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5 métricas essenciais de marketing digital para ficar de olho

5 métricas essenciais de marketing digital para ficar de olho
#Marketing
3 de dezembro - min de leitura

Ao desenvolver estratégias de marketing digital, é preciso ter em mente que, além de estruturar muito bem todas as ações e táticas, deve haver um constante monitoramento das métricas e indicadores alcançados.


A ideia é que os indicadores sirvam como base para que o estrategista de marketing saiba que rumo tomar em cada etapa das ações. Afinal, sem dados não há como saber se uma estratégia está funcionando e nem como ter previsibilidade sobre as próximas etapas que precisam ser identificadas. Para que você saiba o que precisa monitorar, listamos 5 métricas essenciais de marketing digital para ficar de olho. Não deixe de acompanhar nos tópicos a seguir.

1. Leads gerados

São chamados de leads os visitantes de seu site ou blog que se interessaram pelos conteúdos que você oferece. Nem sempre essas pessoas já desejam comprar o seu produto ou serviço, e por isso elas devem ser vistas como clientes em potencial. Um visitante do site ou blog se torna um lead quando fornece dados para a sua empresa em troca de algo, como um e-book para download, a assinatura de uma newsletter, o pedido para fazer um teste grátis, etc. No entanto, não se deve contabilizar apenas a quantidade de leads gerados, como também os canais de onde eles vieram, por exemplo: campanhas de e-mail marketing, redes sociais e buscas orgânicas no Google. Assim, é possível compreender qual tipo de ação de captação de leads traz mais resultados para o seu perfil de público.

2. Taxas de conversão no funil de vendas

Outra métrica importante e que deve ser levada em consideração é a taxa de conversão no funil de vendas, ou seja, a quantidade de pessoas que acessaram o site e se tornaram leads. Esse número é sempre expresso em porcentagens. A relevância de se observar as taxas de conversão no funil de vendas se justifica pelo fato de que não adianta um site ou blog ter uma grande quantidade de visitantes se não converter, ou seja, se as pessoas que o acessam não se tornam leads. No caso de a taxa de conversão do seu site ou blog estar muito abaixo do esperado, é sinal de que as pessoas não estão demonstrando interesse naquilo que você oferece. Por isso, é necessário rever a estratégia que está sendo adotada.

3. Oportunidades de vendas

Os leads que já foram nutridos e que demonstraram interesse na solução que a sua empresa oferece passam a ser vistos como oportunidades de vendas. Esse número é bastante relevante, uma vez que são essas pessoas as que podem ser abordadas diretamente para que uma venda seja realizada. Assim como as taxas de conversão, as oportunidades de vendas não devem apenas ser vistas como um número absoluto, mas sim como um percentual. Pois somente assim é possível compreender se as estratégias de marketing digital estão gerando os resultados desejados pela empresa.

No caso de você ter uma geração de leads grande, mas um número de oportunidades pequeno, por exemplo, significa que o processo de nutrição não está sendo tão eficiente quanto deveria. Esse é um indicador que você precisa fazer mudanças na forma como esse processo está sendo feito.

4. Custo de aquisição de clientes (CAC)

O Custo de Aquisição de Clientes (CAC) é uma das principais métricas do marketing digital, pois envolve a saúde financeira da sua empresa. Desconhecer o CAC é um erro grave cometido por muitas empresas, que acabam não tendo sucesso em ações de marketing digital. O cálculo do CAC das estratégias de marketing digital, de maneira resumida, apresenta o valor que a aquisição de cada cliente custou para a empresa.

Logo, quanto menor for o CAC, melhor para a organização. O cálculo dessa métrica envolve três fatores: o valor do investimento em marketing, o valor do investimento em vendas e o número de novos clientes conquistados. A ideia é que o CAC seja verificado em períodos de tempo determinados, como mensalmente ou semestralmente. A fórmula do CAC é bastante simples e deve ser expressa da seguinte forma: CAC = (investimento em marketing + investimento em vendas) / número de novos clientes conquistados.

O resultado do CAC também é bastante relevante para que você faça o cruzamento com outras métricas secundárias, como é o caso do Ticket Médio e do Lifetime Value. Além disso, também é possível comparar o CAC com o ROI, que será explicado a seguir.

5. Retorno sobre o investimento (ROI)

O retorno sobre o investimento, conhecido pela sigla em inglês ROI, que significa Return On Investment, é uma das principais métricas adotadas pelas empresas em áreas diversas, o que inclui o marketing digital. A relevância do ROI se dá pelo fato de esse indicador permitir saber o retorno de um investimento realizado, ou seja, se ganhou ou perdeu dinheiro ao investir em ações de marketing digital.

