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Você está pronto para a virada digital?

Você está pronto para a virada digital?
#Tecnologia
29 de junho - min de leitura

Conheça o contexto de virada digital e por que as empresas estão correndo atrás de avanços tecnológicos para não ficarem desatualizadas no atual mercado.


Desde que o distanciamento social passou a ser prioridade, muitos negócios foram impactados, em maior ou menor grau, pela necessidade de digitalizar a rotina dos colaboradores e o relacionamento com os clientes.

Embora essa rápida adaptação às mudanças tenha se tornado mais importante do que nunca para 70% dos líderes de negócios durante a pandemia, de acordo com a pesquisa Tendências para a Experiência do Cliente 2021, da Zendesk, a verdade é que a atual crise acelerou de vez um movimento que já era observado nos últimos anos.

Para entender quais serão os próximos episódios dessa série de transformações, que impactam também a rotina e o papel dos profissionais de tecnologia, é importante ter em mente o que aconteceu nas temporadas anteriores desse processo de virada digital até chegarmos ao momento atual.

Feita essa leitura, vale uma autoavaliação: como os negócios e seus especialistas de tecnologia podem se preparar para tantas mudanças?

Um novo modelo transformador

Importantes empresas sediadas no Vale do Silício, berço das inovações em tecnologia e empreendimentos disruptivos nos Estados Unidos, inspiraram diversas indústrias a adotar um modelo de transformação de negócios.

Essa nova visão reúne práticas cada vez mais valorizadas pelo mercado (e não somente pelas empresas “nativas digitais”), tais como metodologias ágeis, realização recorrente de testes e fim dos ciclos muito longos de projetos. Uma filosofia que acelera o lançamento de produtos ao mercado – ainda que sob a forma de MVPs (produto viável mínimo) ou “versões beta”.

Companhias como Google, Uber, Facebook e até a própria Zendesk cresceram no Vale do Silício e ajudaram a impulsionar um modelo mais digitalizado de fazer negócios, o que inclui fortalecer o protagonismo de colaboradores e consumidores por meio da cultura organizacional, da tecnologia e dos processos. Desta vez, no entanto, é preciso tornar esse modelo mais híbrido, mesclando o físico e o digital. 

Na prática, se, dentro dos limites (agora virtuais) das organizações, os funcionários passaram a contar com o aparato tecnológico e a evolução cultural necessária para trabalhar de forma remota, os clientes começaram a exigir um posicionamento mais ‘phygital’ das marcas, tornando a experiência mais integrada e menos segregada nos diferentes canais de vendas e atendimento.

A corrida da digitalização

Todo esse contexto leva ao ponto de virada digital, que está acontecendo agora no mundo todo. Empresas que estão atrás na corrida da digitalização não podem mais perder tempo e ignorar que avanços tecnológicos se tornaram uma questão de sobrevivência e competitividade. Aquelas mais adiantadas nesse quesito tendem a ampliar a vantagem, levando consigo clientes e até os colaboradores mais talentosos.

Alguns dados ajudam a descrever melhor esse quadro. Ao passo que a oferta de empregos em modelo de home office no Brasil cresceu 309% em 2020, segundo o Vagas.com, cada vez mais empresas adotam plataformas capazes de centralizar a gestão das interações com os clientes, não importa qual seja o canal que eles escolhem para esclarecer dúvidas ou adquirir produtos.

Conhecer bem os consumidores, sincronizando a coleta e o processamento de dados sobre seus perfis e interesses, atende ao desejo de 75% dos clientes que buscam interações mais personalizadas.

A loja física não vai deixar de existir nesse modelo híbrido e ‘phygital’, mas ela precisa se transformar e agir em total integração com as vendas no e-commerce e com as interações em todos os canais. Vale ter em mente que a real omnicanalidade também tem componentes físicos e humanos, além dos componentes digitais.

Isso significa que players do varejo, mercado financeiro, setor de saúde e outros segmentos precisam criar estratégias de alcance diferenciadas, transformando esse componente físico em uma nova maneira de gerar experiências marcantes que complementam as vendas online – ou vice-versa.

Visão sistêmica, focada no cliente

Dada a importância de integrar conversas entre empresas e clientes em diversos canais, vale notar que, mais do que nunca, a interação humana deve ter um pensamento sistêmico – remontando à teoria de Peter Senge, professor do Massachusetts Institute of Technology (MIT), segundo a qual é possível combinar diferentes focos, aspectos, variáveis, partes e relações para resolver um problema. 

