MENU

| BR

Campus

Cursos

Programas Executivos

Paises

4 empresas que estão usando o Big Data para aumentar receitas e diminuir custos

4 empresas que estão usando o Big Data para aumentar receitas e diminuir custos
#Dados
5 de junho - min de leitura


Depois de anos de novas ferramentas de inovação em Big Data surgindo no mercado, finalmente a inteligência de análise de dados chegou ao dia a dia das empresas. O Big Data já faz parte da nossa história. Embora muitas empresas ainda não se sintam prontas para permitirem que o Big Data transforme os seus modelos de negócio, se escondendo por trás da desculpa que a análise de dados e os algoritmos de Machine Learning ainda não estão trazendo resultados mensuráveis, muitas organizações de diversos setores do mercado já aprenderam como aumentar suas receitas e diminuir seus gastos com as ferramentas dessa nova inteligência. Hoje, o Big Data já é considerado um dos pilares fundamentais da transformação digital das empresas, ajudando a reter e conquistar novos clientes, bem como planejar e otimizar seus processos. O Big Data e a análise de dados podem ajudar - e muito - as empresas a entender e monitorar os hábitos e preferências de seus consumidores, identificando oportunidades de inovação e marketing e captando flutuações do mercado que podem ser prejudiciais aos seus negócios, preparando-se, assim, para reverter potenciais crises. As análises preditivas, como são chamadas, falam menos a respeito do mercado de atuação das empresas hoje e mais sobre como ele será no dia de amanhã, mostrando como as organizações podem se beneficiar dessas mudanças. Não podemos deixar de ignorar o fato que essa capacidade de adaptação é fundamental para a percepção, antes da concorrência, de eventuais mudanças e tendências, se tornando o maior diferencial no mundo volátil em que vivemos hoje. Veja como 4 empresas estão transformando seus resultados com o uso da Big Data!

1. Walgreens traz a Big Data Analytics para consultórios e clínicas de saúde

A Walgreens é, hoje, a maior rede de farmácias dos EUA, fornecendo produtos e serviços de saúde e bem-estar para quase 6 milhões de americanos por dia. Há alguns anos, a empresa resolveu combinar análises avançadas de dados com intervenções focadas em resultados, analisando 8,3 bilhões de dados de eventos médicos para trazer insights analíticos para os seus programas de saúde (Dados: Business Wire 2014). O objetivo era implementar uma ferramenta de avaliação de pacientes que poderia ser utilizada para melhorar programas de atendimento, impactando diretamente na qualidade do serviço e na precisão da pontuação de risco utilizadas pelos profissionais médicos, médicos assistentes e enfermeiros. As escalas de avaliação de risco são ferramentas fundamentais para que as equipes médicas, tanto de visitas domiciliares quanto das clínicas médicas, possam priorizar consultas, tratamentos e medicamentos com base no histórico familiar e de vida de cada paciente. O resultado? As equipes conseguem realizar um melhor atendimento de seus pacientes, avaliando suas condições de saúde e sendo capazes de dar recomendações de serviços e produtos focados para cada um. Pacientes mais saudáveis, medicados e tratados cedo, menos doentes nos hospitais, menos gastos com medicações e consultas.

2. McDonald’s: como descobrir o lanche preferido dos seus clientes?

O McDonald’s, maior rede de restaurantes fast food do mundo, mergulhou de vez no mundo da Big Data. Embora a análise de dados e a inteligência artificial já estivessem sendo amplamente utilizadas pela cadeia para otimizar seus processos, o ponto da virada foi quando a tecnologia entrou para trazer resultados concretos para a empresa. Toda rede de fast food tem como objetivo principal oferecer produtos pelo menor preço e aumentar sua rentabilidade. Para que isso fosse possível, o McDonald’s precisaria entender as preferências individuais dos seus bilhões de consumidores e traduzir esses dados em novas tendências. (Via Forbes). Esses dados geram informações muito importantes sobre o negócio, como quando e onde os clientes consomem seus lanches, com que frequência, se usam o drive thru e o que consomem. Como resultado, começaram a testar mudanças importantes em seu menu. No Canadá, os restaurantes já possuem menus digitais que podem mudar de acordo com o clima, oferecendo comidas mais adequadas aos dias frios, por exemplo, aumentando as vendas em cerca de 3,5%. Outra mudança foi oferecer o café da manhã, anteriormente disponível apenas até às 11h, durante todo o dia, criando o All Day Breakfast. Essa mudança impactou sozinha 3,7% das vendas nos EUA.

