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Guia das boas práticas de SEO para blog: o que não pode ficar de fora

Guia das boas práticas de SEO para blog: o que não pode ficar de fora
#Marketing
23 de outubro - min de leitura

O nosso professor de Marketing Digital, Nivaldo Ferreira, escreveu um guia completo para tirar suas dúvidas sobre SEO para blog! Veja o que é fundamental na sua estratégia de conteúdo para o seu site.


Mesmo todos sabendo o que é SEO, muitos não entendem a sua gigantesca importância dentro de uma estratégia de Marketing Digital. Já parou para pensar que 70% a 80% dos usuários pulam os resultados pagos para clicar nos resultados orgânicos? Já parou para pensar que você é um usuário que faz isso?

Trabalhar com estratégias orgânicas trará economia, relevância para seu site, marca, e o principal: a atenção do seu usuário/consumidor. Por isso eu, Nivaldo Ferreira, criei este guia de boas práticas de SEO para blog que vai mudar sua visão.

Por que trabalhar com BLOG?

Os motores de busca (Google, Bing, Yahoo…) são respondedores de dúvidas, ou seja, para aproximarmos dos nossos usuários, precisamos trazer as respostas a estas dúvidas, não é verdade?

A vertical de conteúdo (BLOG) nos ajuda a trazer as respostas em forma de conteúdo, mas o que ganhamos com isso? Proximidade, relevância, lembrança, tráfego no site, troca do usuário com a marca… e melhor, tudo isso do nosso público alvo.

Um passo antes de começar a criar conteúdo (POST)

Antes de começar a criar conteúdo, não poderia faltar entre das dicas de SEO um checklist:

Sei qual público alvo e personas quero atingir?

Tenho um objetivo para cada conteúdo que vou criar?

Tenho definido o tom de voz que vou usar em meus artigos (POSTS)?

Tenho territórios e calendário editorial pré definido?

Tenho “braço” para criação de conteúdo que cubra o calendário que criei?

Vou acompanhar de quanto em quanto tempo cada conteúdo publicado?

Sem estes pontos definidos, não adianta seguir as boas práticas de SEO para blog, na verdade, não adianta nem criar uma vertical de conteúdo pensando neste formato.

Guia de boas práticas de SEO para blog:

Vamos agora de oferecer diversas dicas de SEO para uma estratégia eficiente e que trará resultados.

Primeiro passo: Pauta

Crie uma pauta que faça sentido a criação de conteúdo.

A primeira boa prática de SEO é pesquisar as buscas dos seus usuários. Como todos sabemos, tudo que digitamos nos buscadores são chamados de palavras-chave, e hoje, com ferramentas conseguimos entender qual a tendência de busca e volume de busca destas palavras-chave. Quais são essas ferramentas que ajudam a pensar em conteúdos?

Google Trends

O Google Trends é uma ótima ferramenta de análise de tendência de busca. Nela conseguimos analisar por tema ou por palavra-chave.

Ubersuggest

O Ubersuggest analisa o volume de busca das palavras-chave. Também conseguimos entender a dificuldade de ranqueamento.

Answer de Public

No Answer de Public conseguimos entender quais as buscas com perguntas são mais feitas, “como”, “porque”, “quando” entre outras.

Existem outras diversas ferramentas que irão te ajudar, mas essas são as que uso no meu dia a dia na criação de pautas.

Mesclando dados destas três ferramentas conseguimos gerar uma lista de pautas com uma tendência de busca alta, volume de busca alta e concorrência baixa, tá aí o segredo de uma boa pauta para SEO.

Segunda boa prática: Pesquisa

Agora que tem a pauta, sua próxima tarefa deste compilado de dicas de SEO é pesquisar. Jogue no Google a palavra-chave que escolheu para produção do seu conteúdo. Selecione as dez primeira posição e leia tudo, isso mesmo, leia TUDO!

