Banco de dados: entenda o que é um banco de dados relacional e não relacional

 Banco de dados: entenda o que é um banco de dados relacional e não relacional

Embora ambas sejam ótimas alternativas, existem alguns fatores importantes para se considerar na hora de escolher entre um banco de dados relacional e um não relacional, de acordo com a sua necessidade.

O que é um banco de dados relacional e não relacional?

O banco de dados relacional (SQL) surgiu na década de 70 e, desde então, as empresas foram implementando esse conceito, alcançando uma grande popularidade. Hoje, está presente na maior parte dos sistemas.

Ele é baseado no modelo relacional, uma forma intuitiva e direta de representar os dados em tabelas, que também são chamados de relações. Em resumo: na horizontal, temos as linhas e na vertical as colunas. Cada coluna representa um campo diferente de dados e informações.

A maior característica desse modelo é a necessidade da estruturação de esquemas, projetando uma estrutura de relacionamento entre as linhas e colunas para, assim, poder adicionar algum dado.

No banco de dados não relacional (NoSQL), os esquemas não são necessários. Eles representam qualquer banco ligado à Big Data e não seguem o modelo relacional fornecido pelos sistemas tradicionais de gerenciamento de dados. São diversos tipos, como o key-value stores, graph stores, column stores, document stores, entre outros.

O banco de dados não relacional surgiu como uma alternativa para situações em que há uma quantidade exorbitante de dados para armazenar, onde a estruturação em tabelas se torna mais difícil.

Quando usar um banco de dados relacional ou não relacional?

A melhor maneira de saber quando usar cada um deles é destacando os pontos fortes de cada uma dessas tecnologias.

O banco de dados relacional sempre irá fornecer dados íntegros e imutáveis, garantindo um controle transacional consistente. Além disso, seu esquema é rígido, sendo possível atribuir campos e estabelecer se o dado de uma coluna é nulo ou não nulo.

Já o banco de dados não relacional, que representa diversos tipos de bancos de dados, não exige a rigidez de esquemas para armazenar os dados, ou seja, ele não limita os campos, diferente das colunas do SQL. Além disso, é possível adicionar novas propriedades, sem a preocupação com o impacto nas demais informações já armazenadas.

Caso sua empresa esteja aplicando metodologias ágeis modernas, um banco de dados relacional provavelmente não seria uma boa opção nesse contexto, pois ela requer um nível maior de preparação.

Não existe um modelo que seja melhor do que o outro, pois cada um tem seu ponto forte. Tudo dependerá do contexto e da necessidade da empresa.

Como elaborar um banco de dados?

Em um processo de desenvolvimento de um sistema de software, o projeto de elaboração do banco de dados é uma das etapas mais importantes. Esse processo se divide, basicamente, em algumas partes. São elas: projeto conceitual, projeto lógico e projeto físico.

Projeto conceitual:

Com as expectativas, necessidades e requisitos do cliente alinhados com o projetista, um esquema conceitual do banco de dados é elaborado, por meio de uma visão macro.

Projeto lógico:

Aqui há o mapeamento mais detalhado dos conceitos e de como eles serão organizados no banco de dados, seja em tabelas, esquemas, metadados das colunas etc.

Projeto físico:

Nesta etapa final, são definidos os detalhes técnicos da implementação do banco de dados, como a forma que serão armazenados, os scripts que irão criar as tabelas e visões do banco, entre outros.

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