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Seu guia sobre back-end: o que é, para que serve e como aprender?

Seu guia sobre back-end: o que é, para que serve e como aprender?
#Tecnologia
24 de outubro - min de leitura

Está em dúvida sobre qual caminho seguir dentro da programação? Veja neste artigo tudo o que você precisa saber sobre Back-end!


Está em dúvida sobre qual caminho seguir dentro da programação? Então este artigo sobre tudo o que você precisa saber sobre back-end, parte da arquitetura, pode clarear suas ideias.

Sempre que buscamos esse tema na internet, o resultado vem com milhares de artigos que falam de back-end e front-end em uma única tacada. E realmente ambas as linguagens são utilizadas e se complementam para o desenvolvimento de sites ou aplicativos.

Entretanto, cada uma dessas áreas foi ganhando complexidade com o tempo, havendo um mundo inteiro de peculiaridades, informações e aprendizados criando dezenas de diferenças entre back-end e front-end. Por isso, nesse artigo vamos falar só sobre back-end.

O que é back-end?

Antes de falar sobre back-end, precisamos explicar arquitetura cliente-servidor. Esse modelo pressupõe dois agentes: o chamado client-side envolve linguagens processadas pelo navegador do usuário. Já o server-side faz referência ao que é processado no servidor, por meio de diferentes linguagens.

Apesar de diferentes, os dois lados precisam trabalhar juntos para garantir a usabilidade do site e uma navegação amigável. Nesse contexto, a programação back-end está associada ao server-side.

O desenvolvimento back-end cuida das engrenagens de uma aplicação web, criando códigos para que as funções do site sejam executadas. Como o próprio nome sugere, é um trabalho de bastidores. 

Além de envolver linguagens de programação distintas do desenvolvimento front-end, aqui também são envolvidos bancos de dados, responsáveis por processar as informações recebidas pelo front-end.

Para que serve o back-end?

Simples processos como buscas ou ações mais complexas, como compras, dependem do processamento de dados no servidor, que busca e seleciona as informações. Tudo isso acontece no back-end e é responsabilidade do desenvolvedor fazer com que essas informações sejam encontradas.

Os usuários não têm acesso direto a esses dados, que são requisitados em linguagens de programação como PHP, Python e Ruby. A maneira como essas informações são exibidas é responsabilidade do front-end.

O que é um desenvolvedor back-end?

O desenvolvedor back-end é responsável por manter o funcionamento dos websites. Mesmo que os usuários não consigam visualizar o que é feito a olho nu, esse profissional coordena todas as tarefas relacionadas com códigos e linguagens de programação. Entre as principais tarefas do desenvolvedor back-end, temos:

Fazer o domínio para sistemas operacionais de servidores;

Analisar informações, relatórios de falhas, dados e estatística dos sites;

Atuar com linguagens específicas, como Python, PHP, JavaScript e Ruby;

Aplicar técnicas de segurança nos sites.

Criar banco de dados e integrá-los com outras aplicações.

Esse profissional sempre trabalha pensando em como tornar a experiência do usuário de maneira mais intuitiva e rápida. Mas antes de se aventurar no universo de back-end, é preciso estudar alguns conceitos e escolher uma linguagem de programação. Acompanhe os próximos dois tópicos e entenda a importância.

O que estudar para back-end?

Para aprender a ser um desenvolvedor back-end, você precisa estar familiarizado com alguns conceitos e áreas de conhecimento. Além de saber programar utilizando linguagens específicas, é preciso também se aprofundar em servidores, banco de dados, conhecer APIs, escalabilidade e segurança. Veja abaixo:

Servidor

É onde as operações back-end acontecem, podendo ser um software ou um computador central. Existem diversos tipos de servidores, como DNS, Proxy e FTS, e é papel do desenvolvedor conhecê-los. 

Banco de dados

As informações da aplicação ficam armazenadas em um banco de dados que funciona como uma grande e inteligente memória. É ele que recebe uma busca, aceita, encontra e "responde" para o site. A principal base de dados hoje é a MySQL, por ser a mais popular.