Aqui, o seu seu objetivo é entender quais tipos de conteúdo a rede de pesquisa está posicionando nas primeiras posições, analisar volume de escrita e quantidade de elementos na página (caracteres, palavras, fotos, listas, infográficos…).

Análise a qualidade da escrita e do conteúdo. Qual será o seu objetivo agora? Criar um texto melhor que os dos “concorrentes”.

Terceira boa prática: Escrever para o usuário

Lembre-se, o seu leitor é um usuário e não um robô!

Busque trazer em seu conteúdo:

Conteúdo em blocos: use blocos de até 5 linhas de escrita, isso ajudará na leitura;

Elementos: busque trazer o máximo de elementos que ajude na leitura, como listas ordenadas ou desordenadas, imagens, infográficos, áudio descritor, citações entre outros;

Personalidade: Não esqueça do seu tom de voz de marca;

A experiência do seu leitor é o que tem que estar na sua cabeça no momento da escrita, pensar assim está dentro das boas práticas de SEO para blog.

Quarta boa prática: Os buscadores!

Depois do conteúdo pronto, agora você irá otimizá-lo para os mecanismos de busca.

Uma estratégia de SEO compõe três pilares: Tecnologia, Conteúdo e Popularidade. Vamos olhar a estratégia em cada um dos pilares.

Como trabalhar as técnicas de SEO para blog

Tecnologia

Neste pilar, o primeiro passo é olhar se suas imagens estão com o peso adequado. Existe uma ferramenta chamada TinyPNG que otimiza as imagens deixando-as com o peso adequado sem que perca sua resolução.

Agora, vamos validar a estrutura das tags de cabeçalhos, os famosos “Hs”:

H1: Título principal da página. Só podemos utilizar UM por página.

H2: Escala de hierarquia abaixo do H1.

H3: Escala de hierarquia abaixo do H2.

...

No momento que o usuário aperta o “enter” após escrever a sua busca no Google, milhares de aranhas (robôs) caem em bilhares de páginas para encontrar o melhor resultado possível para aquela busca.

A escalabilidade dos cabeçalhos ajuda e MUITO nesta busca das aranhas. Os robôs vão ler o H1, depois o H2… e entender se realmente é aquela a busca do usuário.

Depois que as imagens estão otimizadas e a estrutura/escalabilidade dos cabeçalhos ajustadas, vamos jogar a URL pronta do conteúdo no Pagespeed, uma ferramenta do Google que avalia a velocidade de abertura de página.

Você coleta os pontos de melhoria e busca os ajuste junto com profissionais de tecnologia para alcançar uma nota maior do que 70.

Uma pesquisa de concorrência jogando as URLs deles também é super válida neste momento.

Conteúdo

Selecionar de duas a três palavras-chave por conteúdo. A pauta é super importante neste momento, olharemos volume de busca e concorrência das palavras-chave para ajudar na escolha.

Espalharemos estas palavras-chave em nosso conteúdo com inteligência, usando uma boa prática de em média 3% de uso e repetição de cada palavra-chave. Ou seja, a cada 100 palavras em nosso texto, 3 será a palavra-chave escolhida. Podemos explorar sinônimos das palavras-chave.

Usar as palavras-chave selecionadas no título e descrição (aparecem no resultado de busca), no H1 e também se possível em demais cabeçalhos e início de blocos de textos escritos.

Se possível também, usar palavra-chave no texto alternativo das imagens, nas URLs e menus. Mas lembre-se, não faça alterações que afeta negativamente na experiência de leitura dos usuários.

Popularidade

O pilar de popularidade trabalha estratégias de aumento de relevância na web. Uma boa estratégia é trazer backlinks espalhados no texto. Links que te levam para conteúdos internos (dentro do domínio) e conteúdos externos (fora do domínio).

Espalhar o conteúdo nas redes sociais também é uma ótima forma de popularizar e criar mais links que direcionam à página.

