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9 coisas que você deve pensar antes de abrir um e-commerce

9 coisas que você deve pensar antes de abrir um e-commerce
#Marketing
29 de outubro - min de leitura

Está pensando em abrir um e-commerce? Em tempos de crise, esta parece ser uma atitude promissora


Segundo dados da E-commerce News, em 2017 o crescimento do e-commerce foi de 12% em relação a 2016. Acredita-se, segundo a publicação, que em 2018 cheguemos a 15%. Dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, a Abracom, indicam que o faturamento foi de 59,9 bilhões de reais. O estudo faz uma ligação direta entre o aumento das vendas online e o crescimento das pesquisas no Google. Se você está pensando em abrir um e-commerce ou migrar seu atual negócio para uma loja virtual, aqui vão dicas dos especialistas.

1. Escolha a plataforma certa, pensando no momento do seu negócio

As plataformas mais conhecidas são as SaaS (Software as a Service), mais simples e com custos menores. Funcionam para lojas virtuais que não precisam de personalização. Mais completas, há as do tipo Open Source, que disponibilizam mais recursos de integração e planejamento de produtos. "Há plataformas mais simples, que podem funcionar em um primeiro momento. Mas é fundamental planejar como será o crescimento", afirma Hugo Rosso, professor de Marketing Digital e também do Programa Executivo de E-Commerce da Digital House.

2. Plataformas têm recursos: saiba usá-los

Toda plataforma tem ferramentas que podem (e devem) ser exploradas. Cálculo do frete e estimativa de prazo de entrega, por exemplo, são recursos que podem ser decisivos para a efetivação de uma compra. Para diversos segmentos do mercado é bastante útil a opção de sugestão de produtos que combinam ou complementam itens que o cliente já colocou no carrinho. Frete grátis e acúmulo de pontos de fidelidade também podem fazer seu e-commerce se diferenciar.

3. Design e usabilidade andam juntos

Com tantos sites e lojas virtuais na internet, a concorrência por atenção é enorme. Uma vez que você consiga a visita do cliente no seu e-commerce, procure impactá-lo com um visual impecável. Cuide da escolha de cores, fontes, botões e verifique se o layout está adequado à sua marca. Junto com o design, pense na usabilidade. São fatores que se apoiam. Avalie: seu site é fácil de entender? As informações estão claras? O visitante fica em dúvida em algum momento? De nada adianta ter um visual bonito, mas gerar dúvidas na experiência do usuário.

4. O e-commerce precisa funcionar (e bem) no celular

O termo em inglês que resume essa dica é "mobile first". Ou seja, a experiência do usuário pelo celular deve ser priorizada. Sempre teste a plataforma, o design e a usabilidade no mobile e dê bastante atenção a isso. Atualmente, o volume de compras via celular só aumenta em relação ao desktop. A tendência é que, em breve, absolutamente tudo seja pelo celular.

5. Investir na apresentação dos produtos é fundamental

Em uma loja física, o cliente pode tocar, mexer e experimentar o produto. Na loja virtual, não. Essa desvantagem deve ser superada com uma exibição detalhada dos produtos. Apresente ângulos diferentes, faça vídeos e valorize detalhes que colaborem para a percepção de valor. Se o e-commerce é ligado ao setor de moda, por exemplo, mostre a peça em um look completo, dê opções de combinação, coloque zoom em itens de acabamento, como botões, costuras, textura do tecido.

6. Sem marketing digital o negócio não decola

Por melhores que sejam seus preços e produtos, por mais empenhado que você esteja, ninguém vai aparecer no seu site por acaso. Se isso acontecer, será uma exceção. No mundo online, é a loja quem busca o cliente, e não o contrário. Portanto, planeje um investimento em marketing digital. Além de movimentar seu site, gerando tráfego de usuários, você terá informações sobre a jornada de compra do visitante e sobre o seu negócio. Tais dados podem ser vitais para suas tomadas de decisão e ajustes de rota.

7. Quem vai atender o cliente?

Sua loja será frequentada por pessoas. E pessoas têm dúvidas, problemas, mudam de ideia, se arrependem. Se em uma loja física o atendimento ao cliente é importantíssimo, que dirá em uma loja virtual? Planeje como funcionará essa operação: quais são os canais de atendimento, quem atende, em quanto tempo, de que forma. Lembre-se: você irá lidar com o público e precisa estar preparado para isso. Saber se expressar, ser veloz na resposta, estar alinhado aos direitos do consumidor. Sempre disponibilize um número de telefone, para o qual o cliente possa ligar.

