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Aniversário da Digital House Brasil é celebrado com histórias de sucesso

Aniversário da Digital House Brasil é celebrado com histórias de sucesso
#Carreira
16 de abril - min de leitura

Em 16 de Abril de 2018, a Digital House chegou ao Brasil com o objetivo de formar profissionais com habilidades digitais.


O modelo da startup de educação já funcionava na Argentina há 3 anos, com cerca de três mil alunos formados e 92% recolocados no mercado de trabalho. Em São Paulo, o sucesso do primeiro ano da escola também está refletido na experiência dos alunos. No fim de 2018, foram mais de 700 alunos estavam formados nos 11 cursos que a Digital House oferecia até então. Em 2019, já são mais de 900 alunos matriculados. A aluna Luara, que finalizou o curso de Programação Mobile Android, estava sem trabalhar quando conheceu o curso e hoje recomenda para muitos colegas e amigos. "A mentoria de carreiras me ajudou muito e, depois do curso, recrutadores estavam me procurando pelo LinkedIn", conta a ex-aluna. Atualmente, ela trabalha na equipe de desenvolvimento de um app que oferece soluções de logística.

Essas histórias são para Edney Souza, diretor acadêmico da Digital House Brasil, exemplos de que o modelo aplicado no hub de educação e tecnologia funciona - e muito bem. Ele conta que outro sinal de qualidade são as empresas que contrataram alunos da escola e, hoje, estão fazendo parcerias para oferecer bolsas de estudos a novos estudantes. "Nossas apostas valeram, os alunos estão satisfeitos e as empresas estão satisfeitas", conta Edney. Para uma escola que se propõe a diminuir o gap de quase 400 mil vagas para profissionais digitais na América Latina, o caminho trilhado até então parece estar dando certo.

Os obstáculos desta empreitada, no entanto, não foram poucos, adaptar um negócio que já está consolidado a um novo país, com cultura e leis diferentes, não é fácil. Como conta o diretor acadêmico da Digital House Brasil, Edney Souza, "quando você cria algo novo, não sabe quais problemas podem surgir, por isso mantivemos nosso foco. Quando algo aparecia, perguntávamos: "isso vai ajudar em nosso objetivo?" Então seguíamos em frente".

O diretor também conta que todos os programas passaram por alguma mudança e ajuste: "nossa premissa é lançar nossos programas sempre ligados a uma profissão, algo que permita que o aluno entre no mercado de trabalho. E nossos professores são todos do mercado, então eles nos apontam o que faz sentido no programa ou não para a vida prática". Esse, inclusive, é um dos grandes diferenciais que garante bons resultados para quem estuda na Digital House Brasil. O currículo alia teoria com atividades práticas em sala de aula. O objetivo é que depois do curso, os alunos não só estejam preparados para o mercado de trabalho, mas também para crescer em sua área. "Em 2018 tínhamos essa promessa que nós vimos se concretizar: a recolocação profissional dos nossos alunos. Em 2019, vamos ver esses alunos evoluírem e serem promovidos, o que prova a capacidade de que o aluno pode continuar aprendendo sozinho depois do curso", conta Edney Souza.

Confira 21 coisas que você aprende na primeira aula de Marketing Digital na Digital House Brasil.

Para o próximo ano, a Digital House Brasil já tem novas metas e desafios, entre eles novas sedes pelo Brasil. O diretor ressalta, no entanto, que a principal premissa da escola é a qualidade. "Queremos crescer, mas não sem qualidade. Nossa principal meta é que cada pessoa saia daqui com a vida transformada".