3. United Parcel Service: a tecnologia em busca de entregas cada vez mais rápidas

A americana United Parcel Service, também conhecida como UPS, é uma das gigantes do mercado de logística. E uma das grandes empresas transformando seus negócios por meio da Big Data para melhorar cada vez mais a já ágil network de logística da empresa. O objetivo é otimizar as rotas usadas pela empresa enviando mensagens para seus motoristas por meio do dispositivo de navegação. Além disso, o sistema deverá otimizar as rotas de entrega automaticamente. A empresa também está colhendo informações de todas as suas entregas para entender que tipo de soluções de distribuição podem funcionar melhor em cada região geográfica diferente. Com 55.000 mil motoristas, as mudanças irão impactar na redução de 100 milhões de milhas percorridas durante suas entregas, além de 100.000 toneladas métricas de emissões de carbono. (Fonte: /www.zdnet.com/). A eficiência resulta não apenas no negócio, mas também nos projetos de sustentabilidade da empresa.

4. Merck: otimização de vacinas com análise de Big Data

Para ilustrar o caso de como o Big Data por impactar a indústria, nesse caso, a farmacêutica, o site Information Week fez um especial sobre o uso da inteligência da Big Data pela gigante Merck. A fabricante é especializada na produção de vacinas, produtos de primeira necessidade para assegurar a saúde das pessoas por todo o globo. No entanto, as vacinas são produtos extremamente sensíveis para serem produzidos, exigindo condições precisas durante todo o processo. Caso contrário, os materiais devem ser descartados, impactando diretamente no rendimento de suas fórmulas. Imagine que, durante o processo de produção de vários lotes de vacina, o material descartado pode chegar a valer milhões de dólares em receita perdida! Com o início do projeto de análise de Big Data, foi possível agrupar e mapear cada lote de vacinas e observar os padrões dos dados, verificando o rendimento de cada produção. Cada dado era recolhido em laboratório, captado e analisado. Como resultado, depois de três meses, 15 bilhões de cálculos e mais de 5,5 milhões de comparações lote a lote, a Merck fez uma grande descoberta: certas características na fase de produção das vacinas estavam intimamente ligadas ao rendimento final. Insight importantíssimo para a produção de vacinas em massa, que alterou o rendimento das fórmulas da Merck. Conheça os nossos cursos de dados e saiba como você pode contribuir para um mundo mais otimizado e sustentável utilizando essa inteligência.

Outras notícias

Liderança em UX Design: quais as qualidades essenciais para o líder? img
#UX

Liderança em UX Design: quais as qualidades essenciais para o líder?

