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Catálogo com mais de 40 APIs mais usadas por desenvolvedores

Catálogo com mais de 40 APIs mais usadas por desenvolvedores
#Tecnologia
24 de setembro - min de leitura

As APIs mais usadas também fazem parte daquelas que todo desenvolvedor precisa conhecer. Confira a lista e se atualize.


Nem sempre os usuários se dão conta de sua existência e benefícios, mas elas estão lá, facilitando a vida de todos. Porém, se soubéssemos quais as APIs mais usadas por desenvolvedores, provavelmente seria mais fácil reconhecer sua relevância.

Application Programming Interface (em português, Interface de Programação de Aplicações) pode não ser lá muito popular por nome - API - mas, torna a experiência do usuário(UX) em sistemas e sites muito mais satisfatória, segura e completa. 

Pensando nisso, neste artigo, convidamos o professor de programação, Leonardo Carvalho, para nos contar um pouco sobre as APIs mais utilizadas atualmente e qual o motivo desta popularidade toda.

APIs mais usadas por desenvolvedores e sua importância

Muitos dos apps usados todos os dias acessam diversas APIs. Graças a elas, podem oferecer diversos serviços, tais como pagamentos, mapas, armazenamento na nuvem, redes sociais etc. Leonardo Carvalho cita abaixo algumas delas, divididas por categorias, contextualizando a experiência:

Logins com redes sociais

Para evitar o desgaste do usuário em ter que se cadastrar em todo santo app, site e sistemas, é possível usar logins de terceiros, como o das redes sociais. 

“Geralmente, são usados em redes sociais, mas não se limitam a elas. O Facebook Login é o mais utilizado mas, temos, também, Google, Twitter e Apple (esse último é obrigatório, caso você desenvolva apps para dispositivos da Apple e tenha login com outras redes). Além destes, existe o GitHub, GitLab, Slack, Discord e Jira”, explica o professor.

Logins com redes sociais aceleram a criação/login de perfis no seu app, fazendo com que a experiência do usuário seja mais fluida possível. Dessa forma, possíveis KPIs do app podem ser melhoradas com elas.

Mapas

Desde os primórdios, pessoas precisam memorizar caminhos para chegar aos lugares ou usar um mapa. O problema é que esses mapas geralmente são extensos, desatualizados e de difícil manuseio. Mas, não hoje em dia, como diria a música, ponto para a internet.

Aí que entram APIs interessantes, como as focadas em mapas. “Sem dúvida, entre as APIs mais usadas para mapas está o Google Maps.

Dá para determinar rotas, distâncias, encontrar locais, criar mapas personalizados, geolocalização. Além da API do Google, tem o Bing Maps, Here Maps (um dos mais atualizados do mundo, na minha opinião), Apple Maps e OpenStreetMaps enfatiza.

Bônus de mapas: CEP

Leonardo Carvalho explica que, se não fossem as APIs de CEP, a chatice e demora em preencher cadastros em sites e sistemas no Brasil, campo por campo,seria uma realidade não muito prática.

Para consultar dados relacionados aos CEPs, é possível usar o serviço do ViaCEP, Buscar CEP e WebmaniaBR

Clima

Se antes, dependíamos da previsão do tempo fornecida pela TV, rádio e jornais diários, hoje temos aplicações completas para clima, com dados detalhados, que podem ser utilizados, por exemplo, em aplicações agrícolas, planejamento logístico ou mesmo para saber quando lavar roupa.

Entre as APIs mais usadas, o professor cita o OpenWeatherMap API, Climatempo, HG Weather e CPTEC/INPE.

Pagamentos

“Não dá para falar de internet sem pensar nas possibilidades de compra online que existem atualmente”, enfatiza o especialista, pois, em tempos de pandemia, seria impossível a existência de apps de delivery, marketplace e supermercados, com a devida segurança e distanciamento social, sem a existência dos serviços de pagamentos online.

Entre eles, é possível citar:

Mercado Pago

PagSeguro

PayPal

GerenciaNet

Wirecard (anteriormente Moip)

Vindi

Ebanx

PagBrasil (e sua tecnologia Boleto Flash)

Stripe

Armazenamento

O professor ressalta que uma das revoluções trazidas pela internet foi a possibilidade de guardar arquivos em servidores e poder acessá-los de qualquer lugar, por meio de uma interface customizada. 

