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Banco de dados: entenda o que é um banco de dados relacional e não relacional

 Banco de dados: entenda o que é um banco de dados relacional e não relacional
#Dados
1 de março - min de leitura

Quando falamos sobre banco de dados, uma das dúvidas mais comuns é a decisão de escolher entre um banco de dados relacional (SQL) ou não relacional (NoSQL). Entenda quais são suas diferenças e quando é melhor utilizar cada um deles neste artigo.


Embora ambas sejam ótimas alternativas, existem alguns fatores importantes para se considerar na hora de escolher entre um banco de dados relacional e um não relacional, de acordo com a sua necessidade.

O que é um banco de dados relacional e não relacional?

O banco de dados relacional (SQL) surgiu na década de 70 e, desde então, as empresas foram implementando esse conceito, alcançando uma grande popularidade. Hoje, está presente na maior parte dos sistemas.

Ele é baseado no modelo relacional, uma forma intuitiva e direta de representar os dados em tabelas, que também são chamados de relações. Em resumo: na horizontal, temos as linhas e na vertical as colunas. Cada coluna representa um campo diferente de dados e informações.

A maior característica desse modelo é a necessidade da estruturação de esquemas, projetando uma estrutura de relacionamento entre as linhas e colunas para, assim, poder adicionar algum dado.

No banco de dados não relacional (NoSQL), os esquemas não são necessários. Eles representam qualquer banco ligado à Big Data e não seguem o modelo relacional fornecido pelos sistemas tradicionais de gerenciamento de dados. São diversos tipos, como o key-value stores, graph stores, column stores, document stores, entre outros.

O banco de dados não relacional surgiu como uma alternativa para situações em que há uma quantidade exorbitante de dados para armazenar, onde a estruturação em tabelas se torna mais difícil.

Quando usar um banco de dados relacional ou não relacional?

A melhor maneira de saber quando usar cada um deles é destacando os pontos fortes de cada uma dessas tecnologias.

O banco de dados relacional sempre irá fornecer dados íntegros e imutáveis, garantindo um controle transacional consistente. Além disso, seu esquema é rígido, sendo possível atribuir campos e estabelecer se o dado de uma coluna é nulo ou não nulo.

Já o banco de dados não relacional, que representa diversos tipos de bancos de dados, não exige a rigidez de esquemas para armazenar os dados, ou seja, ele não limita os campos, diferente das colunas do SQL. Além disso, é possível adicionar novas propriedades, sem a preocupação com o impacto nas demais informações já armazenadas.

Caso sua empresa esteja aplicando metodologias ágeis modernas, um banco de dados relacional provavelmente não seria uma boa opção nesse contexto, pois ela requer um nível maior de preparação.

Não existe um modelo que seja melhor do que o outro, pois cada um tem seu ponto forte. Tudo dependerá do contexto e da necessidade da empresa.

Como elaborar um banco de dados?

Em um processo de desenvolvimento de um sistema de software, o projeto de elaboração do banco de dados é uma das etapas mais importantes. Esse processo se divide, basicamente, em algumas partes. São elas: projeto conceitual, projeto lógico e projeto físico. 

Projeto conceitual:

Com as expectativas, necessidades e requisitos do cliente alinhados com o projetista, um esquema conceitual do banco de dados é elaborado, por meio de uma visão macro.

Projeto lógico:

Aqui há o mapeamento mais detalhado dos conceitos e de como eles serão organizados no banco de dados, seja em tabelas, esquemas, metadados das colunas etc.

Projeto físico:

Nesta etapa final, são definidos os detalhes técnicos da implementação do banco de dados, como a forma que serão armazenados, os scripts que irão criar as tabelas e visões do banco, entre outros.