A liderança em UX Design tem seus desafios peculiares. Além da empatia à diversidade de opiniões e estilos, a busca por sinergia e resiliência entram na lista de skills importantes a estes profissionais. A verdade é que a liderança na Era Digital é outra.Neste artigo, vamos explicar um pouco como ser um lídera na área de UX Design, e ir além, detalhando como os dirigentes precisam trabalhar na horizontal com o resto da equipe.UX Design e os desafios de liderança na Era DigitalA pandemia vivida em 2020 avançou a Transformação Digital e também fe líderes refletirem sobre ressignificação de propósitos e sua maneira de gerenciar seres humanos. Clientes, usuários dos sites, também passam por esta reflexão diante suas escolhas de consumo e jornada de compras, o que remete ao gestor de UX Design a missão de absorver estas mudanças com atenção ao movimento diário. Neste contexto, a satisfação e adaptação ao home-office é o impacto mais comentado nas manchetes e pesquisas, ultimamente. No Brasil, uma pesquisa recente da Hibou mostra que dos 31% das pessoas que passaram a fazer home office a partir da pandemia, só 30% não gostaram da experiência. Já 36,7% gostariam de trabalhar de casa ao menos uma vez por semana e 32,6% o máximo de dias possíveis. + Leia um e-book exclusivo com ferramentas eficientes para home officeIsso mostra que áreas relacionadas ao Design precisam se adaptar, tanto aos resultados dos gostos destes usuários mais caseiros e seletivos quanto a eles mesmos, trabalhando em equipes mais colaborativas, mesmo de maneira remota. Aí o papel crucial do líder para inspirar este processo e conduzi-lo da melhor forma possível. Novo estilo de liderança No UX Design, é muito claro que não se pode tratar usuários como números. Da mesma forma, seu time não pode ser visto como recursos de projeto, que podem ser descartados ou substituídos, ainda mais no momento de incertezas que passamos.O gestor precisa, de alguma forma, prover segurança, mesmo a distância, além de confiança nestas entregas. Como? Compartilhando experiências, aprendendo com seu time na observação, e, como consequência, explorando todo o potencial de cada um.Nesta linha, vai um exercício prático para você pensar e responder mentalmente:➜ Você inspira confiabilidade em relação ao trabalho do seu time, mesmo remotamente?➜ Consegue ser claro(a) no que precisa deles e no que eles podem contar contigo?➜ Contextualiza seus liderados de que o que eles fazem é realmente importante para a empresa continuar e prosperar?➜ Compartilha conteúdos inspiracionais, relacionados à area?➜ Divide resultados positivos e colabora, colocando a mão na massa, nestes êxitos?Esta última pergunta casa bem com o momento que vivemos, em que colaboração e resiliência são soft skills valiosas. Dentro de um time de Design UX, o líder já domina métodos e ferramentas, podendo ajudar de maneira mais ágil e colaborativa na resolução de problemas complexos, inclusive usando as metodologias ágeis.E, como tudo é digital agora, aderir ao uso de metodologias ágeis e canais de comunicação dinâmicos como chat para tirar dúvidas rápidas, Meet, Zoom ou Skype for Business ajudam em reuniões periódicas. Ou mesmo ajustes de ideias via Google Docs já resolvem muita coisa.As soft skills dentro da liderançaA liderança está ali para executar o macrogerenciamento, tirar impedimentos e facilitar a comunicação entre todos para que executem suas funções. Portanto, agenda cheia, sem espaço para o time, pode levar lideranças ao caminho inverso: o distanciamento prejudicial da equipe e a falta de empatia e engajamento deles.Alguns especialistas de UX citam que a liderança em UX deve acompanhar os níveis de felicidade não só dos clientes, mas do seu time também. “Acredito que a liderança criativa é o que precisamos buscar atualmente. As características mais importantes desse tipo de modelo são: liderar pela inspiração e experimentação, não pelo medo, pela criação de redes de contato, e não pela hierarquia” John Maeda, executivo, designer e tecnólogo americano. A Digital House ajuda na condução e no preparo para este novo momento do mercado de trabalho. E para se aperfeçoar como gestor, você pode investir em um curso de Agile, metodologia ágil eficiente usada por grandes empresas do mercado. Que tal se atualizar sobre a nova liderança na Era Digital?