A partir do ROI, a empresa poderá analisar os resultados que obteve e avaliar se vale a pena investir ou não em determinados canais. Para fazer o cálculo, basta aplicar a seguinte fórmula: ROI = (receita - custo) / custo. Se as suas estratégias de marketing alcançarem um ROI positivo, significa que as ações adotadas estão sendo bem sucedidas, os custos sendo otimizados e os leads se tornando compradores. Porém, se isso não ocorrer, algum erro está sendo cometido no percurso. Com base nesse indicador, portanto, você poderá analisar as suas estratégias e identificar os seus erros cometidos nas atividades de marketing digital.

Essas são algumas das principais métricas de marketing digital nas quais você precisa ficar de olho, porém, não são as únicas que precisam ser avaliadas. Existem diversas métricas secundárias e que devem ser levadas em consideração, sendo as citadas as mais indicadas para que o empreendedor possa fazer uma análise "de longe" das operações realizadas. Conseguiu aprender mais sobre as métricas de marketing digital? Então compartilhe este conteúdo nas suas redes sociais para que outras pessoas possam saber mais sobre o assunto.


Escrito por Flaubi Farias, Content Marketer com 10 anos de experiência na web e Editor de Conteúdo da Resultados Digitais.

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#UX

Tudo sobre MVP: o que é, tipos de Produto Viável Mínimo e exemplos reais

Que ele é essencial para o sucesso de muitas empresas, incluindo as startups, sabemos. Mas hoje é dia de ir a fundo e ler o que é MVP e o que você precisa saber sobre este processo.O Produto Viável Mínimo, na tradução da sigla em inglês MVP, ajuda empresas a lidar com diversos fatores de risco, como faturamento instável, mercado dinâmico, volátil e concorrência acirrada. Fazer um de qualidade, garante que sua empresa se aproxime mais das metas e se distancie da concorrência em vantagens competitivas.O que é um MVP e qual a importância dele?Qual o conceito de MVP? Em linhas gerais, é um processo facilitador, com a missão de reduzir fatores de risco de aceitação de um produto, com menos quantidade de exemplares, tempo e recursos. Além disso, deixa sua empresa mais perto do que se passa na cabeça do público-alvo.Ou seja, é uma forma mais simples de se testar algo que, o decorrer de todo o processo, tem como identificar de maneira breve erros no desenvolvimento daquela solução, ajustando-a às necessidades e desejos dos usuários.Mas há alguns fatores que podem dificultar na construção e aplicação de um MVP para os negócios, como a falta de exemplos consolidados e a dificuldade de desenvolver um mindset ágil.Pensando nisso, trazemos neste guia com tudo que você precisa saber sobre MVP alguns tipos de Mínimo Produto Viável para que você possa se basear, assim como exemplos de empresas que se deram bem e comprovaram a importância desta técnica em seus resultados, com base na experiência de seus usuáros (UX).Como fazer um bom MVP projetoCom tempo e dinheiro não se brinca, então se você entendeu o que é MVP, não faz o menor sentido desperdiçar investimentos e horas na criação de um produto que não resolve o problema do seu usuário, descobrindo isso justamente na fase de lançamento.Por isso, os MVPs são realizados lá no início, na fase de descoberta do cliente, dentro de product discovery, testando e validando hipóteses relacionadas à viabilidade do mercado daquele produto ou serviço, além da aderência do público que realmente interessa ao negócio. Tenha em mente que este é um produto desenvolvido com o mínimo de esforço e o menor tempo possível, então não é o momento de pensar em nada complexo. Esta é a versão mais simples da sua ideia.Tipos de MVP para testar sua ideiaExiste mais de uma maneira de criar um Minimum Viable Product e é analisando a intenção do negócio que você saberá qual escolher. Veja alguns tipos de MVP e suas vantagens:AlfaiateCorresponde a um modelo de teste em que se realiza uma ou duas vendas aos primeiros clientes, entregando sua solução como se fosse um prestador de serviço bem personalizado.Por meio desta aproximação, é possível captar a experiência do usuário, para atender e entender melhor suas necessidades, gerando aprendizados muito úteis para finalizar uma versão escalável do produto ou serviço.Mágico de OzUm modelo interessante (já dá para desconfiar pelo nome), em que o cliente não sabe que você está realizando um MVP. A experiência dele é parecida com a que teria se estivesse adquirindo a versão final. Assim, você tem uma versão fidedigna da resposta do usuário naquela utilização. ProtótipoEssa é uma versão que reúne a maior parte das funcionalidades necessárias para que a solução rode, mas sem acabamento, pois até mesmo o design ainda não está definido. A ideia do protótipo é que seja realizado em série, com aperfeiçoamento constante no decorrer da jornada de finalização, após contato com os usuários. Para este processo existem diversas ferramentas de prototipagem.Lista de e-mail e LPsOutros canais poderosos para a validação de ideias são a lista de -e-mails e as landing pages.No primeiro caso, você apresenta sua ideia e percebe como o público reage. No segundo, é possível apresentar de forma detalhada a proposta de valor do seu produto, convidando o consumidor para uma ação. AB testeO teste AB possibilita criar duas versões de sua campanha, com versões diferentes de pitch, design ou conteúdo para o seu produto.Com o resultado, a análise dos dados mostrará qual performa melhor. MockupsCrie mockups, as conhecidas maquetes, para mostrar uma versão inicial do produto para o seu público. O Mockup World e o Mockuuups são apps que podem ajudar nesta construção de um mockup para MVP.5 MVP exemplos que são inspiradoresTalvez a parte mais incrível, depois de descobrir o que é MVP, é ler sobre cases inspiradores de empresas que começaram testando sua ideia e hoje são gigantes.GrouponO Groupon iniciou por meio de um blog, onde os cupons eram enviados por e-mail, através de um PDF. A primeira versão do site era manual. 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Teste de usabilidade remoto ou presencial? Conheça 3 tipos e suas diferenças img
#Dados

