Entenda o que é acessibilidade digital e a sua importância na sociedade atual

Entenda o que é acessibilidade digital e a sua importância na sociedade atual

Hoje em dia, mesmo com milhões de pessoas com deficiência no Brasil, dados apontam que menos de 1% dos sites no país preocupam-se com a acessibilidade digital. Se o seu negócio possui presença na internet, mas você nunca pensou sobre isso antes, esse é o momento. Este é o melhor diferencial que a sua empresa pode oferecer!

Acompanhe este artigo, entenda o que é, quais os benefícios e a importância de adaptar os seus conteúdos para que possam ser acessados por todas as pessoas.

O que é acessibilidade digital?

Está claro que a internet mudou o comportamento das pessoas, principalmente quando falamos sobre o acesso às informações, que se tornou muito mais simples, além da própria interação com as mesmas. O grande problema é que ainda existem muitos obstáculos que impedem o acesso de milhares pessoas aos conteúdos.

Segundo o IBGE, o Brasil possui mais de 17 milhões de pessoas com deficiência. Isso sem considerar as que possuem outros tipos de limitação. É muita gente! Sendo assim, é preciso falar mais sobre acessibilidade digital. Acontece que, ao projetar um site, muitos ainda cometem o erro de associar acessibilidade apenas a ambientes físicos, esquecendo-se de que os meios digitais também precisam ser acessíveis.

Considerando todas essas informações, podemos entender que a acessibilidade digital é um conjunto de recursos e medidas que possibilitam a navegação, a compreensão e a interação de qualquer pessoa na internet, independentemente de condição e sem ajuda de ninguém.


Qual a importância da acessibilidade digital?

Como apontamos anteriormente, menos de 1% dos sites são acessíveis no Brasil. Esse é um número alarmante, principalmente quando pensamos em milhões de pessoas que estão deixando de acessar diferentes informações na internet. Nós temos a Lei Brasileira de Inclusão (LBI), que exige a acessibilidade em todos os tipos de ambientes, mas ainda há muito a fazer, principalmente quando falamos do digital.

Muitas pessoas e empresas possuem dificuldades em promover o acesso pela limitação que a própria mente coloca de fazer uma atitude exclusiva, ou seja, desenvolver conteúdos digitais focados a um padrão de pessoa, sem variedades de funcionalidades e/ou elementos sensoriais. Ou seja, a acessibilidade digital possui uma barreira que não tem relação com tecnologia e informação.

Muitas vezes, os profissionais de marketing digital, como os produtores de conteúdo, designers, desenvolvedores, não consideram essa grande parcela da população como público-alvo em seus projetos.

Em uma realidade onde a maioria das pessoas passa o tempo conectadas, promover a acessibilidade digital é uma necessidade. Ainda mais por ser uma ferramenta que tem como objetivo facilitar a vida e impactar o maior número possível de pessoas.

Sendo assim, se o seu site não possui um estudo sobre a usabilidade para todas as pessoas, está perdendo uma grande oportunidade de se comunicar com milhões delas. Gente sedenta por informação, que não consegue alcançá-la e poderia gerar novas vendas para o seu negócio, o que impactaria os resultados como um todo.

A Digital House entende a importância da acessibilidade digital para o país. Sendo assim, no curso de Experiência do Usuário (UX), o aluno, além de aprender o processo de desenvolvimento de um produto como um todo, também aprende sobre usabilidade e como tornar um desenvolvimento inclusivo para todas as pessoas.

Quem são os beneficiados com a acessibilidade digital?

A acessibilidade digital proporciona benefícios para todas as pessoas, principalmente as que possuem deficiência e/ou mobilidade reduzida, além de idosos, leigos no uso do computador e analfabetos (pessoas incapazes de entender um texto). Abaixo, listamos detalhadamente alguns deles:

Pessoas cegas ou com baixa visão

As pessoas cegas utilizam leitores de tela para acessar os conteúdos da internet. Para isso, os sites precisam estar adaptados e construídos de forma assertiva, para que o programa consiga compreender tudo.

Já a maioria das pessoas com baixa visão usa programas que ampliam a tela. Sendo assim, o contraste é um ponto importante, para que consigam identificar todos os elementos de um site, como os hiperlinks, barras, botões e as próprias letras.

Pessoas com deficiência auditiva

Essas pessoas acessam as informações que possuem áudio e vídeo através de transcrições, legendas e traduções em Libras (Língua Brasileira de Sinais).

Pessoas com deficiência motora e mobilidade reduzida

Essas pessoas usam o teclado apenas para acessar os conteúdos de forma assertiva. É preciso que o site disponha uma facilidade de navegação por todos os menus e seus subitens, serviços, formulários e informações disponíveis.

Pessoas com deficiência intelectual

Neste caso, a possibilidade de ajustar a velocidade das animações é de grande ajuda. Além disso, os conteúdos devem ser disponibilizados em diferentes formatos, como em texto, áudio e vídeo, para que escolham o que se adapta melhor e, assim, aprimorar os seus estudos.

Pessoas com baixa experiência computacional

Essas pessoas devem entender, com facilidade, a utilização dos serviços fundamentais para seu dia a dia em seu site, encontrando todas as informações necessárias de forma assertiva.

Pessoas com dispositivos móveis

Todos os sites precisam considerar o design responsivo, ou seja, o conteúdo exibido nos monitores de notebooks e desktops precisa ser mostrado da mesma forma em telas e teclados muito pequenos, além de considerar a velocidade de conexão e a capacidade reduzida de processamento e armazenamento.

Gostou desse tema? Ele é muito necessário na sociedade atual. Caso queira estudar mais, recomendamos que leia o nosso artigo sobre UX e usabilidade, onde você entenderá ainda mais essa relação e quais são as 6 principais metas para se aplicar em um desenvolvimento.

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