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#Dados

A telemedicina e a evolução da análise de dados na área de saúde

O mundo está passando por uma transformação digital, agora muito mais na prática, e a tecnologia na área da medicina é um dos pilares desta evolução.Exemplo disso é o crescimento da análise de dados na área de saúde, ou seja, a telemedicina desenvolvida durante a pandemia da Covid-19. Tempos que exigem mais agilidade nas consultas, cruzamento de informações precisas, além de soluções que evitem aglomerações e locomoções.   Sabe aquele diagnóstico que você recebe remotamente, permitindo a interpretação de exames e a emissão de laudos médicos a distância? Tudo isso tem um dedo da telemedicina. Apesar de causar estranheza em boa parte da nossa população, essa prática será cada vez mais comum e frequente nos próximos anos.Medicina 4.0Chamada de Medicina 4.0, alguns termos como big data, machine learning e data analytics, aos poucos passam a fazer parte da rotina de médicos e pacientes.Fato é que a tecnologia ajuda a melhorar o atendimento, fazer diagnóstico mais precisos, realizar exames sofisticados e até evitar acidentes de trabalho.A Digital House, em parceria, com o Dr.consulta, preparou este blog post para mostrar que o uso da análise de dados já é uma realidade dentro dos consultórios da empresa focada em saúde que presta serviços ambulatoriais em todo Brasil.     + Cientista de dados: saiba mais sobre a profissão do futuroDr.consulta e a análise de dados nos atendimentosCom mais de 1,7 milhão de pacientes atendidos e 2 mil médicos parceiros, o Dr.consulta usa dados e tecnologia para garantir a melhor experiência para médicos e pacientes. Desde sua fundação, a companhia se preocupa com o armazenamento e uso dos dados para tornar seu negócio mais eficiente e levar medicina de qualidade a preços acessíveis para o população desassistida pelo SUS e planos de saúde.As soluções de data-driven implementadas no Dr.consulta tornam o negócio eficiente e competitivo, permitindo o acompanhamento de indicadores até a automação da alocação médica, sugestão de diagnóstico e medicamentos no prontuário eletrônico e quantidade e horários disponíveis de funcionários nos centros médicos.Na alocação médica, por exemplo, o Dr.consulta utiliza dados de tempo de agendamento, histórico de ocupação, perfil da especialidade médica e do profissional para prever a demanda de cada uma das 75 especialidades médicas oferecidas em 45 centros médicos. Além disso, o processo de abertura de agenda é automatizado para minimizar a intervenção humana e minimizar os custos. Com um percentual de assertividade de 89%, esse é uma das soluções de data-driven de sucesso no dr.consulta.Desafios da evolução dos dadosColetar e armazenar informações não é uma das tarefas mais fáceis, principalmente no Brasil, onde o acesso à saúde oscila com base nas condições econômicas e sociais. No entanto, a análise de dados pode trabalhar altos volumes, reconhecer padrões e gerar algoritmos para auxiliar médicos no atendimento diário.Dados na área de saúdeCom base no estudo Medição da Saúde Digital, feito em 2019 e publicado pela Organização Pan-Americana da Saúde e pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR, confira o que os indicadores dizem sobre o momento atual no país:➜ 39% dos estabelecimentos de saúde brasileiros registram informações cadastrais e clínicas dos pacientes somente em prontuários manuscritos.➜ 21% das instituições com acesso à internet armazenam os dados em formato eletrônico.➜ 40% dos médicos fazem prescrições digitalmente.Dados valem ouro na Era Digital e ter o domínio e entendimento na coleta, armazenamento e interpretação, é estar casinhas à frente, independentemente do segmento. E todos estes mercados precisam de profissionais capacitados para fazer a magia acontecer, ou seja, dar continuidade aos seus negócios.Com tantos argumentos a favor, se você gosta de exatas e está afim de entrar na área de profissões do futuro, vale investir em um curso de Inteligência Artificial, Data Science ou Analytics. 