Estratégias PR, influenciadores e até de SEM (mídia paga) também é são muito bem vindas para o aumento de popularidade do conteúdo criado.

Não esqueça da acessibilidade!

Entre as boas práticas de SEO para blog que irá trazer ótimos resultados de posicionamento orgânico é a de acessibilidade.

O Google e os outros mecanismos de busca pontuam positivamente as páginas que buscam trazer melhor acessibilidade. Então vamos lá:

Texto alternativo nas imagens

Os usuários com deficiência visual fazem a leitura das imagens com uma tag setada no código, chamada, ALT (texto alternativo). Este texto alternativo deve se a descrição exata da imagem, então, se tivermos uma imagem de um menino comendo maçã em um barco o texto alternativo deve ser: “menino comendo maçã em um barco”.

Sequência e escalabilidade de “Hs” correta

A sequência correta da informação setada na tecla tab ajuda muito os deficientes visuais navegar nas páginas.

Existem diversas aplicações e plugins que auxiliam diversas deficiências e dificuldades na leitura das páginas.

Mobile first

Não se esqueça que primeiro o Google avalia como o seu conteúdo se comporta em ambiente mobile para depois analisar os outros ambientes.

Traga a melhor experiência de conteúdo, tecnologia e popularidade no mobile, sua página deve ser responsiva!

Como alcanço as primeiras páginas e posições com meu conteúdo de BLOG no Google?

Última dica! Depois de seguir as boas práticas de SEO para blog, NÃO ESQUEÇA de acompanhar periodicamente o conteúdo postado. Nada impede de ajustar o conteúdo se ele não estiver performando bem.

Use o Google Search Console para indexar e acompanhar os resultados. Use também o Google Analytics para entender volume, quem é e de onde vem os acessos orgânicos do conteúdo/post criado.

Aprenda mais sobre SEO no nosso curso de Marketing Digital! Ao longo das aulas você desenvolve um projeto completo pensando no mercado atual para treinar tudo o que aprender sobre a área.

Leia mais no blog DH:

+ SEO para E-commerce: como ranquear sua loja virtual

+ Brand Personas: o que são e como fazer?