Como otimizar seu site Wordpress com plugins e funcionalidades da plataforma img
#Marketing

Como otimizar seu site Wordpress com plugins e funcionalidades da plataforma

O WordPress é uma ferramenta flexível, gratuita e com funcionalidades eficientes para a criação de sites, blogs e lojas virtuais. Por isso, é o favorito dos profissionais de marketing digital, agindo como aliado nas estraatégias de inbound e no gerenciamento do conteúdo.Números comprovam essa simpatia. O WordPress ganhou em 2019 a fatia de 61% do mercado de CMS (Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo) no mundo todo. Este é apenas um dos bons argumentos para você aprender a criar um site no Wordpress, e mais, como otimizar o seu site na plataforma.Benefícios que o WordPress ofereceO WordPress possui duas versões disponíveis: a plataforma WordPress.com e o WordPress.org, sendo a primeira um serviço que oferece hospedagem gratuita de blogs e sites (com o uso do software deles) e a segunda de código aberto, que permite baixá-lo gratuitamente pelo site oficial e instalar em um servidor de sua escolha. Ambas as versões oferecem vantagens funcionais, como:➜ Uso intuitivo: no geral, o uso do sistema é bastante simples pois é um editor similar ao Word;➜ Fácil instalação: dura de 5 a 10 minutos, no máximo. E o melhor: suas atualizações periódicas também são rápidas;➜ Boa oferta de plugins: o plugin no Wordpress melhora a  experiência de uso de um site, tanto para os administradores quanto para os visitantes. Logo, com eles, seu site pode ficar mais rápido e atrativo. Use-os com estratégia, pois boa parte deles é gratuito;➜ Opção de troca de templates: Você pode trocar o visual da plataforma sem a preocupação de alterar conteúdos já publicados;➜ Dá para usar em dispositivos móveis: com um smartphone ou tablet, sistema Android ou iOS, será possível fazer o download do app do WordPress para gerenciar seu site na palma da sua mão;➜ Seu código é aberto: isso significa que qualquer pessoa da sua  equipe poderá editar, aprimorar e personalizar suas versões, plugins e temas. Nesse ponto, ou você conta com um dev ou aprende a habilidade digital em um curso de programação.Pegando o gancho neste último ponto, saber programar é uma skill que está se popularizando a cada dia que passa entre as áreas do digital. Você pode ver aqui como é relevante para o profissional do marketing saber programar, por exemplo.Plugins para otimizar site WordpressComo dito lá em acima, os plugins são as extensões que acrescentam novas funcionalidades e melhoram a experiência do usuário na plataforma. Como são muitas opções no WordPress, bacana escolher alguns dos plugins essenciais, ou seja, os que valem mesmo a pena usar na sua estratégia. Mas, sempre procure novas opções que atendam bem seus objetivos. Só para exemplificar, vamos citar 4 exemplos de plugins eficientes.Yoast SEONão é mera coincidência. Este plugin foi feito para auxiliar produtores de conteúdo a otimizar suas páginas e textos aos olhos dos motores de busca, tornando-os mais sedutores aos olhos do Google. Ele permite editar títulos, meta description, palavras-chaves, gerar sitemaps e indica se é preciso incluir as tags alt text nas imagens, escrever mais palavras etc.Rock ConvertO Rock Convert tem a missão de impulsionar as conversões do seu site ou blog. Ele tem a funcionalidade de criar CTAs e banners diversos que convertem melhor os visitantes em assinantes. Ótimo para ser integrado às ferramentas de automação de marketing.FlareO Flare é um plugin em que você coloca botões de compartilhamento para as redes sociais no início, meio ou final de seus artigos. Uma ferramenta simples e muito boa, que incentiva os visitantes que gostam do seu conteúdo a pegar carona nas suas redes.Google AnalyticatorSeguindo o mesmo objetivo do conhecido Google Analytics, esse plugin traz análises e métricas mais relevantes do Analytics para o seu dashboard. Assim, você consegue avaliar número de visitas, tempo de permanência médio em cada página e muitos outros dados relevantes.Dica para usar plugins no Wordpress: verifique se os plugins são compatíveis com as novas atualizações de sistema, para que não surjam problemas ao serem usados, quando elas acontecerem. Estas extensões possuem suas próprias atualizações, mas fazê-las manualmente é uma opção. Na Digital House, você pode aprender tudo sobre Wordpress no curso de Marketing Digital, além se de tornar um especialista em uma área que tem grande visibilidade nas empresas. De estratégias de marketing a tendências do mercado e táticas utilizadas pelas empresas, as aulas são dinâmicas e ideais para quem gosta de aprender fazendo.+ Entenda como funcionam as aulas remotas da Digital House