API

A sigla, em inglês, quer dizer Application Programming Interface. Ou, em tradução livre, Aplicação de Interface de Programação. A API tem o papel de conectar dois sistemas por meio de uma linguagem de programação comum. Por exemplo, fazendo com que aplicações, base de dados e serviços consigam se comunicar, evitando, assim, programações complexas e cansativas.

Escalabilidade

Esse pode ser considerado um dos conceitos mais importantes do desenvolvimento back-end, pois leva em consideração constantes adaptações que precisam ser feitas por causa de mudanças tecnológicas, maior tráfego de dados e até novos códigos. 

Segurança

Por fim, a segurança de uma aplicação é trabalhada no desenvolvimento back-end, para que esta não seja vulnerável a simples ataques. 

Quais são as linguagens de programação para back-end?

Entre as linguagens mais populares para desenvolvimento back-end e soluções voltadas para web estão o HTML, CSS, PHP, Python (muito utilizada também para análise de dados) e Ruby.

HTML e CSS

Essas duas linguagens de programação são muito recomendadas para quem está começando como desenvolvedor front-end, mas também é recomendado o conhecimento delas antes de se aventurar no universo do back-end.

PHP

Usado majoritariamente em páginas na web, a linguagem PHP é muito útil para incluir funções a uma página, algo que o HTML não seria capaz de suportar. Ela também integra informações da página a um banco de dados MySQL.

Python

Uma das mais simples de se aprender, a Python continua sendo uma das linguagens mais populares do mercado, mesmo que tenha sido lançada há quase 30 anos. É um dos códigos de mais fácil leitura e bastante utilizado para desenvolvimento web e machine learning.

Ruby

É uma linguagem orientada a objetos que possui uma sintaxe semelhante a outras linguagens de programação. Como o Java e C, ela tem suporte para Windows, Mac e Linux.

Agora que já sabe o que é back-end, para que serve e o que precisa para ser um desenvolvedor na área, você já pode investir em um curso de programação que vai te ensinar essa área de back-end, mas também de front-end.

Leia mais no blog DH:

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#Tecnologia

Smart home: entenda o que é a inteligência artificial funcionando dentro de casa

No contexto acima, não podemos negar que a transformação digital é um processo presente e constante em todos os lugares, revolucionando o dia a dia de lares e empresas. O smart home é um elemento que faz parte desse universo e ensina as pessoas a terem novos comportamentos nas tarefas de rotina em suas casas.Hoje em dia, essas questões são muito importantes, haja vista a necessidade de otimizar o tempo diante de tantas obrigações e responsabilidades que as pessoas possuem. Acompanhe este artigo e entenda tudo sobre o tema.O que é smart home?A smart home é uma tendência nos últimos anos. 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Pense que, no passado, por exemplo, muitos afazeres foram facilitados por criações, como geladeiras, máquinas de lavar, entre outros. A agilidade e a praticidade de uma smart home é algo que vem ganhando cada vez mais força e pretende tomar conta de cada vez mais residências.De acordo com um levantamento do IDC Brasil, a previsão é que, nos próximos anos, o mercado brasileiro de casa inteligente tenha um aumento de 30% e que o volume de negócios neste ano supere a marca de US$ 291 milhões.Se antes a presença de computadores e aparelhos sem fio já agradava e encantava muita gente, as coisas que estão surgindo são incomparáveis. Os benefícios da smart home e os equipamentos de última geração ligados à internet e integrados a sistemas sofisticados oferecem uma nova definição do que é um bom lifestyle.Exemplos aplicados do smart homeA combinação de móveis e eletrodomésticos a tecnologias faz com que o smart home consiga oferecer ainda mais conforto, acessibilidade e segurança no dia a dia das pessoas. Separamos os principais exemplos desse modelo residencial. Confira:Soluções wirelessJá parou para pensar na quantidade de equipamentos sem fio que temos disponíveis para uso? Nos projetos de smart home, as soluções wireless permitem o uso de muitos equipamentos e dispositivos ao mesmo tempo, sem precisar quebrar paredes ou ter aqueles fios aparentes pela casa.Lâmpadas inteligentesAgora é possível criar um cenário totalmente diferente nos ambientes com essas lâmpadas, que mudam de cor e intensidade somente por meio de um toque no smartphone.Sistemas de segurançaA segurança é uma questão considerada essencial e imprescindível para muitas pessoas. Nesse quesito, uma smart home pode promover a interligação entre as câmeras de monitoramento com sistemas de alarme, além do uso de sensores de presença, controle de acesso por biometria e abertura ou travamento de portas e janelas a partir do próprio celular.Assistentes virtuaisSão dispositivos ativados por comando de voz ou a partir de um simples toque no celular para auxiliar em diversas tarefas, como ligar e desligar outros aparelhos. 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Cada vez mais os algoritmos de programação se tornam presentes no mercado, moldando determinadas carreiras para o mercado de trabalho do futuro.Confira as grades dos cursos de programação da DH e se torne um especialista pronto para lidar com os principais desafios do dia a dia, garantindo sua estabilidade profissional e a independência financeira almejada por tantas pessoas.Não deixe de conferir também nossa biblioteca de conteúdo e o Blog DH, com diversos outros materiais e artigos sobre as diferentes áreas do futuro, como marketing, dados, negócios digitais, programação e UX.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