E essa é uma das possibilidades com as APIs de armazenamento em nuvem. “Entre muitas, as que mais se destacam são a do Google Drive e Amazon S3. Ambas possuem interface própria para realizar o armazenamento e recuperação dos dados via app ou web, mas também permitem o uso através de APIs.”

Carvalho cita ainda outros serviços, como Google Cloud Storage (o Drive é focado em usuários domésticos e esse no uso em escala), Azure Storage, OneDrive e Dropbox.

Informações financeiras

Enquanto você lê este artigo, milhares (senão milhões) de transações financeiras estão acontecendo em algum lugar do mundo, seja no mercado tradicional dos bancos, na economia digital ou no mundo das criptomoedas. 

“E, para acessar informações sobre os valores transacionados pelo mundo, usamos (adivinhe só) APIs do mercado financeiro. Aqui, o destaque é para a API do Yahoo, com o serviço Yahoo Finance. Outras muito utilizadas são Currency Layer, o Open Exchange Rates, APIs da B3 e a HG Finance API”, explica.

APIs mais usadas para informações Covid

Uma das APIs mais usadas por desenvolvedores, principalmente nos últimos tempos, são as relacionadas com a Covid-19.

O professor conta que, no Brasil, o destaque vai para o admirável trabalho do Turicas, o Álvaro Justen (e muitos outros), no Brasil.io. Os dados desta API gratuita são provenientes das 26 Secretarias Estaduais de Saúde e da Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Compilados, eles fornecem informações de casos para análise, consolidadas e detalhadas, sobre a doença em território nacional. 

Conta com a documentação aberta, que pode ser editada por aqueles que queiram contribuir com o projeto. “Ainda em terras tupiniquins, tem a COVID-19 Brazil API. Olhando para os dados globais, há a COVID19 API, o Bing COVID-19 Data (com os dados organizados neste incrível mapa interativo),NovelCOVID API e muitos outros, disponíveis nesta página especial do Postman”.

Caso você tenha se interessado pelas mais pedidas, globalmente falando, a startup americana RapidAPI (um marketplace de APIs) listou as 50 APIs mais utilizadas por seus clientes. Já em terras brasileiras, a startup LinkAPI fez o mesmo serviço por aqui. Vale a pena conferir.

O catálogo de APIs que impulsionam a experiência do usuário é extenso, mas este é apenas uma das habilidades desejáveis dentro da área de programação. Caso queira se especializar no mundo dos códigos, invista em um curso de Web Full Stack completo para aprender na prática o que o mercado procura.

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Tudo sobre MVP: o que é, tipos de Produto Viável Mínimo e exemplos reais img
#UX