+ Estratégia para gerar leads: do básico ao avançado

Outras notícias

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#Tecnologia

Escola de programação: cursos para desenvolver sua carreira

A escola de programação é um centro de tecnologia que desenvolve aplicações e usabilidades que estão presentes no dia a dia de todos. Repare que para qualquer lugar que olhamos, sempre há alguma coisa que envolve programação. O seu celular é um exemplo disso!Em paralelo, cada vez mais aumenta o número de profissões, o mercado de trabalho torna-se mais aquecido e se você é uma pessoa que busca estar por dentro das profissões do futuro, deve saber que uma escola de tecnologia é uma ótima alternativa para garantir o seu sucesso.No exterior, o cenário também é o mesmo: muitas empresas procurando pessoas qualificadas, tendo em vista que a oferta de programadores capacitados é escassa. Ou seja, os profissionais que dominam as linguagens de programação possuem grandes chances de conseguir oportunidades dentro ou fora do Brasil.Por isso, te explicaremos com mais detalhes como está o panorama de mercado da área e como funciona uma escola de programação. Continue acompanhando e prepare-se para ingressar em um mundo cheio de possibilidades e soluções!O que é uma escola de programação?As escolas de programação são centros de ensino que visam à formação de profissionais que saibam codificar, solucionando problemas de clientes ou outras empresas, além de automatizar determinadas tarefas.Sendo assim, em uma boa escola, é importante que o aluno aprenda as principais linguagens de programação, como HTML, CSS, JavaScript, NodeJS e domine o que chamamos de lógica de programação.Em outras palavras, é a maneira de se estruturar um processo de aplicação, com base em seus principais objetivos. Ao realizar essa estrutura, o programador também determina a melhor linguagem a ser utilizada no trabalho.Geralmente, uma escola de programação oferece cursos que formam profissionais aptos a lidar com os desafios nas diferentes etapas de desenvolvimento em menos de 1 ano, a exemplo da Digital House.3 cursos que você pode fazer em uma escola de programaçãoSe você possui interesse em aprender tecnologia ou é um marinheiro de primeira viagem, confira abaixo 3 cursos que você pode fazer em uma escola de programação:Desenvolvimento Web Full Stack:Neste curso de programação, o aluno aprende como criar sites e sistemas web, usando diversas linguagens de programação, como HTML, CSS, Javascript, entre muitos outros.Na área de TI, é uma função muito requisitada no mercado de trabalho, pois o profissional full stack tem a capacidade de atuar como um especialista em ambas as pontas do desenvolvimento: front-end e back-end. Atualmente, há muitos profissionais especializados em uma das duas frentes e no dia a dia das empresas, situações em que é a interação entre essas duas áreas é muito frequente. Sendo assim, o full stack é um grande diferencial dentro das empresas.Desenvolvimento Mobile AndroidAtualmente, é muito difícil achar uma pessoa que não tenha um celular, pois a variedade de funcionalidades do aparelho é extensa, desde o entretenimento até serviços essenciais, como pagamento de contas.Neste contexto, ao realizar este curso de Android Kotlin, o aluno aprende a desenvolver esses aplicativos para um sistema específico, o Android.Desenvolvimento Mobile iOSEm um curso específico para iOS, o aluno desenvolve o entendimento pleno do programa App Development with Swift, que faz parte da iniciativa Everyone Can Code, da Apple.Ao longo da jornada a pessoa deve aprender sobre introdução ao iOS, programação orientada a objetos, interfaces, arquitetura, APIs e outras habilidades fundamentais para a construção de um aplicativo.Na Digital House, as turmas ainda desenvolvem soft skills, como aprender a trabalhar em equipe, e realizam projetos utilizando metodologia agile.Mercado de trabalho de TI: oportunidade!Sabendo dessas grandes oportunidades e antes de embarcar em uma escola de programação, é importante entender com mais detalhes o mercado de trabalho de TI: oportunidade ou não?De acordo com uma pesquisa realizada pela Catho, no estado de São Paulo, as vagas no setor de tecnologia tiveram um crescimento de 671% no ano de 2020. Com isso, não podemos negar que a programação é uma área promissora para o mercado de trabalho.E para animar mais e consolidar o interesse, o cenário financeiro também se mostra bom para quem busca estabilidade. O salário médio de um desenvolvedor pode variar de R$4.000.00 a R$9.250,00, de acordo com o Guia Salarial 2021, da Robert Half.Se você possui interesse em iniciar numa escola de programação, é importante saber que o processo de aprendizagem das linguagens de programação funciona da mesma forma que aprender um novo idioma. O estudo constante, a dedicação e a prática são necessários, mas qualquer pessoa pode e consegue aprender!Não deixe de conferir também o material que produzimos sobre as 8 linguagens de programação mais faladas no mundo da programação, o guia que vai te ajudar a escolher sua jornada dentro dos códigos de um jeito mais fácil e vantajoso. Vamos nessa?Leia mais no blog DH:+ Aprenda como criar um aplicativo para celular em 6 etapas+ Área da tecnologia: É preciso uma faculdade para ser programador?+Curso Node.js: o que se aprende e quais são as vantagens 

