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Entenda o que é acessibilidade digital e a sua importância na sociedade atual

Entenda o que é acessibilidade digital e a sua importância na sociedade atual
#UX
8 de setembro - min de leitura

Você já parou para pensar na acessibilidade digital do site atual que você possui ou está projetando? Como um cego consumiria o seu conteúdo? Ou como um surdo compreenderia o vídeo que você está veiculando? Precisamos falar mais sobre isso.


Hoje em dia, mesmo com milhões de pessoas com deficiência no Brasil, dados apontam que menos de 1% dos sites no país preocupam-se com a acessibilidade digital. Se o seu negócio possui presença na internet, mas você nunca pensou sobre isso antes, esse é o momento. Este é o melhor diferencial que a sua empresa pode oferecer!

Acompanhe este artigo, entenda o que é, quais os benefícios e a importância de adaptar os seus conteúdos para que possam ser acessados por todas as pessoas.

O que é acessibilidade digital?

Está claro que a internet mudou o comportamento das pessoas, principalmente quando falamos sobre o acesso às informações, que se tornou muito mais simples, além da própria interação com as mesmas. O grande problema é que ainda existem muitos obstáculos que impedem o acesso de milhares pessoas aos conteúdos.

Segundo o IBGE, o Brasil possui mais de 17 milhões de pessoas com deficiência. Isso sem considerar as que possuem outros tipos de limitação. É muita gente! Sendo assim, é preciso falar mais sobre acessibilidade digital. Acontece que, ao projetar um site, muitos ainda cometem o erro de associar acessibilidade apenas a ambientes físicos, esquecendo-se de que os meios digitais também precisam ser acessíveis.

Considerando todas essas informações, podemos entender que a acessibilidade digital é um conjunto de recursos e medidas que possibilitam a navegação, a compreensão e a interação de qualquer pessoa na internet, independentemente de condição e sem ajuda de ninguém.


Qual a importância da acessibilidade digital?

Como apontamos anteriormente, menos de 1% dos sites são acessíveis no Brasil. Esse é um número alarmante, principalmente quando pensamos em milhões de pessoas que estão deixando de acessar diferentes informações na internet. Nós temos a Lei Brasileira de Inclusão (LBI), que exige a acessibilidade em todos os tipos de ambientes, mas ainda há muito a fazer, principalmente quando falamos do digital.

Muitas pessoas e empresas possuem dificuldades em promover o acesso pela limitação que a própria mente coloca de fazer uma atitude exclusiva, ou seja, desenvolver conteúdos digitais focados a um padrão de pessoa, sem variedades de funcionalidades e/ou elementos sensoriais. Ou seja, a acessibilidade digital possui uma barreira que não tem relação com tecnologia e informação

Muitas vezes, os profissionais de marketing digital, como os produtores de conteúdo, designers, desenvolvedores, não consideram essa grande parcela da população como público-alvo em seus projetos.

Em uma realidade onde a maioria das pessoas passa o tempo conectadas, promover a acessibilidade digital é uma necessidade. Ainda mais por ser uma ferramenta que tem como objetivo facilitar a vida e impactar o maior número possível de pessoas.

Sendo assim, se o seu site não possui um estudo sobre a usabilidade para todas as pessoas, está perdendo uma grande oportunidade de se comunicar com milhões delas. Gente sedenta por informação, que não consegue alcançá-la e poderia gerar novas vendas para o seu negócio, o que impactaria os resultados como um todo.

A Digital House entende a importância da acessibilidade digital para o país. Sendo assim, no curso de Experiência do Usuário (UX), o aluno, além de aprender o processo de desenvolvimento de um produto como um todo, também aprende sobre usabilidade e como tornar um desenvolvimento inclusivo para todas as pessoas.

Quem são os beneficiados com a acessibilidade digital?

A acessibilidade digital proporciona benefícios para todas as pessoas, principalmente as que possuem deficiência e/ou mobilidade reduzida, além de idosos, leigos no uso do computador e analfabetos (pessoas incapazes de entender um texto). Abaixo, listamos detalhadamente alguns deles:

Pessoas cegas ou com baixa visão

As pessoas cegas utilizam leitores de tela para acessar os conteúdos da internet. Para isso, os sites precisam estar adaptados e construídos de forma assertiva, para que o programa consiga compreender tudo.

Já a maioria das pessoas com baixa visão usa programas que ampliam a tela. Sendo assim, o contraste é um ponto importante, para que consigam identificar todos os elementos de um site, como os hiperlinks, barras, botões e as próprias letras.