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Neste dilema, saber quais cursos que estão em alta no momento é uma ótima alternativa. Isso porque eles asseguram uma carreira de sucesso e estabilidade com maior facilidade.Alguns cursos sempre estarão em destaque, independentemente do momento, por serem ligados a serviços essenciais, demandados regularmente pelas pessoas. Além disso, também existem áreas, principalmente ligadas à tecnologia, que foram se tornando destaques com o tempo, devido a sua evolução e desenvolvimento.Não podemos desconsiderar o contexto pandêmico, que impulsionou a transformação digital das pessoas e empresas, e mudou o cenário profissional das áreas promissoras do futuro, com novos interesses e habilidades digitais, além de cursos com soluções para tempos de crise.Acompanhe este artigo, saiba quais cursos estão em alta no mercado de trabalho, em quais áreas e como escolhê-los.Cursos que estão em alta: qual escolher?Escolher qual curso ingressar pode ser um desafio e tanto. 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Confira as 5 principais áreas para ficar de olho:MedicinaA área da saúde é uma das mais tradicionais do mercado, que menos sofre impactos e, por se relacionar com o bem-estar das pessoas, sempre será necessária. Em suas diversas possibilidades de atuação, a área da saúde mental é a que mais se destaca.Com o dia a dia corrido, as pessoas acabam lidando com diferentes problemas e pressão por todos os lados. Neste contexto, os profissionais de saúde mental se tornam cada vez mais importantes.Tecnologia da InformaçãoNão podemos negar que a tecnologia teve um avanço gigantesco nos últimos anos. Tudo está cada vez mais digital e automatizado e esta é uma tendência que crescerá ainda mais pela frente. Investir em um curso de TI é garantia de estabilidade profissional!As áreas com mais procura de cursos são: programação, dados (ciência, análise e big data), engenheiro de nuvem e segurança da informação.UXSem dúvida, o mercado de UX Design faz parte do futuro. 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O que significa SEO e quais são seus principais benefícios img
#Marketing