Como criar um banco de dados de forma simples com o Excel img
#Dados

Como criar um banco de dados de forma simples com o Excel

Atualmente, as soluções para facilitar o gerenciamento de dados têm aumentado muito. Para as empresas, é essencial ter ferramentas que otimizam tempo e esforço nesses processos, para a compreensão fácil de panoramas, planejamentos e tomada de decisões. Por isso hoje vamos te ensinar como montar um bando de dados utilizando uma ferramenta do dia a dia, o Excel.Considerado de fácil acesso entre os tipos de banco de dados, o Excel não é um bicho-de-sete-cabeças, como muitas pessoas pensam. Seu uso é simples, prático, além de normalmente já vir instalado no computador.Sendo assim, veja um passo a passo sobre essa ferramenta, aprendendo a criar o seu próprio banco de dados. Se interessou? Então continue acompanhando.Como criar um banco de dados: o que é preciso?A fase anterior à criação do banco de dados é a mais importante e decisiva do processo, pois é necessário ter clareza sobre as expectativas que o cliente deposita no resultado final. Quais são as necessidades dele? Tudo deve estar muito bem estruturado, alinhado e compreendido.Se isso não for levado a sério, a falta de entendimento da natureza do ambiente onde os dados serão inseridos ocasiona a criação de bancos ruins, que não funcionam para o dia a dia de seus usuários. Na maioria das vezes, a parte mais importante de toda uma organização é um banco de dados, pois é onde ficam suas informações essenciais.Desta forma, um projeto bem ou mal realizado pode determinar o sucesso ou não de uma empresa. Antes de começar o planejamento, faça toda a análise de requisitos junto ao cliente.Quais as funções de um banco de dados?Além de saber o que é preciso, é relevante entender quais as funções de um banco de dados. Ele serve para registrar e armazenar informações, de maneira que fiquem seguras, para que, com isso, seu objetivo principal, que é a transformação dos dados em relatórios, painéis (dashboards), gráficos ou indicadores, seja realizado.Assim, as empresas geram insumos para tomar as melhores decisões em seus processos, já que dados bem organizados e filtrados são mais relevantes.Mas nem sempre as coisas foram dessa maneira. Um exemplo são os consultórios médicos, que há alguns anos armazenavam todos os registros de pacientes em papéis e formulários, guardados em grandes gavetas.À medida que a tecnologia foi se desenvolvendo, esse cenário também mudou nas clínicas e hospitais. Todos os prontuários foram sendo digitalizados e armazenados em HDs, seja em planilhas ou imagens. O número de informações foi crescendo de uma maneira tão estrondosa, que foi preciso adotar o banco de dados para um melhor manuseamento das informações.4 etapas de como criar um banco de dados no ExcelO Excel é uma das ferramentas mais utilizadas nos computadores. É fácil de trabalhar, intuitivo e, para as suas diversas funções, existem muitos tutoriais disponíveis na internet e temos até um post para te ajudar sobre "Fórmulas mais usadas no Excel". Hoje, mostraremos 4 etapas de como criar um banco de dados.Organização de informações dos clientesQue tal aprender um sistema de gerenciamento das informações de seus clientes, vendas, comissões, entre outros? Confira:1) Organize a estrutura dos dadosPrimeiro, é necessário organizar a estrutura da criação do banco de dados. Tenha em mente que toda a organização será em linhas, onde as informações serão inseridas, e colunas, que deve trazer os campos a serem armazenados.2) Liste os itens cadastrados nas colunasNesta segunda etapa, saiba quais serão os campos de cada coluna para cadastrar novos dados, conforme o exemplo abaixo. Veja que aqui há a criação de um banco de dados sobre as vendas de uma loja.3) Cadastre os dadosCom toda a estrutura do banco de dados pronta, comece a inserir os lançamentos, conforme o exemplo abaixo.4) Automatizando os lançamentos de dadosAs informações inseridas acima foram feitas manualmente, mas o fluxo de informações do dia a dia pode ser altíssima, exigindo uma solução para automatizar a entrada de novos dados neste banco. O Excel possui uma ferramenta de automação específica para isso, tornando o registro mais eficiente.Para isso, clique com o botão direito do mouse em qualquer ícone da barra de ferramentas de acesso rápido. Em seguida, clique em "personalizar barra de ferramentas de acesso rápido".Na caixa "Opções do Excel", clique em "todos os comandos" na lista suspensa. Procure por "formulário" e adicione. Por fim, clique em OK para finalizar.Pronto! Ao seguir esses passos, o ícone de formulário aparece na barra de ferramentas de acesso rápido, conforme a imagem abaixo.Para inserir uma nova informação, clique na célula que deseja incluir e, em seguida, no ícone de formulário. A janela abaixo aparecerá para a inserção de dados. Este é um exemplo de tutorial para criação de banco de dados no Excel dentro de outras funcionalidades que a ferramenta possui, e que trazem muitos benefícios para as empresas. Quer aprender mais?A Digital House possui o curso de Data Analytics, onde o aluno aprende as habilidades necessárias na coleta e análise de dados, incluindo a construção e entendimento de banco de dados, por meio do uso de diferentes ferramentas usadas por grandes empresas, como o próprio Excel, Google Analytics, Data Studio, SQL Server.Como transformar uma planilha no Excel em banco de dados?Para transformar uma planilha no Excel em banco de dados, você pode utilizar o Access, um programa para gerenciar banco de dados relacional da Microsoft, que faz parte do pacote Office e funciona em conjunto com o Excel. Um único arquivo do Access pode conter diversas planilhas! É uma boa forma de agrupar grandes quantidades de informação. Trata-se de um processo simples e o próprio assistente do Access te mostra o passo a passo para o processo de importação de planilhas.Gostou de aprender mais sobre a criação e como transformar uma planilha no Excel em banco de dados? Não deixe também de conferir nossos outros materiais gratuitos e ricos de conhecimento ao seu dispor em nossa biblioteca de conteúdo.