Pessoas com deficiência auditiva

Essas pessoas acessam as informações que possuem áudio e vídeo através de transcrições, legendas e traduções em Libras (Língua Brasileira de Sinais).

Pessoas com deficiência motora e mobilidade reduzida

Essas pessoas usam o teclado apenas para acessar os conteúdos de forma assertiva. É preciso que o site disponha uma facilidade de navegação por todos os menus e seus subitens, serviços, formulários e informações disponíveis.

Pessoas com deficiência intelectual

Neste caso, a possibilidade de ajustar a velocidade das animações é de grande ajuda. Além disso, os conteúdos devem ser disponibilizados em diferentes formatos, como em texto, áudio e vídeo, para que escolham o que se adapta melhor e, assim, aprimorar os seus estudos.

Pessoas com baixa experiência computacional

Essas pessoas devem entender, com facilidade, a utilização dos serviços fundamentais para seu dia a dia em seu site, encontrando todas as informações necessárias de forma assertiva.

Pessoas com dispositivos móveis

Todos os sites precisam considerar o design responsivo, ou seja, o conteúdo exibido nos monitores de notebooks e desktops precisa ser mostrado da mesma forma em telas e teclados muito pequenos, além de considerar a velocidade de conexão e a capacidade reduzida de processamento e armazenamento.

Gostou desse tema? Ele é muito necessário na sociedade atual. Caso queira estudar mais, recomendamos que leia o nosso artigo sobre UX e usabilidade, onde você entenderá ainda mais essa relação e quais são as 6 principais metas para se aplicar em um desenvolvimento.

Leia mais no blog DH:

Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo

O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços

Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira

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Smart home: entenda o que é a inteligência artificial funcionando dentro de casa

No contexto acima, não podemos negar que a transformação digital é um processo presente e constante em todos os lugares, revolucionando o dia a dia de lares e empresas. O smart home é um elemento que faz parte desse universo e ensina as pessoas a terem novos comportamentos nas tarefas de rotina em suas casas.Hoje em dia, essas questões são muito importantes, haja vista a necessidade de otimizar o tempo diante de tantas obrigações e responsabilidades que as pessoas possuem. Acompanhe este artigo e entenda tudo sobre o tema.O que é smart home?A smart home é uma tendência nos últimos anos. Esse conceito de moradia envolve o uso da tecnologia, para proporcionar mais conforto, segurança e praticidade às pessoas.Para se entender de uma forma mais clara do que seria uma smart home, imagine as seguintes situações: controlar a intensidade de luz em um determinado ambiente, programar o desligamento da iluminação em certo horário, trancar e destrancar portas sem precisar usar as chaves, acionar o enchimento da banheira e controlar a temperatura da água pelo celular, entre muitos outros exemplos.Tudo isso já é uma realidade em muitas casas e são opções de soluções disponibilizadas por empresas especializadas em automação de ambientes e algumas construtoras, que já estão entregando os seus imóveis com toda a infraestrutura e preparação necessárias para a instalação de todos os equipamentos.Vivemos um processo constante de crescimento e desenvolvimento. Pense que, no passado, por exemplo, muitos afazeres foram facilitados por criações, como geladeiras, máquinas de lavar, entre outros. A agilidade e a praticidade de uma smart home é algo que vem ganhando cada vez mais força e pretende tomar conta de cada vez mais residências.De acordo com um levantamento do IDC Brasil, a previsão é que, nos próximos anos, o mercado brasileiro de casa inteligente tenha um aumento de 30% e que o volume de negócios neste ano supere a marca de US$ 291 milhões.Se antes a presença de computadores e aparelhos sem fio já agradava e encantava muita gente, as coisas que estão surgindo são incomparáveis. Os benefícios da smart home e os equipamentos de última geração ligados à internet e integrados a sistemas sofisticados oferecem uma nova definição do que é um bom lifestyle.Exemplos aplicados do smart homeA combinação de móveis e eletrodomésticos a tecnologias faz com que o smart home consiga oferecer ainda mais conforto, acessibilidade e segurança no dia a dia das pessoas. Separamos os principais exemplos desse modelo residencial. Confira:Soluções wirelessJá parou para pensar na quantidade de equipamentos sem fio que temos disponíveis para uso? Nos projetos de smart home, as soluções wireless permitem o uso de muitos equipamentos e dispositivos ao mesmo tempo, sem precisar quebrar paredes ou ter aqueles fios aparentes pela casa.Lâmpadas inteligentesAgora é possível criar um cenário totalmente diferente nos ambientes com essas lâmpadas, que mudam de cor e intensidade somente por meio de um toque no smartphone.Sistemas de segurançaA segurança é uma questão considerada essencial e imprescindível para muitas pessoas. Nesse quesito, uma smart home pode promover a interligação entre as câmeras de monitoramento com sistemas de alarme, além do uso de sensores de presença, controle de acesso por biometria e abertura ou travamento de portas e janelas a partir do próprio celular.Assistentes virtuaisSão dispositivos ativados por comando de voz ou a partir de um simples toque no celular para auxiliar em diversas tarefas, como ligar e desligar outros aparelhos. Muitos possuem recursos de machine learning, sugerindo ações com base no comportamento da rotina dos seus usuários, como os horários que costumam chegar e sair de casa. Eletrodomésticos tecnológicosMuitos dispositivos já possuem opções de programação que podem ser feitas até remotamente pelo celular, para que realizem suas funções automaticamente. Que tal acordar e já ter o café pronto? Ou o bolo assado em um forno que desliga automaticamente por um timer de cozimento já pré-programado?Aplicações IOT (Internet of Things) em smart homeToda essa novidade oferecida pelo smart home possui um ponto muito importante: a presença do computador. Antigamente, era algo limitado ao escritório. Porém, nesse novo cenário, ele faz parte de todos os ambientes, mesmo que virtualmente.Tudo isso é uma das consequências da Internet das Coisas relacionada ao dia a dia doméstico. Com ela, é possível contar com a integração entre dispositivos e sistemas, trocando também os manuais de uso e os botões nos aparelhos por interfaces simples que instalamos em nossos dispositivos pessoais, como celular, smartwatch ou tablet.E isso é só o começo. Cada vez mais aparelhos funcionais, práticos, autossuficientes e inovadores vão surgindo no mercado, sendo capazes de aprender funções por conta própria e facilitando a vida das pessoas.A Digital House entende a importância da área de tecnologia e tem total consciência desse panorama. Cada vez mais os algoritmos de programação se tornam presentes no mercado, moldando determinadas carreiras para o mercado de trabalho do futuro.Confira as grades dos cursos de programação da DH e se torne um especialista pronto para lidar com os principais desafios do dia a dia, garantindo sua estabilidade profissional e a independência financeira almejada por tantas pessoas.Não deixe de conferir também nossa biblioteca de conteúdo e o Blog DH, com diversos outros materiais e artigos sobre as diferentes áreas do futuro, como marketing, dados, negócios digitais, programação e UX.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