Teste de usabilidade remoto ou presencial? Conheça 3 tipos e suas diferenças

Os testes de usabilidade são ferramentas poderosas de avaliação sobre a funcionalidade de um site ou aplicativo, garantindo que as pessoas possam navegar com eficiência nele, em uma experiência satisfatória e que agregue valor positivo à marca.Porém, com o boom das startups e a aplicação de diversas metodologias ágeis, fica difícil decidir por um dos muitos tipos de teste de usabilidade disponíveis no universo de User Experience (UX).Para facilitar a sua tomada de decisão, separamos neste artigo três maneiras de fazer testes de usabilidade, pelas vias: presencial, online e pesquisa solicitada por orientador.Como é feito o teste de usabilidade?Teste de usabilidade online Essa opção pode ser realizada por meio de teste de usabilidade app, site ou telefone. O teste remoto pode não ser tão profundo, mas permite que você alcance um grande  número de entrevistados em diferentes áreas geográficas usando poucos recursos.A escolha depende do seu objetivo no momento. Esses métodos de teste passivos fornecem informações sobre como os usuários interagem com um site ou um app em seu “ambiente/habitat natural”.A organização das informações é feita por cards sorting, que envolvem a colocação de conceitos em cartões. Esse processo possibilita que os participantes manipulem os cartões em grupos e categorias diferentes. Depois de ordenar os cartões, eles explicam sua lógica em uma sessão de perguntas pensadas por moderadores.Para registar o feedback sobre o layout e a estrutura de navegação, os cards são muito utilizados. Por meio deles é que designer e gerentes de produto poderão se guiar em seu desenvolvimento.Sobre as ferramentas para testes online que permitem a observação remota do comportamento do usuário, podemos citar o teste de 5 segundos, onde os participantes têm este tempo para olhar a página antes de responderem à pergunta sobre percepção daquela plataforma.Há também o método do primeiro clique, onde o objetivo é avaliar se os usuários podem identificar facilmente onde precisam navegar, para concluir uma determinada tarefa. Ele é importante, pois mede quanto tempo as pessoas levam para tomar uma decisão naquele site ou app, e, consequentemente, se é intuitivo e estruturado.Teste de usabilidade presencialUma grande vantagem do teste presencial é a possibilidade de observar e analisar a linguagem corporal e as expressões faciais das pessoas, obtendo dados extras, comportamentais.Porém, esse modelo requer mais tempo que o remoto, precisa de um local adequado para a realização, data específica e recrutamento dos participantes, muitas vezes, pago.Existem testes feitos pessoalmente, de forma não moderada, realizados em um ambiente físico controlado, o que reduz a possibilidade de uma pessoa da equipe influenciar os participantes com suas perguntas.Assim, os pesquisadores só assistem, mas não participam, agindo como uma espécie de observação de laboratório. Pesquisa solicitada por orientador/moderadorEsse tipo de teste pode ser remoto ou presencial e se diferencia, pois um(a) pesquisador(a) treinado(a) apresenta o teste aos participantes, responde as suas dúvidas e pode realizar perguntas de acompanhamento. Os testes moderados têm foco em resultados mais detalhados, por interação direta entre pesquisadores e participantes. Eles investigam o raciocínio, com perguntas mais específicas sobre padrões de comportamento da pessoa.Outra característica é que este tipo de teste oferece mais recursos aos participantes que, geralmente, têm a missão de concluírem tarefas em computadores/dispositivos móveis, enquanto a pessoa moderadora treinada observa e faz perguntas.Normalmente, quem solicitou a pesquisa assiste aos procedimentos, fazendo anotações atrás de um espelho unidirecional, na área de testes.Essa prática é conhecida como teste de usabilidade do laboratório, com padrões específicos de condução, formado por um pequeno grupo de pessoas (de 8 a 10 participantes por pesquisa).Há também como esses testes serem feitos via online ou telefone, com a presença de uma pessoa moderadora treinada, com grande capacidade de análise.Neles, o moderador instrui os participantes a concluir tarefas e coleta feedback, enquanto o comportamento eletrônico do usuário é registrado remotamente.Teste de usabilidade em UXComo você pode observar, muitos são os caminhos para estudar e analisar as preferências e desejos de seus usuários e os testes de usabilidade encurtam estas distâncias, seja qual for a sua escolha.E para você estruturar um teste mais assertivo e de maneira profissional, a dica é aprender com quem realmente entende do assunto. Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário que vai te ajudar a desenvolver não apenas testes de usabilidade, mas a analisar modelos mentais e otimizar resultados que geram impacto nos negócios.Leia mais no blog DH:+ Guia de Product Discovery: passo a passo e importância do processo para o seu Produto+ Etnografia no UX: como entender a relação do consumidor com produtos e serviços+ Prototipagem: 5 ferramentas de prototipação que você precisa conhecer

