MENU

| BR

Campus

Cursos

Programas Executivos

Paises

6 perguntas sobre Lean Startup e insights para iniciantes

6 perguntas sobre Lean Startup e insights para iniciantes
#Carreira
20 de abril - min de leitura

O método propõe jeito ágil e rápido de criar um modelo de negócio.


Erre logo, conserte rápido: esta é a mentalidade lean. Do inglês, lean significa "enxuto". Trata-se de um jeito mais ágil, adequado aos novos tempos, de estruturar um negócio. O diretor acadêmico Edney Souza dá alguns insights para que você possa aplicar ao seu projeto.

1. O que é Lean Startup?

Até bem pouco tempo, planos de negócios eram documentos enormes, que levavam muito tempo para serem feitos. Depois, surgiu o Business Model Canvas, que sintetiza tudo em uma folha, com 9 aspectos principais do plano. O Lean Canvas é uma versão modificada com foco em agilidade de implantação. Tem como objetivo simplificar o processo e deixar de lado, em um primeiro momento, tudo o que é secundário. Lean Startup é um método idealizado em 2011 por Eric Ries, empreendedor do Vale do Silício.

2. De acordo com o Lean, o que é mais importante em um novo negócio?

O mais importante é lançar um produto, observar a reação do público e ajustá-lo de forma eficiente. Ou seja: você pode inaugurar um serviço, um mercado ou produto sem saber exatamente como o consumidor reagirá, apenas partindo de hipóteses. A forma segura de fazer isso é definir um "produto mínimo viável", em inglês MVP (minimum viable product).

3. Pode explicar o que é MVP?

É a versão mais simples possível do seu produto. Crie, lance e teste com seu público. A partir disso, realize os ajustes e teste novamente. É um ciclo: construir, mensurar o resultado, aprender com a experiência. Acontece muitas vezes, nesse processo, de o negócio mudar completamente. Chamamos isso de "pivotar": trata-se de um termo inspirado no basquete, quando o jogador faz um giro e muda a direção da bola.

4. Quais são as outras vantagens do método Lean?

Quando vivíamos na era pré-internet, na idealização de um novo negócio a ideia valia muito. Hoje, não importa tanto a ideia, mas COMO você irá executá-la e seu diferencial competitivo. O Lean ajuda nessa compreensão.

5. O método Lean só funciona para startups?

Há usos diferentes para o termo startup no Brasil e nos Estados Unidos. Lá, está sempre ligado a empresas que usam a tecnologia para escalar o negócio. Lembrando que tecnologia não é só software, mas também metodologia. No Brasil, tem-se o costume de chamar de startup toda empresa pequena. Dizer que isso está errado poderia soar arrogante, mas é importante fazer essa diferenciação. O Lean serve para todo tipo de empresa. O método acaba tendo uma relação com empresas de tecnologia porque, quando se trata de um software, é muito fácil ajustar algo na programação e disponibilizar o produto novamente. Diferente de um negócio físico, por exemplo.

6. Como é a dinâmica no workshop da Digital House? É preciso ter uma ideia de negócio para participar?

O workshop é um exercício de modelo de negócio. Montamos grupos com pessoas de áreas diferentes, não precisa ter nenhum conhecimento em tecnologia ou empreendedorismo. Qualquer interessado pode participar. Acompanhamos as turmas, damos orientações e colaboramos para o entendimento do Lean Canvas. Nesses workshops, observo comportamentos muito comuns: há sempre gente muito apegada às próprias ideias ou que pensa de um jeito muito antigo. O evento dá uma chacoalhada nisso. Quem participar verá que nem sempre é preciso um extenso plano de negócios para colocar uma ideia de pé. Pelo contrário.

