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10 ferramentas para dar uma força no dia a dia de profissionais UX

10 ferramentas para dar uma força no dia a dia de profissionais UX
#UX
29 de novembro - min de leitura

Soluções para melhorar a rotina de quem trabalha com User Experience sempre são bem-vindas e nossa lista leva em conta cada etapa desse processo.


Se você já atua ou está pensando em atuar na área de UX (User Experience) já sabe que esse é um trabalho que envolve várias etapas. É preciso criar um protótipo para o cliente, desenvolver o wireframe, testar a navegação e a usabilidade, fazer testes A/B… ufa! E tudo isso é só na parte de desenvolvimento do projeto, depois de pronto, é preciso acompanhar a performance e as métricas de interação do design e saber se, de fato, seu usuário está navegando com a melhor experiência possível.

Nesse cenário, toda a ajuda é bem-vinda e já existem centenas de ferramentas que são usadas por designers UX para facilitar seu dia a dia e ajudá-los a finalizar cada etapa desse processo com tranquilidade e fluidez. Pensando nisso, listamos dez ferramentas que podem dar uma força na rotina de quem trabalha com UX, em todas as fases desse processo.

Protótipo e Wireframe

InVision

A plataforma pode ser usada para várias etapas do trabalho de um Designer UX: protótipo, handoff e design. Além de conversar com o Sketch e Photoshop. Essa é uma das ferramentas mais completas e usadas entre profissionais da área. Também permite a colaboração de um time em tempo real.

Sketch

A versão mais recente permite criar protótipos clicáveis e muito fiéis ao resultado final esperado. Também está na lista das mais completas ferramentas, permitindo criar design, wireframe protótipo, UI design e fazer tudo isso de forma colaborativa.

Framer

Muito parecida com a InVision em termos de possibilidades de atuação dentro da plataforma, o diferencial do Frames é ser baseado em código, portanto muito interessante para designers UX que também gostam de programar.

Testes

Usability Tools

Os poderosos recursos dessa ferramenta a tornaram muito famosa entre designers e profissionais de marketing mundo à fora. A plataforma permite analisar uma página web de acordo com a perspectiva do usuário, isso ajuda o profissional a saber onde fazer as mudanças necessárias em sua interface. Usability Tools também permite receber feedbacks em tempo real de pessoas que de fato estão navegando na página.

Desinion

Com a possibilidade de fazer testes A/B, essa ferramenta possui o recurso de debates, no qual usuários podem debater a respeito do seu design e se envolverem no processo de desenvolvimento. Os debates podem ser públicos ou privados para, por exemplo, um grupo de designers.

Appsee

Essa plataforma é voltada para aplicativos e permite que você consiga, como o nome sugere, "ver" a atividade dos usuários no app desenvolvido. Ele grava as ações feitas durante a navegação e possibilita insights muito precisos sobre erros técnicos e melhorias.

Colaboração e Handoff

Trello

Conhecido de todas as equipes que precisam trabalhar colaborativamente, o Trello permite quadros de tarefas que podem ser vistos e executados por um grupo de pessoas ao mesmo tempo. É ótimo para acompanhar aprovações e mudanças de projeto.

Zeplin

Com uma interface que pode ser integrada ao Sketch e outras plataforma, o Zeplin é ótimo para handoffs e pode ser usado tanto em desktop quanto na versão web. Também permite que membros de um time deixem feedbacks sobre um projeto.

Métricas e Análises

Hotjar

Essa ferramenta de métricas e análises mostra mapas de calor e grava as interações dos usuários nela, ajudando a entender a jornada do internauta na página e a encontrar erros em estágios ainda iniciais de desenvolvimento

Google

Google Analytics, Google Search Console e Google Optmize são três grandes aliadas para um designer UX conseguir entender melhor a interação de um usuário com a página criada. O Search Console ajuda a solucionar problemas de indexação e palavras-chave; o Optmize cria um espaço de experimentos baseado em dados e padrões de comportamento para testar as respostas do usuário às variações de um mesmo design. Por fim, o Analytics deveria dispensar apresentações, mas ele coleta dados macros de interação de internautas com seu site.

Agora que você já conhece as ferramentas mais recomendadas para o dia a dia de um profissional UX, já pode otimizar a sua produtividade!

Usa alguma ferramenta que não apareceu na lista? Recomende pra nós nos comentários.