Essa visão holística, que leva em conta todas as interações e necessidades do consumidor, permite saber a forma e o momento certo de abordá-lo, sem ser invasivo, gerando fidelização e tornando-o um promotor da sua marca.

Alguns bons exemplos dessa nova onda da digitalização demonstram como isso funciona bem. No varejo e na logística, centros de distribuição unificados abastecem tanto as lojas físicas quanto o estoque do e-commerce. Além disso, muitas pessoas já mostram preferência pelos canais digitais – tanto que o uso da mensageria registrou crescimento de 110% desde 2020. Tudo isso ajuda a garantir a omnicanalidade e a integração da experiência do cliente em todos os canais.

Mas como criar relacionamentos diferenciados nesse novo modelo híbrido, capaz de convencer o cliente a se deslocar futuramente para dentro de uma loja física em tempos de vendas aquecidas no comércio eletrônico? 

É preciso que os negócios sigam evoluindo da era da desintermediação – quando uma empresa não precisa mais de intermediários para se tornar próxima do cliente final – para a era da informação – quando as marcas se tornam mentoras dos seus consumidores por meio de conteúdos relevantes, indo além da oferta do produto em si.

Educação é o novo engajamento

Uma iniciativa que tem sido bastante adotada pelo mercado é a educação do consumidor por meio de conteúdos multimídia e interativos, que ajudam a disseminar informações que extrapolam a companhia e seu portfólio.

Nesse ponto, fica claro que nem tudo é tecnologia. Essa geração de conhecimento também pode transformar pessoas em “campeãs” da marca, impulsionando seu engajamento e estimulando uma promoção orgânica. Quando aplicada às lojas físicas, essa filosofia pode transformá-las em show rooms com bons recursos interativos.

No setor de bancos, por exemplo, temas como educação financeira e crédito consciente têm sido muito abordados, demonstrando um cuidado com a centralidade no cliente e gerando fidelização. Não é diferente no setor de tecnologia. Quantos consumidores fiéis seguem uma marca como a Apple, por exemplo? Basta observar a quantidade de pessoas que sempre compram celulares da fabricante, quando trocam seus modelos velhos por novos.

Mantendo os dados protegidos

Outra característica importante da virada digital é a garantia da confidencialidade das informações dos consumidores, em meio ao fluxo cada vez mais intenso de dados. Com base em leis como a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), essa prática pode ser endereçada por CX (customer experience) e EX (employee experience).

Por um lado, é preciso conscientizar o cliente sobre o papel que ele tem em evitar riscos de fraude e sobre o mau uso das suas informações. Mas oferecer treinamentos aos agentes sobre gestão e governança de dados, buscando gerar confiança aos clientes, também faz parte desse processo.

A experiência do cliente ainda ajuda a levantar só as informações necessárias para atender o consumidor conforme sua necessidade – limitando-se, por exemplo, ao histórico de atendimento e transações. Isso agiliza o contato e transmite mais segurança sobre o controle que a empresa exerce sobre o uso desses dados, afastando riscos de vazamento.

Tudo isso evita que o consumidor se sinta vulnerável, além de dar a ele confiança para assinalar “opt-in” e autorizar o compartilhamento dos seus dados para fins específicos. Essa conscientização é necessária, já que 84% dos brasileiros nunca checaram como as empresas usam suas informações sensíveis, aponta uma pesquisa da OpenText.

Em diversos países, essa inteligência tem sido usada para impactar as pessoas com orientações personalizadas de utilidade pública – tais como o envio de alertas sobre vacinação ou tempestades, por exemplo, o que considera o número do celular e o endereço ou a localização atual do cidadão.

A experiência das coisas

Vale destacar ainda uma outra tendência que o mercado chama de “CX para tudo”. São experiências conectadas às coisas, que utilizam dados para interligá-las entre si por meio de uma plataforma hospedada na nuvem.

Imagine o seu próprio automóvel informando que está chegando a hora de trocar o óleo do motor ou de fazer o rodízio dos pneus. Ou a sua geladeira emitindo um alerta para uma manutenção de rotina. É disso que se trata – e a cada dia que passa estamos mais próximos dessa futura realidade.