Tudo sobre MVP: o que é, tipos de Produto Viável Mínimo e exemplos reais

Que ele é essencial para o sucesso de muitas empresas, incluindo as startups, sabemos. Mas hoje é dia de ir a fundo e ler o que é MVP e o que você precisa saber sobre este processo.O Produto Viável Mínimo, na tradução da sigla em inglês MVP, ajuda empresas a lidar com diversos fatores de risco, como faturamento instável, mercado dinâmico, volátil e concorrência acirrada. Fazer um de qualidade, garante que sua empresa se aproxime mais das metas e se distancie da concorrência em vantagens competitivas.O que é um MVP e qual a importância dele?Qual o conceito de MVP? Em linhas gerais, é um processo facilitador, com a missão de reduzir fatores de risco de aceitação de um produto, com menos quantidade de exemplares, tempo e recursos. Além disso, deixa sua empresa mais perto do que se passa na cabeça do público-alvo.Ou seja, é uma forma mais simples de se testar algo que, o decorrer de todo o processo, tem como identificar de maneira breve erros no desenvolvimento daquela solução, ajustando-a às necessidades e desejos dos usuários.Mas há alguns fatores que podem dificultar na construção e aplicação de um MVP para os negócios, como a falta de exemplos consolidados e a dificuldade de desenvolver um mindset ágil.Pensando nisso, trazemos neste guia com tudo que você precisa saber sobre MVP alguns tipos de Mínimo Produto Viável para que você possa se basear, assim como exemplos de empresas que se deram bem e comprovaram a importância desta técnica em seus resultados, com base na experiência de seus usuáros (UX).Como fazer um bom MVP projetoCom tempo e dinheiro não se brinca, então se você entendeu o que é MVP, não faz o menor sentido desperdiçar investimentos e horas na criação de um produto que não resolve o problema do seu usuário, descobrindo isso justamente na fase de lançamento.Por isso, os MVPs são realizados lá no início, na fase de descoberta do cliente, dentro de product discovery, testando e validando hipóteses relacionadas à viabilidade do mercado daquele produto ou serviço, além da aderência do público que realmente interessa ao negócio. Tenha em mente que este é um produto desenvolvido com o mínimo de esforço e o menor tempo possível, então não é o momento de pensar em nada complexo. Esta é a versão mais simples da sua ideia.Tipos de MVP para testar sua ideiaExiste mais de uma maneira de criar um Minimum Viable Product e é analisando a intenção do negócio que você saberá qual escolher. Veja alguns tipos de MVP e suas vantagens:AlfaiateCorresponde a um modelo de teste em que se realiza uma ou duas vendas aos primeiros clientes, entregando sua solução como se fosse um prestador de serviço bem personalizado.Por meio desta aproximação, é possível captar a experiência do usuário, para atender e entender melhor suas necessidades, gerando aprendizados muito úteis para finalizar uma versão escalável do produto ou serviço.Mágico de OzUm modelo interessante (já dá para desconfiar pelo nome), em que o cliente não sabe que você está realizando um MVP. A experiência dele é parecida com a que teria se estivesse adquirindo a versão final. Assim, você tem uma versão fidedigna da resposta do usuário naquela utilização. ProtótipoEssa é uma versão que reúne a maior parte das funcionalidades necessárias para que a solução rode, mas sem acabamento, pois até mesmo o design ainda não está definido. A ideia do protótipo é que seja realizado em série, com aperfeiçoamento constante no decorrer da jornada de finalização, após contato com os usuários. Para este processo existem diversas ferramentas de prototipagem.Lista de e-mail e LPsOutros canais poderosos para a validação de ideias são a lista de -e-mails e as landing pages.No primeiro caso, você apresenta sua ideia e percebe como o público reage. No segundo, é possível apresentar de forma detalhada a proposta de valor do seu produto, convidando o consumidor para uma ação. AB testeO teste AB possibilita criar duas versões de sua campanha, com versões diferentes de pitch, design ou conteúdo para o seu produto.Com o resultado, a análise dos dados mostrará qual performa melhor. MockupsCrie mockups, as conhecidas maquetes, para mostrar uma versão inicial do produto para o seu público. O Mockup World e o Mockuuups são apps que podem ajudar nesta construção de um mockup para MVP.5 MVP exemplos que são inspiradoresTalvez a parte mais incrível, depois de descobrir o que é MVP, é ler sobre cases inspiradores de empresas que começaram testando sua ideia e hoje são gigantes.GrouponO Groupon iniciou por meio de um blog, onde os cupons eram enviados por e-mail, através de um PDF. A primeira versão do site era manual. Desde os trabalhos com MVP, a solução foi sendo personalizada e aprimorada.DropboxA função do MVP do Dropbox era validar o interesse das pessoas na ferramenta para saber se o modo de funcionamento era aceito por elas.Para isso, o próprio fundador, Drew Houston, fez um vídeo apresentando o Dropbox para uma comunidade da área.UberNo início, a empresa testou seu modelo de negócio e sua plataforma, por meio de  aplicativo que funcionava somente em algumas regiões, nas quais carros de luxo prestavam o serviço de corrida.A empresa continua com o MVP pelo modelo de validação ativo. Apesar dos impactos da pandemia, a empresa tem perspectiva futura do serviço de transporte com helicópteros, por meio do MVP do UberCOPTER.YubbApós a realização de entrevistas com mais de 200 pessoas, para entender as dores do mercado, o fundador da empresa lançou um vídeo, mostrando a Yubb no futuro.Depois, foi criada uma landing page e as pessoas se cadastravam na base. Todo dia, a organização procurava investimentos e montava um PDF que era enviado para o cliente, cobrando das pessoas posteriormente.Essa validação serviu de norte para entender se elas estavam dispostas a pagar pelo produto e durou cerca de um ano.Aprenda na prática a fazer MVPsEsperamos que, com esse guia prático sobre o que é MVP e como desenvolver um, você tenha inspiração suficiente de como executá-lo!Mas, caso precise de informações, conceitos e exercícios mais consistentes, você aprende a criar um MVP, com protótipos e testes de usabilidade, no curso de UX, e a definir estratégias e ideias no curso de Marketing Digital da Digital House.  Leia mais no blog DH:+ Guia para criar uma marca do zero através de canvas e exercícios de branding+ Conheça as habilidades digitais que nortearam o ano de 2020+ Saiba tudo sobre a transformação digital nas empresas