CX como diferencial competitivo para profissionais de tecnologia img
#Carreira

CX como diferencial competitivo para profissionais de tecnologia

A digitalização assumiu de vez um papel decisivo nas nossas rotinas em 2020, seja para trabalhar (sem sair de casa, para muitos de nós), assistir a aulas online ou até mesmo consumir itens e serviços básicos. Desde pedir comida até fazer compras no supermercado, dentre outros hábitos essenciais, passamos a recorrer à internet para suprir muito mais necessidades do que antes.Em meio às medidas de distanciamento social, nunca precisamos tanto da tecnologia para simplesmente viver uma vida normal, embora bem mais conectada do que antes. Mas os efeitos dessa transformação digital acelerada, que claramente afetam o nosso trabalho, relacionamentos e estilo de vida, não acabam aí – e certamente continuarão sendo sentidos por muito tempo. E é por isso que os profissionais de tecnologia precisam estar preparados para o que vem pela frente.Para esse grupo, em particular, sejam aqueles que dão seus primeiros passos na carreira ou os que buscam atualização constante e novos desafios, é preciso ter em mente o que mudou nas necessidades do mercado nesse novo contexto. Grande parte das empresas ainda busca meios de compreender e transformar a maneira como elas precisam se relacionar com os clientes, que se tornaram ainda mais empoderados pela enorme variedade de ofertas que a pandemia (e a consequente digitalização) ajudaram a levar para dentro das suas casas.   Não por acaso, você deve ter percebido que o termo “experiência do cliente” (também identificado pela sigla ‘CX’) tem sido usado com muito mais frequência do que antes ao longo dos últimos 12 meses. Embora essa tendência não seja exatamente uma novidade, ela foi impulsionada de vez durante a pandemia, em nome de uma forma mais eficiente, personalizada e engajadora de interagir com os consumidores. Ter uma visão estratégica voltada para o cliente e focada nas melhores práticas de CX é um importante diferencial competitivo que precisa fazer parte do currículo de qualquer profissional que entrega valor por meio da tecnologia. É essa nova realidade que nos leva às conclusões da pesquisa CX Trends 2021, da Zendesk. Só para se ter uma ideia da importância desse tema, 82% dos brasileiros admitem que gastariam mais em troca de uma boa experiência online – o que inclui, por exemplo, a oferta de transações rápidas e fáceis.Nos próximos parágrafos, convido você a mergulhar nessa filosofia de experiência do cliente, em como ela pode impulsionar carreiras e por que vivemos hoje um ponto de virada digital.3 anos vividos em apenas 1A presença do cliente no centro das decisões faz parte de muitas mudanças observadas nesse contexto. Metade das companhias avaliam terem avançado até 3 anos em 1 quando o assunto é transformação digital, segundo o estudo da Zendesk. Ao mesmo tempo, 70% dos líderes de negócios enxergaram que agora é o momento certo de acelerar de vez a adaptação a avanços nunca antes vistos no modelo de trabalho.Tudo isso é, na verdade, uma resposta ao chamado ‘ponto de virada digital’. Estamos falando de um momento-chave que separa as empresas mais avançadas digitalmente daquelas que ainda carecem de investimentos em tecnologias, processos e pessoas que podem tornar os negócios mais preparados para esses novos tempos. Em outras palavras, é preciso escolher em que lado se quer estar: naquele que mantém em vantagem as