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#Tecnologia

A era do óculos inteligente

Com o avanço da tecnologia, diversos objetos do nosso dia a dia estão se tornando cada vez mais inteligentes e digitais.Há alguns dias a Ray-Ban em conjunto com o Facebook anunciaram um óculos inteligente com o objetivo de tirar fotos e gravar vídeos curtos, ouvir música e até mesmo para fazer chamadas telefônicas sem precisar ter seu celular próximo. Depois do anúncio a Xiaomi também divulgou que está desenvolvendo o seu próprio óculos inteligente que diz ser diferente dos seus concorrentes. A empresa não quer que o dispositivo seja um complemento para smartphones, mas que ele funcione de forma independente para algumas tarefas.Mas o que podemos esperar para os próximos anos com esses novos produtos?Uma época mais digitalHoje em dia, quando ligamos a televisão no noticiário ou acessamos a internet, recebemos uma chuva de novidades tecnológicas. É carro que dirige sozinho, robô que aspira a casa, inteligência artificial que acende a sua luz ou simplesmente conta uma piada para você.Percebemos que o objetivo das grandes empresas é que essas tarefas do cotidiano virem mais automatizadas e artificiais. Será que o filme Wall-E acertou em representar o mundo daquele jeito? Pode ser que sim, mas também pode ser que não!Segurança do UsuárioVoltando ao assunto dos óculos, o que mais preocupa é a segurança do usuário.Com certeza, quem já viu a famosa série Black Mirror usa algo para tampar a webcam, isso porque, através da série, descobrimos que podemos ser monitorados através das nossas câmeras, celulares e outros objetos.Agora imagine estar usando um óculos com câmera e sistema inteligente todos os dias sem se sentir observado e sem privacidade. Mesmo sendo um tema para se aprofundar e meio assustador, é algo que precisa ser pensado e colocado na mesa para uma reflexão.É incrível que o mundo esteja cada vez mais evoluindo tecnologicamente, mas devemos saber olhar o lado bom e também o lado ruim.Inteligência artificial na DH Conheça o Certified Tech Developer, um curso completo de Programação, pensado e desenhado pelo Mercado Livre e Globant em conjunto com a Digital House. Nele, você aprenderá fundamentos digitais, front-end, back-end, infraestrutura, banco de dados, além de learning agility, entre outras coisas.Para mais assuntos como esse, conheça a nossa biblioteca de conteúdo.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Ciência de dados e inteligência artificial: qual é a relação entre elas? img
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Ciência de dados e inteligência artificial: qual é a relação entre elas?