O amadurecimento contínuo de CX, ao lado da evolução tecnológica em vários segmentos, continua nos guiando por essa nova onda de digitalização do trabalho, do cotidiano e do relacionamento entre pessoas e marcas. O desafio, especialmente em um mercado emergente como o Brasil, é acompanhar essas rápidas mudanças, além de contar com profissionais de tecnologia tecnicamente capacitados para implementar essas transformações e usar o próprio conhecimento a favor da experiência do cliente. 


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#Tecnologia

Smart home: entenda o que é a inteligência artificial funcionando dentro de casa

No contexto acima, não podemos negar que a transformação digital é um processo presente e constante em todos os lugares, revolucionando o dia a dia de lares e empresas. O smart home é um elemento que faz parte desse universo e ensina as pessoas a terem novos comportamentos nas tarefas de rotina em suas casas.Hoje em dia, essas questões são muito importantes, haja vista a necessidade de otimizar o tempo diante de tantas obrigações e responsabilidades que as pessoas possuem. Acompanhe este artigo e entenda tudo sobre o tema.O que é smart home?A smart home é uma tendência nos últimos anos. Esse conceito de moradia envolve o uso da tecnologia, para proporcionar mais conforto, segurança e praticidade às pessoas.Para se entender de uma forma mais clara do que seria uma smart home, imagine as seguintes situações: controlar a intensidade de luz em um determinado ambiente, programar o desligamento da iluminação em certo horário, trancar e destrancar portas sem precisar usar as chaves, acionar o enchimento da banheira e controlar a temperatura da água pelo celular, entre muitos outros exemplos.Tudo isso já é uma realidade em muitas casas e são opções de soluções disponibilizadas por empresas especializadas em automação de ambientes e algumas construtoras, que já estão entregando os seus imóveis com toda a infraestrutura e preparação necessárias para a instalação de todos os equipamentos.Vivemos um processo constante de crescimento e desenvolvimento. Pense que, no passado, por exemplo, muitos afazeres foram facilitados por criações, como geladeiras, máquinas de lavar, entre outros. A agilidade e a praticidade de uma smart home é algo que vem ganhando cada vez mais força e pretende tomar conta de cada vez mais residências.De acordo com um levantamento do IDC Brasil, a previsão é que, nos próximos anos, o mercado brasileiro de casa inteligente tenha um aumento de 30% e que o volume de negócios neste ano supere a marca de US$ 291 milhões.Se antes a presença de computadores e aparelhos sem fio já agradava e encantava muita gente, as coisas que estão surgindo são incomparáveis. Os benefícios da smart home e os equipamentos de última geração ligados à internet e integrados a sistemas sofisticados oferecem uma nova definição do que é um bom lifestyle.Exemplos aplicados do smart homeA combinação de móveis e eletrodomésticos a tecnologias faz com que o smart home consiga oferecer ainda mais conforto, acessibilidade e segurança no dia a dia das pessoas. Separamos os principais exemplos desse modelo residencial. Confira:Soluções wirelessJá parou para pensar na quantidade de equipamentos sem fio que temos disponíveis para uso? Nos projetos de smart home, as soluções wireless permitem o uso de muitos equipamentos e dispositivos ao mesmo tempo, sem precisar quebrar paredes ou ter aqueles fios aparentes pela casa.Lâmpadas inteligentesAgora é possível criar um cenário totalmente diferente nos ambientes com essas lâmpadas, que mudam de cor e intensidade somente por meio de um toque no smartphone.Sistemas de segurançaA segurança é uma questão considerada essencial e imprescindível para muitas pessoas. Nesse quesito, uma smart home pode promover a interligação entre as câmeras de monitoramento com sistemas de alarme, além do uso de sensores de presença, controle de acesso por biometria e abertura ou travamento de portas e janelas a partir do próprio celular.Assistentes virtuaisSão dispositivos ativados por comando de voz ou a partir de um simples toque no celular para auxiliar em diversas tarefas, como ligar e desligar outros aparelhos. Muitos possuem recursos de machine learning, sugerindo ações com base no comportamento da rotina dos seus usuários, como os horários que costumam chegar e sair de casa. Eletrodomésticos tecnológicosMuitos dispositivos já possuem opções de programação que podem ser feitas até remotamente pelo celular, para que realizem suas funções automaticamente. Que tal acordar e já ter o café pronto? Ou o bolo assado em um forno que desliga automaticamente por um timer de cozimento já pré-programado?Aplicações IOT (Internet of Things) em smart homeToda essa novidade oferecida pelo smart home possui um ponto muito importante: a presença do computador. Antigamente, era algo limitado ao escritório. Porém, nesse novo cenário, ele faz parte de todos os ambientes, mesmo que virtualmente.Tudo isso é uma das consequências da Internet das Coisas relacionada ao dia a dia doméstico. Com ela, é possível contar com a integração entre dispositivos e sistemas, trocando também os manuais de uso e os botões nos aparelhos por interfaces simples que instalamos em nossos dispositivos pessoais, como celular, smartwatch ou tablet.E isso é só o começo. Cada vez mais aparelhos funcionais, práticos, autossuficientes e inovadores vão surgindo no mercado, sendo capazes de aprender funções por conta própria e facilitando a vida das pessoas.A Digital House entende a importância da área de tecnologia e tem total consciência desse panorama. Cada vez mais os algoritmos de programação se tornam presentes no mercado, moldando determinadas carreiras para o mercado de trabalho do futuro.Confira as grades dos cursos de programação da DH e se torne um especialista pronto para lidar com os principais desafios do dia a dia, garantindo sua estabilidade profissional e a independência financeira almejada por tantas pessoas.Não deixe de conferir também nossa biblioteca de conteúdo e o Blog DH, com diversos outros materiais e artigos sobre as diferentes áreas do futuro, como marketing, dados, negócios digitais, programação e UX.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