O que significa SEO e quais são seus principais benefícios

A busca orgânica em páginas da web é um ponto muito importante para as empresas que entendem o que significa SEO e o seu funcionamento. Quem tem um site, com certeza sabe que apenas colocá-lo no ar não é o suficiente. É preciso ter tráfego para obter retornos.Diariamente, infinitas pesquisas são realizadas em sites como o Google (que usaremos como referência de mecanismo de busca neste artigo), e com os temas mais variados. Essa ação já faz parte do dia a dia e é realizada com tanta frequência, que se tornou algo que as pessoas nem notam que estão fazendo.Do outro lado, o Google não está somente mostrando respostas. Ele fornece as melhores informações para que o usuário tenha uma experiência satisfatória e encontre o que procura. Por isso, é fundamental estar bem posicionado nesses mecanismos.Neste artigo, aprenda o que significa SEO e melhore o posicionamento do seu site, para atrair mais clientes e aumentar o retorno do seu negócio.O que significa SEO em marketing?SEO (Search Engine Optimization) ou otimização para motores de busca, em português, é um conjunto de técnicas para sites, blogs ou páginas da internet, com o objetivo de melhorar o posicionamento orgânico no Google, gerando conversões e os resultados para um negócio.Quando falamos em um melhor posicionamento, queremos dizer que o Google oferece uma preferência por suas páginas, deixando-as no topo de resultados, em diferentes pesquisas com palavras-chave sobre o tema relacionado. A falta de audiência nos sites é um dos problemas mais comuns para as vendas e a otimização desses mecanismos de busca com as páginas é a solução mais viável para levar tráfego a elas.Vendo esse processo de outra maneira, na visão prática, quantas vezes você foi além da página 1 ou 2 em uma pesquisa? Os usuários clicam apenas em links relevantes que aparecem nas primeiras páginas de resultados. Portanto, é muito importante priorizar as técnicas de SEO nas estratégias de marketing digital.O que são técnicas de SEO?Para que os usuários encontrem os resultados mais assertivos, completos e com autoridade nos motores de busca, existe um conjunto de técnicas de SEO que os sites, blogs e outras páginas da web aplicam para garantir esse posicionamento.Lembrando que para aplicá-las é necessário considerar três diferentes públicos: a própria empresa, que realiza a otimização de suas páginas, os mecanismos de busca do Google e o usuário que realiza a pesquisa.Se a empresa entender o que são técnicas de SEO e colocá-las em prática pensando apenas no Google, ela não terá bons resultados, pois o mesmo se baseia nas necessidades do usuário, assim como os serviços e produtos que ela oferece. Portanto, é importante pensar no todo, para que os canais obtenham um bom ranqueamento.Sabendo de tudo isso, vamos te contar as principais técnicas de SEO para impulsionar o tráfego de suas páginas. Confira:Título da páginaO título da página (title) é a nomenclatura que aparece no código HTML. É ele que é lido pelo Google ao examinar os sites da internet e exibi-los na página de resultados, além de identificar a página nas abas de navegador quando estamos interagindo em diversos canais simultaneamente.Ao aplicar as técnicas de SEO em um site, o título da página é um dos elementos mais importantes. Portanto, é necessário que esse espaço seja preenchido com nomes, slogans ou frases que descrevam muito bem o conteúdo.As palavras-chave (keywords) são muito importantes para o título da página. Então, é importante saber quais termos o seu público-alvo pesquisa para encontrar a sua página e, assim, o algoritmo dos mecanismos de busca identificará a relação do seu site com esses termos.Criar títulos curtos também é fundamental nesse processo, pois a empresa não quer que haja cortes na página de resultados do Google. Além disso, quanto menos palavras, maior a importância delas para o mecanismo. 55 caracteres são suficientes para um bom título.Meta descriptionA meta description é o pequeno texto localizado logo abaixo do título e do link da página na página de resultados do Google e, com certeza, é um dos elementos mais importantes para o melhor SEO de um site.Apesar do conteúdo e das palavras-chave nesse espaço não serem responsáveis por trazer um melhor posicionamento no Google, ele é visível para os usuários que encontraram sua página em meio a muitas outras concorrentes na pesquisa realizada e deve mostrar o que o site aborda, para que eles tenham vontade de clicar e conferir.Sendo assim, investir esforços para fazer uma meta description com um bom texto e cheio de argumentos relevantes é essencial, aumentando a taxa de cliques e, consequentemente, o resultado de seu negócio.URLAs técnicas de SEO também se aplicam à URL! Endereços de site amigáveis e bem estruturados contribuem para o melhor posicionamento de uma página em resultados de busca. Isso porque o algoritmo do Google também analisa as palavras-chave neste elemento.Sendo assim, é importante que a URL seja descritiva, curta, sem códigos e possua a palavra-chave principal, como este exemplo: “http://site.com.br/nome-do-post”.Headings (subtítulos)As heading tags também fazem parte das técnicas de SEO. Quando lidamos com os códigos em HTML, temos uma hierarquia para títulos e subtítulos, iniciando do H1 até o H6, que indicam a prioridade e a ordem de relevância