Possuir a habilidade de extrair informações de valor dos dados que uma empresa coleta e saber o potencial e os possíveis usos da ciência de dados e inteligência artificial pode diferenciar uma empresa no mercado e o profissional em sua carreira.Neste artigo, você entenderá esses conceitos e a relação existente entre eles. Continue acompanhando.Qual a relação entre ciência de dados e inteligência artificial?A ciência de dados e a inteligência artificial são áreas aplicadas de forma intercambiável nas empresas. É importante saber que, embora os dados possam necessitar de alguns aspectos da IA, eles não refletem tudo. A inteligência artificial está em um processo constante de evolução e ainda há muito o que mudar e explorar.A ciência de dados é uma tecnologia que vem conquistando indústrias em todo o mundo e contribuiu para a quarta revolução industrial que ouvimos tanto falar.Isso é uma consequência da explosão maciça de informações disponíveis na internet e a crescente necessidade das organizações de se basear nos dados, para criar produtos melhores ao mercado. Isso porque é a partir deles que os negócios tomam decisões cuidadosas em suas estratégias de atuação.As várias fases e procedimentos na ciência de dados envolvem coleta, manipulação, visualização e gerenciamento de dados para prever tendências e a ocorrência de eventos futuros. Sendo assim, o profissional precisa ter um conhecimento sobre os algoritmos de aprendizado de máquina. E é aí que entra a inteligência artificial. As empresas precisam que os cientistas de dados ajudem a tomar as decisões necessárias, baseadas em dados. Eles auxiliam a entender e analisar os seus próprios desempenhos de operação e também sugerem as melhorias necessárias para impulsionar seus resultados. E também ajudam a equipe de desenvolvimento de produtos a aplicar melhorias para os clientes finais, analisando seu comportamento a partir das informações.Quanto ganha um cientista de dados e inteligência artificial?O salário de um cientista de dados inicia em R$ 4.585,00 e pode chegar até R$ 8.170,00. Sendo assim, a média salarial no Brasil é de R$ 6.144,00, dependendo das habilidades técnicas e experiências, lembrando que essas habilidades também incluem a manipulação de algoritmos de IA.Já o salário médio do profissional que decide trabalhar focado 100% na inteligência artificial, como um engenheiro de machine learning, por exemplo, segundo o site Glassdoor, é de R$ 6.772 por mês, podendo chegar a R$ 16.000,00, para nível sênior, aqui no Brasil. Os valores costumam variar conforme o porte da empresa e a experiência do trabalhador.Como é o curso de ciência de dados e inteligência artificial?Atualmente, o grande desafio dos profissionais é acompanhar as mudanças da tecnologia. Não são só os cientistas de dados e especialistas em inteligência artificial, pois essas transformações afetam todo o mercado de trabalho de uma forma geral.Os profissionais que dominam as habilidades de interpretar dados ou usá-los para promover mudanças e basear suas decisões serão sempre essenciais e ainda mais valorizados se houver o pleno domínio da inteligência artificial, para poupar tempo e o gasto de recursos.O Brasil carece de profissionais qualificados em tecnologia, formando anualmente 46 mil novas pessoas para trabalhar nas diferentes carreiras. É um número baixo de acordo com estudos que preveem a necessidade de 420 mil novos trabalhadores até 2024.Sendo assim, a recomendação é para que você não se preocupe com as mudanças do mercado de trabalho, mas invista no seu conhecimento e entendimento das novas tecnologias.O curso de Inteligência Artificial da Digital House (DH) é voltado para profissionais que já possuem experiência na área, além da familiarização com cálculos, probabilidade e estatísticas e conhecimentos básicos de machine learning.A maioria dos profissionais que optam por escolher a jornada são cientistas de dados que querem aprender novos conceitos e processos. Confira os principais:• Fundamentos da aprendizagem profunda.• Como construir redes neurais e liderar com sucesso projetos de machine learning.• Redes convolucionais, RNNs, LSTM, Adam, Dropout, BatchNorm etc.A DH é a maior referência de instituição para aprendizado de habilidades digitais da América Latina e entende a importância da inteligência artificial para o crescimento da tecnologia e o sucesso das empresas no mercado.Inscreva-se no curso e seja um especialista capaz de lidar com os desafios atuais e, consequentemente, do futuro, desenvolvendo diversas soluções inovadoras para processos organizacionais, entre outros campos.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)