empresas (e, por extensão, os seus colaboradores) mais amadurecidas nessa jornada da digitalização; ou naquele dos que carregam o árduo desafio de guiar um carrinho de rolimã para tentar ultrapassar um carro de Fórmula 1.Nada disso, porém, justifica que essas transformações começaram a acontecer recentemente, após a eclosão da pandemia da COVID-19. O que estamos vivenciando agora é a fase mais recente de um longo processo de transformação no modelo de fazer negócios – que coloca as ofertas orientadas a serviços acima do produto em si, em busca de atender às novas demandas do mercado.Os ventos agora sopram para a experiênciaVender facilidades, benefícios e conveniências, e não somente um certo produto, é uma visão que ganhou força com o ‘boom’ da internet doméstica nos anos 1990, que colocou os clientes no centro das estratégias dos negócios. Foi assim que os consumidores passaram a usufruir (e a exigir, com razão) serviços específicos como personalização, manutenção e disponibilidade – que se tornaram viáveis por meio da digitalização.As atuais mudanças têm como origem essa mesma visão disruptiva, que desde sempre provocam transformações na forma como os profissionais de tecnologia trabalham no desenvolvimento e na oferta de um produto. Mas os novos ventos, desta vez, sopram em direção à experiência do cliente. Não é por acaso que 76% dos brasileiros consideram que o CX é mais importante para eles hoje do que há um ano.  As melhores práticas de CX têm entre os seus maiores diferenciais o cuidado, a humanização e a empatia em todos os pontos de interação entre empresa e consumidor ao longo da jornada de compra. Ou seja: tanto quanto dispor de ferramentas que agilizam o trabalho e o desenvolvimento de novas soluções, um bom profissional de tecnologia precisa também se colocar no lugar do cliente. Afinal de contas, parte significativa da experiência de compra é avaliada pela forma como o consumidor é tratado e beneficiado pelo serviço que lhe é entregue – algo que hoje está no mesmo patamar de importância do preço e do produto em si.Uma nova visão, agora mais ‘tech’A adoção de uma visão focada no sucesso do cliente (ou ‘Customer Success’) pelos profissionais de TI resulta em experiências únicas, personalizadas e fidelizadoras, capazes de gerar uma recordação positiva da marca na mente das pessoas. Essa filosofia também abre espaço para a voz do consumidor, com ofertas pensadas especificamente para atender às suas preferências. Isso precisa ser fruto de uma cocriação entre empresas e pessoas – e não apenas do que a organização é capaz de oferecer.Para viabilizar as melhores práticas de CX, a tendência é que todas as empresas, das mais tradicionais às nativas digitais, se tornem “techs”, como as fintechs, edtechs, insurtechs, foodtechs etc. Na prática, não importa qual seja a sua função dentro de uma equipe qualificada de profissionais de TI – programador, designer, engenheiro de software, analista de sistemas, arquiteto de redes, administrador de bancos de dados etc. É preciso garantir que a companhia tenha a tecnologia na base de sua operação, com todos os recursos humanos e de infraestrutura necessários para isso.Mas como você pode ajudar a sua organização a chegar a esse nível? O primeiro passo é buscar interlocução com as lideranças para reavaliar o alinhamento da cultura corporativa. Sair do modelo de produto, passar pelo modelo de serviço e chegar até o modelo de experiência focado no cliente é uma trajetória