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#Marketing

Design Sprint na prática: como alcançar resultados em menos tempo

Resolução de problemas complexos de maneira eficiente é o que as empresas procuram, ainda mais em um mundo dinâmico, que passa por mudanças estruturais com a Covid-19. E é aí que o Design Sprint na prática traz a velocidade nos processos de inovação na medida certa.Essa abordagem é extremamente útil para testar idéias e construir protótipos em poucos dias, indicada em cenários de incerteza, crise ou pouco recursos, como o que vivemos agora. Mas, tudo com pé no chão, não é mesmo? Nosso diretor executivo e especialista no assunto, Juliano Pereira, alerta: “Obviamente, o Design Sprint não é uma solução mágica. Ele é mais rápido e barato, porque leva todas as pessoas relevantes a criar e decidir sobre uma aplicação, site etc, tudo em tempo real, respeitando prazos de etapa da Sprint. Isso, por si só, já reduz o tempo de fila, que em geral, é aquele e-mail que ficou parado sem resposta e atrapalhou o fluxo num projeto comum, por exemplo”.Portanto, essa metodologia ágil, criada pela Google Ventures, não é milagre, é tecnologia agile bem empregada. Veja as vantangens do Design Sprint abaixo e como colocar a mão na massa.Checklist do Design SprintResumidamente, o conceito do Design Sprint desta metodologia é o seguinte: são cinco dias de trabalho intenso em que são reunidas práticas de estratégias de inovação, design thinking, negócios e comportamento, tudo com participação e engajamento de todos os envolvidos.Para chegar a um resultado bacana e tão rápido, é imprescindível que a equipe deste Design Sprint esteja disponível, imersa e determinada a dar o melhor de si.A metodologia permite que uma empresa desenvolva e teste suas ideias em cinco dias. Acompanhe como realizar um Design Sprint:1º dia - Entendimento e definições das metas, identificação do que será realizado e compreensão do problema;2º dia - Estudo de possibilidades, ou seja, o famoso brainstorming;3º dia - A tomada de decisões, que acontece por meio de um processo democrático e abrange todos os participantes do Design Sprint;4º dia - Este dia é o quase lá e é marcado pela criação de protótipo. Geralmente, as equipes contam com oito horas para desenvolver a ideia que, para ser produtiva de fato, exige um time sincronizado e com ações muito bem-definidas;5º dia - Validação. Aqui, o produto desenvolvido é apresentado aos potenciais usuários que podem interagir com o protótipo e preparar o feedback. Esse retorno será a carta branca, ou não, para implementar a solução desenvolvida.Design Sprint e suas vantagensDada a velocidade com que as tecnologias são criadas e implementadas no mercado, o método é uma alternativa vantajosa: além de permitir a validação de ideias em pouco tempo e inovação que abrange a diversidade, há a economia de custos.Por isso, é um recurso muito utilizado por startups e pequenas empresas e remete à disrupção. E as grandes empresas já começam a crescer seus olhos para a metodologia, principalmente no momento atípico que vivemos, onde agilidade e otimização de tempo e recursos prevalecem como diferenciais de sobrevivência.Nesta técnica, o time consegue visualizar a versão final do produto nas mãos dos consumidores, antes de fazer um alto investimento na ideia. Portanto, o risco de prejuízos é menor, ou seja, uma excelente pedida para momentos de crise. “O uso de protótipos e coleta do feedback dos clientes é um caminho mais rápido do que o modelo tradicional. Economiza-se tempo e dinheiro capturando o feedback do cliente final, quando não é preciso construir uma solução de ponta a ponta (incluindo desenvolvimento, testes e implementação)”, completa Juliano.No curso executivo de Agile, da Digital House, ensinamos diversas metodologias ágeis, entre elas, Design Sprint. Você tem aulas com professores que estão no mercado, atuando em grande empresas, e se apoiam na metodologia de sala de aula invertida para uma dinâmica interativa e rica em aprendizados. 

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#UX

Liderança em UX Design: quais as qualidades essenciais para o líder?