Outras notícias

Como a Transformação Digital proporciona o trabalho fora do escritório img
#UX
#Marketing
#Carreira
#Tecnologia
#Dados

Como a Transformação Digital proporciona o trabalho fora do escritório

Acompanhe este artigo e entenda como o uso do ferramental disponível nos ajuda a ter mais domínio das demandas de mercado, que formatam novos modelos de negócios, tendo o trabalho fora do escritório como um de seus pilares principais.O sacode a poeira da Transformação DigitalQuando ainda era uma opção aderir à Transformação Digital, já sabíamos de seus benefícios em otimização e competitividade, mas os mercados ainda tinham o pé atrás em uma de suas características como o trabalho fora do escritório, por uma série de fatores que vão de infraestrutura até questões culturais.A conectividade se restringia ao uso massivo de aplicativos via smartphones para comunicação entre as equipes, com implantação de alguns apps de serviços em setores como transporte, alimentação, hospedagem, entre outros.Hoje, todos estes mercados são obrigados a aderir à comunicação online e trabalho fora de casa para sobreviver. Inclusive, dois dos maiores players de soluções de videoconferência, o Google Hangouts e o Microsoft Teams, até liberaram diversas funcionalidades, até então somente disponíveis nas versões pagas, para versões gratuitas.Mesmo no meio do vendaval de mudanças, reflita como será o mundo corporativo, após o controle da pandemia, depois desta nova forma de trabalho ser integrada às rotinas normais e gerar resultados positivos?Esse período pode mudar perspectivas tradicionais. Lembra daquela palavrinha quase batida, o tal disruptivo. Então, olha a prática dela aí, no exercício da vivência na Transformação Digital e da chegada definitiva das novas profissões. Ou seriam dos novos profissionais?Gerenciamento sem caos - dos males o menor Pensamento positivo. Hoje temos a possibilidade do trabalho remoto. Com organização e ajuda de ferramentas que otimizem a rotina do trabalho fora do escritório, ele pode, sim, tornar o dia muito mais produtivo para as pessoas que se reinventam.Com um mindset digital criativo e ousado, é possível se manter competitivo em meio da crise, liderando projetos e pessoas. E a Digital House, que ministra cursos com as principais habilidades exigidas pelo mercado ( e que espera que você esteja se cuidando e seguindo as orientações de prevenção ao COVID-19), coloca luz e direcionamento para você que quer aderir a esta nova perspectiva e postura.Aprenda com nossos professores especialistas de mercado, ou mesmo atualize conceitos como: Cultura Digital e Discovery, Transformação Digital, Metodologias Ágeis, Experiência do Usuário (UX), Estratégias de Marketing Digital, Data Analytics, Data Science e LGPD.Inscreva-se no curso de imersão em Transformação Digital, atualmente apenas no formato online, e faça do desafio a oportunidade. Mais que frase de efeito, esta atitude é que salvará mercados e empregos. Vem conosco, estamos todos juntos nessa, embora separados!

Melhores ferramentas de gestão de projetos: como ter uma visão do todo em momentos de trabalho remoto img
#UX

Melhores ferramentas de gestão de projetos: como ter uma visão do todo em momentos de trabalho remoto

Nossa pretensão aqui não é ser nenhuma mãe Dinah (que Deus a tenha) ou guru, mas já podemos considerar que um dos marcos da era da Transformação Digital é a adesão do home office por parte da população, mesmo que “forçada”, por medidas de contenção ao alastramento da pandemia do coronavírus.E, nesta fase de adaptação para muita gente, ter uma gestão de projetos mais eficiente, com visão panorâmica das demandas e prazos, mesmo que esta prática seja no meio da sua cozinha, pode render ótimos resultados para suas entregas, agenda e saúde mental.Inovar muito além do techOutro recado desta era é que a supertecnologia XYZ de nada adianta se as pessoas que a utilizam ainda pensam analogicamente, com processos lentos de desenvolvimento de produtos e serviços, burocracia e morosidade nas aprovações. Ainda bem, as ferramentas de gestão de projetos vêm justamente para descomplicar estes modelos engessados.E é agora ou nunca que isso precisa ser feito. Por isso, trace um plano para esta fase dar tudo certo, no seu microcosmo, com o objetivo de trazer excelentes resultados para o macro, incluindo clientes e sociedade. Pois, ser competitivo e evoluir em época de crise é inovar e bem inovado, diga-se de passagem.A caixinha de pandora da gestão de projetosEntre as melhores ferramentas para gerenciar seus projetos,  podemos citar três principais:     > Metodologias ágeis (Scrum x Kanban x Agile x Lean): essa metodologia descomplica o que parece um bicho de sete cabeças, com técnicas e metas que integram equipes, promovendo mais engajamento de todos.     > Experiência do Usuário (UX, User Interface (UI) e Design Thinking): estas técnicas  vão aproximar seu trabalho, tendo uma visão 360 graus do que seu cliente mais deseja, humanizando esta relação e trazendo o encantamento tão necessário nestes tempos que vivenciamos.     > Marketing Digital: facilitar e automatizar seu dia a dia, por meio de ferramentas como Google Ads, Facebook Ads, Analytics e muito mais, trazem resultados quantificados aos seus clientes ou a sua própria empresa, já que impulsionam a marca e geram mais vendas e negócios, tão essenciais desde sempre, não é mesmo?Estas são apenas algumas destas ferramentas. Mas, esta caixinha de soluções pode ser muito mais completa. A Digital House, umas das mais importantes escolas de habilidades digitais do planeta, com um time fera de especialistas, não só ajuda você a desenvolver estas ferramentas como ensina a utilizá-las em época de pandemia e fora dela.Com cursos agora totalmente onlines, a Digital House fará com que você seja protagonista, neste talvez primeiro grande desafio da era da Transformação Digital, para pessoas e organizações - líderes conectados, na prática, com as mudanças, na velocidade em que elas ocorrem.