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#Tecnologia

A era do óculos inteligente

Com o avanço da tecnologia, diversos objetos do nosso dia a dia estão se tornando cada vez mais inteligentes e digitais.Há alguns dias a Ray-Ban em conjunto com o Facebook anunciaram um óculos inteligente com o objetivo de tirar fotos e gravar vídeos curtos, ouvir música e até mesmo para fazer chamadas telefônicas sem precisar ter seu celular próximo. Depois do anúncio a Xiaomi também divulgou que está desenvolvendo o seu próprio óculos inteligente que diz ser diferente dos seus concorrentes. A empresa não quer que o dispositivo seja um complemento para smartphones, mas que ele funcione de forma independente para algumas tarefas.Mas o que podemos esperar para os próximos anos com esses novos produtos?Uma época mais digitalHoje em dia, quando ligamos a televisão no noticiário ou acessamos a internet, recebemos uma chuva de novidades tecnológicas. É carro que dirige sozinho, robô que aspira a casa, inteligência artificial que acende a sua luz ou simplesmente conta uma piada para você.Percebemos que o objetivo das grandes empresas é que essas tarefas do cotidiano virem mais automatizadas e artificiais. Será que o filme Wall-E acertou em representar o mundo daquele jeito? Pode ser que sim, mas também pode ser que não!Segurança do UsuárioVoltando ao assunto dos óculos, o que mais preocupa é a segurança do usuário.Com certeza, quem já viu a famosa série Black Mirror usa algo para tampar a webcam, isso porque, através da série, descobrimos que podemos ser monitorados através das nossas câmeras, celulares e outros objetos.Agora imagine estar usando um óculos com câmera e sistema inteligente todos os dias sem se sentir observado e sem privacidade. Mesmo sendo um tema para se aprofundar e meio assustador, é algo que precisa ser pensado e colocado na mesa para uma reflexão.É incrível que o mundo esteja cada vez mais evoluindo tecnologicamente, mas devemos saber olhar o lado bom e também o lado ruim.Inteligência artificial na DH Conheça o Certified Tech Developer, um curso completo de Programação, pensado e desenhado pelo Mercado Livre e Globant em conjunto com a Digital House. Nele, você aprenderá fundamentos digitais, front-end, back-end, infraestrutura, banco de dados, além de learning agility, entre outras coisas.Para mais assuntos como esse, conheça a nossa biblioteca de conteúdo.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Ciência de dados e inteligência artificial: qual é a relação entre elas? img
#Dados

Ciência de dados e inteligência artificial: qual é a relação entre elas?