A liderança em UX Design tem seus desafios peculiares. Além da empatia à diversidade de opiniões e estilos, a busca por sinergia e resiliência entram na lista de skills importantes a estes profissionais. A verdade é que a liderança na Era Digital é outra.Neste artigo, vamos explicar um pouco como ser um lídera na área de UX Design, e ir além, detalhando como os dirigentes precisam trabalhar na horizontal com o resto da equipe.UX Design e os desafios de liderança na Era DigitalA pandemia vivida em 2020 avançou a Transformação Digital e também fe líderes refletirem sobre ressignificação de propósitos e sua maneira de gerenciar seres humanos. Clientes, usuários dos sites, também passam por esta reflexão diante suas escolhas de consumo e jornada de compras, o que remete ao gestor de UX Design a missão de absorver estas mudanças com atenção ao movimento diário. Neste contexto, a satisfação e adaptação ao home-office é o impacto mais comentado nas manchetes e pesquisas, ultimamente. No Brasil, uma pesquisa recente da Hibou mostra que dos 31% das pessoas que passaram a fazer home office a partir da pandemia, só 30% não gostaram da experiência. Já 36,7% gostariam de trabalhar de casa ao menos uma vez por semana e 32,6% o máximo de dias possíveis. + Leia um e-book exclusivo com ferramentas eficientes para home officeIsso mostra que áreas relacionadas ao Design precisam se adaptar, tanto aos resultados dos gostos destes usuários mais caseiros e seletivos quanto a eles mesmos, trabalhando em equipes mais colaborativas, mesmo de maneira remota. Aí o papel crucial do líder para inspirar este processo e conduzi-lo da melhor forma possível. Novo estilo de liderança No UX Design, é muito claro que não se pode tratar usuários como números. Da mesma forma, seu time não pode ser visto como recursos de projeto, que podem ser descartados ou substituídos, ainda mais no momento de incertezas que passamos.O gestor precisa, de alguma forma, prover segurança, mesmo a distância, além de confiança nestas entregas. Como? Compartilhando experiências, aprendendo com seu time na observação, e, como consequência, explorando todo o potencial de cada um.Nesta linha, vai um exercício prático para você pensar e responder mentalmente:➜ Você inspira confiabilidade em relação ao trabalho do seu time, mesmo remotamente?➜ Consegue ser claro(a) no que precisa deles e no que eles podem contar contigo?➜ Contextualiza seus liderados de que o que eles fazem é realmente importante para a empresa continuar e prosperar?➜ Compartilha conteúdos inspiracionais, relacionados à area?➜ Divide resultados positivos e colabora, colocando a mão na massa, nestes êxitos?Esta última pergunta casa bem com o momento que vivemos, em que colaboração e resiliência são soft skills valiosas. Dentro de um time de Design UX, o líder já domina métodos e ferramentas, podendo ajudar de maneira mais ágil e colaborativa na resolução de problemas complexos, inclusive usando as metodologias ágeis.E, como tudo é digital agora, aderir ao uso de metodologias ágeis e canais de comunicação dinâmicos como chat para tirar dúvidas rápidas, Meet, Zoom ou Skype for Business ajudam em reuniões periódicas. Ou mesmo ajustes de ideias via Google Docs já resolvem muita coisa.As soft skills dentro da liderançaA liderança está ali para executar o macrogerenciamento, tirar impedimentos e facilitar a comunicação entre todos para que executem suas funções. Portanto, agenda cheia, sem espaço para o time, pode levar lideranças ao caminho inverso: o distanciamento prejudicial da equipe e a falta de empatia e engajamento deles.Alguns especialistas de UX citam que a liderança em UX deve acompanhar os níveis de felicidade não só dos clientes, mas do seu time também. “Acredito que a liderança criativa é o que precisamos buscar atualmente. As características mais importantes desse tipo de modelo são: liderar pela inspiração e experimentação, não pelo medo, pela criação de redes de contato, e não pela hierarquia” John Maeda, executivo, designer e tecnólogo americano. A Digital House ajuda na condução e no preparo para este novo momento do mercado de trabalho. E para se aperfeçoar como gestor, você pode investir em um curso de Agile, metodologia ágil eficiente usada por grandes empresas do mercado. Que tal se atualizar sobre a nova liderança na Era Digital?