8. Passe segurança

Comprar pela internet é um hábito relativamente novo para algumas gerações de consumidores. "Será que esse site é sério?", "O produto vai chegar?", "Vão roubar meus dados?", essas dúvidas sempre surgem diante de uma loja nova. Há que se estabelecer confiança em todo o processo. Um dos instrumentos para isso é a Política de Privacidade, Troca e Devolução de Produtos.

Quanto mais detalhada, melhor. Seja claro, objetivo e transparente em toda a sua comunicação e deixe esse item em evidência no site. É fundamental que seu site tenha e exiba as certificações e selos de segurança, atribuídos por órgãos confiáveis. Informe também que a plataforma se responsabiliza pela privacidade dos dados do cliente, e que estes não serão fornecidos ou vendidos para terceiros.

9. Clientes têm pressa

Nada mais frustrante do que comprar algo que nunca chega. Por mais que o produto esteja correto, seja bom e não apresente problemas, se chegar atrasado a experiência do cliente com a sua loja será negativa. Escolha bem seu parceiro de logística. Cuide também para que a embalagem seja bonita, de boa qualidade, buscando surpreender positivamente seu cliente. Isso é fundamental para o sucesso do seu negócio. Está pensando em iniciar ou otimizar uma operação de e-commerce? Nosso programa imersivo de e-commerce pode te ajudar. Aqui falamos um pouco mais sobre ele.

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#Tecnologia

Primeiros passos no Git: o que é e como usar dentro da programação

Você sabe o que é Git (que não é GittHub)? Pois bem, é um sistema de controle de versão, compartilhado por open-source, utilizado atualmente por muitos desenvolvedores por suas práticas funcionalidades. Nele, se cria todo o histórico de alterações no código do projeto e, de maneira simplificada, permite  que o programador volte a qualquer ponto, para saber como o código estava naquela etapa/data.Além disso, o Git ajuda a controlar o fluxo de novas funcionalidades quando desenvolvedores programam em equipe, com suas ferramentas para análise e resolução de conflitos, quando o mesmo arquivo é editado por mais de uma pessoa.Acompanhe este artigo e saiba mais sobre estas importantes funcionalidades do Git que podem ser uma tremenda mão na roda no seu dia a dia de programador.O que é Git na prática - vantagens e funcionalidadesAbaixo, separamos algumas vantagens do Git que fazem tantas equipes de desenvolvedores aderirem ao sistema. Além disso, você, programador iniciante, fica mais familiarizado com as definições e terminologias dele. ➜ Sistema de controle: ou seja, o Git é praticamente um rastreador, podendo ser usado para armazenar qualquer tipo de conteúdo;➜ Sistema de controle de versão: seu código de armazenamento continua sendo alterado conforme mais códigos são adicionados. Isso permite que muitos desenvolvedores possam fazer essa adição, em paralelo, mantendo um histórico de todas as alterações ocorridas;➜ Sistema de controle de versão distribuído: seu sistema possui repositório remoto(armazenamento em servidor) e um local (armazenado no computador dos desenvolvedores), o que faz o código ser salvo em vários locais para mais segurança e praticidade no processo.Como usar o Git?Tudo no Git é movido por meio de interligação de pontos na história do projeto. Esses pontos são os commits que, por sua vez, são formados por conjuntos de alterações em um ou mais arquivos e somados a um descritivo que resume as alterações nesse ponto.As ramificações ou branchs no Git são formas de se alcançar uma mesma versão do código. Eles sofrem alterações e recebem commits de diferentes fontes e diferentes desenvolvedores.Como os projetos no mundo de programação geralmente comportam vários desenvolvedores trabalhando em paralelo, o Git vem como uma saída para evitar (e resolver) conflitos de código entre eles, na prática do dia a dia.Primeiros passos: instalando o GitNeste link, você encontra o passo a passo sobre como instalar Git em diversos sistemas operacionais. Para se certificar se foi instalado corretamente, use o comando no terminal git --version.A próxima ação é criar uma pasta para o seu projeto, nomeando e adicionando nela um repositório local ao projeto, por meio do comando git init. Daí, você começa a “Commitar” o código, que consiste no processo pelo qual o código é adicionado ao repositório local. Antes disso, ele deve estar na área de staging, aquela onde são mantidas as alterações que ainda não foram commitadas.Neste ponto, uma dica bacana é usar mensagens de commit que sejam relevantes e indiquem o que as alterações do código realmente vão fazer, pensando na equipe.Abaixo, exemplificamos um trabalho com vários ramos e commits aplicados. Para ver se compreendeu o que explicamos até aqui, identifique os pontos da história e seus ramos unidos que representam as alterações de uma forma aplicada a outra.Invista na área de Dev!Se você ficou interessado(a) em dominar não só o Git, mas também outras funcionalidades dentro da programação, a Digital House tem cinco cursos na área de Programação, que não apenas ensinam o uso de frameworks, mas introduzem a cultura digital à sua carreira, na medida certa exigida pelo mercado de trabalho.