de algumas partes do texto.Não é necessário utilizar todas as heading tags em um único texto. No entanto, é recomendado que o título principal (h1) seja utilizado apenas uma vez para garantir os melhores resultados de SEO. Já os subtítulos h2 e h3, por exemplo, podem ser usados várias vezes.Links internosOs links internos são atalhos no conteúdo de sua página que levam para outros artigos do próprio site. Eles são essenciais para o SEO, pois aumentam a autoridade da página, indicando que é referência no assunto para os algoritmos do Google.Além disso, ela também proporciona uma navegação mais simples e fácil aos usuários. Eles, ao se interessar por um tema de uma determinada palavra-chave, apenas terão de clicar nela, ao invés de procurar a página específica no menu e perder mais tempo.Quais os principais benefícios do SEO?Já sabemos que o SEO é uma das melhores estratégias de marketing digital para alcançar potenciais clientes em um determinado negócio. Confira abaixo quais os principais benefícios do SEO:1) O SEO permite o encontro do site com seu públicoComo já abordamos, muitas pessoas realizam pesquisas de diferentes temas todos os dias, inclusive o seu público-alvo. Ao aplicar as técnicas, você possibilitará que eles encontrem o seu site.Não adianta nada ter o melhor produto ou serviço e oferecer diferenciais em relação aos seus concorrentes se as pessoas não sabem que ele existe. É importante permitir que ele esteja visível na primeira página de resultado, pois são pouquíssimas pessoas que passam da segunda página quando procuram algo.2) O SEO permite uma divulgação sem barreirasAntigamente, antes da transformação digital e o marketing digital existirem, as empresas realizavam o seu marketing de maneira limitada, utilizando anúncios em revistas, jornais, rádio, televisão, impressos, faixas e panfletos de tiragem local, sem atingir lugares mais distantes.A internet quebrou essa barreira, possibilitando que uma empresa seja encontrada por pessoas de qualquer lugar do país ou até mesmo fora do Brasil, dependendo de seu público-alvo e de como as técnicas de SEO são aplicadas no marketing digital de um negócio.3) Economia de investimentos financeirosAplicar o SEO em uma empresa não é gratuito, pois necessitará de profissionais, demandas e utilização de ferramentas que podem gerar custos. Entretanto, é uma das estratégias mais baratas e rentáveis do marketing digital.Um cliente com origem em tráfegos orgânicos implica menor custo por aquisição e esse é o intuito do SEO, quando uma empresa decide investir na otimização para mecanismos de busca.4) O SEO é constante em sua estratégiaO SEO nunca para de trabalhar e isso é uma grande vantagem em relação as outras inúmeras estratégias de marketing. Ele não é algo pontual, pois garante o Retorno sobre o Investimento (ROI) ao gerar resultados nos mecanismos de busca e cliques para um site de forma contínua.Por outro lado, o anúncio, por exemplo, é uma estratégia que determina prazos e períodos específicos de duração, de acordo com o orçamento investido.Além de ser constante, o posicionamento pode melhorar com o passar do tempo, se houver um bom acompanhamento e aplicação de melhorias nas técnicas, garantindo resultados mesmo muito tempo depois do investimento inicial do SEO para uma determinada página.5) Autoridade, confiança e credibilidade para a marcaAs pessoas costumam confiar muito nos resultados do Google ao posicionar determinados sites em suas páginas de resultados. Se uma empresa sempre aparece para as pessoas quando realizam suas pesquisas com palavras-chave relacionadas ao seu campo de atuação, isso faz com que elas considerem a organização como referência para um tipo de produto ou serviço.Uma boa estratégia de SEO deve priorizar uma boa produção de conteúdo, que gere valor para os usuários que possuem interesse em determinadas áreas. Isso aumenta a autoridade, além de refletir na construção do brand equity.Que tal ser um especialista em SEO?Agora você já sabe o que significa SEO em marketing e que suas técnicas são uma ótima opção para driblar a concorrência e trazer diferenciais para a construção do valor de uma marca, independentemente de seu campo de atuação.O SEO faz parte das estratégias de marketing digital e engloba outros fatores importantes, como uma boa produção de conteúdo, definição de público-alvo, canais e análise de métricas.Para quem busca ingressar na área, obter um certificado é um grande diferencial, pois comprova que o profissional possui uma base de conhecimentos sólida para aplicar nos desafios do dia a dia.A Digital House oferece os cursos de Marketing Digital e Marketing Digital Avançado, onde o aluno poderá se aprofundar e ser especialista nas inúmeras estratégias digitais disponíveis, inclusive o SEO.Ao término do nosso curso de marketing digital online, ele estará apto para fazer o SEO de um site, produzir conteúdo de valor, definir público, além de acompanhar os indicadores de performance. Aprenda com grandes profissionais do mercado em aulas ao vivo, 100% dinâmicas e garanta o sucesso de sua carreira!Leia mais no blog DH:+ Outbound marketing: entenda tudo o que você precisa saber sobre a estratégia+ Escola de marketing digital: Conheça os cursos de marketing da Digital House+ Profissional de growth hacking: entenda seu papel e suas principais habilidades para se destacar na carreira