necessária para qualquer empresa e colaborador que deseja estar além do ponto de virada digital – e à frente dos concorrentes. Importante levar em conta que 83% dos consumidores brasileiros consideram abandonar uma empresa depois de mais de uma experiência ruim.Transformação: uma filosofia de trabalhoAlguns caminhos podem ajudar qualquer profissional a abraçar essa nova mentalidade, além de apoiar as organizações a fazerem o mesmo. É possível alinhar a expectativa financeira da liderança executiva com a necessidade de mudar o modelo de oferta – saindo do produto e evoluindo para serviços e experiências. Também é possível disseminar para os colegas da equipe essa visão voltada à transformação, fazendo com que ela se torne um valor corporativo. Isso permite engajar outros colaboradores como você em torno de uma filosofia de trabalho mais dinâmica, valorizando a ‘cultura do erro’ diante da rapidez das transformações no mercado. E o mais importante, é que esta mudança venha de cima para baixo É importante, ainda, disponibilizar treinamentos para todos os perfis de profissionais – dos mais experientes, que buscam atualizar seus conhecimentos, aos mais jovens, que chegam ao mercado com uma formação mais digital.. Capacitar todos é essencial para que a organização construa uma visão ampla voltada à inovação e ofereça as mesmas chances para todos os perfis de colaboradores.Vale a pena ter CX no currículoA adoção de novos canais de atendimento – a exemplo do WhatsApp, o aplicativo de mensagens mais usado na América Latina – e o crescente uso de ferramentas de gestão pela equipe são outros elementos que reforçam a importância de uma visão direcionada para o CX no dia-a-dia dos profissionais de tecnologia.Em 2020, dentre as empresas com alto desempenho na região, 68% contaram com um parceiro como a Zendesk, por exemplo, para expandir os canais ou potencializar o trabalho de seus times de atendimento, visando aumentar sua eficiência e produtividade. Isso foi colocado em prática com soluções que reúnem coordenação do fluxo de trabalho, inteligência artificial e automação dos processos de negócio.Todas essas aplicações, desenvolvidas, gerenciadas ou utilizadas como ferramentas de apoio por profissionais de tecnologia, empoderam muitos negócios com a base necessária para que foquem no ‘core business’. Além de aprimorar a oferta de produtos e serviços, isso cria experiências diferenciadas para o consumidor.A transformação digital combinada com a experiência do cliente pode ser um caminho novo para muitas empresas tradicionais que, por muito tempo, ocuparam a liderança em seus segmentos mesmo sem um investimento maciço em tecnologia. Mas isso não é motivo para ignorar a transição digital – e nem para que profissionais experientes e jovens de tecnologia deixem de aprimorar seus conhecimentos em CX. Hoje, a tecnologia e a nuvem tornaram as plataformas mais modernas em algo modular, escalável e democrática, o que possibilita que tanto as PMEs quanto as grandes organizações possam ter acesso às mesmas vantagens, seja qual for o perfil do negócio. E para o cliente, a comparação será de igual para igual. Ele quer boas experiências, e o profissional do futuro será a força motriz para essa nova era. Leia mais no blog DH:+ De olho no novo consumidor Digital First+ Inovação: como reinventar a minha empresa?+ Profissões do futuro: como se preparar para 2025, 2030 e além?E aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)