e/ou finanças. No próximo tópico, vamos te explicar melhor sobre isso e qual é a profissão que vale mais a pena.Qual a profissão que mais vale a pena?Toda essa transição de área não é uma decisão fácil e não deve ser feita por impulso. Analisando todos os pontos abordados nos tópicos anteriores, você pode ter a certeza de que vale a pena mudar de carreira.Mas qual a profissão que mais vale a pena? Atualmente, a tecnologia e os campos digitais são os que mais necessitam de profissionais.De acordo com um levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), anualmente, o Brasil forma 46 mil novos profissionais de Tecnologia da Informação (TI), enquanto a demanda é de 70 mil. Ou seja, são 24 mil trabalhadores em falta, o que representa muita coisa.Áreas como marketing digital, UX, dados, programação e produtos digitais são alguns dos principais exemplos de caminhos a serem tomados, que têm uma garantia maior de sucesso, estabilidade profissional e independência financeira.A Digital House possui conhecimento e entendimento desse panorama de mercado e, por isso, oferece formação em todos esses segmentos, sendo a principal escola de habilidades digitais da América Latina. Confira as grades de cada curso, escolha a que você mais se identifica e inscreva-se agora mesmo, garantindo seu futuro profissional.Para reforçar ainda mais essa ideia, de acordo com a pesquisa levantada pela Robert Half, empresa global especializada em recursos humanos, o e-commerce, marketing e os campos de tecnologia estão entre as áreas em alta para o futuro.Se você ficou interessado em aprender e se aprofundar ainda mais sobre o vasto mundo da tecnologia, recomendamos que você também leia o artigo sobre quais são os melhores sites de emprego da área.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Qual a linguagem de programação mais difícil de aprender? img
#Tecnologia

Qual a linguagem de programação mais difícil de aprender?

Não podemos negar: as possibilidades que o desenvolvimento oferece são muito atrativas. Porém, para se tornar um especialista, é necessário muito esforço. Acompanhe o artigo de hoje, e, além de saber qual a linguagem de programação mais difícil, entenda como avançar neste caminho da melhor maneira, fazendo boas escolhas para os desafios que chegarão.Qual a linguagem de programação mais difícilNa verdade, essa é uma questão bastante pessoal, onde a resposta varia de pessoa para pessoa. Quando pensamos em distinções entre as linguagens de programação, devemos saber que a forma como se escreve um determinado comando é o que diferencia elas, mas a lógica de programação é a mesma e permanece inalterada.O que faz com que as pessoas concluam o que é mais difícil ou não é a quantidade de trabalho manual exigida para determinadas funções básicas, pois algumas linguagens podem trazê-las de forma embutida e outras exigem que sejam construídas do zero pelo programador. Portanto, quando se pergunta qual a linguagem de programação mais difícil para um grupo de profissionais, as respostas diferem pela especialização da pessoa e de como foi o desenvolvimento de sua jornada.Mesmo assim, para deixar as coisas mais claras e ajudarmos em sua jornada, ao pesquisar a pergunta em fóruns e comunidades de tecnologia, algumas linguagens são mais comuns de serem apontadas como mais difíceis, principalmente pela maior complexidade em aprendê-las. São elas: Coffeescript, Lua, Malbolge, Erlang, Peri, entre outras.Alguns programadores gostam de praticar linguagens mais difíceis, a fim de se desafiar, aprender mais e se desenvolver. Outros preferem a rapidez, optando por linguagens mais simples.Por que é mais demorado aprender?Tomando como referência as linguagens do tópico anterior, no processo de aprendizagem, caso o profissional tenha alguma dúvida ou pare seu processo em algum ponto, é mais difícil encontrar respostas, discutir com outro colega ou encontrar informações nos fóruns de programação, por exemplo.Além disso, por haver poucos desenvolvedores que utilizam essas linguagens, as demandas são reduzidas, o que torna ainda menos vantajoso optar por aprendê-las.Ao escolher qual linguagem de desenvolvimento aprender primeiro, considere qual será a sua especialidade e foque em dominar a lógica de programação, que servirá como base para qualquer uma delas. Outro ponto importante é que, assim como qualquer área escolhida dentro do setor de tecnologia da informação, na carreira de programação, o profissional deve estudar constantemente, uma vez que o campo não para de avançar e as linguagens estão sempre lançando novas atualizações no mercado.Acessibilidade: linguagem SwiftAté agora, falamos sobre qual a linguagem de programação mais difícil de aprender, mas falando sobre o outro lado, você já ouviu falar na linguagem Swift e sua acessibilidade para domínio e uso no dia a dia?Ela foi lançada em 2014, pela Apple, com o objetivo de trazer mais facilidade e usabilidade aos desenvolvedores, promovendo também a área de programação como algo mais descomplicado e acessível para um número maior de pessoas. Desde então, a linguagem tem sido cada vez mais utilizada, atraindo novos profissionais que veem a Swift como uma alternativa para construir seus projetos, usufruindo também de seus benefícios.Sua sintaxe é simples, clara, limpa e concisa, proporcionando um desenvolvimento com menos codificação, além da performance ser rápida e eficiente, de modo que os apps criados com a linguagem oferecem uma ótima experiência aos seus usuários.A Digital House entende a importância da Swift para o mercado atual e, no curso de Desenvolvimento Mobile iOS, os alunos são capacitados a dominar seu uso, podendo construir aplicativos incríveis para o mercado.Confira a grade do curso, caso você possua interesse em aprender e ingressar na área. Não há dúvidas de que esse é um caminho certeiro para o sucesso e a estabilidade profissional e financeira que muitos almejam.Quais as linguagens mais usadas para programar?Além da Swift, outras linguagens de programação também são mais adequadas para determinados negócios ou empresas. Nós separamos 4 opções para aprender e garantir uma boa posição e estabilidade profissional no mercado. Confira:JavaDesenvolvida na década de 1990, o Java é uma linguagem de programação orientada a objetos e, sem dúvida, a mais solicitada pelas empresas e a mais popular entre os desenvolvedores, por ser uma das principais opções para a criação de aplicativos Android.JavascriptCriado também na década de 1990, o Javascript foi a primeira linguagem de script utilizada na web e veio com o objetivo de trazer mais dinamismo às páginas que, até então, eram marcadas somente com o HTML.PythonMesmo tendo sido criada há mais de 30 anos, o Python é uma das opções preferidas da nova geração de programadores. É uma linguagem versátil e bastante simples de ser compreendida, sendo também muito popular na inteligência artificial.RubyEsta também é mais uma linguagem presente nas queridinhas das novas gerações. Sua sintaxe é simples, exigindo que um desenvolvedor escreva menos códigos para que suas aplicações funcionem. Além disso, são inúmeras bibliotecas e frameworks disponíveis para utilização.A área da programação está superaquecida e, atualmente, carente de profissionais qualificados no mercado. Durante a leitura, você se interessou em se aprofundar ainda mais sobre a linguagem Swift? Recomendamos que você leia nosso artigo em que contamos todos os seus detalhes e sua importância na área de desenvolvimento.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)