Outras notícias

A era do óculos inteligente img
#Tecnologia

A era do óculos inteligente

Com o avanço da tecnologia, diversos objetos do nosso dia a dia estão se tornando cada vez mais inteligentes e digitais.Há alguns dias a Ray-Ban em conjunto com o Facebook anunciaram um óculos inteligente com o objetivo de tirar fotos e gravar vídeos curtos, ouvir música e até mesmo para fazer chamadas telefônicas sem precisar ter seu celular próximo. Depois do anúncio a Xiaomi também divulgou que está desenvolvendo o seu próprio óculos inteligente que diz ser diferente dos seus concorrentes. A empresa não quer que o dispositivo seja um complemento para smartphones, mas que ele funcione de forma independente para algumas tarefas.Mas o que podemos esperar para os próximos anos com esses novos produtos?Uma época mais digitalHoje em dia, quando ligamos a televisão no noticiário ou acessamos a internet, recebemos uma chuva de novidades tecnológicas. É carro que dirige sozinho, robô que aspira a casa, inteligência artificial que acende a sua luz ou simplesmente conta uma piada para você.Percebemos que o objetivo das grandes empresas é que essas tarefas do cotidiano virem mais automatizadas e artificiais. Será que o filme Wall-E acertou em representar o mundo daquele jeito? Pode ser que sim, mas também pode ser que não!Segurança do UsuárioVoltando ao assunto dos óculos, o que mais preocupa é a segurança do usuário.Com certeza, quem já viu a famosa série Black Mirror usa algo para tampar a webcam, isso porque, através da série, descobrimos que podemos ser monitorados através das nossas câmeras, celulares e outros objetos.Agora imagine estar usando um óculos com câmera e sistema inteligente todos os dias sem se sentir observado e sem privacidade. Mesmo sendo um tema para se aprofundar e meio assustador, é algo que precisa ser pensado e colocado na mesa para uma reflexão.É incrível que o mundo esteja cada vez mais evoluindo tecnologicamente, mas devemos saber olhar o lado bom e também o lado ruim.Inteligência artificial na DH Conheça o Certified Tech Developer, um curso completo de Programação, pensado e desenhado pelo Mercado Livre e Globant em conjunto com a Digital House. Nele, você aprenderá fundamentos digitais, front-end, back-end, infraestrutura, banco de dados, além de learning agility, entre outras coisas.Para mais assuntos como esse, conheça a nossa biblioteca de conteúdo.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Ciência de dados e inteligência artificial: qual é a relação entre elas? img
#Dados

Ciência de dados e inteligência artificial: qual é a relação entre elas?