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#Dados

Governança de dados: qual o papel do líder dentro da cibersegurança

Quando se fala em crime de vazamento de dados, a lista é extensa e preocupante. E as grandes empresas, inclusive as gigantes do ramo de tecnologia, não saem ilesas destes ataques. É por isso que a governança de dados ganhou tanto espaço nos últimos anos.Com uma governança adequada e qualificada, a luta pela proteção de dados ganha reforço e um recurso indispensável. Acompanhe o artigo e entenda as ações mais incisivas a se tomar em relação à cibersegurança, que vão além da tecnologia.Vazamento de dados - uma ameaça constanteA luta contra a vulnerabilidade no ciberespaço é cotidiana e permeia empresas de todos os tamanhos e segmentos, inclusive as mais entendidas do negócio (tech).Em junho deste ano, o twitter notificou seus clientes corporativos sobre risco de vazamento de seus dados pessoais. O LinkedIn, em 2012, anunciou que 6,5 milhões de senhas não associadas foram roubadas e postadas em um fórum de hackers russos.A história foi explicada mais tarde, em 2016. Acontece que o mesmo hacker que vendia os dados do MySpace estava oferecendo os endereços de e-mail e senhas de milhões de usuários do LinkedIn por 5 bitcoins (cerca de US$ 2.000 na época).A Microsoft  também passou por situação de vazamento de dados há poucos meses. A empresa foi acusada de expor 250 milhões de registros de usuários, por conta de uma falha no banco de dados de atendimento ao cliente. O problema aconteceu em dezembro de 2019 e, de acordo com a companhia, alguns textos encontrados traziam informações pessoais de clientes, como e-mail, endereço de IP, localização e outros dados sigilosos. Porém, neste caso, não houve indícios de ação de criminosos.E estas são apenas algumas amostras das instituições que foram impactadas com o vazamento de informações sigilosas dos seus clientes. LGPD e a governança de dadosAs normas da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entra em vigor em 2020, vem ao encontro da relevância e obrigatoriedade de assegurar a privacidade das pessoas, que podem ser alvo de fraudes altamente personalizadas e extorsão. Um programa de governança de dados pode ser capaz de prevenir esse tipo de problema. Nesse sentido, o primeiro passo de uma empresa é categorizar e classificar os dados, armazená-los, designar quem poderá acessá-los e os responsáveis por monitorar todo esse processo.O principal objetivo de qualquer programa de governança de dados é uma política de privilégios mínimos, ou seja, as pessoas ou serviços terão acesso apenas aos dados de que precisam para realizar seu trabalho. Para esse programa dar certo, a estrutura de soluções de segurança da informação precisa funcionar. Tecnologia e pessoas devem estar alinhadas neste propósito.O “exército de dados”, formado pelos profissionais que agem na criação de barreiras contra os ciberataques, necessitam do suporte de tecnologias de análise e monitoramento das informações, de preferência em nuvem, que mantenha os registros de quem está acessando e como estão usando cada informação, em tempo real, além de alertas quando algo incomum é feito, probabilidades de ameaças etc.A procura por profissionais de dados só aumentaSegundo levantamento, realizado pela Serasa Experian com profissionais no Brasil, Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, França e Austrália, foi identificada a má qualidade das informações e a perda de recursos associada à geração de gastos adicionais.Isso significa que metade dessas empresas brasileiras reconhece que os dados empregados em suas análises não são precisos, comprometendo a eficácia dos processos de gestão. Portanto, essa má governança dos dados é um oponente real para os negócios.Sendo assim, uma boa governança, para ser efetiva, também necessita de fontes de dados confiável, captação e apresentação adequada por meio de profissionais qualificados em dados. A Digital House oferece os cursos de Inteligência Artificial, Data Science e Data Analytics na área de dados, além de um curso focado em cibersegurança, que fala sobre a importância da governança, LGPD e principais temas sobre segurança dos dados.Invista na sua carreira, esta é uma área que está ganhando cada vez mais espaço nas empresas e destaque no mercado de trabalho!