O que são OKRs e por que elas são importantes img
#Marketing

O que são OKRs e por que elas são importantes

O negócio é que quando se ouve falar em siglas de metodologias do futuro, sua aplicação para pequenos e médios empresários são interpretadas com insegurança, na linha fina entre o crível e os planos infalíveis do Cebolinha. O que é perfeitamente compreensível. As justificativas para este temor vão além de não estar preparado ou nem saber por onde começar. A economia no Brasil é historicamente instável e, nos últimos dias, enfrentamos uma situação inédita de pandemia, o que torna a assimilação de novos processos um bicho de sete cabeças. Mas, credibilidade as OKRs têm e bem comprovadas, diga-se de passagem. Exemplo-mor são profissionais do Google, quando ainda eram simples mortais e implementaram a metodologia, independentemente do tamanho da empresa na época. E olha o resultado aí, escancarado em uma das janelas abertas neste momento, no seu PC ou dispositivo. Um por todos e todos por um Parafraseando os mosqueteiros franceses, as OKRs trabalham bem o conceito de sua frase famosa - um por todos e todos por um. Esta metodologia nada mais é que um conjunto de objetivos inter-relacionados, alcançados de forma individual ou coletiva, e que contribuem para a melhoria e evolução de toda a organização. Nesta metodologia, cada um reconhece a parte que é responsável na empreitada. Sabendo o quão vital é seu trabalho, o profissional entende seu escopo, metas e direciona seus esforços assertivamente, não gastando energia de besteira. OKRs, então, trazem mais produtividade e autoestima aos funcionários, o que impacta positivamente naquela questão difícil chamada falta de motivação. Mais produtividade com consciência de valor, todos ganham Mas, para essa corrente do bem das OKRs, citadas anteriormente, dar certo, é necessário que os objetivos estejam muito claros entre todos (todos mesmo) os envolvidos. Estes objetivos precisam ser quantificados, com números, ou seja, metas estipuladas e acompanhadas. Por exemplo, segundo o Sebrae, cada pessoa deve possuir, no máximo, 5 objetivos macro com 4 resultados-chave para cada um deles. Outro ponto é que ao menos 60% dos objetivos devem ser definidos pelo próprio profissional que trabalhará neles. Nos modelos tradicionais, metas são traçadas de cima pra baixo, parte das vezes, acertadas em reuniões de diretoria, sem envolvimento de todo o grupo de funcionários. Já nas OKRs, 40% poderão ser definidos pelo alto escalão da empresa, enquanto 60% serão desenhados por cada indivíduo envolvido, seja qual for seu cargo. Como todos estão por dentro do processo de elaboração de objetivos, os resultados são muito mais ágeis. Na Digital House, principal escola de habilidades digitais da América Latina, sabe-se bem da importância e eficiência das OKRs, tanto que esta metodologia é ensinada, na prática, em nosso portfólio de cursos. Transformamos profissionais e empresas, por meio da tecnologia aplicada. Aqui também seguimos o conceito de Athos, Porthos, Aramis, integrando D´Artagnan. Faça parte da elite dos profissionais mais requisitados do mercado e inscreva-se em nossos cursos (excepcionalmente por EAD, neste período de contenção da pandemia do coronavírus).