Possuir a habilidade de extrair informações de valor dos dados que uma empresa coleta e saber o potencial e os possíveis usos da ciência de dados e inteligência artificial pode diferenciar uma empresa no mercado e o profissional em sua carreira.Neste artigo, você entenderá esses conceitos e a relação existente entre eles. Continue acompanhando.Qual a relação entre ciência de dados e inteligência artificial?A ciência de dados e a inteligência artificial são áreas aplicadas de forma intercambiável nas empresas. É importante saber que, embora os dados possam necessitar de alguns aspectos da IA, eles não refletem tudo. A inteligência artificial está em um processo constante de evolução e ainda há muito o que mudar e explorar.A ciência de dados é uma tecnologia que vem conquistando indústrias em todo o mundo e contribuiu para a quarta revolução industrial que ouvimos tanto falar.Isso é uma consequência da explosão maciça de informações disponíveis na internet e a crescente necessidade das organizações de se basear nos dados, para criar produtos melhores ao mercado. Isso porque é a partir deles que os negócios tomam decisões cuidadosas em suas estratégias de atuação.As várias fases e procedimentos na ciência de dados envolvem coleta, manipulação, visualização e gerenciamento de dados para prever tendências e a ocorrência de eventos futuros. Sendo assim, o profissional precisa ter um conhecimento sobre os algoritmos de aprendizado de máquina. E é aí que entra a inteligência artificial. As empresas precisam que os cientistas de dados ajudem a tomar as decisões necessárias, baseadas em dados. Eles auxiliam a entender e analisar os seus próprios desempenhos de operação e também sugerem as melhorias necessárias para impulsionar seus resultados. E também ajudam a equipe de desenvolvimento de produtos a aplicar melhorias para os clientes finais, analisando seu comportamento a partir das informações.Quanto ganha um cientista de dados e inteligência artificial?O salário de um cientista de dados inicia em R$ 4.585,00 e pode chegar até R$ 8.170,00. Sendo assim, a média salarial no Brasil é de R$ 6.144,00, dependendo das habilidades técnicas e experiências, lembrando que essas habilidades também incluem a manipulação de algoritmos de IA.Já o salário médio do profissional que decide trabalhar focado 100% na inteligência artificial, como um engenheiro de machine learning, por exemplo, segundo o site Glassdoor, é de R$ 6.772 por mês, podendo chegar a R$ 16.000,00, para nível sênior, aqui no Brasil. Os valores costumam variar conforme o porte da empresa e a experiência do trabalhador.Como é o curso de ciência de dados e inteligência artificial?Atualmente, o grande desafio dos profissionais é acompanhar as mudanças da tecnologia. Não são só os cientistas de dados e especialistas em inteligência artificial, pois essas transformações afetam todo o mercado de trabalho de uma forma geral.Os profissionais que dominam as habilidades de interpretar dados ou usá-los para promover mudanças e basear suas decisões serão sempre essenciais e ainda mais valorizados se houver o pleno domínio da inteligência artificial, para poupar tempo e o gasto de recursos.O Brasil carece de profissionais qualificados em tecnologia, formando anualmente 46 mil novas pessoas para trabalhar nas diferentes carreiras. É um número baixo de acordo com estudos que preveem a necessidade de 420 mil novos trabalhadores até 2024.Sendo assim, a recomendação é para que você não se preocupe com as mudanças do mercado de trabalho, mas invista no seu conhecimento e entendimento das novas tecnologias.O curso de Inteligência Artificial da Digital House (DH) é voltado para profissionais que já possuem experiência na área, além da familiarização com cálculos, probabilidade e estatísticas e conhecimentos básicos de machine learning.A maioria dos profissionais que optam por escolher a jornada são cientistas de dados que querem aprender novos conceitos e processos. Confira os principais:• Fundamentos da aprendizagem profunda.• Como construir redes neurais e liderar com sucesso projetos de machine learning.• Redes convolucionais, RNNs, LSTM, Adam, Dropout, BatchNorm etc.A DH é a maior referência de instituição para aprendizado de habilidades digitais da América Latina e entende a importância da inteligência artificial para o crescimento da tecnologia e o sucesso das empresas no mercado.Inscreva-se no curso e seja um especialista capaz de lidar com os desafios atuais e, consequentemente, do futuro, desenvolvendo diversas soluções inovadoras para processos organizacionais, entre outros campos.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