Teste de usabilidade remoto ou presencial? Conheça 3 tipos e suas diferenças img
#Dados

Teste de usabilidade remoto ou presencial? Conheça 3 tipos e suas diferenças

Os testes de usabilidade são ferramentas poderosas de avaliação sobre a funcionalidade de um site ou aplicativo, garantindo que as pessoas possam navegar com eficiência nele, em uma experiência satisfatória e que agregue valor positivo à marca.Porém, com o boom das startups e a aplicação de diversas metodologias ágeis, fica difícil decidir por um dos muitos tipos de teste de usabilidade disponíveis no universo de User Experience (UX).Para facilitar a sua tomada de decisão, separamos neste artigo três maneiras de fazer testes de usabilidade, pelas vias: presencial, online e pesquisa solicitada por orientador.Como é feito o teste de usabilidade?Teste de usabilidade online Essa opção pode ser realizada por meio de teste de usabilidade app, site ou telefone. O teste remoto pode não ser tão profundo, mas permite que você alcance um grande  número de entrevistados em diferentes áreas geográficas usando poucos recursos.A escolha depende do seu objetivo no momento. Esses métodos de teste passivos fornecem informações sobre como os usuários interagem com um site ou um app em seu “ambiente/habitat natural”.A organização das informações é feita por cards sorting, que envolvem a colocação de conceitos em cartões. Esse processo possibilita que os participantes manipulem os cartões em grupos e categorias diferentes. Depois de ordenar os cartões, eles explicam sua lógica em uma sessão de perguntas pensadas por moderadores.Para registar o feedback sobre o layout e a estrutura de navegação, os cards são muito utilizados. Por meio deles é que designer e gerentes de produto poderão se guiar em seu desenvolvimento.Sobre as ferramentas para testes online que permitem a observação remota do comportamento do usuário, podemos citar o teste de 5 segundos, onde os participantes têm este tempo para olhar a página antes de responderem à pergunta sobre percepção daquela plataforma.Há também o método do primeiro clique, onde o objetivo é avaliar se os usuários podem identificar facilmente onde precisam navegar, para concluir uma determinada tarefa. Ele é importante, pois mede quanto tempo as pessoas levam para tomar uma decisão naquele site ou app, e, consequentemente, se é intuitivo e estruturado.Teste de usabilidade presencialUma grande vantagem do teste presencial é a possibilidade de observar e analisar a linguagem corporal e as expressões faciais das pessoas, obtendo dados extras, comportamentais.Porém, esse modelo requer mais tempo que o remoto, precisa de um local adequado para a realização, data específica e recrutamento dos participantes, muitas vezes, pago.Existem testes feitos pessoalmente, de forma não moderada, realizados em um ambiente físico controlado, o que reduz a possibilidade de uma pessoa da equipe influenciar os participantes com suas perguntas.Assim, os pesquisadores só assistem, mas não participam, agindo como uma espécie de observação de laboratório. Pesquisa solicitada por orientador/moderadorEsse tipo de teste pode ser remoto ou presencial e se diferencia, pois um(a) pesquisador(a) treinado(a) apresenta o teste aos participantes, responde as suas dúvidas e pode realizar perguntas de acompanhamento. Os testes moderados têm foco em resultados mais detalhados, por interação direta entre pesquisadores e participantes. Eles investigam o raciocínio, com perguntas mais específicas sobre padrões de comportamento da pessoa.Outra característica é que este tipo de teste oferece mais recursos aos participantes que, geralmente, têm a missão de concluírem tarefas em computadores/dispositivos móveis, enquanto a pessoa moderadora treinada observa e faz perguntas.Normalmente, quem solicitou a pesquisa assiste aos procedimentos, fazendo anotações atrás de um espelho unidirecional, na área de testes.Essa prática é conhecida como teste de usabilidade do laboratório, com padrões específicos de condução, formado por um pequeno grupo de pessoas (de 8 a 10 participantes por pesquisa).Há também como esses testes serem feitos via online ou telefone, com a presença de uma pessoa moderadora treinada, com grande capacidade de análise.Neles, o moderador instrui os participantes a concluir tarefas e coleta feedback, enquanto o comportamento eletrônico do usuário é registrado remotamente.Teste de usabilidade em UXComo você pode observar, muitos são os caminhos para estudar e analisar as preferências e desejos de seus usuários e os testes de usabilidade encurtam estas distâncias, seja qual for a sua escolha.E para você estruturar um teste mais assertivo e de maneira profissional, a dica é aprender com quem realmente entende do assunto. Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário que vai te ajudar a desenvolver não apenas testes de usabilidade, mas a analisar modelos mentais e otimizar resultados que geram impacto nos negócios.Leia mais no blog DH:+ Guia de Product Discovery: passo a passo e importância do processo para o seu Produto+ Etnografia no UX: como entender a relação do consumidor com produtos e serviços+ Prototipagem: 5 ferramentas de prototipação que você precisa conhecer