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#Dados

Como escolher um curso de análise de dados?

Se alguém procura obter sucesso profissional em sua carreira, sem dúvida, investir em um curso de análise de dados é uma ótima opção, pois, para as empresas, construir uma boa equipe de profissionais qualificados e com as habilidades técnicas necessárias está muito difícil.De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), cerca de 420 mil novas vagas no mercado de tecnologia devem ser criadas até o ano de 2024, entretanto, previsões confirmam que 150 mil delas não serão preenchidas por falta de profissionais qualificados.Com esse panorama, podemos entender que esse é o momento ideal para investir em um curso. Mas a questão é: como começar na área? Devo aprender sobre ciência de dados ou sua análise? Neste post, apresentaremos os principais pontos para construir sua carreira de sucessoCurso de análise de dados: Data Analytics ou Data Science?Obter uma certificação de um curso de análise de dados é uma ótima opção para o profissional que deseja impulsionar sua carreira. Ela mede e comprova os conhecimentos, requisitos e habilidades técnicas aos empregadores, proporcionando vantagem em um mercado de trabalho competitivo.Quem decide ingressar na área encontrará duas opções de curso de análise de dados: Data Analytics ou Data Science, e isso pode acabar se tornando uma dúvida ao procurar saber em qual deles o aluno se encaixa melhor. Vamos te contar a diferença entre eles:O Data Science (ciência de dados) é uma combinação de matemática, programação e estatísticas, na qual o profissional é responsável por organizar um volume de dados estruturados ou não estruturados, e que pode ser grande (big data), dependendo da empresa. Nessa atuação, o cientista busca por insights e encontra um padrão em comum em todos os dados coletados.Por outro lado, o especialista de Data Analytics (analista de dados) atua com todos esses grandes volumes de dados já organizados, analisando-os, a fim de criar correlações e formular novos conceitos que orientam no planejamento da empresa e suas tomadas de decisão.Ambas as áreas são forças vitais para tornar qualquer negócio bem-sucedido, pois atuam com o objetivo de extrair informações de valor que são diferenciais nos processos das organizações.O que é preciso para estudar Big Data?Um bom profissional de dados (tanto os analistas quanto os cientistas de dados) precisam saber lidar com o Big Data, ou seja, os imensos volumes de dados, não estruturados e estruturados, que estão presentes no dia a dia das organizações, independentemente de seu porte.Esses grandes volumes de dados não são processados ​​com softwares ou tecnologias tradicionais. Os dados desse processo se iniciam brutos, ou seja, não são organizados e, na maioria das vezes, são impossíveis de serem armazenados na memória de um único computador.Portanto, muitas pessoas se perguntam o que é preciso para estudar Big Data e se destacar no mercado de dados. Confira abaixo as principais características necessárias para estudar e ingressar na área:Pensamento críticoO profissional precisa ter uma visão de longo alcance, ou seja, desenvolver seu pensamento crítico, para detectar e interpretar as informações a partir de uma análise objetiva.Essa é uma habilidade que determina o sucesso do aluno quando coloca seus conhecimentos em prática. Portanto, quem pretende ingressar em um curso deve cultivar essa característica.Estudar constantementeUm bom profissional que lida com Big Data deve ter habilidade com códigos, matemática, algoritmos e saber lidar com grande volume de informações. Por isso, é necessário ter força de vontade para estudar constantemente e desenvolver suas habilidades técnicas.Familiaridade com tecnologiaPara estudar Big Data é preciso estar à vontade com a tecnologia. Na prática, o profissional deve entender as necessidades da empresa em que trabalha, sabendo analisar qual é a mais adequada para determinada demanda.Ter vontade de buscar soluçõesEssa característica é muito importante, não somente para solucionar os problemas da empresa, mas também conseguir antecipar tendências e prever possíveis situações.Qualquer um pode fazer um curso de análise de dados?A área de dados é relativamente nova no mercado. Normalmente, as pessoas que ingressam nesse campo possuem diversas origens profissionais, como Estatística, Engenharia, Administração ou Economia.Em meio a sua trajetória de carreira, todos buscam uma especialização para adquirir os conhecimentos necessários e transitar de área. Sendo assim, qualquer um pode fazer um curso de análise de dados.Por ser um campo recente, as oportunidades são inúmeras e a quantidade de profissionais qualificados ainda é escassa comparada às demandas disponíveis. Então, essa é a hora de começar a aprender sobre o assunto para quem quer se destacar no mercado!Se você se interessou em seguir essa profissão, invista na sua capacitação em um bom curso, que proporcione toda a base de conhecimento para o futuro! A Digital House é perfeita para isso! Confira a grade completa dos cursos de Data Science e de Data Analytics e escolha a que mais se encaixa com você.Nossas aulas remotas são dinâmicas, 100% ao vivo e contam com os melhores especialistas do mercado. Impulsione sua carreira ainda este ano e conquiste o sucesso! 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