UX e design thinking: um combo para a melhor experiência do usuário img
#UX

UX e design thinking: um combo para a melhor experiência do usuário

Nos últimos anos, eles têm sido usados cada vez mais por profissionais e empresas de todos os portes. É importante saber que design thinking não é a mesma coisa que UX, apesar de poderem ser utilizadas de maneira complementar. Essa combinação pode impulsionar a melhor experiência do usuário na interação com produtos e serviços, com muita inovação.Acompanhe este artigo, entenda o porquê a mentalidade norteada pelo design thinking pode trazer muitos benefícios para o negócio, se pensada junto à UX.O que é design thinking em UX?Ter uma marca presente no meio digital sem pensar em design thinking em UX é praticamente impossível. O conceito se baseia em um processo interativo, com o objetivo de entender o usuário com exatidão.Nesse decorrer, o profissional deve propor suposições e estudar problemas, a fim de identificar novas estratégias e soluções alternativas, que tornam determinados produtos e serviços mais assertivos às necessidades de seus clientes.Por ser uma abordagem baseada em solucionar problemas, acaba sendo uma ótima maneira de pensar e trabalhar e, ao mesmo tempo, gerar métodos práticos no dia a dia.Os conceitos de design thinking e UX sempre estão lado a lado. Isso porque proporcionar experiências cada vez mais personalizadas e de acordo com a necessidade do usuário é uma tendência que muitas empresas estão priorizando.UX é a mesma coisa que design thinking?Como já dissemos, os dois conceitos não são a mesma coisa. A verdade é que o UX usa design thinking em seus processos. Ou seja, o User Experience conta com diferentes metodologias para testar todos os pontos de contato com cliente, como o design thinking, para chegar a resultados que estejam de acordo com a realidade do público.O design thinking é um método que se baseia na lógica, na imaginação e no raciocínio, para explorar as inúmeras possibilidades do que poderia ser, com o objetivo de beneficiar o usuário final (o cliente).Em qualquer produto ou serviço digital, a usabilidade é um dos pontos mais importantes e que deve ser priorizada. Essa é a essência do UX.Como funciona o processo de design thinking?Como falamos, o design thinking é uma metodologia utilizada na criação de projetos e desenvolvimento de produtos. Tudo isso pode ser compreendido como um processo de resolução de problemas, estruturando ideias com base no usuário final. O sucesso de tudo depende de alguns pontos importantes e fundamentais para qualquer projeto que atenda às demandas.No entanto, na prática, há uma distância considerável entre o desejo de adotar o método e a sua utilização em processos e ações diárias. Neste cenário, muitos empreendedores ainda não sabem como utilizar o design thinking em seu negócio.Essa abordagem pode ser utilizada em qualquer área que tenha um problema a ser solucionado e a possibilidade de aplicar inovações para otimizar sua usabilidade. Para isso, é preciso ter um time multidisciplinar focado em se aproximar do público, entendendo e dominando sobre o cenário do desafio.Além disso, outro ponto importante no funcionamento do design thinking em uma empresa é a criação e/ou implantação de uma cultura organizacional focada na colaboração entre diferentes times, cooperação e incentivo à criatividade em diferentes processos.Com tudo isso, é possível aplicar a metodologia e seguir as etapas que iremos explicar no próximo tópico. Assim, o seu negócio terá os mesmos resultados de outras grandes organizações que já utilizam a estratégia.A Digital House é uma das principais referências de ensino na área de UX. Em seu curso de Experiência do Usuário, o aluno aprende e domina diferentes técnicas, como o design thinking, para lidar com os desafios e problemas do dia a dia da melhor forma, trazendo resultados assertivos e mudando o rumo de empresas.Nossas aulas são dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por professores especialistas do mercado. Que tal conferir a grade do curso? Garanta o seu sucesso agora mesmo!Quais são os 5 estágios do design thinking?Como comentamos, a abordagem do design thinking possui algumas etapas importantes, que garantem o seu sucesso, ajudando os profissionais a entender e trabalhar com pontos críticos de desenvolvimento. São cinco estágios. Confira agora mesmo:EmpatiaEsse é o ponto chave do design centrado no usuário final. Nesta etapa, é preciso entender as necessidades das pessoas, de acordo com o desafio a ser solucionado.Busque entender o porquê de eles fazerem as coisas que fazem da maneira atual, seus aspectos físicos, emocionais, psicológicos, desejos, vontades, frustrações, entre outras características importantes e relevantes para o processo.DefiniçãoCom suas descobertas e identificações na etapa de empatia, é preciso transformar todos esses dados em insights e necessidades para o seu projeto. Tudo baseado no entendimento dos usuários finais e seus ambientes.Algumas ferramentas podem auxiliar nessa etapa, como a construção da persona, um mapa mental, analogias, journey map, entre outras opções relevantes.IdeaçãoNesta etapa, é preciso explorar e gerar ideias, de fato. Nesse processo, não há um limite: tenha o máximo, tanto na quantidade quanto na diversidade de propostas de soluções.Para isso, é comum usar o método conhecido como brainstorming, que atua na capacidade criativa de indivíduos e/ou grupos, colocando todos a serviço de objetivos predeterminados, que, no caso, foram pensados na etapa anterior.PrototipaçãoPara esta fase, são construídos protótipos, a fim de ajudar a compreender a maneira como as pessoas irão interagir com o projeto de maneira mais próxima do real, além de auxiliar na otimização das soluções de maneira mais rápida e assertiva.Para essa construção, é possível explorar muitas opções de ferramentas e métodos. Basta escolher uma que encaixe no seu contexto, em seu orçamento e que seja fácil de modificar e explicar aos demais envolvidos do projeto.ValidaçãoNesta etapa, é preciso testar o protótipo com usuários reais, observar suas impressões e obter os feedbacks, que são essenciais para refinar e aplicar melhorias no protótipo e fazer com que a próxima interação com o produto ou serviço gere mais valor ao cliente.É importante testar os protótipos o mais cedo possível, antes que as chances de falha aumentem. Se você não verificar como o usuário está interagindo com o seu projeto, é como se você estivesse trabalhando no escuro.E aí, gostou do conteúdo? Recomendamos que você aprenda ainda mais sobre experiência do usuário, lendo nosso artigo sobre design responsivo e a sua importância no desenvolvimento de sites.Não deixe de conferir também nossa biblioteca de conteúdo e o Blog DH, com diversos outros artigos e materiais interessantes sobre diferentes áreas da tecnologia.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)