DH Alunos: Minha transição para o marketing digital começou com um "não" img
#Marketing

DH Alunos: Minha transição para o marketing digital começou com um "não"

Me chamo Bruna Bozelli, sou formada em Farmácia pela Universidade Paulista UNIP, nasci no interior do interior do Paraná, em uma cidade muito pequena chamada Uraí, e minha transição para o marketing digital foi mais ou menos assim :)Minha transição para o marketing digital foi um "não"Sempre tive o sonho de ajudar pessoas e a medicina era meu foco… Até me apaixonar por química (não é à toa que tenho uma serotonina tatuada no braço). Decidi então juntar o útil ao agradável e escolhi o curso de Farmácia como formação acadêmica. Tive o imenso prazer (e sorte) de trabalhar em grandes multinacionais farmacêuticas como Eli Lilly and Company e Bayer S.A.Na empresa alemã, atuei por quase quatro anos atendendo pacientes, principalmente oncológicos. Passei a ver a vida de outra forma e aprendi muito. Fiz um processo interno e infelizmente, ou felizmente, não fui selecionada (e não, não era para a área de Marketing :P). Comecei a buscar novos desafios e recebi a proposta da Medtronic, líder mundial em Medical Device, para atuar na equipe de marketing, sendo responsável pelo atendimento e gestão de um programa também destinado à pacientes prospectivos. Me apaixonei. A empresa e a minha equipe me proporcionaram muito conhecimento não só no marketing digital, mas também dentro de gestão de projetos. Hoje apoio o gerencimento de páginas do Facebook, websites, blogs e canais no Youtube (contabilizando mais de 300 mil followers em todo o Brasil e LATAM). Minha surpresa com as aulas remotasApesar da rotina nos ensinar muito, senti a necessidade de procurar um curso para me preparar melhor e concluir minha transição para o marketing digital. Recebi a indicação de uma amiga sobre a Digital House e não me arrependo de tê-la escolhido. A estrutura, os professores, o conteúdo e a dinâmica de sala de aula invertida são excelentes. Mesmo com a situação atual da pandemia, entre medos e incertezas, a escola e o seu elenco fizeram o melhor para proporcionar aos alunos da Turma de Marketing Digital Blend o melhor conteúdo (e experiência das aulas remotas) possíveis. Mesmo sem o ambiente físico, aprendi muito, tive o prazer de conversar com os professores de marketing digital e desenvolver um projeto integrador excelente, fiz amigos (para a vida). O projeto integrador do meu grupo, uma escola fictícia na periferia de SP, a "Gamer na Quebrada", me fez aprender não só como criar um site e anúncios, mas também a melhorar uma campanha no Google Ads, desenvolver uma proposta de valor e entender sua importância para uma marca forte, além de mapear o caminho do consumidor e o que ele procura resolver. Minha carreira depois do cursoNão tenho dúvidas que o curso facilitou o meu trabalho no dia a dia, me dando mais autonomia para auxiliar nas decisões da equipe. Estou aberta a trabalhos de freelancer e um mês após finalizar o curso, já consegui o meu primeiro freela.Incentivo a todos que querem ou buscam de alguma forma aprimorar-se, seja para aumentar a performance no trabalho, expandir os conhecimentos ou até mesmo fazer uma transição para o marketing digital. Lembre-se: "O que é bonito sobre a aprendizagem é que ninguém por tirá-la de você" - BB King.Leia mais no blog DH:+ Marketing digital: qual área escolher?+ Como criar um funil de vendas eficiente para conquistar clientes+ Quem é o consumidor digital first?