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Novos hábitos do consumidor: quais comportamentos e consumos ganharam força durante a pandemia

O mundo não vai mudar completamente após a pandemia, mas existe uma mudança em curso que agora acontece de maneira muito acelerada, com impacto direto nas estratégias de negócio Digital First. Aos poucos, os novos hábitos do consumidor ganham forma.Alguns ficaram muito tempo em casa, outros evitaram ir muito longe, alguns tiveram mais tempo, outros começaram a trabalhar demais, alguns ficaram muito sozinhos outros passaram mais tempo do que estão acostumados com a família.O que aconteceu neste confinamento forçado?Novos hábitos do consumidorAumento das compras onlineNos últimos meses, conversei com 2 plataformas de e-commerce diferentes que afirmaram que o volume de vendas digitais atual é como se todo dia fosse uma Black Friday, os consumidores no home office forçado recorreram às compras online e levaram os lojistas a abrir mais de 135 mil lojas online novas no Brasil. Um nova rotina dentro de casaE será que esse home-office é para sempre? Se depender de  26% dos CEOS das 500 maiores empresas da lista da Fortune sim! Isso altera o deslocamento dessas pessoas pela cidade mudando os locais onde fazem compras e consomem refeições. E essa mudança de deslocamento deve fazer com que as pessoas passem mais tempo no bairro onde moram, assim as lojas locais ampliam sua importância para esse consumidor. Outro hábito que esse consumidor desenvolveu foi o costume de cozinhar em casa, um hábito que deve se manter mesmo pós-quarentena. O portal de receitas do UOL teve crescimento de 230% da audiência em junho/2020 quando comparado a março/2020.Para quem tem filhos o home-office pode ter se tornado um pesadelo, sem escola e tendo de apoiar mais de perto as tarefas educacionais, muitos pais perceberam que não tinham talento para a pedagogia, ou mesmo quando estavam à altura da tarefa, isso comprometia sua vida profissional.Sem poder sair para shows muita gente acompanhou seu cantor favorito dentro de casa, as lives que começaram simples ganharam status de superprodução e levaram milhões de brasileiros para o YouTube. Das 10 maiores lives musicais do YouTube na era pós-covid, 7 são brasileiras. Marília Mendonça chegou a ter 3,3 milhões de usuários simultâneos e seu show no YouTube já foi visto mais de 50 milhões de vezes.Empresas se adequando ao novo cenárioDe olho na mudança de comportamento do consumidor algumas marcas online estão fazendo integração com lojas de bairro, o que permite entregar serviços além de produtos. Por exemplo, a Petlove que agora pode vender banho e tosa que será entregue nos petshops parceiros.A renda do consumidor em geral caiu, essa é outra realidade dura desse novo cenário, isso tem feito com que as pessoas experimentem novas marcas e deem mais valor a novas formas de economizar, como cashback (dinheiro de volta) nas compras. De olho nessa tendência, a Magalu lançou o cashback no seu app.E enquanto alguns dão graças aos céus por poder abrir seu restaurante, outros estão aproveitando para lançar kits para cozinhar em casa, que é uma ótima maneira de manter esse cliente que criou um novo hábito.Se no ensino fundamental, médio e graduação as pessoas aguardam ansiosamente a volta às aulas, no segmento de cursos técnicos muitos tiveram experiências positivas e vão repensar a necessidade de sair de casa para se atualizar profissionalmente. E não falo apenas sobre a Digital House, existem relatos animados em todo o setor de educação. Quais os impactos no mercado?Essas mudanças de hábitos foram observadas em diversas pesquisas diferentes, e impactam cerca de 20% a 33% dos consumidores. Já pensou no seu modelo de negócio atual com apenas 67% a 80% dos seus clientes? Essa redução acaba inviabilizando muitos negócios que já não iam bem antes da pandemia, e deve forçar muitos mercados a mudança. Algumas pessoas que estão lucrando com esses novos modelos vão continuar contratando, e investindo em marketing para convencer ainda mais consumidores. E por fim, muitas dessas oportunidades apresentam uma opção mais barata ao consumidor que em sua maioria está passando por maus bocados. Isso não significa que você precise abandonar imediatamente seu negócio ou criar um novo, mas deixa claro que você precisa refletir diariamente se é o momento da virada ou de criar algo em paralelo.É hora de criar uma área de monitoramento de mercado (que para o pequeno empreendedor é um tempinho semanal para olhar as novidades da sua área de atuação) e se aprofundar na experiência do cliente (CX). As principais inovações muitas vezes vem de observar ou conversar com os consumidores.Quando a mudança vai chegar para qualquer setor é incerto, mas com certeza o consumidor não será mais o mesmo do mundo pré-pandemia.