Possuir a habilidade de extrair informações de valor dos dados que uma empresa coleta e saber o potencial e os possíveis usos da ciência de dados e inteligência artificial pode diferenciar uma empresa no mercado e o profissional em sua carreira.Neste artigo, você entenderá esses conceitos e a relação existente entre eles. Continue acompanhando.Qual a relação entre ciência de dados e inteligência artificial?A ciência de dados e a inteligência artificial são áreas aplicadas de forma intercambiável nas empresas. É importante saber que, embora os dados possam necessitar de alguns aspectos da IA, eles não refletem tudo. A inteligência artificial está em um processo constante de evolução e ainda há muito o que mudar e explorar.A ciência de dados é uma tecnologia que vem conquistando indústrias em todo o mundo e contribuiu para a quarta revolução industrial que ouvimos tanto falar.Isso é uma consequência da explosão maciça de informações disponíveis na internet e a crescente necessidade das organizações de se basear nos dados, para criar produtos melhores ao mercado. Isso porque é a partir deles que os negócios tomam decisões cuidadosas em suas estratégias de atuação.As várias fases e procedimentos na ciência de dados envolvem coleta, manipulação, visualização e gerenciamento de dados para prever tendências e a ocorrência de eventos futuros. Sendo assim, o profissional precisa ter um conhecimento sobre os algoritmos de aprendizado de máquina. E é aí que entra a inteligência artificial. As empresas precisam que os cientistas de dados ajudem a tomar as decisões necessárias, baseadas em dados. Eles auxiliam a entender e analisar os seus próprios desempenhos de operação e também sugerem as melhorias necessárias para impulsionar seus resultados. E também ajudam a equipe de desenvolvimento de produtos a aplicar melhorias para os clientes finais, analisando seu comportamento a partir das informações.Quanto ganha um cientista de dados e inteligência artificial?O salário de um cientista de dados inicia em R$ 4.585,00 e pode chegar até R$ 8.170,00. Sendo assim, a média salarial no Brasil é de R$ 6.144,00, dependendo das habilidades técnicas e experiências, lembrando que essas habilidades também incluem a manipulação de algoritmos de IA.Já o salário médio do profissional que decide trabalhar focado 100% na inteligência artificial, como um engenheiro de machine learning, por exemplo, segundo o site Glassdoor, é de R$ 6.772 por mês, podendo chegar a R$ 16.000,00, para nível sênior, aqui no Brasil. Os valores costumam variar conforme o porte da empresa e a experiência do trabalhador.Como é o curso de ciência de dados e inteligência artificial?Atualmente, o grande desafio dos profissionais é acompanhar as mudanças da tecnologia. Não são só os cientistas de dados e especialistas em inteligência artificial, pois essas transformações afetam todo o mercado de trabalho de uma forma geral.Os profissionais que dominam as habilidades de interpretar dados ou usá-los para promover mudanças e basear suas decisões serão sempre essenciais e ainda mais valorizados se houver o pleno domínio da inteligência artificial, para poupar tempo e o gasto de recursos.O Brasil carece de profissionais qualificados em tecnologia, formando anualmente 46 mil novas pessoas para trabalhar nas diferentes carreiras. É um número baixo de acordo com estudos que preveem a necessidade de 420 mil novos trabalhadores até 2024.Sendo assim, a recomendação é para que você não se preocupe com as mudanças do mercado de trabalho, mas invista no seu conhecimento e entendimento das novas tecnologias.O curso de Inteligência Artificial da Digital House (DH) é voltado para profissionais que já possuem experiência na área, além da familiarização com cálculos, probabilidade e estatísticas e conhecimentos básicos de machine learning.A maioria dos profissionais que optam por escolher a jornada são cientistas de dados que querem aprender novos conceitos e processos. Confira os principais:• Fundamentos da aprendizagem profunda.• Como construir redes neurais e liderar com sucesso projetos de machine learning.• Redes convolucionais, RNNs, LSTM, Adam, Dropout, BatchNorm etc.A DH é a maior referência de instituição para aprendizado de habilidades digitais da América Latina e entende a importância da inteligência artificial para o crescimento da tecnologia e o sucesso das empresas no mercado.Inscreva-se no curso e seja um especialista capaz de lidar com os desafios atuais e, consequentemente, do futuro, desenvolvendo diversas soluções inovadoras para processos organizacionais, entre outros campos.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)