Habilidades importantes para um desenvolvedor front-end img
#Tecnologia

Habilidades importantes para um desenvolvedor front-end

O desenvolvedor front-end é o profissional com a tarefa de dar vida à interface. Para isso, ele precisa dominar toda a parte da aplicação que interage diretamente com o cliente, ou seja, lá na ponta. Então, entre as principais habilidades de um desenvolvedor front-end web, é primordial o conhecimento em técnicas de experiência do usuário (UX). Afinal, essa pessoa é a escolhida para aproximar o cliente, na hora e no momento certo.Para você que deseja trabalhar com programação web front-end, mas nem sabe por onde começar, a gente preparou este artigo para te ajudar.+ As 5 linguagens de programação mais procuradas pelo mercadoO que faz um desenvolvedor front-end?A Transformação Digital leva mais e mais empresas a criar e integrar aplicações digitais aos seus serviços. Como consequência, aumentam contratações de desenvolvedores de interfaces mais eficazes, na hora do vamos ver, ou seja, da interação com o usuário final.Em programação web, há dois campos: o back-end e front-end. Enquanto o primeiro cuida do que ocorre por trás de uma aplicação (servidores e banco de dados), o desenvolvedor web front-end implementa a interface que será rodada para o cliente. No segundo caso, ele basicamente codifica as interações com o usuário, o layout da interface e cuida da comunicação do cliente para o servidor. Para isso, e dependendo de seu nível, ele se apoiará no conhecimento em:➜ HTML : nível básico - estrutura e tags. Intermedíário e avançado - Semântica e Acessibilidade;➜ CSS : nível básico - propriedades básicas. Intermediário - propriedades avançadas do CSS3, Design Responsivo, funcionamento de grids e noção de frameworks. Avançado - Entender pre-processadores e suas funções, conceitos avançados de arquitetura ( BEM, Organic, Atomic);➜ JavaSript: nível básico -  pequenas noções, chamadas de scripts prontos. Intermediário - entendimento da linguagem, noções de orientação a objeto. Avançado - conhecimento forte na linguagem, entender algumas arquiteturas e testes, design patterns;➜ Conhecimento em photoshop: recortes, cores, fontes;➜ Noções de performance e SEO;➜ Conhecimento em UX/UI.Esta lista é uma ótima visão do profissional de programação que o mercado procura e justifica a alta procura por empresas de todos os tamanhos, de grandes indústrias a pequenos varejos. Afinal, todos precisam de uma plataforma digital bacana, objetiva e que seja um bom canal de venda, ainda mais quando parte da população mundial passa por este distanciamento físico, gerado pela pandemia.Só para citarmos números, o levantamento do GetNinjas, aplicativo voltado à contratação de serviços, aponta que a demanda por desenvolvedores cresceu 92% entre os dias 29 de março e 4 de abril de 2020.Exemplo prático dessa oferta, a plataforma profissional Catho, traz uma média de 500 vagas à espera destes profissionais, e se você se pergunta quando ganha um desenvolvedor web front-end, saiba que os salários estão na média de R$ 3.000 a R$8.000, dependendo do nível de conhecimento deles. Como iniciar como Desenvolvedor Web Front-endO mercado para desenvolvedores front-end, como mostramos, está repleto de vagas. E melhor do que isso é saber que você pode começar a investir agora em um curso de programação. Na Digital House, você aprende a desenvolver um site do zero ao longo das aulas, e entrega um projeto redondo ao final do curso, pronto para incluir no portfólio.+ Conheça as aulas remotas da Digital House e invista na sua carreira