A era do óculos inteligente img
#Tecnologia

A era do óculos inteligente

Com o avanço da tecnologia, diversos objetos do nosso dia a dia estão se tornando cada vez mais inteligentes e digitais.Há alguns dias a Ray-Ban em conjunto com o Facebook anunciaram um óculos inteligente com o objetivo de tirar fotos e gravar vídeos curtos, ouvir música e até mesmo para fazer chamadas telefônicas sem precisar ter seu celular próximo. Depois do anúncio a Xiaomi também divulgou que está desenvolvendo o seu próprio óculos inteligente que diz ser diferente dos seus concorrentes. A empresa não quer que o dispositivo seja um complemento para smartphones, mas que ele funcione de forma independente para algumas tarefas.Mas o que podemos esperar para os próximos anos com esses novos produtos?Uma época mais digitalHoje em dia, quando ligamos a televisão no noticiário ou acessamos a internet, recebemos uma chuva de novidades tecnológicas. É carro que dirige sozinho, robô que aspira a casa, inteligência artificial que acende a sua luz ou simplesmente conta uma piada para você.Percebemos que o objetivo das grandes empresas é que essas tarefas do cotidiano virem mais automatizadas e artificiais. Será que o filme Wall-E acertou em representar o mundo daquele jeito? Pode ser que sim, mas também pode ser que não!Segurança do UsuárioVoltando ao assunto dos óculos, o que mais preocupa é a segurança do usuário.Com certeza, quem já viu a famosa série Black Mirror usa algo para tampar a webcam, isso porque, através da série, descobrimos que podemos ser monitorados através das nossas câmeras, celulares e outros objetos.Agora imagine estar usando um óculos com câmera e sistema inteligente todos os dias sem se sentir observado e sem privacidade. Mesmo sendo um tema para se aprofundar e meio assustador, é algo que precisa ser pensado e colocado na mesa para uma reflexão.É incrível que o mundo esteja cada vez mais evoluindo tecnologicamente, mas devemos saber olhar o lado bom e também o lado ruim.Inteligência artificial na DH Conheça o Certified Tech Developer, um curso completo de Programação, pensado e desenhado pelo Mercado Livre e Globant em conjunto com a Digital House. Nele, você aprenderá fundamentos digitais, front-end, back-end, infraestrutura, banco de dados, além de learning agility, entre outras coisas.Para mais assuntos como esse, conheça a nossa biblioteca de conteúdo.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Ciência de dados e inteligência artificial: qual é a relação entre elas? img
#Dados

Ciência de dados e inteligência artificial: qual é a relação entre elas?