DH Alunos: Minha transição para o marketing digital começou com um "não" img
#Marketing

DH Alunos: Minha transição para o marketing digital começou com um "não"

Me chamo Bruna Bozelli, sou formada em Farmácia pela Universidade Paulista UNIP, nasci no interior do interior do Paraná, em uma cidade muito pequena chamada Uraí, e minha transição para o marketing digital foi mais ou menos assim :)Minha transição para o marketing digital foi um "não"Sempre tive o sonho de ajudar pessoas e a medicina era meu foco… Até me apaixonar por química (não é à toa que tenho uma serotonina tatuada no braço). Decidi então juntar o útil ao agradável e escolhi o curso de Farmácia como formação acadêmica. Tive o imenso prazer (e sorte) de trabalhar em grandes multinacionais farmacêuticas como Eli Lilly and Company e Bayer S.A.Na empresa alemã, atuei por quase quatro anos atendendo pacientes, principalmente oncológicos. Passei a ver a vida de outra forma e aprendi muito. Fiz um processo interno e infelizmente, ou felizmente, não fui selecionada (e não, não era para a área de Marketing :P). Comecei a buscar novos desafios e recebi a proposta da Medtronic, líder mundial em Medical Device, para atuar na equipe de marketing, sendo responsável pelo atendimento e gestão de um programa também destinado à pacientes prospectivos. Me apaixonei. A empresa e a minha equipe me proporcionaram muito conhecimento não só no marketing digital, mas também dentro de gestão de projetos. Hoje apoio o gerencimento de páginas do Facebook, websites, blogs e canais no Youtube (contabilizando mais de 300 mil followers em todo o Brasil e LATAM). Minha surpresa com as aulas remotasApesar da rotina nos ensinar muito, senti a necessidade de procurar um curso para me preparar melhor e concluir minha transição para o marketing digital. Recebi a indicação de uma amiga sobre a Digital House e não me arrependo de tê-la escolhido. A estrutura, os professores, o conteúdo e a dinâmica de sala de aula invertida são excelentes. Mesmo com a situação atual da pandemia, entre medos e incertezas, a escola e o seu elenco fizeram o melhor para proporcionar aos alunos da Turma de Marketing Digital Blend o melhor conteúdo (e experiência das aulas remotas) possíveis. Mesmo sem o ambiente físico, aprendi muito, tive o prazer de conversar com os professores de marketing digital e desenvolver um projeto integrador excelente, fiz amigos (para a vida). O projeto integrador do meu grupo, uma escola fictícia na periferia de SP, a "Gamer na Quebrada", me fez aprender não só como criar um site e anúncios, mas também a melhorar uma campanha no Google Ads, desenvolver uma proposta de valor e entender sua importância para uma marca forte, além de mapear o caminho do consumidor e o que ele procura resolver. Minha carreira depois do cursoNão tenho dúvidas que o curso facilitou o meu trabalho no dia a dia, me dando mais autonomia para auxiliar nas decisões da equipe. Estou aberta a trabalhos de freelancer e um mês após finalizar o curso, já consegui o meu primeiro freela.Incentivo a todos que querem ou buscam de alguma forma aprimorar-se, seja para aumentar a performance no trabalho, expandir os conhecimentos ou até mesmo fazer uma transição para o marketing digital. Lembre-se: "O que é bonito sobre a aprendizagem é que ninguém por tirá-la de você" - BB King.Leia mais no blog DH:+ Marketing digital: qual área escolher?+ Como criar um funil de vendas eficiente para conquistar clientes+ Quem é o consumidor digital first?