Possuir a habilidade de extrair informações de valor dos dados que uma empresa coleta e saber o potencial e os possíveis usos da ciência de dados e inteligência artificial pode diferenciar uma empresa no mercado e o profissional em sua carreira.Neste artigo, você entenderá esses conceitos e a relação existente entre eles. Continue acompanhando.Qual a relação entre ciência de dados e inteligência artificial?A ciência de dados e a inteligência artificial são áreas aplicadas de forma intercambiável nas empresas. É importante saber que, embora os dados possam necessitar de alguns aspectos da IA, eles não refletem tudo. A inteligência artificial está em um processo constante de evolução e ainda há muito o que mudar e explorar.A ciência de dados é uma tecnologia que vem conquistando indústrias em todo o mundo e contribuiu para a quarta revolução industrial que ouvimos tanto falar.Isso é uma consequência da explosão maciça de informações disponíveis na internet e a crescente necessidade das organizações de se basear nos dados, para criar produtos melhores ao mercado. Isso porque é a partir deles que os negócios tomam decisões cuidadosas em suas estratégias de atuação.As várias fases e procedimentos na ciência de dados envolvem coleta, manipulação, visualização e gerenciamento de dados para prever tendências e a ocorrência de eventos futuros. Sendo assim, o profissional precisa ter um conhecimento sobre os algoritmos de aprendizado de máquina. E é aí que entra a inteligência artificial. As empresas precisam que os cientistas de dados ajudem a tomar as decisões necessárias, baseadas em dados. Eles auxiliam a entender e analisar os seus próprios desempenhos de operação e também sugerem as melhorias necessárias para impulsionar seus resultados. E também ajudam a equipe de desenvolvimento de produtos a aplicar melhorias para os clientes finais, analisando seu comportamento a partir das informações.Quanto ganha um cientista de dados e inteligência artificial?O salário de um cientista de dados inicia em R$ 4.585,00 e pode chegar até R$ 8.170,00. Sendo assim, a média salarial no Brasil é de R$ 6.144,00, dependendo das habilidades técnicas e experiências, lembrando que essas habilidades também incluem a manipulação de algoritmos de IA.Já o salário médio do profissional que decide trabalhar focado 100% na inteligência artificial, como um engenheiro de machine learning, por exemplo, segundo o site Glassdoor, é de R$ 6.772 por mês, podendo chegar a R$ 16.000,00, para nível sênior, aqui no Brasil. Os valores costumam variar conforme o porte da empresa e a experiência do trabalhador.Como é o curso de ciência de dados e inteligência artificial?Atualmente, o grande desafio dos profissionais é acompanhar as mudanças da tecnologia. Não são só os cientistas de dados e especialistas em inteligência artificial, pois essas transformações afetam todo o mercado de trabalho de uma forma geral.Os profissionais que dominam as habilidades de interpretar dados ou usá-los para promover mudanças e basear suas decisões serão sempre essenciais e ainda mais valorizados se houver o pleno domínio da inteligência artificial, para poupar tempo e o gasto de recursos.O Brasil carece de profissionais qualificados em tecnologia, formando anualmente 46 mil novas pessoas para trabalhar nas diferentes carreiras. É um número baixo de acordo com estudos que preveem a necessidade de 420 mil novos trabalhadores até 2024.Sendo assim, a recomendação é para que você não se preocupe com as mudanças do mercado de trabalho, mas invista no seu conhecimento e entendimento das novas tecnologias.O curso de Inteligência Artificial da Digital House (DH) é voltado para profissionais que já possuem experiência na área, além da familiarização com cálculos, probabilidade e estatísticas e conhecimentos básicos de machine learning.A maioria dos profissionais que optam por escolher a jornada são cientistas de dados que querem aprender novos conceitos e processos. Confira os principais:• Fundamentos da aprendizagem profunda.• Como construir redes neurais e liderar com sucesso projetos de machine learning.• Redes convolucionais, RNNs, LSTM, Adam, Dropout, BatchNorm etc.A DH é a maior referência de instituição para aprendizado de habilidades digitais da América Latina e entende a importância da inteligência artificial para o crescimento da tecnologia e o sucesso das empresas no mercado.Inscreva-se no curso e seja um especialista capaz de lidar com os desafios atuais e, consequentemente, do futuro, desenvolvendo diversas soluções inovadoras para processos organizacionais, entre outros campos.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)